Evento Nintendo Preview: Resident Evil Requiem e Pragmata


A visita ao edifício da Nintendo em Frankfurt não foi apenas para experimentar próximos lançamentos da Nintendo, apesar do duo de experiências com Mario (e companhia) e a Virtual Boy ocuparem muito do meu tempo. Uma companhia que marcou também presença foi a Capcom, com dois grandes lançamentos para os próximos tempos na sua versão da Nintendo Switch 2. Falo de Resident Evil Requiem e Pragmata!

Eram dois títulos que tinha grande curiosidade, o primeiro por ser um novo capítulo numa série que tanto adoro, enquanto que o segundo se apresenta como um novo IP, uma nova experiência da Capcom a tentar coisas novas e diferentes. Com duas versões de demonstração dedicadas, deu para ter uma boa noção do que nos espera em ambos os jogos, tal como a experiência na Nintendo Switch 2, que vou aqui partilhar.


O primeiro dos dois jogos foi Resident Evil Requiem, o nono capítulo da série protagonizado por Grace Ashcroft, filha de outra personagem do (há muito esquecido) Resident Evil Outbreak. Bem, o passado destas personagens era completamente irrelevante, pois aqui fomos logo lançados para um jogo de gato e rato em que nós somos praticamente indefesos a fugir de um enorme monstro que quer, a todo o custo, apanhar para comer-nos a cabeça. Literalmente!

Com um ambiente de jogo perfeito, o pequeno edifício onde me encontrava tinha uns quantos itens para apanhar e quebra-cabeças para podermos fugir das garras do assustador monstro, este que era o nosso único perigo. Foi uma experiência tensa, com alguns sustos e momentos bem gráficos, que representam na perfeição o ambiente que Resident Evil sempre quis trazer.


Já o segundo título, Pragmata, apresentou uma nova aposta por parte da Capcom, em trazer um jogo de ação com algum puzzle à mistura. Uma combinação que… bem, funcionava lindamente! Enquanto tentava destruir robôs inimigos, tinha uma espécie de puzzle de hacking para os tornar indefesos, um quebra-cabeças de seguir uma ordem certa numa grelha ao estilo daqueles minijogos em que tínhamos de ligar canos de água, que já foram moda outrora.

Tudo isto num ambiente futurista de ficção científica, onde somos acompanhados por uma misteriosa rapariga capaz de fazer hacking não só aos inimigos como a diferentes máquinas que encontrávamos no cenário. A ação era frenética, com alguma gestão de recursos (ou seja, as balas que temos disponíveis) e ainda muito platforming à mistura, resultando num jogo que me lembrou bem dos clássicos jogos da Capcom quando ela estava a explorar o potencial das consolas como a PlayStation 2 ou a Nintendo GameCube.


Ambos os jogos foram testados na Nintendo Switch 2 e, tanto um como o outro, surpreenderam-me muito! Sim, são visíveis os compromissos visuais para correr na consola e, sim, não atinge os 60 frames que poderemos encontrar noutros sistemas, mas apesar disso ambos os jogos corriam fluidamente na consola, sem quebras de fluidez e com imenso detalhe, apesar de tudo!

O Resident Evil Requiem foi o que mais me surpreendeu, um jogo que não teve quaisquer problemas em apresentar close-ups de tudo e mais alguma coisa, mostrando visuais bem detalhados, apesar dos compromissos. O ambiente estava perfeito, deixando-me curioso como será a experiência de o jogar em modo portátil, às escuras na cama, com os headphones ligados no "máximo" para estar totalmente inserido na vibe do jogo. Deixou-me particularmente curioso com a versão final do jogo na Nintendo Switch 2, pelo potencial que a versão tem que será lançada a acompanhar o lançamento dos restantes sistemas.


Também Pragmata deixou-me bastante entusiasmado com o produto final, quero saber mais daquele mundo, preciso de mergulhar horas nesta aventura sci-fi, até porque viciei no jogo, concluindo a demonstração com cerca de 15 minutos. Mesmo após acabar, a promotora da Capcom incentivou-me a tentar um speedrun do jogo, agora que já o conhecia. Ainda o pude jogar um pouco em formato portátil, e à semelhança do que tinha experienciado na TV, o jogo parece estar muito bem otimizado!

Embora o destaque fossem os jogos de Mario, num convite por parte da Nintendo, a Capcom foi o convidado de honra para o evento, com dois títulos que prometem! Fico curioso, apesar de os poder jogar na PlayStation 5, fiquei tão impressionado com o que conseguiram fazer nesta versão que quero jogá-los na sua totalidade na Nintendo Switch 2, a ver se a qualidade da versão se mantém do início ao fim!

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