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11 de julho de 2017

Testámos o Hero Mode - o modo campanha do Splatoon 2!


Embora Splatoon seja conhecido pelas suas batalhas multijogador, a verdade é que já o título original incluia um excelente modo single-player, que lembrava de alguma forma o Super Mario Galaxy e terminava com uma das batalhas finais mais memoráveis dos últimos tempos. A menos de duas semanas do lançamento de Splatoon 2, já tivemos a oportunidade de explorar a fundo o Hero Mode, o modo de campanha para um jogador.

Em Splatoon 2, passaram dois anos desde os acontecimentos do jogo anterior e o Great Zapfish voltou a desaparecer. Como uma desgraça nunca vem só, desapareceu também a estrela pop Callie, uma das Squid Sisters. É a sua irmã Marie, agora afastada dos holofotes, que nos vai conduzir de volta ao submundo de Inkopolis, agora no papel do Agent 4 da New Squidbeak Splatoon. Os Octarians (a versão polvo dos Inklings) voltaram a fazer das suas e portanto há que voltar a combatê-los!


O Hero Mode oferece cinco mundos para explorar. Tal como no jogo anterior, são pequenas áreas onde podemos encontrar a entrada para os vários níveis do jogo, mas agora com mais elementos para interagir e segredos para explorar. O principal objetivo é encontrar os diferentes níveis escondidos e passá-los de forma a poder enfrentar o boss de cada mundo, até recuperar o Great Zapfish dos tentáculos dos Octolings.

Quem tiver jogado Super Mario Galaxy irá reconhecer imediatamente e apreciar a estrutura dos níveis de Splatoon 2, plataformas suspensas e sequências de desafios que vão gradualmente aumentando a dificuldade. Em cada nível são introduzidas novas mecânicas ou inimigos, mantendo sempre o efeito de surpresa e oferecendo uma aprendizagem constante. Mesmo quando são reutilizados elementos de níveis anteriores, o novo contexto em que aparecem pode mudar drasticamente a forma como interagimos com estes.


Apesar da estrutura linear da maioria dos níveis, há que manter o sentido de exploração em busca de alguns segredos. Em todos os níveis, poderemos encontrar ainda os Sunken Scrolls, como já acontecia no jogo anterior, e os novos Sardinium. Os primeiros servem para aprofundar a lore do jogo, enquanto que os segundos servem como moeda de troca (juntamente com as ovas de salmão) para fazer upgrades às armas utilizadas no Hero Mode.

À medida que se avança no jogo, vão sendo desbloqueadas novas armas, cada uma com o seu estilo de jogabilidade. Ao entrar num nível pela primeira vez, é atribuída a arma em torno da qual o nível foi desenhado. Depois disso, é possível repetir qualquer nível com qualquer uma das armas desbloqueadas. Há aqui uma grande aposta no replay value do jogo: além de uma checklist que permite identificar com que armas já passamos cada nível, o jogo apresenta também o melhor tempo feito nos níveis e qual a arma utilizada para o efeito. Obrigando a experimentar todo o tipo de armas, este modo acaba por ser ideal para os jogadores ganharem experiência que poderão depois utilizar nos modos multijogador.


Não tendo ainda concluído a campanha do jogo, posso desde já avançar que esta se está afirmar como uma experiência bastante sólida e gratificante, talvez até mais do que a do primeiro jogo graças à maior variedade de armas disponíveis. Naturalmente, poderá não ser o principal "selling point" de Splatoon 2, mas será sem dúvida uma forma excelente de justificar muitas horas de jogo offline!

Splatoon 2 tem data de lançamento prevista para 21 de julho. Da parte do Meus Jogos, podem contar com a análise do jogo para breve!