Notícias

Análises

17 de julho de 2018

Miles e Kilo


Nos dias que correm, o mais difícil para um jogo indie é fazer-se notar pelo meio das listas de lançamentos. É preciso uma boa publicidade, mas também é importante o "passa-palavra". Este Miles & Kilo é um bom exemplo, foi uma partilha no Twitter que nos despertou o interesse pelo jogo. Pelo trailer, parecia divertido, mas agora o que posso dizer é que estou mesmo feliz por ter tido o prazer de jogar Miles e Kilo.
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20XX


Análise por Pedro M. Macedo

Após quase um ano do lançamento no Steam, 20XX chega agora às consolas. Considerado já desde a versão Alpha como o jogo que "Mighty No 9" devia (e bem podia) ter sido, o jogo independente da Batterystaple Games bebe da fonte dos incríveis MegaMan, mais precisamente da série X.
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16 de julho de 2018

Candle: The Power of the Flame


Candle: The Power of the Flame é um jogo de puzzles em que controlamos uma personagem humanística numa sequência de acontecimentos fantásticos, num cenário pintado à mão em aguarela.

Encarnamos a personagem Teku, um "servo luminoso" ao serviço de Yaqa, o xamã da tribo Tumaykú. Com isto, Teku teve de sofrer um sacrifício, ao trocar uma das suas mãos por uma vela que nunca se deve extinguir. No entanto, a tribo Tumaykú é atacada pelos odiáveis Wakcha, um clã rival de assassinos que acaba por raptar Yaqa, o xamã da tribo. Jurando proteger o seu mestre, embarcamos com Teku na viagem por este mundo encantado para resgatar Yaqa.

Todo o jogo é desenhado à mão em aguarela, replicadas digitalmente e colocadas em camadas, fazendo-nos parecer que estamos a jogar num mundo desenhado, visualmente deslumbrante. A banda sonora é propícia a uma aventura épica. Mas como salvamos Yaqa?


O propósito do jogo é resolver puzzles através de interações muito simples com objetos, com o poder da chama ou com items que recolhemos ao longo do jogo, alguns apenas com o propósito imediato de resolver uma charada. A narrativa da história não é linear, forçando o jogador a estar sempre alerta do ambiente ao seu redor e do que vamos encontrando, pois um objeto que encontrámos no início do jogo pode ser solução de um puzzle, que desbloqueia uma porção de história que desbloqueia outro puzzle.

Não nos deixemos iludir pelo aspeto inócuo de Candle, o jogo é difícil e viciante. Às vezes a solução para os nossos problemas está mesmo à frente dos nossos narizes e nós, jogadores ávidos, habituados a resoluções típicas, não somos capazes de enxergar tal resolução. Outras, porém, são arquitetadas brilhantemente e dão uma satisfação incrível ao serem ultrapassadas. Mas as que eu mais gosto são os problemas que têm que ver com a narrativa da história, em que a história que nos é contada é a solução para um puzzle, requerendo uma apurada capacidade de abstração.


Em termos de jogabilidade, o estúdio indie espanhol Teku fez um ótimo trabalho, não confundindo as personagens com o fundo e não realçando os objetos-chave em cada nível, como é comum em alguns jogos desenhados à mão. A experiência é fluida e prende o jogador. No entanto, alguns menus de interação são restritos a uma zona pequena, tornando difícil a abordagem do jogo. O jogo é exímio em dar apenas a informação que é necessária, deixando o jogador explorar e conhecer os meandros do jogo. Até o mapa é brilhantemente engenhoso, por mostrar as conexões, diretas ou indiretas, de um ecrã para outro.


A minha experiência com o jogo foi com uma Nintendo Switch em modo portátil, realçando uma vez mais as capacidades pick and play do jogo, mas ligada a um grande ecrã é possível apreciar os maravilhosos desenhos aguarela que dão vida ao jogo. A tempo de terminar a análise, e devido ao grande conteúdo de jogo e de puzzles, não me foi possível terminar o jogo. Precisaria de um pouco mais de calma, rever todas as salas e recantos, a fim de poder solucionar o próximo desafio. É um jogo obrigatório para quem gosta de puzzles, que vai estar disponível na PlayStation 4 e na Nintendo Switch no próximo dia 26 de julho de 2018 e com versão física no final de agosto.


Nota: esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo Switch, gentilmente cedido pela Merge Games.
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13 de julho de 2018

The Crew 2


Liberdade total. Corridas em terra, ar e mar num jogo de mundo aberto onde cada jogador pode fazer o que bem lhe apetecer? A premissa de The Crew 2 é, no mínimo, ambiciosa!
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12 de julho de 2018

Octopath Traveler


Quando em 2012 Bravely Default foi lançado para a 3DS, o RPG ao estilo retro foi bem recebido e conseguiu demonstrar que esse estilo de jogo ainda funcionava na perfeição e conseguia manter-se bastante atual. Essa mesma aposta evolui agora para Octopath Traveler, um dos primeiros títulos a ser apresentado para a Nintendo Switch, e que desde então tem chamado à atenção. Já ficamos a conhecer as 8 personagens que nos esperam no jogo, mas agora resta saber o que lhes espera.
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The Mooseman


Nem sempre os jogos são focados numa intensa experiência de jogabilidade. Já me passaram pelas mãos vários que se focam mais na sua narrativa e muitos deles são jogos que me fascinam. The Mooseman é mais um jogo desses, um curto jogo mas focado na história e na construção artística, com visuais impressionantes baseados no estilo "animal" da região de Perm, na Rússia.
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11 de julho de 2018

Captain Toad: Treasure Tracker


Parece uma consequência inevitável do sucesso da Nintendo Switch após o fracasso da Wii U, a Nintendo investir na adaptação dos melhores títulos da antiga consola, tanto para os rentabilizar melhor como para preencher eventuais lacunas no catálogo do sistema. No entanto, este lançamento é peculiar, pois surge acompanhado de uma versão para a Nintendo 3DS com os mesmos conteúdos e algumas diferenças na jogabilidade. Já não falamos apenas de um port para a Switch: o Capitão Toad procura um lugar na ribalta. Mas será que o merece?
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BlazBlue Cross Tag Battle


A série BlazBlue já tem uma data de jogos no seu portefólio, lançados desde os tempos da PSP e PS3 e chegando até aos smartphones onde muito joguei. Gosto da série desde que tive o primeiro contacto na PSP e, na altura, fiquei impressionado com toda a sua qualidade. É um fighting game que veio para ficar, isso só demonstra como a Arc System Works trabalha. Já se sabe que o Dragon Ball FighterZ é o puro sucesso e a fórmula está lá, mas BlazBlue Cross Tag Battle mantém o que outrora foi criado na série e isso é o mais importante.
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10 de julho de 2018

Octopath Traveler: os protagonistas


Octopath Traveler está mesmo aí a chegar, e com o lançamento da "Prologue Demo" (que se ainda não fizeram o download, de que estão à espera?) é possível ter uma amostra da aventura que espera cada uma das 8 personagens principais do jogo. Mas com 3 horas disponíveis de demo, pouco dá para explorar nem ver o que espera a cada um dos protagonistas. Com o lançamento já esta semana decidi fazer uma breve introdução a cada uma das personagens e dar a conhecer os seus motivos, ajudando talvez a decidir qual será o herói com que darão início à aventura.



Comecemos então com Ophilia, uma jovem freira que vive em Flamegrace, uma cidade no meio da neve. A cada 20 anos um membro da igreja tem de fazer uma peregrinação pelo mundo e partilhar a Flame of Origin para restaurar a luz nos reinos, e esse papel estava destinado à sua irmã adotiva Lianna. Como seria de esperar algo acontece e cabe a Ophilia substituir então a sua irmã nessa peregrinação, e após conseguir a chama ela parte então em direção aos reinos do continente de Osterra que a esperam, numa aventura com algumas surpresas.

Ela tem dois papeis fundamentais: o primeiro é ser de origem a principal healer do jogo, com magias de curar capaz de recuperar por completo a vida da equipa toda, o que a torna numa das personagens fundamentais do jogo numa fase mais inicial. Mas ela também é capaz de usar magia ofensiva sagrada, o que a torna numa boa atacante. Já fora das batalhas a sua habilidade especial de Guide permite Ophilia a guiar NPCs espalhados pelo mundo, e usar as suas habilidades em combate um determinado número de vezes.




Segue-se Cyrus, professor da Royal Academy em Atlasdam, com um conhecimento vasto sobre o mundo que aprendeu através dos inúmeros livros que tem à sua disposição para estudar, e além do seu gosto enorme por aprender ele gosta também de ensinar. Mas uns desacatos na universidade levam a que ele seja arrastado para fora da sua cidade, mas com um novo propósito: encontrar um livro desaparecido, que contém segredos capazes de causar grande destruição.

Sendo muito curioso a sua habilidade de Scrutinize permite-o interrogar as muitas personagens por mais informações. Estas vão desde pistas para as quests do jogo, localização de itens escondidos em todo o lado e ainda obter descontos nas lojas e inns da cidade. Já no campo de batalha ele é um feiticeiro de excelência, munido de magias de fogo, gelo e eletricidade, e ainda o poder de analisar os adversários e procurar as suas fraquezas, de modo a ganhar vantagem no combate.




Com uma premissa mais calma surge Tressa, uma jovem mercadora que tem uma vontade enorme de explorar o mundo e procurar os melhores negócios. A sua premissa é bastante simples: após uns breves desacatos com piratas na sua cidade, e adquirir um pequeno livro de um mercador que anda pelo mundo, ela decide partir também numa aventura para conhecer novos locais, pessoas e, principalmente, os melhores negócios.

Tenho olho para negócio, e um brilho especial sempre que vê algo valioso, ela é capaz de duas coisas bastante úteis para a aventura: a primeira é poder comprar itens variados aos NPCs, a um preço reduzido, ou comprar itens aparentemente inúteis mas que, depois de vendidos, dão algum dinheiro. A segunda habilidade, e talvez mais fundamental, é a de encontrar dinheiro perdido enquanto explora, sempre que chega a um local, amealhando assim bastante dinheiro sempre que estiver na party.



Voltando às personagens com destinos mais sérios, Olberic é um ex-mercenário que viu o seu melhor amigo matar o seu Rei, fazendo cair o seu reino. Conhecido por Osterra como o "Unbending Blade" ele foi dado como morto, e mesmo após procurar refúgio numa pacata vila ele viu-se obrigado a empunhar novamente a espada, levando-o a questionar porque lutava, e qual o seu propósito.

Sendo um soldado ele prima pela sua força incomparável entre todas as personagens, capaz de usar espadas e lanças sem dificuldades. A sua habilidade especial permite-o desafiar personagens em combate, em duelos 1 a 1 ganhando experiência, abrindo caminho para sítios guardados ou ainda serem usados na história principal. Ele aprende algumas habilidades, como a de proteger membros com pouca vida, mas a força bruta é o seu maior trunfo.



Temos também Primrose, uma jovem bailarina, acompanhante e prostituta que se vê presa por um dono de várias jovens raparigas com o mesmo destino. Ela fora outrora filha de uma prestigiada família, mas o assassinato do seu pai por um trio de homens mascarados, com uma marca de um corvo no seu corpo fez com que Primrose tivesse uma vida de escravidão. Após matar o seu antigo dono ela parte então numa aventura de vingança à procura dos homens com a tatuagem do corvo, e só quando os tiver morto a todos é que encontrará paz.

Sendo uma dançarina, as suas habilidades vão desde melhorar os atributos das personagens em combate, como defesa, velocidade, etc, e ainda capaz de usar magia negra ofensiva. À semelhança de Ophilia ela pode usar NPCs em combate, mas atraindo-os com o poder da atração, mas em batalha o resultado é o mesmo. É ainda capaz de usar facas em combate, embora não seja muito forte com os seus ataques.



Depois temos Alfyn, um jovem farmacêutico cujo lema de vida é salvar todos que estejam em perigo, usando os seus vastos conhecimentos de medicina para os ajudar. Um estilo de vida que segue desde que foi salvo por um farmacêutico viajante, enquanto era ainda criança, e desde então tenta seguir os seus passos e, quem sabe, o poder encontrar de novo. Após resolver um pequeno incidente na sua vila, ele parte então em aventura à procura de quem precisa de ajuda.

Ele é o outro healer do jogo, mas enquanto que as sua habilidades de curar não sejam das melhores, ele é capaz de misturar um conjunto de itens e criar medicamentos capazes de curar por completo a equipa, eliminar estados como Poison entre outros, e ainda recuperar SP e BP (ambos usados para ataques especiais ou ataques extra), tornando-o numa personagem bastante versátil e capaz de meter a equipa em vantagem, em poucos turnos. À semelhança de Cyrus ele pode conversar com NPCs e adquirir novas informações, mas embora esses diálogos funcionem sempre (ao contrário do professor), nem sempre Alfyn consegue conversar com eles.




Quase a terminar temos Therion, um misterioso ladrão com um passado bastante terrível, que o arrastou para a vida do crime para conseguir sobreviver. Cínico, incapaz de confiar com facilidade e preferindo trabalhar sozinho, após falhar numa tentativa de um roubo ele vê-se obrigado a partir numa aventura para recuperar tesouros perdidos de uma família poderosa.

Sendo um ladrão a sua habilidade principal é roubar, quer dentro como fora do combate, permitindo-o tentar roubar NPCs de modo a adquirir novos itens, à semelhança de Tressa, mas sem custar dinheiro. A sua classe é também  capaz de roubar HP e SP dos inimigos, e depois partilhar o seu SP com outras personagens da equipa, sendo uma boa personagem para ter ao lado de Cyrus ou Ophilia. A sua agilidade é ainda bastante útil, atacando muitas vezes em primeiro e permitindo-o também baixar atributos dos inimigos, para depois tirar partido da defesa reduzida dos mesmos.



Por último temos H'aanit, uma arqueira e caçadora que sempre cresceu na floresta e aprendeu muito sobre caça com o seu mestre Z'aanta. Sempre acompanhada por Linde ela vê-se numa aventura à procura do seu mestre, que deixou de dar sinais de vida após ter sido enviado para lutar contra um terrível monstro.

Sendo uma caçadora ela é capaz de capturar monstros que encontramos em batalha, e depois invoca-los usando uma habilidade pré-definida, por uma quantidade de vezes que vamos gastando. Existe todo um leque diversificado de criaturas por capturar, umas mais fortes que outras, mas H'aanit é ainda capaz de usar ataques com arco bastante devastadores. Tal como Oberic ela pode desafiar NPCs em combate, mas ao contrário dele ela só pode usar os monstros que capturou, e ainda Linde que tem um número ilimitado de vezes para invocar.


Introduções feitas, estas são as personagens que nos esperam em Octopath Traveler, e estes cenários são já possíveis de explorar na Prologue Demo, sendo depois possível continuar a aventura na versão final do jogo. São 8 histórias distintas de 8 personagens que se unem numa grande aventura, e um dos pontos interessantes do jogo é saber, afinal, quem começou com quem!
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The Spectrum Retreat


Análise por Pedro M. Macedo

Com apenas 18 anos, Dan Smith foi um dos vencedores do prémio BAFTA em 2016 com o primeiro protótipo de “The Spectrum Retreat”. A versão final chega agora às consolas e PC graças à publicadora Ripstone Games, responsável por trazer jogos como Stick it to the Man.
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Ys VIII: Lacrimosa of Dana


Estava a começar a jogar Xenoblade Chronicles 2 quando me deram este Ys VIII para as mãos. Não estranhem se comparar os dois jogos, mas até pode ajudar.

Embora! Ys VIII: Lacrimosa of Dana não é só um JRPG com palavras aleatórias, é também uma série de 1987 (excelente colheita) com várias entradas em todas as consolas e mais algumas. Começou pelo Ys I: Ancient Ys Vanished e cá estamos no VIII, em 2018. O que mais me faltava era começar uma série nova e o que ainda mais me faltava era gostar de uma série de RPG nova! Agora só penso que tenho de jogar os outros, mas prende-se a questão, vou às plataformas originais ou espero que saiam na Switch? Talvez se as vendas forem satisfatórias tenhamos mais Ys, mas se o jogo não for grande espingarda com o que ficamos? Um port tosco e perdido.

Resposta curta: Ys VIII é um jogo muito bom. Vamos à resposta longa.
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9 de julho de 2018

Pode


Pode é um dos jogos mais fofos que saiu nos últimos tempos. Esqueçam a rabbid Peach, esqueçam o veado do Fe, esqueçam o Pikachu que fala com voz de whiskey e charuto cubano. Meus amigos, Pode é o jogo que nos satisfaz os níveis de açúcar de videojogos.

Este indie apaixonante entrega-nos uma experiência cooperativa local (ou um singleplayer muito difícil) em que temos de resolver puzzles para progredirmos numa história, que na verdade não é nada por aí além. Simples e eficaz. Não precisa de uma trama digna de Óscar se tudo o resto for exímio, que é.


As duas personagens são muito contrastantes: um jogador controla um quadrado de pedra que faz erguer estruturas com a sua força interior e outro jogador controla a luz/sol, redondo, que faz florescer a natureza com a sua habilidade. Podem juntar esforços e erigir um mundo vivo.

Cada nível é uma sala com um objetivo específico e pode ter colecionáveis, indicados no menu de "Viagem Rápida". O hub world é fundada nos objetivos dos níveis consequentes. É também apresentado uma rápida sucessão de níveis introdutórios prévios aos puzzles per se, com função de tutorial.


Mas desenganem-se ao achar que Pode é fácil. O jogo é difícil suficiente para forçar um habitual jogador de puzzles refletir em como certa dificuldade pode ser contornada com um leque de movimentos reduzidos, dado que as personagens apenas saltam e invocam a sua habilidade natural (ao longo do jogo vão adquirindo mais movimentos). O jogo pode ser jogado com crianças, pois é possível trocar a personagem que se está a controlar, possibilitando que o jogador mais experiente execute uma acrobacia e retome a sua personagem habitual. Os últimos níveis de cada mundo são de lógica e menos de manipulação do ambiente.


Joguei em modo coop com a minha mãe, que não é uma jogadora nem assídua nem propriamente ávida em manejar um comando de consola. O jogo Pode sugou-nos para a sua lore e inclusive foi a minha mãe que pediu para voltarmos a jogar. Claro que, azelhice de lado, tivemos um ótimo momento de jogo e de ligação mãe-filho [como dizer isto sem parecer lamechas?].
Os comandos podem ser adaptados a um joy-con por pessoa, dando possibilidade ao imediatismo de colaboração em qualquer lado com a Nintendo Switch.
Experimentei o modo single player e surpreendeu-me pela positiva, por ser uma opção viável para progredir neste mundo simples e bonito; mas claro que foi primariamente pensado para um ambiente couch co-op e de resolução de problemas em equipa.



Para mim, um jogo obrigatório para quem pode partilhar as suas sessões de jogo com alguém. Um jogo que guardo no coração, pelos momentos que me proporcionou.


Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo Switch, gentilmente cedido pela Plan of Attack.
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6 de julho de 2018

Runbow


Lançado inicialmente para a Nintendo Wii U em 2015, Runbow está agora de regresso na Nintendo Switch, mais completo que nunca e ainda a possibilidade de o jogar onde e como se quiser. Um jogo de plataformas e de corridas ao mesmo tempo, com uma curiosa mecânica baseada em cores. Valerá a pena?
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Crash Bandicoot: N. Sane Trilogy


Quem não se lembra do bom velho Crash? Quando surgiu em 1996, apresentava-se como a mascote da PlayStation, o equivalente ao Mario e Sonic para a então poderosa consola da Sony. Quis o mundo dos negócios que tal conceito não durasse muito, com a chegada da mascote à GameBoy Advance em 2001, mas a realidade é que para sempre os primeiros títulos se tornaram sinónimo de "PlayStation". A velhinha PlayStation.

Em 2017 assistimos ao regresso de Crash Bandicoot à casa mãe, agora sob a forma de remake para a PlayStation 4 com uma exclusividade que se revelou temporária. Um ano depois, eis que a mascote chega à Nintendo Switch, Xbox One e PC!
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5 de julho de 2018

Lumines Remastered


No ano 2005 a Sony PSP recebeu Lumines, um jogo de puzzles que conquistou os jogadores devido à sua musicalidade e também vício, para ajudar ao hype, o jogo era portátil, a combinação perfeita. Desta vez Lumines chegou à Playstation 4 (assim como Xbox, Nintendo Switch e PC via Steam), agora num formato Remastered que fará com que jogadores como eu possam jogar num grande TV e desfrutar do som a sair por umas 5.1 sintonizado no prazer máximo.
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4 de julho de 2018

Yuso


Quando este jogo nos veio parar às mãos, foi uma verdadeira surpresa: nunca tínhamos ouvido falar nele, nem sequer nos seus criadores, a portuguesa Vertical Reach. O caso mudou de figura após descobrirmos que estes são os mesmos criadores de Apex Arena, um jogo que ainda está em desenvolvimento mas já fez nome nos Prémios PlayStation.
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GameNest revela 6 novos projectos para PlayStation 4!


GameNest, o programa parceiro do PlayStation First, arranca este mês com 6 novos projectos de videojogos desenvolvidos em ambiente académico (ETIC, IPLeiria e Universidade Lusófona).
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3 de julho de 2018

The Lost Child


Confesso que nunca joguei muitos dungeon crawlers, o único que joguei e gostei imenso foi o Persona Q: Shadows of Labyrinth, muito por já ser fã da série principal. The Lost Child é do mesmo género, com sequências em anime e personagens tipicamente japonesas. O jogo chegou recentemente à Nintendo Switch e suscitou bastante o meu interesse, mas será assim tão bom?
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2 de julho de 2018

Primeiras impressões: Super Smash Bros. Ultimate


A grande aposta da Nintendo para a E3 deste ano foi Super Smash Bros. Ultimate, que teve imenso destaque na apresentação do evento, direito a um torneio e ainda uma venue que mais parecia um museu da série, e séries de jogos nela representada. É o jogo que reúne todas as personagens lançadas desde sempre em Smash Bros., e conta ainda com novos personagens e alterações a veteranos, que não são apenas estéticas.

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28 de junho de 2018

Slime-San: Superslime Edition


Tenho feito análises a uma data de jogos de plataformas com a dificuldade acrescida, isto porque sempre gostei deste género e quanto maior a dificuldade, mais vontade dá para jogar pois eu gosto sempre de um bom desafio. No passado fiquei apaixonado por um jogo de plataformas que fez um enorme sucesso mesmo tendo uma dificuldade agressiva, Super Meat Boy. Por muito que o jogador perca, nunca faz com que as pessoas parem de jogar pois o jogo é assim tão divertido e viciante.

Slime-San segue a mesma vertente e, por isso mesmo, foi uma excelente surpresa! A grande diferença é que controlamos um Slime em vez de um pedaço de carne. É como se fosse o irmão mais novo, apenas com gráficos ao estilo de 8 bits.
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Primeiras impressões: Pokémon Let's Go, Pikachu! / Let's Go, Eevee!


Não passou sequer um mês desde que a Pokémon Company anunciou Pokémon Let's Go, Pikachu! e Pokémon, Let's Go, Eevee!, mas o Meus Jogos já teve a oportunidade de o experimentar, graças a um simpático convite da Nintendo para um evento de apresentação dos novos jogos anunciados para a Nintendo Switch durante a E3.
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27 de junho de 2018

Rainbow Skies


Em 2012 o estúdio independente SideQuest Studios lançou o RPG de estratégia Rainbow Moon. 6 anos depois chega-nos agora Rainbow Skies, um sucessor espiritual que aproveita muito do que já fora estabelecido. Trata-se de um RPG cheio de fantasia que aproveita muito do que foi construído anteriormente, mas agora numa nova aventura, novos personagens e um grande mundo desconhecido para explorar.

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ONRUSH


Nunca tinha ouvido falar no ONRUSH até ao dia em que me veio parar às mãos para analisar. "Mais um jogo de corridas? OK", pensei na minha ingenuidade. Surpresa, surpresa: é super divertido, mas não é sequer um jogo de corridas!
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The Banner Saga 2


O primeiro Banner Saga foi uma surpresa tão boa que mal podia esperar pelas sequelas. E mais do que analisar para vos convencer a jogar, estou estupidamente curioso para saber como vai terminar. Se gostarem, façam um favor a vocês e à Stoic, comprem o raio do jogo. Digital, físico, o pacote com as três versões. Seja. Assim que anunciarem a trilogia para a Switch ou alguma edição especial, irei atirar o cartão de crédito e o de refeições ao ecrã. Estes senhores merecem todas as palavras boas que irei digitar e algumas menos boas, também. Admitamos, nenhum jogo é perfeito.
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26 de junho de 2018

Rock in Rio abraça os videojogos e o mundo digital


"Como assim, o Meus Jogos vai ao Rock in Rio?"

A pergunta foi frequente, mas quem nos acompanha mais de perto já sabia há algum tempo que o Rock in Rio iria ter uma arena dedicada ao mundo dos videojogos. É realmente a grande novidade desta edição 2018: depois da famosa "Rock Street", chega agora o Pop District com um pouco de tudo o que há de bom na chamada "cultura pop". Sabendo isto, naturalmente que o Meus Jogos teria de se candidatar a uma acreditação de imprensa para ver como ia correr.
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