MARVEL Tōkon: Fighting Souls - primeiras impressões
MARVEL Tōkon: Fighting Souls é um dos jogos mais esperados do ano, que marca o regresso das icónicas personagens da banda desenhada aos videojogos, num fighter para aqueles que têm saudades das longas sessões entre amigos, de MARVEL vs Capcom 2. Um jogo que regressa num estilo bem diferente ao que estamos habituados, que fomos recentemente convidados para poder passar um bocado de tempo com o jogo!
Ao convite da PlayStation fomos, então, ver o que nos espera em MARVEL Tōkon: Fighting Souls, numa sessão que deu para experimentar todas as personagens presentes nesta demonstração, algo incompleta quando olhamos para o roster completo das que teremos disponíveis no lançamento do jogo, a 6 de agosto! Ainda assim, deu para ter uma boa noção do jogo, a sua jogabilidade e a direção que a Arc System Works tomou com o jogo, com um resultado bem diferente daquilo que estamos habituados aos fighters da Capcom, deste universo.
Storm, Spider-Man, Doctor Doom, Captain America, Wolverine, Star-Lord e até mesmo a estreante nestes jogos Danger, foram algumas das personagens disponíveis, todos eles com truques diferentes, mas com uma jogabilidade essencialmente parecida entre eles. Ao contrário do que Arc System Works me habituou, aqui não senti que estava a aprender a jogar com uma personagem totalmente diferente sempre que mudava de herói, o que sendo um tag-team fighting game onde controlamos uma equipa é fundamental que as personagens sejam familiares entre elas.
Dito isto, senti que o jogo estava demasiado idêntico, o que me levou a questionar se estava (ou não) com um esquema de controlo mais acessível para os que não estão habituados a jogos de luta. Resumidamente bastava premir para a frente e no quadrado que acontecia toda uma cadeia de golpes, seguida de chamar cada uma das personagens da equipa, e depois um golpe para finalizar. São coisas que estou habituado nos fighters mais recentes, mas não tive como poder retirar essa opção, se foi o caso. Algo que quero explorar melhor na versão completa do jogo, basicamente.
Aquilo que mais me deixa reticente no jogo continua a ser a barra de vida partilhada entre todas as personagens da equipa. Estou indeciso se gosto ou não, e só me afeta a experiência, pois cada combate pareceu-me terminar rapidamente, algo que quase certamente que posso ajustar depois no jogo em si. Mas preciso de dedicar-me mais ao jogo para ver se isto foi, ou não, a decisão certa a tomar, até porque a rapidez dos combates fez-me muitas vezes ignorar ter quatro personagens na equipa, o que pode muito bem ter sido trenguice a minha, e não estar a tirar o verdadeiro proveito de tudo.
Todo o jogo gritou BD, mas dentro de um género japonês! MARVEL Tōkon: Fighting Souls não tem qualquer problema em afirmar-se como um jogo 100 % japonês (caso o nome não fosse dica o suficiente), apesar do material de origem ser totalmente norte-americano, mas é um jogo que grita Japão, muito além do estilo visual ou o design das personagens. No pouco tempo que passei com o jogo senti ser um puro fighter da Arc System Works, e estou ansioso por ver mais do jogo.
Resta mesmo agora esperar pelo lançamento de MARVEL Tōkon: Fighting Souls a 6 de agosto, que honestamente fiquei com um hype reforçado por jogar a versão final, explorar tudo o que é personagem e tentar organizar umas quantas sessões de jogo, tal como fazia com os MARVEL vs Capcom!






