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Análises

19 de abril de 2017

Dynasty Warriors já é um sucesso em dispositivos móveis. Temos um passatempo para ti!


O jogo Dynasty Warriors: Unleashed foi lançado para os dispositivos móveis Android e iOS no final do mês passado e está a ser um sucesso, com mais de um milhão de downloads registados no dia de lançamento e a barreira dos dois milhões ultrapassada ao fim de apenas 5 dias!

Este título de descarga gratuita traz aos smartphones a experiência da saga Warriors, com 48 personagens lendários e uma vasta seleção de armas e armaduras ancestrais para fazer frente a hordas de inimigos. É uma experiência bastante completa, com vários modos de jogo incluindo, além do single-player, modos de combate em tempo real com 4 jogadores. O jogo está disponível no Google Play e na App Store.

Para celebrar o sucesso da aplicação, a NEXON, XPEC Entertainment e Koei Tecmo Games aliaram-se ao Meus Jogos para oferecer aos nossos leitores 20 chaves para utilizar no jogo de forma a desbloquear conteúdos dentro do jogo valorizados em 5€ e 10€. Para tal, basta participar no nosso giveaway que se encontra já de seguida neste post!

Boa sorte!

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18 de abril de 2017

Urban Trial Freestyle 2


Ainda me recordo de jogar um videojogo de BMX no meu Nokia 6600 onde o objetivo era bastante simples, apenas seguir em frente, mas controlar a moto equilibrando-a sobre obstáculos que nos dificultavam a vida, fosse a subir ou a descer penhascos, e a verdade é que apesar de simplista, o resultado era positivo pois a diversão estava garantida. Anos se passaram e eu adquiri uma Xbox 360. Um dos jogos que mais queria na minha coleção era sem qualquer dúvida Trials da RedLynx, que fez um trabalho excelente em trazer este género de jogo com grafismo de luxo, uma banda sonora com músicas punk e metal à mistura, e uma jogabilidade de sonho. Hoje trago a análise a Urban Trial Freestyle 2 para a Nintendo 3DS.

O primeiro jogo da série Urban Trial Freestyle foi lançado quatro anos antes de chegar à eShop, no entanto o jogo foi muito bem-recebido e compreendo a razão, tanto a nível de preço como o facto de ser portátil ajuda imenso. Este ano foi a vez do segundo capítulo chegar à eShop, e será que o resultado foi o mesmo?


O conceito do jogo não mudou, está em 2.5D, só temos de acelerar e manobrar a nossa moto com o analógico e assim seguir caminho em frente até que nos surjam obstáculos os quais temos de evitar ou então ultrapassar. Vão surgir caminhos alternativos, e alguns destes caminhos são inatingíveis, isto devido a termos inicialmente um veículo que é incapaz de superar uma velocidade que nos permita alcançar uma maior altitude e mudar assim o nosso percurso, e isso irá naturalmente acontecer com todos assim que começarem a jogar Urban Trial Freestyle 2. Apesar de terem de iniciar com um veículo mais fraco, vão puder obter dinheiro pelos níveis e assim adquirir mais tarde um novo veículo com melhores especificações e não só isso como também terem a possibilidade de alterar o visual do vosso avatar. O Dinheiro servirá para todo o tipo de roupa/equipamento, desde luvas a acessórios como óculos ou capacetes, o que em nada influencia na jogabilidade, excepto os veículos, que irão fazer toda a diferença como seria de esperar.

A jogabilidade simplista faz com que seja acessível a todos, miúdos e graúdos, mas a verdade é que é necessária alguma perícia para superar certos obstáculos caso queiram obter as cinco estrelas em cada um dos níveis. São cinco mapas com uma boa quantidade de níveis que devem ser ultrapassados, fora o facto de termos múltiplas rotas alternativas nos níveis, para que o jogo não se torne repetitivo e além disso seja mais desafiante.


Para que o desafio seja mais competitivo, caso estejam conectados à internet, todas as vezes que terminarem um nível a pontuação será registada automaticamente numa tabela de liderança, por isso convidem os vossos amigos a jogarem e entrem numa disputa para ver quem tem mais habilidades em Urban Trial Freestyle 2. A dificuldade do jogo não é extrema, é possível atingirem as cinco estrelas em todos os mapas, mas isso requer alguma memória de como agir em cada nível e repetirem-no algumas vezes. Caso consigam, irão também desbloquear um modo de desafios denominado de “Challenges”.

Algo que é muitíssimo positivo e que está de volta é o “Track Editor” que nos permite editar pistas, o que fará com que o jogo nunca se torne aborrecido. Mas se no jogo anterior estava bom, neste segundo título da série podem contar com uma adição importantíssima, a possibilidade de partilhar as vossas pistas online, no entanto tenham em conta que após a criação da pista vocês vão receber um código o qual terão de enviar para os vossos amigos/colegas para que eles possam jogar. Não é um método perfeito, mas já é bem bom.


O grafismo julgo que poderia estar muito melhor numa 3DS. No entanto, o mais importante está bem presente e isso é a diversão, pois sempre que jogava e olhava para o relógio já tinham passado uns 30 minutos a voar. Para concluir, continuo a preferir o charme de Trials, no entanto ter um jogo do género no bolso, e que conta com mais conteúdo que o seu antecessor, Urban Trial Freestyle 2 é um jogo que satisfaz bastante, os fãs do género vão certamente gostar.

Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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13 de abril de 2017

Splatoon 2: Salmon Run e novos amiibo


Com a chegada do bom tempo aproxima-se também o lançamento daquele que poderá ser o jogo mais fresh deste Verão, Splatoon 2, que chega ao nosso mercado a 21 de julho! Depois do lançamento do último Global Testfire ficamos na dúvida sobre possíveis novidades do jogo, curiosidade esta que foi agora saciada através do mais recente Nintendo Direct.


A principal novidade lançada foi Salmon Run, um novo modo de jogar que coloca 4 jogadores a enfrentar uma horde de novos inimigos, os salmonídeos, e recolher Power Eggs enquanto tentam sobreviver numa pequena ilha, que é um autêntico campo de guerra. Existem ainda alguns bosses difíceis de derrubar, e sempre que um jogador é derrotado cabe aos companheiros de equipa resgatá-los ao disparar tinta para os seus "corpos".

Durante o combate podemos ainda encontrar os Golden Eggs, mais difíceis de obter e que têm de ser transportados para o contentor no centro da ilha, de modo a transportá-los para Inkopolis. Este é o principal objetivo que estes Inklings em part-time têm de cumprir, na sua missão empresarial. Infelizmente não sabemos muito mais sobre as recompensas, mas ao que tudo indica, estas são bastante "frescas".

Foram também revelados 3 novos amiibo que acompanham o lançamento do jogo: Rapariga, Rapaz e Lula Inklings, todos eles com posições bastante diferentes dos anteriores. Os amiibo, para além de darem equipamento especial, e ao serem utilizados no jogo estes Inklings permitem-nos gravar as configurações dos nossos equipamentos favoritos, uma função bastante útil para umas Turf Wars em casa de amigos. Como nota, os amiibo do primeiro Splatoon são também compatíveis.

Faltam cerca de 3 meses até ao lançamento de Splatoon 2 e, até lá, vamos aguardando por mais novidades. Ou quem sabe mais umas sessões de Global Testfire!

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11 de abril de 2017

Blaster Master Zero


Assim que recebi Blaster Master Zero deparei-me com um jogo ao qual tinha ideia de já ter ouvido falar no passado, mal sabia eu que esse passado é longínquo. Para aqueles que nunca tiveram uma NES ou são mais novos, Blaster Master é um jogo que foi lançado em 1988 para a primeira consola da Nintendo. Após todos estes anos, Blaster Master recebeu um remaster para a Nintendo Switch e Nintendo 3DS. Sinceramente, apenas tinha ouvido falar no nome, nunca tinha sequer jogado ou visto Blaster Master na minha vida, e eis que surgiu esta oportunidade para o jogar na Nintendo 3DS. Hoje, sinto-me feliz por ter jogado algo tão impressionante e incrível, um jogo que me fez agarrar a portátil sempre que possível, e já vos explico o porquê de tal vício.

Primeiro ponto a ser referido, é um remaster de um jogo da NES de 1988, a estória não é de todo genial, no entanto para a sua época, era um tema que se debatia imenso. Basicamente num futuro próximo, muitas criaturas coexistiam com os seres humanos no planeta verde e próspero mas, após várias guerras e danos ao planeta, este viveu uma idade do gelo e a humanidade não teve outra escolha senão viver no subsolo. Assim que a idade do gelo terminou, a humanidade desenvolveu métodos para que o planeta voltasse ao que era antes, verdejante e rico. Durante esta época, um cometa atingiu o planeta, no entanto a restauração do ecossistema decorria normalmente até que a humanidade pôde viver de novo na superfície.

Centenas de anos passaram após estes acontecimentos, e assim nos é apresentado pela primeira vez o protagonista do jogo, Jason Frudnick, um jovem conhecido por ser um génio da engenharia robótica. Jason depara-se com um animal o qual nunca tinha visto antes, não existiam quaisquer registos deste animal, uma espécie de sapo para ser preciso. O animal suscitou tal interesse no nosso protagonista que ele decidiu dar um nome à criatura de “Fred”. Após algum tempo, Fred escapou da sua pequena cela, no entanto Jason correu atrás e encontrou a sua criatura atirar-se para um portal dimensional e Jason não hesitou em saltar também para o portal misterioso. Eventualmente Jason encontrava-se numa cave subterrânea onde deu de caras com um veículo enorme, este veículo tem o nome de SOPHIA III. A curiosidade de Jason levou-o a entrar no cockpit, e assim iniciar a aventura em busca da sua criatura Fred que não se encontrava na cave.


Quando tomamos controlo do jogo, sentimos que este jogo não é um jogo comum, mesmo isto sendo um remaster. É um "metroidvania" sim, mas foca-se em si mesmo, e isso é muito importante referir pois não queremos que as pessoas julguem este jogo como “mais um” jogo 2D de plataformas banal. Existem muitos aspetos que distinguem Blaster Master Zero de outros jogos convencionais. Em Blaster Master Zero não temos apenas de correr/dirigir para a frente. Neste videojogo temos um mapa relativamente grande, com muito para ser explorado ao longo das 8 áreas apresentadas. Por exemplo, em cada área podemos muito bem realizar os objetivos principais e deixar as opcionais de lado, no entanto o jogo convida-nos a explorar todas as partes da cada uma destas áreas diversificadas. Contem com áreas congeladas, outras verdejantes, e algumas partes delas sem a possibilidade de exploração ao primeiro encontro, isto porque vamos ter de retroceder em certas situações devido a não termos desbloqueado todo o potencial de SOPHIA III. Em cada uma desta áreas podem igualmente contar com uma variedade de inimigos diferentes.

Como referi antes, SOPHIA III terá de receber upgrades ao longo da aventura, a maior parte deles são obrigatórios. Os upgrades são realmente surpreendentes, tais como ter a possibilidade de escalar paredes, aumentar a potência do seu canhão, ter um hover boost ou até mesmo poder andar debaixo de água sem quaisquer problemas. Para além dos upgrades obrigatórios podem e devem explorar várias cavernas ao longo do jogo nas quais terão um boss ou mid-boss para derrotar e assim adquirir upgrades.

Para além dos upgrades ao veículo, o nosso Jason também pode e deve fazer upgrades à sua arma, isto porque para além de jogarem com o veículo, Blaster Master Zero vai mais longe, e existe a possibilidade de saírem do veículo e jogarem com Jason. Aliás, terão de o fazer várias vezes, isto para explorar cavernas e obterem assim os tais upgrades. Nestes casos vão jogar apenas com o nosso jovem protagonista e ultrapassar vários obstáculos e plataformas, derrotando inimigos até chegar à sala final, onde terão um encontro com o tal boss que, após derrotarem, irá dar um upgrade delicioso.

Quanto à música, sendo um remaster, temos um excelente remix da versão original do jogo, e é muito agradável voltar a sentir os 8 bits com uma qualidade áudio de topo que está ao nosso alcance nos dias de hoje, simplesmente divinal.


Neste remaster de Blaster Master podem contar com dois finais diferentes, caso consigam encontrar todos os segredos espalhados pelo jogo, e também para adicionar mais horas ao jogo. Num playthrough normal deverão levar cerca de cinco horas, no entanto o jogo prolonga-se para umas oito horas caso queiram explorar ao máximo. Infelizmente, tenho quase a certeza de que poucos jogaram a versão da NES, e poucos são os que vão experimentar esta nova versão de nome Blaster Master Zero, mas espero que após lerem esta análise lhe queiram dar uma oportunidade: o jogo é incrível, está mesmo muito bom, não deixem isto passar ao lado por favor.

Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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10 de abril de 2017

Nintendo Direct anunciada para dia 12 de abril!


A Nintendo acabou de anunciar que uma apresentação Nintendo Direct será transmitida nesta quarta-feira, dia 12 de abril, pelas 23h00 de Portugal Continental. A apresentação será dedicada a novos jogos para as consolas Nintendo Switch e 3DS, com especial destaque para os jogos ARMS e Splatoon 2, para a Switch!

A apresentação poderá ser vista, como habitualmente, no canal de YouTube da Nintendo Portugal (link) ou diretamente na página oficial Nintendo Direct (link).
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7 de abril de 2017

Yo-kai Watch 2: Bony Spirits / Fleshy Souls


A série de animação e jogos Yo-kai Watch está de regresso com duas versões diferentes, Bony Spirits e Fleshy Souls, e continua toda uma quantidade de peripécias associadas a estranhas criaturas que tendem a dificultar a vida aos humanos. Estamos de volta ao dia-a-dia de Springdale, onde os Yo-kai fazem desde as suas partidas, até mesmo a mudar por completo o estado de espírito dos humanos que possuem.


São o tipo de situações que pudemos assistir ao longo do primeiro jogo, contudo desta vez estes acontecimentos provocados por Yo-kai rapidamente são colocados um pouco de parte, dando lugar a uma história que desenvolve desde as suas personagens, ao passados da família Nathan (ou Katie, se escolhemos jogar com ela), do Yo-kai Watch, entre outros personagens, nomeadamente Yo-kai. Desta vez a história começa com o nosso protagonista a ter o seu Yo-kai Watch a ser roubado por um duo de estranhos Yo-kai que parecem ser bruxas, levando o jogo a uma espécie de recomeço como se os eventos do primeiro jogo não tivessem ocorrido. Rapidamente a situação resolve-se e o jogo parte para um conjunto de missões que acabam por marcar os capítulos do mesmo, como se estivéssemos a assistir a um episódio da série de animação.

Para quem não conhece, este trata-se de uma série de video-jogos e de animação, com um tremendo sucesso no Japão. Cá em Portugal é acompanhada entre o público mais novo, e embora aparente ser semelhante a algo do género Pokémon, é na realidade um RPG mais convencional, com as suas próprias mecânicas de captura e coleccionismo. A exploração é também mais dentro do género que a Level-5 nos tem vindo a habituar em Inazuma Eleven, onde exploramos apenas a cidade e arredores.


Um ponto bastante diferente é na mecânica de combate, que em pouco muda face ao primeiro jogo: os Yo-kai atacam automaticamente, sendo que de vez em quando podemos usar o ataque especial através do ecrã tátil, numa espécie de mini-jogo. Temos alguma estratégia, como escolher o inimigo ou parte do mesmo que queremos atingir, e o próprio sistema de captura envolve oferecer comida a Yo-kai inimigos, e alguma sorte para este ficar interessado e juntar-se. Existem ainda mecânicas de evolução, mas no geral, é possível concluir o jogo sem grandes dificuldades, usando os mesmos personagens.

Mas o combate não seria vital sem a existência de Yo-kai, e desta vez contamos com imensos novos Yo-kai para coleccionar, aumentando ainda mais o Medallium (o Pokédex cá do sítio). Eles estão em todo o lado, desde árvores, debaixo de coisas, no topo de postes de electricidade, etc. Alguns tomam-nos de emboscada em pontos do mapa onde andam livremente, mas em lado algum o jogo conta com as random-battles que podemos encontrar nos RPGs mais tradicionais. Jibanyan tem algum destaque no jogo, existindo várias formas diferentes do mesmo para encontrar e capturar.


No geral o enredo é bastante simples, acessível e mesmo quem não tenha jogado o primeiro jogo, não há nada de relevante que o possa confundir nesta sequela. É também um jogo em que os jogadores mais novos possam explorar sem grandes problemas, mas infelizmente mesmo existindo a localização da série de animação, o jogo não está localizado em português, criando uma barreira para a faixa etária do público. O desenrolar da história é também bastante rápido, com capítulos que podemos terminar em pouco mais que uma hora, se optarmos por seguir apenas as missões principais. Infelizmente as primeiras missões são bastante enfadonhas, que embora funcionem como um tutorial, as missões em si são bastante chatas, envolvendo andar de um lado com tarefas simples mas que prolongam-se mais do que preciso.

O jogo torna-se mais interessante quando voltamos 60 anos atrás no tempo, onde desvendamos vários mistérios importantes sobra o universo Yo-kai e as suas personagens. Aqui conhecemos o avô de Nathan ou Katie, e num ponto curioso o jogo muda um pouco dependendo do protagonista que escolhemos, mudando desde personagens importantes à história que acompanhamos. Outra escolha importante é a versão a comprar, quer Bony Spirits ou Fleshy Souls, mas esta decisão muda os Yo-kai que temos disponíveis para coleccionar, embora seja possível trocar criaturas com outros jogadores.


Se seguirmos apenas a história principal, o jogo é extremamente curto, mas existem imensas side-quests para explorar, muitas delas que nos dão itens valiosos, desbloqueiam coisas que nos facilitam a aventura ou até mesmo encontrar Yo-kai que não conseguimos de outras maneiras. Infelizmente muitas das missões, mesmo as obrigatórias para a história, são enfadonhas, levando-nos a andar de um lado para o outro da cidade (ou cidades) em tarefas monótonas. Como exemplo, em algumas ocasiões somos obrigados a andar de comboio e até mesmo passar por "todas" as estações, em que entre elas temos curtos diálogos, e várias vezes vi conversas repetidas e desnecessárias.

Mas fora a aventura principal existem várias coisas a explorar, muitos Yo-kai para capturar, insectos e outros itens valiosos, e um post-game que prolonga o jogo, com missões e novos Yo-kai. Temos ainda alguns mini-jogos que vamos encontrando pelo jogo, e até pequenas sequências de animação. Existem também códigos QR para desbloquear Yo-kai e itens importantes, entre outros conteúdos adicionais para desbloquear pela internet. Há várias coisas para obter para além de seguir a história até ao fim, que consegue cativar ainda mais se quisermos completar o nosso Medallium.


Funcionando como uma sequela direta dos eventos do primeiro Yo-kai Watch, a sequela talvez não evolua muito em termos de jogabilidade ou nos levar a explorar mais este mundo. Mas viajar no tempo, tal como desvendar alguns pontos importantes para a história acaba por ser interessante dentro do universo Yo-kai. Os fãs da série podem contar com muitos novos Yo-kai para coleccionar, e um melhor desenvolvimento da história do universo do jogo.


Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo
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6 de abril de 2017

1-2-Switch


Juntamente com The Legend of Zelda: Breath of the Wild, encabeçou o rol de títulos de lançamento para a Nintendo Switch, oferecendo um vasto leque de minijogos controlados pelos movimentos dos comandos Joy-Con e com a premissa de que a diversão nos videojogos não tem de estar limitada ao mundo do ecrã. A sua imagem de marca é um minijogo onde podemos ordenhar vacas, pelo que podemos contar com situações hilariantes para ocasiões de festa ou até mesmo para quebrar o gelo. Mas será o suficiente?

1-2-Switch assenta principalmente na competição entre dois jogadores e incentiva-os a jogar frente a frente, olhos nos olhos. Os jogadores fazem parte da jogabilidade, pelo que será conveniente jogar com pessoas "divertidas". Passo a explicar: a interação com o ecrã da consola é mantida ao mínimo em praticamente todo o software, salvo para os vídeos de demonstração dos minijogos. Os jogadores são então convidados a interagir entre si por intermédio do jogo, pelo que a experiência será facilmente arruinada por pessoas carrancudas que não estejam a achar graça nenhuma ao que estão a fazer. Com a disposição adequada, no entanto, pode ser um jogo hilariante! As situações proporcionadas, as "figuras tristes" e as piadas entre amigos são a alma deste jogo que, felizmente, incluiu um modo de jogo por equipas onde os jogadores vão alternando entre si.


Um grupo de amigos separado em duas equipas é, aliás, a forma mais divertida de jogar o 1-2-Switch. É principalmente um jogo de festa e, pela sua natureza quase minimalista, é ideal para estas situações independentemente do número de participantes. A interface simples torna-o extremamente acessível, com vídeos em live-action a explicar o funcionamento de todos os minijogos. Os jogos variam drasticamente de tema, havendo desde os mais simples como o "Quick Draw" (duelo no faroeste) e o "Milk" (ordenhar vacas) a outros bem mais elaborados como "Sword Fight" (duelo de espadas de gladiadores romanos) e "Copy Dance" onde os jogadores imitam as poses um do outro. Há jogos especialmente divertidos, como o "Wizard" onde o Joy-Con se torna uma varinha mágica e cada jogador empurra uma bola de energia na direção do adversário. Por outro lado, há jogos que simplesmente não funcionam, como o "Table Tennis" que pressupõe a imaginação de uma bola de ping-pong a voar entre os dois jogadores, ou o "Baseball", que sofre do mesmo problema. Menção especial para o jogo "Baby", que implica colocar a Nintendo Switch no modo portátil e embalá-la como se fosse o bebé que surge no ecrã. Não, Nintendo: isto é só perturbador!

A grande magia do 1-2-Switch deve-se ao "HD Rumble" incluído nos comandos Joy-Con, que nos dão um feedback extremamente preciso através da vibração. É possível contar o número de bolas no interior do comando em "Ball Count" ou sentir o clicar de um cofre que queremos arrombar em "Safe Crack", por exemplo. É uma tecnologia fantástica e muito bem utilizada em 1-2-Switch, mas que infelizmente só é aproveitada por um conjunto restrito de minijogos. Muitos dos outros parecem experiências que teriam funcionado na velhinha Wii com o seu MotionPlus. O maior problema do jogo é saber a pouco, não só por não aproveitar melhor as capacidades da Switch, mas também pela superficialidade dos minijogos. Não há variações de dificuldade e intensidade, nem qualquer motivo para repetir minijogos além da vontade espontânea de repetir os favoritos. Não deixa de ser um jogo divertido para apresentar aos amigos as funcionalidades da nova consola.


É natural que um título à base de minijogos seja encarado com cepticismo, especialmente quando acompanha o lançamento de uma consola e é vendido em separado, ao mesmo preço que a maioria dos restantes jogos. Olhando para o produto final, a expectativa de que deveria ser "oferecido" é injusta, mas também não se pode dizer que justifique o preço que a Nintendo pede por ele no lançamento. 1-2-Switch é um jogo com conteúdo divertido, que proporciona bons momentos e serve essencialmente como quebra-gelo e animar festas com os amigos. A qualidade dos minijogos não é consistente, embora sejam maioritariamente divertidos. Ainda assim, no momento de aquisição, o principal factor a ter em conta é a frequência com que se poderão proporcionar sessões de jogo com o grupo de amigos.

Nota: Esta análise foi efetuada com base numa cópia final do jogo para a Nintendo Switch, gentilmente cedida pela Nintendo.
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4 de abril de 2017

PaRappa The Rapper Remastered

Recordo-me de ter os meus 9 anos de idade e de jogar a demo do jogo Parappa The Rapper na velha caixa cinzenta da Sony, a Playstation original, isto em 1997. Hoje estamos no ano 2017, sim, passaram 20 anos desde essa experiência que sinceramente, foi muito positiva, original, nunca tinha sequer jogado um jogo deste género. Primeiro o seu conceito, um jogo de ritmo onde tínhamos de premir os botões apresentados no ecrã, depois o seu design cartoonesco mais as suas personagens estranhas tais como uma cebola ser um mestre do Kung-Fu e um cão, que era o protagonista do jogo, um rapper bem estiloso.



Eis que Parappa The Rapper está de volta à Playstation após 20 anos, desta vez apresenta-se numa edição remasterizada. Assim que iniciamos o jogo deparamo-nos com a sua velha simplicidade, isto porque o jogo é exatamente o mesmo após os 20 anos do seu lançamento, o que muda aqui é o grafismo polido em HD e como é evidente a qualidade sonora das músicas apresentadas no jogo. Começamos com as duas opções base no ecrã principal, Start e Menu. No Menu encontramos as opções, que são um pouco escassas. Temos a escolha da língua que por alguma razão não consegui selecionar outra para além do inglês. Entretanto temos o modo Practice, que como o nome indica serve para praticarmos, o que sinceramente aconselho para os iniciantes terem uma noção de como funciona exatamente o jogo caso estejam a jogar pela primeira vez. O modo de seleção de nível está disponível para jogarem as vossas músicas favoritas as vezes que desejarem. Existe um modo replay caso gravem a vossa prestação para depois assistirem ou exibirem aos vossos colegas/amigos as vossas habilidades por puro entretenimento. É também possível ver as pontuações de cada uma das músicas ao selecionarmos a opção Hi Score. Finalmente no modo opções onde vão encontrar o que eu diria ser o mais importante, ou seja, a dificuldade do jogo ao qual podem optar pelo modo normal ou fácil e a possibilidade de jogar Parappa The Rapper em 4:3 ou 16:9. Podem alterar também algumas definições, por exemplo, o modo Feel the beat para sentirem o comando a vibrar a cada batida, o que em 1997 ainda não tínhamos a existência do Dual Shock, o modo “See” the beat para puderem acompanhar o ritmo do jogo com mais facilidade, o Add-on songs que conta com remixes de cada nível e o por fim o manual de instruções digital.

Após dar uma vista de olhos nas opções, podemos iniciar o jogo normalmente. Assim que iniciamos um novo jogo a barra de carregamento traz uma nostalgia pura para os mais velhos, pois nesse aspeto tudo se mantêm como no jogo original, e por um lado, aqui surge um pequeno problema. A qualidade das cut-scenes do jogo, que infelizmente, deixam bastante a desejar, não sei sinceramente qual a razão, mas a qualidade é praticamente a mesma do jogo lançado no passado. Durante estas cut-scenes engraçadas, seguimos a estória do nosso protagonista que quer fazer de tudo para impressionar a sua amada Sunny Funny, e para tal, Parappa irá contar com as dicas dos mestres do Hip Hop. Ao todo podem contar com 6 níveis, cada um deles com um mestre do Hip Hop, e em cada um destes níveis aprendemos 4 lições importantes para o nosso cão rapper conquistar o seu amor, tal como ele diz no fim de cada cut-secene “I gotta believe”.


Parappa The Rapper é especial devido à sua nostalgia, e as músicas prendem qualquer jogador, até porque repeti o jogo várias vezes. Além disso, cantava e “abanava o esqueleto” enquanto jogava, é assim tão divertido e viciante. Mas como é evidente, o jogo é bastante curto, tão curto que é possível terminar numa simples hora de jogo. Não me interpretem mal: o jogo é fantástico, é um verdadeiro clássico memorável da Sony mas, para além de curto, o conteúdo que nos é oferecido é pouco e básico. Podiam ter feito um esforço maior e adicionar conteúdo novo para a celebrar os 20 anos do famoso Parappa.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a PlayStation 4, gentilmente cedido pela SIEE.
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3 de abril de 2017

Jogos Jak and Daxter anunciados para PS4


A série Jak and Daxter prepara-se para ter os seus jogos re-lançados para a PlayStation 4 em 2017, como clássicos da PlayStation 2, através da PlayStation Network! Deste modo os clássicos da Naughty Dog estão de regresso, sendo uma boa oportunidade para os fãs da série matarem saudades, e outros ficarem a conhecê-la.

Segue o comunicado oficial:

"O duo dinâmico Jak e Daxter estão de volta e vais poder jogá-los na PlayStation®4. Os títulos clássicos da PlayStation®2 vão estar disponíveis para descarregares na PlayStation®Store em 2017. Poderás encontrar Jak and Daxter: The Precursor LegacyJak II e Jak 3.

Os fãs da franquia e novos jogadores vão poder experimentar as façanhas incríveis de Jak e Daxter a explorar terras antigas enquanto tentam desvendar os mistérios dos percursores.

Também Jak X: Combat Racing, o combate com veículos para a PlayStation®2, do estúdio Naughty Dog, vai estar disponível pela primeira vez desde o seu lançamento em outubro de 2005. Originalmente lançado para a PlayStation®2, Jak X irá chegar à PlayStation®4, em 2017. Joga nos modos Aventura ou Exibição ou podes ainda partilhar o ecrã a jogar com um amigo teu. Não estarão disponíveis funcionalidades online.

Desperta a nostalgia com os clássicos para a PlayStation®2 com 1080p e suporte Trophy. Outras funcionalidades disponíveis incluem Shareplay (será necessário seres membro do PlayStation®Plus), Remote Play e Activity Feeds.

Mantém-te atento para mais novidades."

E por último o trailer deste anúncio:

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