Notícias

Análises

25 de maio de 2018

Little Nightmares: Complete Edition


Confesso que tenho uma ligação especial a este jogo. Tive a oportunidade de o experimentar no dia em que foi anunciado, na Gamescom 2016, e conhecer os seus criadores e a enorme paixão que manifestavam pelo projeto. Um jogo que não hesitei em comprar, mesmo tendo sido disponibilizada uma cópia de análise ao Meus Jogos - na altura recebeu um Bom com a nossa recomendação.

Little Nightmares chega agora à Nintendo Switch numa "Complete Edition" onde podemos encontrar todo o conteúdo do jogo original e ainda todo o DLC de história lançado entretanto, pelo que é possível jogar tanto a história da Six como do Kid e assim explorar os segredos do The Maw. Mas será este um jogo ideal para esta consola?
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24 de maio de 2018

Deep Space


Se há coisa que não tem faltado no mercado indie são os chamados rogue-likes. Jogos cujos níveis são gerados dinamicamente e onde contamos com uma elevada dificuldade, onde o preço da morte é começar tudo de novo outra vez. O problema em não faltarem jogos assim é que, depois, para um jogo se destacar tem de ser mesmo bom. Mas será que este Deep Space é um deles?
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18 de maio de 2018

Conan Exiles


Esteve durante mais de um ano em Early Access no Steam até que, finalmente, teve direito ao seu lançamento oficial para o Steam e as consolas PS4 e Xbox One. Quer isto dizer que Conan Exiles está pronto?

Infelizmente não está. Ainda mesmo antes do lançamento oficial, a Funcom revelou que o jogo já tinha ultrapassado um milhão de unidades vendidas em Early Access, o que poderá ter resultado em alguma pressão para se lançar uma versão "final", mas Conan Exiles está longe de estar pronto para o mercado. Pelo menos, no que diz respeito a esta versão para a PlayStation 4.
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17 de maio de 2018

Omensight


Quando iniciei Omensight pensei que estava a assistir a uma introdução dos velhos jogos God of War, uma narradora que conta a história trágica de guerras e desastres, destruição e perdas. E a verdade é que quando comecei a tomar controlo da personagem, a jogabilidade era de facto muito similar à dos jogos God of War anteriormente lançados. Até a própria câmara, incapaz de ser controlada, segue o jogador e isso não foi qualquer problema. Muitas semelhanças, mas também um estilo visual muito diferente. Será que a soma de todas as partes faz de Omensight um bom jogo?
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16 de maio de 2018

Hyrule Warriors: Definitive Edition


Sabendo certamente que a grande população com Nintendo Switch não teve a oportunidade de jogar alguns dos bons jogos que figuraram do leque de jogos da Wii U, a Nintendo tomou a iniciativa de os re-lançar na Switch. Hyrule Warriors: Definitive Edition consta desta lista, e que boa adição ele faz na panóplia de jogos da Switch.
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Sense: A Cyberpunk Ghost Story em campanha no Kickstarter


Conhecido por "Project Sense", este jogo entrou ontem em campanha de angariação de fundos no Kickstarter e já se encontra muito bem encaminhado para cumprir a sua meta. Tomei conhecimento dele através da Community Villa, uma agência indie que já nos deu a conhecer vários títulos de grande qualidade e, desta vez, nos chamou a atenção para esta história em estilo cyberpunk.

O jogo é uma espécie de "point and click" (sem a parte de apontar) num cenário futurista de cores neon e ambientes altamente tecnológicos, mas com uma mitologia bem ancestral inspirada no folclore chinês. Na página da campanha no Kickstarter podemos encontrar uma demo da versão alfa do jogo e constatar vários elementos de jogabilidade, embora ao início não nos confronte logo com a vertente de terror. Além das cores fortes, o jogo conta com uma envolvente banda sonora, denotando uma forte componente artística, mas fica desde já o aviso de que, infelizmente, a representação das mulheres no jogo aparenta ser gratuitamente sexualizada.

Podem espreitar a campanha do jogo aqui: https://www.kickstarter.com/projects/2030067069/project-sense-a-cyberpunk-ghost-story
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14 de maio de 2018

Dragon's Crown Pro


Dragon’s Crown, originalmente lançado para as consolas Xbox 360, PS3 e também PS Vita, faz agora a estreia na nova geração de consolas. Um jogo de acção RPG em side scrolling com um design muito único e uma jogabilidade à moda antiga que vem dos criadores de Odin Sphere e Muramasa, chega agora Dragon’s Crown Pro, a versão definitiva para aqueles que (tal como eu) não jogaram antes este grande jogo.
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9 de maio de 2018

Light Fall


Assisti à série Cobra Kai de rajada e fixei algumas noções de bullying. Por exemplo, ter coragem para dizer as coisas más na cara em vez de as dizermos atrás de um monitor. Daí, dizer que Light Fall é um mau jogo é injusto para quem trabalhou nele. No entanto, Light Fall não é um bom jogo e os meus dedos escrevem-no porque é a minha sincera opinião.

Light Fall lembra-me o Splasher que também analisei, na medida que são jogos frenéticos, rápidos, acrobáticos e exigem do jogador perícia e ginástica de dedos – e alguma (bastante) paciência. A diferença aqui é que não fiz rage quit no Splasher e senti-me desafiado. FL não me injectou com esses sentimentos e aborreceu-me, frustrou-me e parei no último nível para não continuar mais. Desculpem.
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4 de maio de 2018

Cast of the Seven Godsends


Ghosts’n’Goblins é um dos maiores clássicos da NES, vindo diretamente das Arcades. Anos após anos, o nosso cavaleiro Arthur foi tendo as suas aventuras em várias consolas devido ao seu sucesso. Nos últimos anos, surgiu um jogo que se tratou de um tributo perfeito, um indie espanhol chamado Cursed Castilla. Agora é a vez de Cast of the Seven Godsends, totalmente inspirado nesta grande saga, mas será que se ficou apenas pela inspiração?
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3 de maio de 2018

God of War bate recordes na PS4!

Uma rápida subida até ao topo!
A Sony Interactive Entertainment (SIE) revelou hoje que, em apenas três dias, o jogo God of War ultrapassou os 3.1 milhões de cópias vendidas em todo o mundo e, por isso, tornou-se no exclusivo da PS4 mais rapidamente vendido de sempre.

Não é caso para espantar, pois é um fantástico jogo e também um dos melhores cotados da plataforma PlayStation 4, tendo até recebido a nota máxima aqui no Meus Jogos!

Vê a nossa análise aqui: God of War

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The Long Reach


The Long Reach, da Painted Black Games, é um side-scroller point-and-click, com zero apontar e muito clicar. Às tantas, já corria pelo ecrã sempre a clicar para apanhar itens e interagir com os cenários. Não quero com esta afirmação dizer que é uma má mecânica, até me lembrava dos antigos point-and-click pixelizados onde clicávamos em todo o santo ecrã para descortinar a próxima pista. Se este era o objectivo, parabéns. Até porque o estilo pixel art já lá está.
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Venture Kid


Sentem saudades de um certo Blue Bomber da Capcom, mas não querem esperar pelo eventual lançamento de uma nova entrada na série? Se for o caso, não hesitem em aproveitar a mais recente proposta da FDG Entertainment Online.

Venture Kid é um jogo de aventura, com muitas plataformas e saltos pelo meio, que nos leva de volta aos tempos das 8-bits. Numa tendência muito comum nos tempos que correm, Venture Kid dá asas ao sentimento de nostalgia que reside no coração de muitos jogadores que começaram a sua jornada pelo mundo dos videojogos nos finais dos anos 80. Embora não seja uma cópia directa do primeiro Mega Man para a NES, Venture Kid retira muita inspiração, no que a jogabilidade, gráficos e até mesmo a intro diz respeito, desse clássico da Capcom.
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2 de maio de 2018

A Normal Lost Phone / Another Lost Phone: Laura's Story

Achei por melhor analisar estes dois jogos juntos porque são praticamente iguais, excepto a história. Um aviso antes de avançarem, há quem possa dizer que não são jogos na medida que os jogos da Quantic Dream não o são. Se tiver de colar uma etiqueta diria que são experiências interactivas. Experiências intrusivas que jogam com a privacidade alheia.

Podem sentir desconforto, mas eu gostei. Eu sou anormal, não sigam o meu exemplo, mas devorei os dois numa hora. São rápidos e pelo preço de um menu no McDonald’s valem bem a pena. E, vá, admito que usei um guia para resolver os puzzles. Não quis frustrar-me ou desistir a meio. O jogo não merecia isso, mas façam as coisas bem e não como eu.
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1 de maio de 2018

Donkey Kong Country: Tropical Freeze


Considerando o enorme sucesso da Nintendo Switch após o notável fracasso da consola anterior, seria apenas natural esperar que alguns dos melhores títulos dessa consola viessem parar à popular consola híbrida da Nintendo. Donkey Kong Country: Tropical Freeze é um óptimo exemplo disso, um dos mais sólidos jogos de plataformas dos últimos anos que agora procura uma nova oportunidade no mercado, incluindo um novo modo mais acessível para jogadores inexperientes.
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27 de abril de 2018

Extinction


Para os fãs de Attack on Titan ou Shadow of the Colossus, Extinction é um jogo inspirado ambos e tenta criar algo de especial, com um visual animado mas com bastante sangue à mistura. Um jogo de ação hack’n’slash ao estilo dos antigos God of War e com monstros pequenos e gigantes, no qual se trava uma luta para salvar a humanidade da sua extinção.
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The Darwin Project


Nos dias de hoje os jogos do género Battle Royale andam a dominar a indústria. Jogos como PUBG e Fortnite têm sido o puro sucesso entre os jogadores que gostam de um desafio online, mas será que existe espaço para mais um desse género? Neste caso refiro-me a The Darwin Project, o mais recente jogo que irá tentar conquistar os jogadores que vivem esta febre e que já conta com milhares de pessoas agarradas às consolas e PC’s.
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23 de abril de 2018

Antevisão Detroit: Become Human



O próximo lançamento exclusivo da PlayStation 4 é Detroit: Become Human de David Cage. O jogo conta com dois anos de escrita de enredo, uma escolha longa de atores mais apropriados para darem vida às personagens e filmagens em motion capture.

O jogo teve uma enorme pesquisa de campo, desde a criação de um novo motor de jogo, à câmara e luz e à produção de uma banda sonora distinta e adequada à característica de cada cena. Ao todo teve três compositores, cada um produzindo a sua parte da banda sonora original.


Este jogo de aventura gráfica segue uma árvore de acontecimentos, sendo possível manipular a experiência de jogo tomando diferentes ações na história. Se uma das personagens jogáveis tiver algum percalço durante a sua missão, a sua história termina, não impedindo a progressão das restantes personagens.

 A história, futurista, toca nos possíveis problemas que uma sociedade que funcione simultaneamente com robots humanóides pode trazer, refletindo as três leis de Asimov. No fim de cada episódio, o jogador pode ver o mapa das suas escolhas e as consequências que estas proporcionaram.


Estivemos na presença de Grégorie Diaconu, Deputy Creative Director do jogo, que nos falou sobre o desenvolvimento do jogo e o rumo que o mesmo tomou, e conseguimos experimentar as duas primeiras horas de jogo num evento proporcionado pela PlayStation em Portugal. A história cativante e misteriosa põe-nos lado a lado com os andróides que podemos controlar, deslindando as suas interações e o seu raciocínio implacável.

Do que jogámos, encontrámos uma empolgante história policial cujas capacidades raciocinais são fulcrais, um assistente pessoal que necessita de quebrar as suas regras em prol do seu amo e uma andróide doméstica que tem de lidar com uns peculiares problemas familiares. Foi uma experiência particularmente boa de jogar em conjunto, enquanto debatíamos as decisões a tomar pelas personagens.


Uma das principais questões que queremos salientar neste título, que pudemos experienciar, é a dobrarem das vozes para Português de Portugal, com alguns dos bons atores da atualidade como Diogo Morgado, Victória Guerra e José Mata. A linguagem faz jus à classificação etária do jogo, não se coibindo de nos fazer sentir no momento e no local também neste aspeto.

Estamos tão ansiosos para jogar a versão final como os nossos leitores, pelo que mal podemos esperar pelo dia 25 de maio de 2018.
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19 de abril de 2018

Owlboy


Originalmente lançado em 2016 para PC, chega agora às consolas da atualidade um indie fabuloso de nome Owlboy. Um puro clássico! Por isso mesmo, vamos embarcar nesta viagem ao conhecimento do pequeno e fofo Otus.
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Estúdio nacional Mimicry lança Ganbatte para VR no Steam


É um jogo de comer sushi em VR e entra hoje em Early Access no Steam! Desenvolvido pelo estúdio nacional Mimicry, com base em Coimbra e especializado em Realidade Virtual, é um jogo que esteve em destaque na gala dos Prémios PlayStation 2017 e que agora poderá ser apreciado por apenas 19,99€!

Segue-se o comunicado oficial:


Com o Verão quase a chegar, é normal começarmos a pensar em dietas. Porém, agora é possível comer todo o sushi que desejarmos em realidade virtual por 14.99€, no jogo Ganbatte. A empresa portuguesa Mimicry está prestes a lançar Ganbatte em Early Access no Steam, dia 19 de Abril de 2018. Para marcar a ocasião, foi lançado um novo trailer para abrir o apetite:


Ganbatte é um jogo competitivo e social para VR, no qual os jogadores são postos no papel de gatos num restaurante/nave espacial. O objectivo: comer o máximo de sushi possível para obter a maior pontuação.

Ganbatte é um jogo competitivo que pode ser desfrutado em família. Esta versão Early Access inclui modos de jogo Single Player e Multiplayer, para além de um tutorial passo-a-passo que ensinará todos os segredos por detrás da arte de comer sushi de forma competitiva.

A experiência Single-Player do jogo inclui um modo contra inteligência artificial com 3 graus de dificuldade, bem como 28 níveis de desafios para completar. A versão Multiplayer permite que até 4 jogadores joguem simultaneamente e tenham acesso à mecânica principal de comer sushi, atirar pratos e tentar ganhar num ambiente social.


Como é de esperar de um jogo em Early Access, o conteúdo do jogo vai evoluir ao longo dos próximos meses. A comunidade é convidada a dar feedback que será utilizado para melhorar o jogo.
“Estamos a postos para o processo de Early Access. Queremos muito perceber como é que a comunidade interage com o Ganbatte, e usar esse conhecimento para tornar o jogo melhor.”, diz Thomas Papa, Director Criativo na Mimicry. “Este pode ser o começo do novo género FPE (First Person Eater). Há algo no Ganbatte que nos torna muito competitivos.”

Ganbatte estará disponível no Steam VR para Oculus Rift CV1 e HTC Vive a partir de 19 de Abril de 2018. A versão Early Access custará 14.99€ e existirá um desconto inicial de 10% para early adopters.
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18 de abril de 2018

Hellblade: Senua's Sacrifice


Vencedor de 3 prémios para melhor Audio Design, Best Performance e Games for Impact em 2017 juntando outros 5 prémios de Artistic Achievement, British Game, Audio Achivement, Game Beyond Entertainment e Performer no recente Bafta Awards 2018, Hellblade: Senua’s Sacrifice foi um puro sucesso na PS4, lançado no dia 8 de agosto do ano passado. E as boas notícias chegaram para os possuidores de uma Xbox One que agora também têm a oportunidade de viver esta obra de arte.
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17 de abril de 2018

Rogue Aces


Admito que sempre que leio rogue lite ou derivados que me encolho um bocado e quando recebi este Rogue Aces para analisar, os olhos já estavam mais do que revirados. Mente aberta, pedi-me, e lancei-me.
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16 de abril de 2018

God of War


God of War, uma das séries mais reconhecíveis do universo PlayStation, está irreconhecível. Ao fim de quase 5 anos de desenvolvimento, Kratos está de volta com um novo visual, num novo mundo e com um novo sistema de combate neste novo God of War, sem número ou subtítulo. Mas isto não é um "reboot".

Quando se propôs a reinventar a série, o Santa Monica Studio disponibilizou-se a abalar todas as convenções de títulos anteriores, menos a mais importante de todas: a história do protagonista. Kratos mudou, sim. Procurou um recomeço no Norte, mais propriamente em Midgard, onde se exilou e construiu uma nova família, mas a sombra do seu passado pesa em todas as suas ações e decisões.
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13 de abril de 2018

The Witch and the Hundred Knight 2


A sequela do JRPG da Nippon Ichi Software apresenta-nos uma fantasia em que controlamos um boneco de trapos que ganha vida devido a uma maldição da sua proprietária. A premissa inicial deste jogo é quase tão reboscada que descrevê-la em palavras torna-se uma tarefa heroica. Reboscada mas, no entanto, não pude parar de jogar até saber o seu desenvolvimento.

Quem gosta do género está in for a treat, já que conta com tudo o que podemos esperar de um JRPG: classes de armas, elementos, combos, magia, evoluções, pontos de experiência, skill tree, etc... Tudo o que nos faz querer completar um jogo e deslindar as mecânicas complexas deste género.
Os controlos são estreitos, e permitem que jogadores habilidosos conseguem tirar partido de quick time events e causar danos colossais aos inimigos. Controlando a personagem, além da vida temos de ter atenção à nossa barra de Ability Power (as nossas capacidades mágicas) e a nossa energia, as nossas Gigacalorias.
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11 de abril de 2018

Masters of Anima


Não há muitos jogos como Masters of Anima, um RPG de ação com elementos de estratégia, lembrando até a série Pikmin, mas também com a influência de jogos como Diablo e Heroes of Ruin. Em Masters of Anima seguimos a história do jovem Otto, acompanhado de um exército de guardiões, na luta contra Zahr, um vilão que ataca com temíveis Golems. Mas será este jogo mais do que a soma das suas referências?
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10 de abril de 2018

InnerSpace


InnerSpace procura ser um jogo explorativo, em que controlamos uma nave, tanto aérea como marítima. O jogo é lindíssimo, disso não há dúvida. As cores garridas e vívidas são de encher as vistas, almejando a nossa paz interior, ou Espaço Interior (como o título do jogo).

Jogando este jogo, tive a plena noção da minha respiração — não sei se pela tranquilidade inerente aos tons azuis que monopolizam a vista se pela dificuldade de controlo do objeto a pilotar, que prontamente se despenhava ou chocava com as paredes.



O objetivo do jogo é tão confuso quanto os controlos: o jogador é livre de manipular os objetivos na sua ordem, sendo premiado com pequenas pistas auditivas; mas para entender os objetivos deve primeiro perceber como se controla o objeto de jogo, tarefa difícil em ambos os casos. Os puzzles são simples de resolver, assim que os entendamos. Mas de tão dispersas que várias partes estão colocadas, é difícil compreender alguns deles.

A maior parte da minha interação com este jogo foi passada em frustação, tentando controlar eficazmente a nave e simultaneamente apreender todo o universo à procura de uma pista que me fizesse entender o objetivo. O girth move muito rápido e é diferente dos controlos laterais, pelo que se queremos subir a nave, devemos pensar o inverso. Como se não bastasse, não é possível parar a nave e olhar em redor, exceto em alguns locais específicos, que oferecem sempre o mesmo ponto de vista.



A nave permite ser atualizada com as Relíquias que vamos encontrando ao longo dos puzzles, dando-nos armadura, rapidez de voo, capacidade de mergulharmos em águas profundas, etc... No entanto, algumas das manobras mais arriscadas e radicais só nos são permitidas quase a terminar o jogo. E sejamos francos, a probabilidade de repetirmos o jogo é baixa, ou de continuarmos imersos no pesado estilo de navegação que o jogo propõe.



InnerSpace enche a vista, mas a falta de profundidade na jogabilidade e os puzzles simples e com poucas dicas tornam-no difícil de recomendar. Quem pretende comprar um drone, pode seguramente treinar neste ambiente, seguro que não vai chocar a sua aeronave contra nenhum portão de garagem.

Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a PlayStation 4, gentilmente cedido pela Aspyr Media.
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