Super Mario Bros. Wonder – Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel
Com o (bem, bem longo) nome Super Mario Bros. Wonder – Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel, este surge como a desculpa perfeita para voltar a pegar nesta grande aventura e ver o que me esperava! Jogo que era bem expectável receber este tratamento de reedições com novo conteúdo, até porque foi usado como referência na grande revelação da Nintendo Switch 2 faz agora quase um ano, com Mario a explicar a fluidez da nova consola que me deixou com a pulga na orelha desde então. Semelhante a outros jogos com a label "Nintendo Switch 2 Edition", este é um acrescento, e aqui vamos olhar apenas ao que foi introduzido: a obra original já existe há um par de anos, afinal.
Há muito a dizer sobre Super Mario Bros. Wonder, ao que recomendo que vejam a sua análise aqui, pois agora há muito mais a falar sobre este novo lançamento, que promove muito mais as sessões de multijogador local, com experiências diferentes e todo um parque de atrações para jogos cooperativos e competitivos! Se vão para esta nova versão a contar com muito mais conteúdo para um jogador, bem, ele existe em boa quantidade, mas o foco é mesmo puxar pelas jogatanas locais para vários jogadores.
E é isso que surge no Parque Belabel, uma zona refundida e previamente inexplorada do Reino Flor, onde reina a diversão como se fosse uma feira popular! Desbloqueado pouco após o início da aventura, assim que concluímos com sucesso um bom número de níveis, abrem-se as portas deste parque de diversões, para jogar em conjunto ou criar rivalidades rapidamente. Uma área de atrações tanto para sessões locais como online, sendo que não tive oportunidade de explorar a loucura que será jogar em simultâneo com outros 12 jogadores online, ou com outras consolas… mas adiante.
Há muito a dizer sobre Super Mario Bros. Wonder, ao que recomendo que vejam a sua análise aqui, pois agora há muito mais a falar sobre este novo lançamento, que promove muito mais as sessões de multijogador local, com experiências diferentes e todo um parque de atrações para jogos cooperativos e competitivos! Se vão para esta nova versão a contar com muito mais conteúdo para um jogador, bem, ele existe em boa quantidade, mas o foco é mesmo puxar pelas jogatanas locais para vários jogadores.
E é isso que surge no Parque Belabel, uma zona refundida e previamente inexplorada do Reino Flor, onde reina a diversão como se fosse uma feira popular! Desbloqueado pouco após o início da aventura, assim que concluímos com sucesso um bom número de níveis, abrem-se as portas deste parque de diversões, para jogar em conjunto ou criar rivalidades rapidamente. Uma área de atrações tanto para sessões locais como online, sendo que não tive oportunidade de explorar a loucura que será jogar em simultâneo com outros 12 jogadores online, ou com outras consolas… mas adiante.
Para sessões cooperativas, igualmente caóticas e possíveis fontes de algumas discussões na sala, temos modos de jogo como o Transporte Explosivo, onde temos de passar a bomba a outro jogador, não vá rebentar, até conseguirmos chegar a salvo ao fim do nível. Jogos onde temos de construir blocos para criar caminhos para os outros jogadores, minijogos de contagem ou até mesmo rítmicos, ou até mesmo o extremamente viciante Voa, Capitão Toad!, onde o Capitão Toad tem uma aventura com o Penacho, um pequeno, mas bem forte pássaro, onde jogamos em equipa com um jogador a controlar os movimentos de Toad a andar, enquanto que o outro fica responsável pelos saltos.
Embora estes modos multijogador sejam a grande essência desta revisão a Super Mario Bros. Wonder, preenchendo uma lacuna de diversidade de modos para vários jogadores, como dizia há também mais conteúdo que podemos explorar sozinhos, ou também com companhia. Até porque tudo o que podemos fazer com um jogador apenas, podemos fazer na boa companhia dos nossos amigos ou familiares, todos em torno da mesma TV, como jogávamos há… bem, décadas!
Há outras ajudas e novidades, como um modo de assistência para que todas as personagens sejam invencíveis, perfeito para os mais novos ou jogadores com menor destreza, e todo um grande conjunto de insígnias duplas que combinam os poderes de duas insígnias existentes, duplicando assim as habilidades que podemos usar nos níveis. Esta novidade chateou-me um pouco, pois é uma recompensa aleatória ao regar as flores no Parque Belabel, e não algo que simplesmente adquirimos ou permitem-nos combinar ao nosso gosto.
Tal, como o jogo recordou-me de outro ponto: o excelente trabalho de localização! São várias as línguas suportadas, entre elas português de Portugal e do Brasil, com (muitas) novas falas e um trabalho contínuo que dá gosto em ver! Sim, a flor tagarela continua a sair-se com umas quantas piadas questionáveis e trocadilhos que me fazem suspirar, mas dão uma bela camada a um simples jogo de plataformas que nos envolve na ação desta maneira.
Honestamente? Se nunca jogaram Super Mario Bros. Wonder (não julgo, mas questiono, este é um jogo incrível), têm aqui a oportunidade perfeita de explorar o jogo agora na Nintendo Switch 2, que conta com melhorias como a resolução até 4K, mantendo-se sempre extremamente fluído. Agora com as imensas novidades, este é mesmo um daqueles jogos obrigatórios para os fãs de plataformas, e não só, que garantidamente se divertem a avançar com amigos localmente.
Terminando, sinto que voltei a 2024 quando arrancava nesta aventura old-school, mas com muitos toques modernos que comprovou que, sim, é possível fazer jogos de plataformas 2D nos dias de hoje que valham muito a pena! Super Mario Bros. Wonder – Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel é a versão definitiva de um título já por si incrível, que nos traz novas horas de diversão garantida, ao mesmo tempo que nos lembra “Hei, ainda não tinha feito tudo!”
Nota: Análise efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo Switch 2, gentilmente cedido pela Nintendo.
"Este foi um jogo que me deixou feliz, embora melancólico e que por várias vezes dava-me um profundo nó na garganta, pois seria Super Mario Bros. Wonder, o último jogo que joguei com Telmo, partilhando a TV como muitas vezes jogamos. Quando já lhe faltava a destreza, mas a vontade de jogar Super Mario continuava bem viva nele, guardo assim esta memória que irei sempre guardar e recordar. Agora, como nas futuras aventuras que nunca irei desassociar, nem o podia fazer de outra forma."
— Nuno, 2026










