Primeiras impressões: Monster Hunter Rise


Já passaram 3 anos que me aventurei em Monster Hunter World, uma experiência algo diferente do que a série me havia habituado que proporcionou momentos épicos de tensão constante e, parecendo que não, mesmo com o lançamento de Iceborne entretanto já passou tempo o suficiente para estar pronto para a próxima aventura da série. 


Assim em jeito de surpresa e a acompanhar o Digital Event, foi com muita expectativa que recebi um early-access da Demo que irá estar em breve disponível para todos os jogadores! A minha primeira reação a iniciá-la pela primeira vez foi ler “Wyvern Riding” e subitamente vejo-me a ignorar as duas missões principais para ver, afinal, do que se tratava isso: até lá não tinha conhecimento desta nova mecânica. Em poucos segundos vejo-me a montar um Arzuros, explorar os seus ataques e com um sorriso na cara a pensar em todos os potenciais Wyverns em Rise para tirar partido desta mecânica (Lagiacrus, por favor volta!)

Esta novidade agarrou-me tanto que mal parti para a missão de enfrentar o Great Izuchi, fiz logo tudo para o usar como veículo de carnificina: pode-se dizer que fiquei muito agradado com o resultado. Tirar partido dos seus ataques, enviá-lo contra as paredes, fora novos métodos para cumprir a missão com sucesso e preparar-me para enfrentar a derradeira missão da Demo: caçar Mizutsune. Desafio que repeti várias vezes pois nessa mesma missão foi possível usar o Wyvern Riding num dos ícones da série, deixando-me ainda mais ansioso pelo lançamento de Monster Hunter Rise! 


Imagem possível a montar uma Rathian. Têm noção do quão difícil é controlar esta besta??

Não tive oportunidade de explorar estas missões com outros jogadores, e tal é possível quer online ou localmente, mas avançar nas missões com o já habitual Felyne e agora um Canyne deu para ter uma boa experiência e ter uma ótima prestação a enfrentar os Wyverns à disposição. Montar o Canyne foi outro dos pontos fortes da jogabilidade, pois “cavalgar” a toda a velocidade pelas zonas enquanto me ia alimentando ou afiando a arma sem ter de parar uma única vez, é um excelente ponto de partida para caçadas rápidas com amigos. Se não chegasse temos ainda os novos Wirebugs, que não só nos permitem explorar o mapa com novas (e rápidas) habilidades, como trazem alguns novos truques para o combate também. 


Recomendo vivamente que explorem a Demo, é um cheirinho do potencial que o jogo traz e com as 14 armas à disposição. Mesmo que nunca tenham explorado a série têm aqui uma ótima oportunidade para conhecer a série, mesmo que nos atirem imediatamente para a lareira com monstros de grande porte.

Estas primeiras impressões foram feitas com base num acesso antecipado à demo gratuita, gentilmente cedida pela Nintendo.
Primeiras impressões: Monster Hunter Rise Primeiras impressões: Monster Hunter Rise Reviewed by Nuno Mendes on 23:00 Rating: 5

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