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Análises

28 de fevereiro de 2017

Horizon Zero Dawn


Costuma dizer-se que em equipa vencedora não se mexe. Para os fãs da PlayStation, o estúdio Guerrilla Games sempre foi conhecido pela sua série Killzone, jogos de tiros num mundo futurista que se destacavam por tirar o máximo partido das capacidades gráficas das consolas. Foi então uma enorme surpresa assistir ao anúncio de Horizon Zero Dawn, que não só é um novo IP vindo da Guerrilla Games como traduz uma mudança radical de género de jogo. E que boa surpresa foi!


Horizon Zero Dawn é um RPG de aventura em mundo aberto, situado num mundo "pós-pós-apocalíptico". A civilização colapsou, as máquinas tomaram conta do mundo e a natureza reclamou de volta o seu território. Do nosso mundo, o "mundo metálico", sobraram apenas ruínas e as máquinas, autónomas, que coabitam o planeta juntamente com os animais, mas ameaçam a humanidade. Os humanos reverteram para uma sociedade mais primitiva, ligada à natureza, embora nem todos partilhem os mesmos valores. A protagonista, Aloy, é especial para a tribo Nora devido à forma como surgiu no mundo sem ter uma mãe. Nem sempre ser "especial" é bom, o que Aloy ganhou com isto foi simplesmente ser colocada de parte da tribo, tornando-se uma pária ao cuidado de Rost, a comando de uma das matriarcas.

A fase inicial do jogo funciona como um extenso tutorial onde acompanhamos a infância de Aloy e a forma como esta descobre nas ruínas do mundo metálico o Foco, um pequeno gadget que lhe dá informações vitais acerca do mundo que a rodeia. Enquanto aprendemos as mecânicas do jogo, vamos assistindo ao treino de Aloy e a sua transição para a vida adulta, que irá culminar num teste de iniciação da tribo Nora. Se vencer o teste, poderá finalmente descobrir o mistério da sua origem e entender porque foi colocada de parte. Como seria de esperar, nem tudo corre como o previsto, ou não haveria uma história para contar. Embora receba uma boa dose de informação, esta é tudo menos satisfatória, deixando Aloy (e o jogador) com ainda mais curiosidade sobre a sua origem. Juntamente com um ataque aos Nora, é isto que coloca a protagonista do lado da tribo e a leva a partir pelo mundo em busca da sua origem e do seu destino.


A exploração é guiada pela história, mas com liberdade de andar pelo mapa e explorar as novas zonas que se encontra conforme se vai progredindo na missão principal. Quem a seguir de forma linear terá cerca de 30h de jogo pela frente, mas irá estar a deixar de lado missões secundárias interessantes e muita exploração que, na realidade, é o sumo do jogo. O mundo faz lembrar um cruzamento entre os cenários medievais de The Witcher e as ruínas urbanas de The Last of Us, enquanto que a jogabilidade evoca a exploração de Assassin's Creed. Temos torres para subir e obter informação regional, preenchendo-nos o mapa com ícones de objetivos e outras informações, e temos também muitos segredos sobre o mundo passado para descobrir sob a forma de hologramas e registos áudio e texto que nos permitem aprofundar a mitologia acerca do mundo metálico.

Uma grande componente do jogo é a sobrevivência, sendo fundamental recolher materiais tanto para curar como para produzir e melhoras armas ou equipamento. A gestão de recursos é crucial para o combate, que é definitivamente a melhor parte do jogo. Mais do que simplesmente lutar contra inimigos, Horizon reproduz uma grande experiência de caça, promovendo ataques furtivos e movimentos cuidadosos. Embora Aloy tenha disponíveis armas de combate corpo-a-corpo, em quase todas as situações é melhor ideia observar atentamente os movimentos das máquinas, plantar armadilhas e acertar nos pontos fracos, do que simplesmente atirar-se de cabeça para o meio da confusão. O combate é intenso e cada máquina nova representa uma nova aprendizagem, à semelhança da série Monster Hunter onde o jogador é aconselhado a estudar muito bem o seu novo alvo antes de partir para a violência. Numa fase ainda inicial do jogo, ganhamos a capacidade de converter algumas máquinas para o nosso lado. Estas poderão servir de montada para explorar o mundo, ou proteger Aloy de outras máquinas. Nada como ver o caos provocado por uma máquina aliada ao enfrentar outras máquinas, enquanto atacamos à distância com o arco e flecha.


Não são só as máquinas que querem ver Aloy morta, outros humanos também e ninguém lhe quer dizer porquê. A história dá o mote tanto para explorar, como combater as máquinas e humanos hostis de outras povoações. Embora tenha vivido na exclusão durante toda a sua vida, a protagonista tem bom coração e torna-se desde cedo leal à tribo a que nunca chegou realmente a pertencer. A verdade é que Aloy torna-se muito rapidamente uma personagem fácil de gostar. A sua voz firme, mas suave, as expressões faciais e as animações criam uma empatia que permite aos jogadores sentir-se na sua pele, algo muito importante num jogo que é mais RPG do que muitos poderiam estar à espera. Há todo um sistema de experiência e níveis para aumentar as capacidades e habilidades da personagem, além de uma complexa gestão de equipamento e inventário.

E se a jogabilidade de Horizon Zero Dawn é realmente boa, então o que dizer do seu grafismo? Este é simplesmente o jogo mais impressionante da PS4 até hoje, e digo-o sem sequer o ter jogado numa PS4 Pro. O setup do Meus Jogos é bastante convencional, com uma PS4 original ligada a uma HDTV e, mesmo assim, Horizon é deslumbrante. O mundo é rico em detalhes, os cenários cheios de vida e cores vibrantes. É graficamente tão impressionante que muitos jogadores irão perder horas no modo de fotografia do jogo que, além de limpar os elementos informativos do jogo, permite ajustar a imagem e aplicar filtros para fotografias perfeitas. Durante o período da análise, ainda não tinha sido disponibilizado uma atualização que resolve alguns problemas de performance, mas mesmo assim não encontrei situações que prejudicassem a minha experiência de jogo. Há que reconhecer o mérito tecnológico da Guerrilla Games ao construir este mundo tão detalhado!


O único ponto menos favorável em torno de Horizon Zero Dawn é a sensação de familiaridade ao longo da experiência, trazendo muitas vezes a impressão de que já jogamos isto em qualquer lado. Isto não é sequer um problema, é apenas a única crítica que se pode apontar ao jogo e que se compreende: ao criar uma nova franquia, a Guerrilla Games olhou para o que de melhor se faz em várias outras e não há nada de errado com isso. A grande experiência de combate é o verdadeiro factor de venda deste jogo, com uma história interessante e gráficos incríveis. Um sério candidato a melhor jogo de aventura da PlayStation 4!
Nota: Esta análise foi escrita com base numa cópia do jogo a correr numa PlayStation 4 original. Cópia de análise gentilmente cedida pela SIEE.
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Antevisão: FAST RMX


Do salto da eShop para o retalho, FAST Racing Neo é um jogo de corridas futuristas, repleto de adrenalina que nos lembra, de imediato, clássicos como WipEout ou F-Zero. Acompanhado o lançamento da Switch, através da eShop, chega uma versão melhorada do jogo já existente na Wii U.


Disponível para experimentar no showroom da Nintendo em Lisboa, pude fazer umas breves corridas e a sensação de velocidade era tal e qual a que tive na Wii U. Mas sentem-se algumas melhorias, desde a resolução a 1080p (na Wii U corria a 720p) mantendo os 60 frames por segundo. Algo que não tive oportunidade foi o multiplayer, este que tem como promessa o ecrã dividido para 4 jogadores, enquanto corre a 60fps.

Em poucos minutos estava completamente concentrado na corrida, tal e qual quando o joguei anteriormente, e continua a ser bastante empolgante o modo como ficamos 100% imersos no jogo. Mesmo sem armadilhas ou ataques por parte dos adversários, o jogo deixa-nos completamente focados na pista, muito devido à sensação de velocidade. Um elemento que nos pode deixar ainda mais "dentro" do jogo será o uso do HD Rumble, caso seja bem utilizado (na versão de demonstração não senti qualquer uso desta nova tecnologia).


É um jogo rápido, muito rápido, onde as luzes neon não são poucas, e fiquei novamente agarrado à velocidade que o jogo permite. Aguardo-o no lançamento da Switch com bastante entusiasmo, mesmo sendo um port, até porque na Wii U não tive muitas oportunidades de o jogar contra amigos localmente, mas agora será possível levar o jogo para qualquer lado, e a qualquer momento enfrentar outros jogadores fora de casa.
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23 de fevereiro de 2017

Vencedores do Passatempo: Vem jogar Nintendo Switch com o Meus Jogos!


Chegou ao fim o passatempo que colocou os fãs da Nintendo a espalhar a hashtag #QueroJogarNintendoSwitch e com publicações bastante emotivas, desde fotografias das coleções de jogo a memórias com a Nintendo e até mesmo sobre a relação com o Meus Jogos! Queremos agradecer a todos os participantes, mas tínhamos apenas 8 vagas disponíveis. Os vencedores estão a ser contactados pela nossa equipa com as indicações necessárias para participar.

Segue então a lista de vencedores, por ordem alfabética!
  • António Chumbo
  • "Enri Pantsu"
  • Filipe Barreiros
  • Gabriel Nunes
  • Guilherme Tavares
  • Gonçalo Morgado
  • Marco Silva
  • Nuno Casteleira
Divirtam-se!
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Unboxing: Nintendo Switch + Legend of Zelda: Breath of the Wild


A Nintendo Switch já chegou ao Meus Jogos e por isso mesmo não podíamos deixar de partilhar com os nossos leitores o vídeo de unboxing da consola, juntamente com o jogo The Legend of Zelda: Breath of the Wild! Isto significa que poderão em breve contar com as nossas análises tanto da consola como deste e outros jogos para a Nintendo Switch.

Vejam aqui o vídeo:


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Disgaea 5 Complete: edição limitada para a Switch



Após o anúncio para a versão norte-americana e alguma incerteza se chegaria à Europa, foi finalmente anunciado Disgaea 5 Complete Limited Edition para a Switch, jogo com lançamento previsto a 26 de maio. Se quiserem assegurar esta edição especial, poderão fazer já a pré-reserva através do site oficial! [link]

Esta edição traz uma cópia do jogo com capa reversível, 2 discos com 30 músicas, um art book, um clips e 2 pósters. O jogo em si é a versão completa de Disgaea 5, já disponível na PS4, e tem incluído todos os DLCs disponíveis lançados entretanto. É um título a considerar se gostam de jogos de estratégia, com algum humor característico que tem vindo a ser uma das marcas da série Disgaea.

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22 de fevereiro de 2017

Antevisão: Ultra Street Fighter II HD - The Final Challengers

Antevisão por Patrício Santos

Ainda no evento de antestreia da Nintendo Switch, também tive o prazer de jogar algo que tinha vontade de experimentar, embora não fosse qualquer novidade. Ultra Street Fighter II HD The Final Challengers foi um dos jogos que, quando este fora anunciado para o lançamento da Switch, eu não sabia se havia de ficar feliz ou desiludido por várias razões.

Em primeiro lugar, trata-se de um jogo que, no fundo, já jogamos vezes sem conta: Estamos em 2017 e vamos voltar a pegar em Street Fighter II? E porque não trazer Street Fighter V para a nova Nintendo? Em segundo lugar, o HD do jogo é um tanto estranho, fazendo lembrar jogos Flash de telemóvel.

No entanto, é inegável que todos os velhos jogadores continuam a jogar Street Fighter II nem que seja pela nostalgia, e com Ultra Street Fighter II HD The Final Challengers vamos ter a oportunidade de reviver esses tempos não só na TV como no modo portátil. Como temos dois Joy-Con com a consola, mais fácil será para jogar contra um amigo, estejamos onde quer que seja. Infelizmente, só se pôde testar a versão HD do jogo, mas fiquem a saber que o produto final terá o modo retro com o grafismo das velhas Arcades. Além disso o jogo traz uma boa variedade de personagens, e finalmente temos também Violent Ken incluído e personagens como Akuma e Evil Ryu.

Para os fãs acérrimos da série Street Fighter, penso que ter este clássico na biblioteca é um obrigatório, isto por termos a opção de o jogar em casa ou levar conosco para qualquer lado sem termos de nos preocupar com comandos graças aos Joy-Con. Podem contar com um Street Fighter à moda antiga tanto em gráficos como em jogabilidade, com a possibilidade de o jogar em HD, e começar a dar uma tareia aos vossos amigos seja dentro ou fora de casa.

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Antevisão: Super Bomberman R

Antevisão por Patrício Santos

No evento de antevisão da Nintendo Switch, foram precisos quatro voluntários para testar o mais recente jogo Bomberman, de nome Super Bomberman R. No ano em que se celebra o seu trigésimo terceiro aniversário, nada como a nova consola receber um jogo exclusivo do mestre em bombas no mundo dos videojogos.

Super Bomberman R não era um jogo pelo qual tinha grandes expetativas, mas tudo mudou a partir do momento em que segurei no meu Joy-Con e comecei a atirar bombas aos meus adversários. Jogamos cerca de 4 partidas, no qual deu perfeitamente para avaliar o modo multiplayer. Uma arena típica dos jogos Bomberman, com os 4 bombistas a começarem o jogo um em cada canto desta arena, e deu para entender que o caos estava para vir assim que cada um dos jogadores se aproximasse dos adversários em batalha. Além disso, algo muito importante a referir acerca de Super Bomberman R foi a diversão que o jogo proporcionou a todos os quatro jogadores que o testaram. As gargalhadas, essas eram imensas, sentimos que a jogabilidade e a essência de Bomberman estava bem presente.

Não sei quantos de vocês jogaram Bomberman World, no meu caso foram horas e horas agarrado à playstation com o meu irmão a jogar o modo multiplayer. Após anos de ter jogado esse velho clássico, o regresso do Bomberman na minha vida foi espantosa, senti mesmo que este pode muito bem vir a ser um dos jogos mais divertidos na Swtich e que estará disponível assim que a consola chegar ao mercado no dia 3 de março.

É evidente que foi apenas testado o modo multiplayer, tendo conhecimento da existência do modo campanha mas que infelizmente não estava disponível para testar. Por isso não podemos afirmar já que o produto final seja fraco genial ou mediano, mas quanto ao modo multiplayer, a diversão está mesmo garantida. O grafismo e a jogabilidade simples e eficaz são provas de que Bomberman ainda tem umas bombas para lançar e fazer explodir a bateria dos Joy-Con com horas de jogo, se é que me fazem entender.

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21 de fevereiro de 2017

Antevisão: Sonic Mania

Antevisão por Patrício Santos

Um dos jogos que tive o prazer de experimentar na antevisão da Nintendo Switch foi Sonic Mania, que não deixou de ser uma das maiores surpresas, isto porque pela lógica seria apenas mais um jogo Sonic que desta vez transpirava apenas nostalgia devido ao seu regresso às raízes.

A verdade é que, a partir do momento que peguei na Switch e iniciei o jogo, não foi apenas o sentimento nostálgico que veio à flor da pele. A sua qualidade está a olhos vistos, tanto a nível gráfico, que como é óbvio está ao estilo da velha Mega Drive de 16 bits, como também o HD brilhante e colorido apresentado no modo portátil da Switch. Mas como tudo, os gráficos não são o ponto fulcral de um videojogo na minha opinião, e Sonic Mania não quis apenas mostrar o seu lado bonito retro mas sim a sua qualidade em termos de jogabilidade e design de níveis. Além disso, algo que marcou todos os velhos jogadores do ouriço azul foram sem dúvida alguma as músicas, e a equipa por detrás de Sonic Mania realizou um trabalho de sonho que será certamente aplaudido por todos.

A acrescentar também o facto de não ser um simples Sonic em que percorremos o nível à velocidade supersónica, mas sim ter o cuidado com os obstáculos e plataformas presentes nos níveis. Senti a necessidade de parar e pensar qual a melhor forma de prosseguir, e não apenas correr que nem um louco até chegar ao final do nível sem perder anéis. Realmente gostei imenso de todos os pormenores envolvidos no projeto pois notou-se um esforço grande para que o jogo não fosse repetitivo e simples. Se existia um receio em relação ao que poderiam fazer com/em Sonic Mania, podem ficar descansados porque este novo Sonic será muito provavelmente um dos melhores senão o melhor Sonic 2D feito até à data.

Agora resta-nos esperar pelo produto final, pois as minhas primeiras impressões foram extremamente positivas, e podem ter a certeza absoluta que os verdadeiros fãs vão sentir-se em casa com este Sonic, e quanto aos jovens jogadores que nunca conheceram o ouriço em 2D, o convite está feito para fazerem uma viagem ao passado com este novíssimo jogo.

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20 de fevereiro de 2017

Antevisão: 1-2-Switch


Um dos jogos de lançamento da Switch, e que tem sido uma das apostas da Nintendo, é 1-2-Switch, um curioso jogo em que o uso da TV é praticamente descartado, tornando a sala de estar (ou um dos jardins fantásticos que temos visto nos trailers) na sala de jogo. Admito que foi alguma reticência que comecei a jogar 1-2-Switch, mas em poucos minutos estava completamente à vontade a jogar os mini-jogos disponíveis no showroom da Nintendo em Lisboa.


Este é um curioso título de introdução à Switch, um jogo cujo público alvo é, sem muitas dúvidas, os adultos. Não que os mais novos não se possam divertir com ele, mas o jogo proporciona um ambiente que gera desde todo um conjunto de piadas "impróprias" ou innuendos, a rivalidades rápidas. É talvez uma tentativa de re-criar o ambiente Wii Sports, sem fazer outro jogo igual. Mas existindo comparações este aproxima-se imenso de WarioWare, muito devido ao formato de "estranhos" mini-jogos, e até mesmo os menus do jogo nos recordam dos splash-screens dos jogos de Wario Ware. Simplesmente abandona as ilustrações e personagens da série, trocando-os por pessoas (reais) com fatiotas a rigor.


Os jogos que pude experimentar foram Quick Draw, Milk e Ball Count. O primeiro coloca-nos frente a frente com o nosso adversário, tal e qual no faroeste, e o primeiro a apontar o Joy-Con e disparar, ganha. Milk é sobre ordenhar vacas, em que movemos o Joy-Con verticalmente, em movimentos suaves e precisos (voltamos novamente aos innuendos), enquanto premimos os botões L e R. Já Ball Count último consiste em adivinhar quantas bolas temos dentro de uma caixa, e aqui é onde os Joy-Con brilham! É mesmo uma situação de ver, ou melhor, sentir para crer, pois aqui sentíamos literalmente desde o deslize das bolas, ao momento em que elas embatem nas "paredes" da caixa, e mesmo entre elas.


Mas ao contrário do habitual o objetivo em 1-2-Switch é olhar o adversário nos olhos, o que nos permite distrair ou até mesmo intimidar quem enfrentamos. Não é suposto olhar para o ecrã, embora este apresente algumas animações do jogo atual, permitindo uma experiência que não estamos habituados a ver noutros party-games, em que a TV é vital. É uma experiência bastante diferente, que consegue explorar desde o HD-Rumble à partilha de Joy-Cons da Switch, dois elementos que a Nintendo tem dado bastante destaque.

Uma publicação partilhada por Meus Jogos (@meusjogos.pt) a
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14 de fevereiro de 2017

The Legend of Zelda: Breath of the Wild terá conteúdos adicionais


Numa revelação surpreendente para os fãs de Legend of Zelda, a Nintendo anunciou hoje que o jogo Breath of the Wild terá disponível um pacote de expansão que poderá ser adquirido por 19,99€ tanto na versão para a Nintendo Switch como para a Wii U. Os conteúdos serão disponibilizados em duas fases, uma no verão e outra no inverno de 2017.

Ao adquirir o Expansion Pass, três baús do tesouro irão surgir dentro do jogo na área do Great Plateau. Um destes baús irá conter uma t-shirt com o logótipo da Nintendo Switch que o Link poderá equipar na sua aventura. A t-shirt será exclusiva da expansão. Os outros dois baús irão conter itens úteis não divulgados pela Nintendo.

O primeiro pack de conteúdos será disponibilizado no verão e irá adicionar um desafio "Cave of Trials", um novo modo de dificuldade "Hard" e uma nova funcionalidade para o mapa do jogo, ainda não revelada.

O segundo pack sairá perto da altura do Natal 2017 e irá adicionar novos desafios que acrescentam uma dungeon completamente nova e uma nova história original.


Os conteúdos da expansão serão idênticos nas versões para a Nintendo Switch e Wii U, e os packs de conteúdos não poderão ser adquiridos individualmente. O conceito de DLC é algo completamente inédito na série The Legend of Zelda e poderá ser algo controverso para os fãs que esperam do jogo uma experiência definitiva.

Poderá a Nintendo estar a preparar uma "Game of the Year Edition" do jogo para ser lançada em 2018 já com todos os conteúdos, como acontece habitualmente com as principais franquias de jogos modernos?
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9 de fevereiro de 2017

Passatempo: Vem jogar Nintendo Switch com o Meus Jogos!


Oito leitores do Meus Jogos irão poder experimentar a Nintendo Switch e os seus jogos antes do dia de lançamento e tu podes ser um deles! Vê aqui como participar!

Onde e Quando?

A Nintendo lançou o desafio e não podíamos deixar passar esta oportunidade de levar os nossos leitores a uma sessão exclusiva no showroom Nintendo Friends, em Lisboa - Parque das Nações, no próximo dia 28 de Fevereiro (terça-feira de Carnaval), entre as 17:00 e as 19:30! Nesta sessão poderão experimentar vários jogos de destaque como Legend of Zelda: Breath of the Wild, Mario Kart 8 Deluxe, 1-2-Switch ou Splatoon 2, entre outros, e sentir nas mãos a impressionante tecnologia dos comandos Joy-Con!

Como Participar?

Para participar neste passatempo, terás de fazer uma publicação no teu Facebook pessoal e cumprir os seguintes requisitos:
  • O post deverá estar público e incluir a hashtag #QueroJogarNintendoSwitch.
  • O post deverá marcar a página do Meus Jogos para que o possamos encontrar.
  • No post, terás de explicar a razão pela qual te devemos escolher para ser dos primeiros a experimentar a Nintendo Switch!
  • Serão aceites todas as participações efetuadas até dia 21 de fevereiro às 23:59.
Os oito vencedores serão escolhidos pela equipa do Meus Jogos entre todas as participações que cumpram os requisitos acima indicados, com base nas melhores razões para ganhar indicadas nos respetivos posts! Os resultados serão publicados no dia 23 de fevereiro e os vencedores serão contactados através do Facebook por alguém da equipa do Meus Jogos.

Muito importante: certifica-te de que podes mesmo ir! Relembramos que a sessão será na zona do Parque das Nações, Lisboa, no dia de Carnaval (28 de fevereiro) das 17 às 19:30.

Boa sorte!!

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8 de fevereiro de 2017

Nioh


Nioh é, sem muitas dúvidas, um Dark Souls feito à moda da Team Ninja, onde o ecrã de Game Over é algo que vemos vezes sem conta. Aqui o mínimo descuido resulta numa morte certa, sendo que é preciso estar (quase) sempre 100% atento tanto aos cenários como os inimigos. Nesta aventura tomamos o papel de William Adams, aquele que viria mais tarde a ser o primeiro samurai ocidental, que o Japão veio a conhecer.

É um jogo baseado na história do Japão em 1600, com figuras históricas desse período (pós Sengoku e antes de Edo), este em que os portugueses tiveram influência ao levar para lá armas de fogo. Mas a história serve apenas como base, pois em Nioh a fantasia reina, com uma história em torno de Guardian Spirits, criaturas especiais que protegem alguns personagens e ainda Amrita, um tipo de energia que se manifesta em forma de cristais. Contudo o enredo é relativamente simples, e não perde muito tempo a explorar as várias figuras históricas que vão aparecendo.

Começo com um pequeno à parte: como fã de RPGs, Dark Souls é uma série que "gostava de gostar", ou seja, sempre me interessou mas a dificuldade frustrante é algo que me afastou. Ao começar Nioh respirei fundo, e mal tive controlo de William consegui surpreender o meu primeiro inimigo, derrotando-o sem qualquer dificuldade usando apenas os punhos. "Bem, nada mau!" pensei, e em poucos minutos já estava bem equipado, confiante e prestes a enfrentar qualquer inimigo sem dificuldade. Este foi o meu primeiro erro grave, pois em pouco tempo fui atirado ao chão, e morto tão depressa que nem pestanejei.

Nioh não perdoa, e a sua dificuldade é resultado de ser impiedoso! Qualquer passo em falso ou más investidas resultaram em morte certa. Esta é a essência do jogo, o desafio está em receber qualquer luta como decisiva, ler os movimentos do adversário enquanto não nos colocamos em perigo, à mercê de mais inimigos ou até mesmo do ambiente, e para sobreviver temos de saber defender, esquivar e atacar no momento certo. Existem vários factores a ter em consideração, desde o tipo de arma que mais se adequa ao nosso estilo de jogo, ao próprio peso da armadura que equipamos, sendo que se for demasiado pesada nos torna um alvo fácil (embora resistente). O desafio é também mais focado na luta contra os imensos adversários, e não o estar sempre preocupado com armadilhas, já que estas não são muitas.

Um dos aspectos onde o jogo brilha é na jogabilidade, e quase tão importante como o HP é a stamina, neste jogo retratada como Ki, em que quase todas as ações do jogo a consomem. Outro factor fundamental são as 3 posições de combate: High, onde usamos ataques fortes a custo de bastante Ki; Mid, mais defensiva e ideal para ataques certeiros; e ainda Low, com ataques baixos, fracos mas rápidos e que consomem pouco Ki. Dominar estas Stances é tão importante para a nossa sobrevivência como saber esquivar ou defender, e saber quando trocar de posição dá-nos uma boa vantagem na luta.

Ficar sem Ki deixa-nos vulneráveis, e para evitar isto temos os Ki Pulses: ao terminar um ataque, premimos o botão e recuperamos parte do Ki. À medida que avancei no jogo fui aprendendo novos ataques, juntamente com Ninjustu e Onmyo Magic, que me davam vários utensílios para lutar, desde bombas a itens para recuperar energia. Em poucas horas de jogo já estava completamente à vontade com a jogabilidade, e sentia que o flow de ataques parecia uma dança de espadas (entre outras armas), resultando numa jogabilidade extremamente gratificante, e sempre fluída.

Contudo o jogo conta com isto e vai oferecendo novos desafios, alguns deles que pareciam impossíveis, e me deixaram várias horas a enfrentar certos bosses, deixando-me completamente frustrado. Ao mesmo tempo sentia-me empolgado, ansioso, várias vezes irritado ao perder contra bosses quando tinham apenas milímetros na barra de vida. Já agora, estes bosses são geralmente monstruosos, e há bastante detalhe no seu desenho, tornando-os memoráveis pelo seu aspecto, e não só pelas tentativas frustradas de os matar. Quando finalmente os derrotava e terminava a missão, a vitória sabia extremamente bem, dando uma motivação extra para enfrentar a missão seguinte, e por sua vez enfrentar novos desafios.

Foi algo que me agarrou e o jogo vicia imenso, pelo simples facto do desafio estar à altura do que podemos fazer com William. Das armas que fui explorando, dei por mim a ficar pela típica espada de samurai, e uma lança, compensando o alcance curto da espada. Adaptei-me ao jogo, e ele soube entregar um bom desafio, e mesmo ficando imensamente frustrado em certas ocasiões, voltava para tentar concluir a missão. Cada missão trazia ainda novos cenários, todos eles bastante belos, e esses traziam novas ratoeiras, e alguns novos demónios, isto é, Yokai. O meu estilo de combate também se adaptou: os ataques de soldados humanos eram mais fáceis de defender ou deflectir, enquanto que os demónios eram mais erráticos, imprevisíveis por vezes, e dei por mim a esquivar-me com mais frequência.

E se os desafios possíveis fossem poucos, temos ainda Bloody Graves, as campas de outros jogadores em que podemos enfrentar uma espécie de espectro deles, bastante mais difíceis que os inimigos comuns, mas não tanto como os bosses, e as recompensas são muitas. Existem ainda guerras entre clãs, a que participamos juntando-nos a um dos vários clãs à escolha, e recolhendo glória (que depois podemos usar para comprar itens especiais). Há mesmo várias coisas para fazer no jogo, grande parte delas opcionais, e que vão sendo entregues aos poucos de modo a dar-nos tempo para as explorar devidamente.

Para nos proteger dos vários perigos temos os Guardian Spirits: criaturas mágicas que vamos encontrando pelo jogo, que podemos invocar resultando numa espécie de modo quase invencível, que dura alguns segundos. Há vários para conseguir, quer através da história ou de missões secundárias, e cada um deles tem características próprias que nos permite, ainda mais, costumizar o modo como jogamos. Há várias coisas para escolher relativas à costumização, sendo acessíveis para os fãs de jogos de ação mais simples, mas com bastantes escolhas para os que procuram algo mais complexo.

Como apontei durante a análise o jogo é um bom desafio, mas a qualquer momento é possível convidar outros jogadores para se juntarem à nossa missão, tornando-a drasticamente fácil. Não escalando a dificuldade dos níveis, não só os inimigos morriam sem quaisquer problemas, como os bosses eram derrotados rapidamente. Alguma da dificuldade do jogo é também proveniente de momentos aleatórios, entre sair ou não alguns itens importantes para a sobrevivência, a alguns movimentos sem qualquer aviso prévio, por parte dos bosses.

Voltando um pouco à história, infelizmente esta é um pouco mal desenvolvida: muitas sequências in-game são literalmente despejadas entre missões, embora o jogo conte com sequências ilustradas bastante bonitas. Existe, contudo, uma representação fiel do Japão daquela época, devidamente acompanhada com cenários bastante detalhados e ainda informações adicionais, dentro de menus, sobre as figuras históricas que vão aparecendo. A banda sonora que acompanha bem o jogo, embora seja pouco memorável, e o voice-acting está bem conseguido, sendo que é algo estranho ver William a falar em inglês com os personagens, e estes responderem em japonês, algo que é "explicado", mas que ainda assim é bastante estranho.

Para os fãs de especificações técnicas (semelhantes aos que encontramos nos jogos de PC), o jogo permite escolher entre 3 modos de gráficos: fluído, a 60 frames por segundo, um cinemático com visuais mais detalhados, mas "presos" nos 30 fps, e outro com muito detalhes, mas que vai variando de fluidez, dependendo da zona. Optei sempre por jogar em 60 fps, pois a jogabilidade fluída é vital para o jogo, e mesmo que não tivesse os detalhes extra, o jogo brilha visualmente, devido ao detalhe dos cenários.


No geral, a experiência tem sido muito familiar (o que estranhei, por nunca ter jogado Dark Souls), e Nioh lembrou-me por vezes o clássico da Capcom Onimusha. Desde o absorver amrita ao derrotar inimigos, ou até mesmo lendo as "almas" dos humanos que morreram em combate, e ouvindo os seus últimos suspiros, sentia que estava a jogar um "Onimusha dos dias de hoje". Talvez seja um ótimo jogo a recomendar para os que adoraram o clássico da PlayStation 2, mas acima de tudo, um viciante jogo mais que obrigatório para os fãs de Dark Souls e da cultura oriental!

Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a PlayStation 4, gentilmente cedido pela SIEE.
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1 de fevereiro de 2017

Poochy and Yoshi's Woolly World

Análise por Patrício Santos

Após dois anos do lançamento original na Nintendo Wii U, Yoshi regressa a este mundo colorido e fofo inteiramente feito de lã, desta vez com novo conteúdo e em formato portátil. Nesta nova versão do já encantador Yoshi’s Wooly World, vamos reviver a aventura fantástica do famoso dinossauro verde da Nintendo, caminhando por mundos totalmente coloridos e com um design incrível. Uma aventura que será certamente ainda mais agradável para quem não jogou anteriormente, pois terá o prazer de a jogar pela primeira vez e conhecer o nosso querido Yoshi feito de lã! Caso queiram saber mais acerca da versão doméstica do jogo podem ler aqui a nossa análise da versão Wii U.

O jogo inicia tal como a versão Wii U, mas ligeiramente diferente devido às limitações da consola portátil, invés da Craft Island ser redonda, deparamo-nos com uma Craft Island em linha reta. No entanto, a estória mantém-se do jogo original, onde o clã dos Yoshi’s relaxa e vive pacificamente até surgir o impiedoso Kamek a fazer das suas, descosendo todos os Yoshi’s presentes na ilha e transformando-os em novelos, restando só aquele que nós controlamos. Assim iniciamos a nossa aventura de forma a salvar os amigos dinossauros.

   

Tal como acontece na versão Wii U, ao iniciar o jogo temos a oportunidade de escolher se queremos jogar no modo clássico, ou seja, o normal, ou o modo Mellow, que basicamente é o modo fácil do jogo e que nos permite voar pelos níveis. Além disso, nesta versão teremos disponíveis três Poochy. Para quem desconhece, os Poochy são cães também eles feitos de lã e que estarão constantemente a ajudar-nos, estejamos em apuros ou não. O trabalho deles é procurar por linhas e indicar-nos os segredos mais recônditos do jogo, o que facilita claramente a vida ao jogador caso este não esteja muito disposto em explorar os níveis a fundo, contando assim com os pequenos cães a apoiar-nos a toda hora, uma novidade desta versão do jogo. Já no modo clássico teremos de ser nós próprios a preocupar-nos com a exploração e a busca incessante dos segredos que cada um dos níveis contém. Como é óbvio, os primeiros níveis terão sempre uma dificuldade reduzida quando comparado com os níveis finais, por isso podem contar com um jogo em que o desafio vai crescendo à medida que avançamos pelos mundos.

Quanto ao novo conteúdo disponível, para além de no modo Mellow termos o apoio dos Poochy, podem contar com um Yoshi Theatre, onde todos os dias podemos assistir a uma curtíssima metragem entre Yoshi e o nosso fiel amigo Poochy, e posso garantir que as animações são completamente incríveis, belíssimo trabalho de produção – a equipa que realizou está de parabéns. Continuando com estas pequenas sessões de cinema, elas são desbloqueadas diariamente, por isso após assistirem a uma, só terão a possibilidade de ver a próxima no dia seguinte, o que fará com que joguem diariamente Poochy & Yoshi’s Wooly World. No final de cada curta animação surge uma questão, se respondermos corretamente à questão obtemos missangas como recompensa. Por fim, no que toca ao conteúdo novo nesta versão, temos também o Yoshi Hut onde podemos mudar as cores e design do nosso Yoshi com os novelos que encontramos pelos níveis fora ou usando como na Wii U um amiibo, personalizando assim o nosso Yoshi. Sendo esta a versão portátil, não podia faltar a função StreetPass para a partilha destes Yoshi’s entre as consolas 3DS. No Poochy Hut temos várias missões extras para serem jogadas com o cão Poochy, que serão desbloqueadas enquanto progredimos na estória principal do jogo e concluímos algumas das missões presentes nesta casota do Poochy.

   

Falando acerca do grafismo, é natural que não seja tão encantador e charmoso como na Wii U onde podemos contar com um visual HD incrível, no entanto mantém-se a fluidez do jogo original, o que me agradou imenso, mesmo a sua jogabilidade, que está no ponto exato, impossível alguém se queixar de uma jogabilidade tão refinada para um jogo de plataformas. Desta vez têm a possibilidade de escolher usar o giroscópio ou então o tradicional sistema de lançar os novelos de lã aos inimigos, apesar de eu preferir o sistema tradicional, sendo este modo uma novidade, fiz questão de usar o giroscópio, e posso dizer que este funciona de maneira impecável. O efeito do 3D no jogo pouca diferença faz, ainda por cima trata-se de um jogo que veio duma consola doméstica e a necessidade de criar algo propositado para que o efeito 3D fosse relevante seria desnecessário. Mesmo que joguem com ou sem o 3D ativo, tudo se mantém de forma visualmente bonita e colorida. Será apenas uma questão pessoal caso queiram ver alguns pormenores em 3D, o que sinceramente não fez muita diferença.

Algo que é importante referir é a sua banda sonora, embora seja a mesma que está presente na versão anterior, em Poochy & Yoshi’s Wooly World ela continua maravilhosa e encantadora, tal como sempre fomos habituados por parte da Nintendo. Umas melhores que outras como é evidente, mas a magia está lá, assim que começamos um nível esboçamos um sorriso de felicidade só de ouvir uma música que nos faz transmitir uma pacificidade inigualável, e nos dá um prazer ainda maior de jogar enquanto assobiamos apaixonados pela sua melodia.


Concluindo, Poochy & Yoshy’s Wooly World é a versão definitiva do jogo. Conta com mais conteúdo, é uma versão que podem jogar em qualquer lado a qualquer hora, e mantém a qualidade do original. O único senão desta versão é mesmo o grafismo que é claramente inferior ao HD vivo que nos é apresentado num plasma/LCD. No entanto, se nunca jogaram o original, posso e devo recomendar esta versão, isto porque o jogo mantém toda a diversão e ainda adiciona conteúdo fresco, além disso é decididamente um dos melhores jogos de plataformas que podem adicionar já na vossa biblioteca da Nintendo 3DS.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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