The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon
A série The Legend of Heroes é vasta, diria enorme, mas felizmente há uma linha cronológica por onde começar e o que jogar, desde o Trails in the Sky ao espetacular Trails of Cold Steel. Agora com esta nova trilogia que termina em Trails Beyond the Horizon, há bastante para dizer!
Gostaria por começar a referir algo bastante relevante que determinará o vosso interesse, tanto nesta série como neste jogo em específico. Primeiro, o melhor é jogarem pelo primeiro capítulo, Trails Through Daybreak e em seguida o Trails Through Daybreak II, antes de se aventurarem em Trails Beyond the Horizon, o terceiro capítulo deste arco que pertence ao universo de The Legend of Heroes. Por outro lado, podem contar com uma opção no menu de nome Archives que contém o resumo de todos os jogos The Legend of Heroes, para ninguém ficar perdido ou para recapitular os acontecimentos que antecedem, por ordem cronológica.
O outro aspeto importante a referir é que se não forem fãs de jogos com muitos diálogos, aqui vão encontrar conversas com tudo e todos sobre tudo e mais alguma coisa, que pode aborrecer muita gente. Já é costume isso acontecer em jogos da série The Legend of Heroes, os fãs sabem muito bem o que esperar, fica apenas a dica para aqueles que nunca jogaram algum jogo desta série.
Agora quanto ao jogo em si, The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon é a sequela do segundo capítulo, mas como dito antes não é necessário jogarem tudo devido à opção de ler o resumo dos jogos anteriores. Eu fui uma das pessoas que não jogou os jogos anteriores, o meu contacto com a série resume-se a alguns jogos e todos são verdadeiramente viciantes no que diz respeito à jogabilidade e é isso que, a meu ver, faz do jogo ser especial, além das bandas sonoras marcantes.
Deparei-me com visuais aos quais estou acostumado, grafismo em anime, mas relativamente básico no que diz respeito aos cenários, é algo recorrente da Nihon Falcom e isso parece que não vá mudar muito nos próximos anos. Diria mesmo que até parece ser uma imagem de marca da série. A música é algo com muita identidade, embora confesso que em Trails Beyond Horizon a música não é magistral como em outros títulos da equipa de desenvolvimento. Não é má, talvez é apenas mais repetitiva que noutros títulos.
Falando naquilo que mais me fascinou em Trails Beyond the Horizon e sem ter maneira de comparar com os títulos anteriores, a jogabilidade. Deu para entender que algumas mecânicas são parecidas a outros da série como Trails of Cold Steel, um jogo que adorei e ainda me falta jogar os três títulos restantes. Aqui vão encontrar uma jogabilidade híbrida entre RPG e ação. Para exemplificar melhor, sempre que estiverem em missões ou num mundo aberto, poderão enfrentar os vossos inimigos diretamente como um jogo de ação. Durante toda a ação podem mudar a estratégia e entrar em modo RPG. De ter em conta que nas lutas contra bosses não existe forma de escolha a não ser jogar por turnos.
As lutas são viciantes, desde lutar em tempo real ou entrar em modo por turnos, cada um dos dois brilha. Se estivermos a lutar em tempo real, existem mecânicas como parar o tempo e atacar o inimigo com toda a força e até entrar no modo Awakening e ficar mais poderoso por breves instantes e isso implica causar mais danos aos inimigos. Já nas batalhas por turnos existe uma data de opções ao dispor, desde a ataques especiais, ataques em conjunto com os companheiros de equipa e até a troca de parceiros durante as batalhas, tudo para garantir uma vitória.
Agora quanto ao jogo em si, The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon é a sequela do segundo capítulo, mas como dito antes não é necessário jogarem tudo devido à opção de ler o resumo dos jogos anteriores. Eu fui uma das pessoas que não jogou os jogos anteriores, o meu contacto com a série resume-se a alguns jogos e todos são verdadeiramente viciantes no que diz respeito à jogabilidade e é isso que, a meu ver, faz do jogo ser especial, além das bandas sonoras marcantes.
Falando naquilo que mais me fascinou em Trails Beyond the Horizon e sem ter maneira de comparar com os títulos anteriores, a jogabilidade. Deu para entender que algumas mecânicas são parecidas a outros da série como Trails of Cold Steel, um jogo que adorei e ainda me falta jogar os três títulos restantes. Aqui vão encontrar uma jogabilidade híbrida entre RPG e ação. Para exemplificar melhor, sempre que estiverem em missões ou num mundo aberto, poderão enfrentar os vossos inimigos diretamente como um jogo de ação. Durante toda a ação podem mudar a estratégia e entrar em modo RPG. De ter em conta que nas lutas contra bosses não existe forma de escolha a não ser jogar por turnos.
A estratégia desempenha um papel importante especialmente contra os bosses e é preciso ter em conta vários atributos e efeitos, não é um jogo difícil, mas as lutas contra os principais inimigos de destaque podem levar algum tempo. Por outro lado, nada como jogar para perceber como tudo funciona e aplicar os melhores métodos de ataque e defesa. Posso garantir que apesar de muitos tutoriais e texto, é um jogo que está perfeitamente acessível para qualquer jogador.
Pontos de experiência, afinidade entre outros são ganhos com missões secundárias, idas ao cinema e até assistir a histórias a parte de cada uma das personagens. Há uma data de coisas para fazer e isto é um jogo que parece infinito, se eu “pouco fiz” nas horas de jogo que passei, imagino o que ainda está para vir, o próprio desenvolvimento da narrativa nestas horas de jogo não cresceu muito, portanto estão perante um jogo que levará o seu tempo para terminar. Nos próprios diálogos há escolhas a fazer, em missões secundárias vão por vezes ter questões morais que vão determinar o futuro da personagem em questão e isso terá um impacto na vossa atitude, se seguem a lei à risca, se gostam de ver o “mundo a arder” ou se mantêm-se neutros quanto ao destino da personagem envolvida.
Há todo um “universo” para explorar em The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon e os fãs não vão ficar decepcionados com este título de certeza absoluta. Para aqueles que nunca tiveram qualquer contacto, embora já tenha dito que é recomendável começar pelos jogos anteriores, não é impossível começar por este capítulo. Por outro lado, qualquer pessoa que tenha jogado, por exemplo, um Trails of Cold Steel irá reconhecer personagens importantes desse arco como até de outros, diria que quem já está familiarizado com os arcos todos irá tirar um proveito mais especial.
Para terminar, The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon é um jogo fantástico, a jogabilidade é de longe o ponto mais forte, é especial e é único nesta era, creio que muitos RPGs ou jogos de ação podiam perfeitamente beber um pouco desta poção mágica, e aprender como a Nihon Falcom a tratar os jogadores com originalidade e inovação nos sistemas de combate e o quão entusiasmantes estes são. Já no que diz respeito aos diálogos, embora haja a opção de jogar com vozes japonesas originais ou em inglês, são o que são, longos e por vezes sem grande interesse.
Nota: Análise efetuada com base em código final do jogo para PlayStation 5, gentilmente cedido pela playnxt.
Há todo um “universo” para explorar em The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon e os fãs não vão ficar decepcionados com este título de certeza absoluta. Para aqueles que nunca tiveram qualquer contacto, embora já tenha dito que é recomendável começar pelos jogos anteriores, não é impossível começar por este capítulo. Por outro lado, qualquer pessoa que tenha jogado, por exemplo, um Trails of Cold Steel irá reconhecer personagens importantes desse arco como até de outros, diria que quem já está familiarizado com os arcos todos irá tirar um proveito mais especial.
Para terminar, The Legend of Heroes: Trails Beyond the Horizon é um jogo fantástico, a jogabilidade é de longe o ponto mais forte, é especial e é único nesta era, creio que muitos RPGs ou jogos de ação podiam perfeitamente beber um pouco desta poção mágica, e aprender como a Nihon Falcom a tratar os jogadores com originalidade e inovação nos sistemas de combate e o quão entusiasmantes estes são. Já no que diz respeito aos diálogos, embora haja a opção de jogar com vozes japonesas originais ou em inglês, são o que são, longos e por vezes sem grande interesse.
Pode ser aborrecido para alguém que não está familiarizado com todas as personagens ou até com restantes jogos da Nihon Falcom, e este primeiro contacto pode deixar a desejar. Mas, como dito antes, quando a ação entra em “campo”, o fascínio explode e o interesse cresce e com isto há a probabilidade de explorar mais jogos da série The Legend of Heroes!








