Bleeding Edge


A Microsoft acaba de lançar um novo multiplayer com selo de exclusividade. Após umas boas horas de jogo, tanto a solo como em equipa com pessoal dos Meus Jogos, revelamos o que há de bom e errado em Bleeding Edge, um jogo que pode vir a ser um grande IP da marca Xbox.

Em arenas 4 VS 4, Bleeding Edge é um jogo totalmente online na terceira pessoa, com personagens com um excelente design e personagens apelativas. Desde um Samurai radical carregado de latas de graffiti, a um metaleiro que usa a sua guitarra como arma de eleição, ou ser uma maníaca de metralhadora nas mãos e usar turrets para aniquilar adversários, os ataques especiais e as habilidades específicas de cada personagem tornam o jogo muito variado e acaba assim por ser realmente estratégico. Para além das personagens de ataque, há personagens dedicadas ao restauro da saúde da equipa e outros de bruta força, já outras recorrem às magias. Isto é semelhante ao Overwatch, mas aqui joga-se na terceira pessoa. Neste momento existem apenas 11 personagens, no entanto, é expectável que o jogo recorra a atualizações gratuitas para entregar aos jogadores novas personagens e novo conteúdo para manter o jogo vivo.


Os mapas apresentam-se bastante elaborados, embora pudesserm incluir mais alguns para variar. Nestes mapas existem caixotes que devem ser destruídos para aumentar o poder de ataque e outros para aumentar o poder de defesa, ambos por um tempo determinado. É possível encontrar pontos específicos para restaurar a saúde, estes pontos vão reabastecer de saúde após um minuto de terem sido utilizados. Quanto ao grafismo, é colorido, o jogo é fluído e a banda sonora bastante boa para dar aquele boost de adrenalina ao jogador sendo deveras um factor importante em jogos multiplayer para não cansar o jogador.

No jogo disponível neste momento para Xbox One e PC, o jogador tem 2 modos de jogo disponíveis. Um é a captura de pontos/territórios, o jogador tem de certificar-se que estes pontos estejam activos a favor da equipa para vencer a ronda no final. O Power Cell tem como objetivo recolher o máximo de Power Cells espalhadas na arena ou mesmo derrotar os inimigos que carregam as Power Cells para as entregar em pontos específicos quando estes estão activos durante o período da partida, no fim, a equipa que recolher e entregar mais vence a partida. Julgamos que mais tarde serão revelados outros modos para além destes 2.


De relembrar que o jogo requer algum conhecimento dos poderes dos vários personagens para poder atacar ou defender de forma estratégica. É sempre bom praticar com todas as personagens antes de entrar com tudo para as partidas. O jogo requer um forte apoio da equipa, isto é, o próprio jogo relembra que sozinho, não se consegue sobreviver, é realmente importante que os jogadores estejam unidos e ataquem em equipa, é imperativo ter essa atitude ou as partidas não vão ter qualquer valor e a equipa adversária irá vencer sempre.

Infelizmente, nós experienciamos algum lag nas nossa partidas, o que dificultou localizar inimigos, ora estavam num lado ora já surgiam atrás. Naturalmente, na situação em que o mundo se encontra, a internet também se encontra afectada devido ao vírus que assombra o nosso planeta, no entanto tornou-se um pouco difícil de ter noção no meio da confusão toda entre ambas as equipas em campo.


Resumindo, o jogo é bom e divertido, e exceptuando o lag ocorrido em algumas partidas, é perfeitamente notável que tem margem para crescer/progredir e obter conteúdo que será essencial para tornar Bleeding Edge um grande exclusivo da Microsoft no futuro.

Nota: Análise efetuada com base em código final do jogo para a Xbox, gentilmente cedido pela Microsoft.
Bleeding Edge Bleeding Edge Reviewed by Patrício Santos on 30 março Rating: 5

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