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28 de outubro de 2016

Pokémon Sun e Moon: Últimas evoluções dos iniciais e os guardiões de Alola


É a primeira vez que tal coisa acontece mas, depois dos "leaks" que ocorreram na internet após o lançamento da Demo Especial de Pokémon Sun e Moon, a Pokémon Company revelou os estados finais de evolução dos pokémon iniciais, com tipagens surpreendentes! Mas as novidades não se ficaram por aqui, com a revelação dos restantes guardiões de Alola para além do Tapu Koko e o regresso de alguns personagens bastante familiares.
O primeiro é Decidueye, o Pokémon Arrow Quill que surpreende todos com o tipo Grass / Ghost! Depois de Rowlet e Dartrix utilizarem a combinação Grass e Flying, ninguém esperava que a evolução final adquirisse o tipo Ghost. O seu nome é inspirado nas árvores de folha caduca ("deciduous") e o design é uma mistura de coruja com "Robin dos Bosques". Este pokémon ataca com uma velocidade estonteante, arrancando penas em forma de flecha das suas asas e atirando-as ao seu alvo com uma pontaria certeira. Além disso, consegue movimentar-se sem que ninguém detete a sua presença. Decidueye é o único que consegue aprender o movimento Spirit Schackle, um ataque do tipo Ghost que impede o adversário de abandonar a batalha, não podendo fugir nem ser substituído.
Logo de seguida, temos Incineroar, o Pokémon Heel do tipo Fire / Dark e que é a evolução final de Litten e Torracat. Tal como a sua classificação indica, este pokémon é inspirado no conceito de "Heel" do wrestling, uma espécie de vilão luchador. Com isto se evitou que esta geração tivesse mais um pokémon inicial do tipo Fire / Fighting como aconteceu em gerações anteriores. O cinturão de chamas é alimentado pelo fogo produzido no interior do seu corpo e tende a ficar mais brilhante quando a audiência da batalha está mais empolgada. É o único capaz de aprender o movimento Darkest Lariat, um ataque físico do tipo Dark que permite dar danos aos adversários independentemente das alterações às suas estatísticas.
Por fim temos Primarina, o Pokémon Soloist do tipo Water / Fairy que é a evolução final de Popplio e Brionne. Enquanto dança, liberta balões de água cujos movimentos são controlados pelas ondas sonoras da sua voz. O reflexo da lua a brilhas nos balões cria uma sensação mágica para quem os observa. Alguns destes balões rebentam, mas os restantes podem ser usados por Primarina para saltar e movimentar-se durante as batalhas ou então provocar explosões em cadeia. Este pokémon é o único que aprende Sparkling Aria, um movimento de suporte do tipo Water que cura as queimaduras de qualquer alvo que atinja.

Outra grande revelação foi a dos três guardiões de Alola que se juntam a Tapu Koko enquanto divindades regionais. Estes são Tapu Lele (Psychic / Fairy), Tapu Bulu (Grass / Fairy) e Tapu Fini (Water / Fairy), guardiões das ilhas de Akala, Ula'ula e Poni, respetivamente. Tal como Tapu Koko, estes têm habilidades capazes de alterar o terreno de batalha com diferentes efeitos e todos partilham um Z-Move em comum: Guardian of Alola. Este ataque provoca danos correspondentes a 75% da quantidade de HP restante aos adversários.
Houve ainda outro pokémon importante a ser revelado com este último trailer: o adorável e misterioso Cosmog. Este Pokémon Nebula é do tipo Psychic e é extremamente raro, tanto que poucos são os que o conhecem em Alola. A certa altura, era conhecido apenas pelos reis de Alola e seus herdeiros, que lhe chamavam "o filho das estrelas". É um pokémon que está a ser estudado pela Aether Foundation, e foi um dos cientistas que lhe atribuiu recentemente o nome Cosmog. É um pokémon curioso e muito leve, que tem a capacidade de absorver a luz que incide sobre si e assim crescer. No trailer japonês, podemos ver que há várias interações com este pokémon ao longo da história.
Mas uma última surpresa do trailer está relacionada com algumas localizações do jogo que ainda não tinham sido reveladas. A primeira é o topo da montanha mais alta da região de Alola, onde existem planos para construir uma Pokémon League, instituição que ainda não existe no arquipélago. Será que o jogador ainda se poderá tornar o "Champion" da região? Pois é precisamente a falar de "Champions" que chegamos à Battle Tree, um local onde os treinadores que concluíram o desafio insular (ou seja, acabaram o jogo principal) poderão encontrar famosos personagens de gerações anteriores como a Cynthia, a Champion de Sinnoh, e até mesmo os treinadores Red e Blue da região de Kanto, agora já em idade adulta!

Estamos a menos de um mês do lançamento dos jogos, que deverão chegar a Portugal a 23 de novembro! Segue-se o mais recente trailer com estas e outras novidades.

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27 de outubro de 2016

Nintendo Switch será apresentada em 2017


Depois do empolgante trailer de revelação da Nintendo Switch, divulgado na semana passada, a Nintendo anunciou hoje que irá transmitir para todo o mundo uma apresentação com novos pormenores sobre a consola no dia 13 de janeiro de 2017! No evento serão abordados tópicos como a data de lançamento da consola (até agora só sabemos que será em março) e a lista de jogos em desenvolvimento para a Nintendo Switch.

O presidente da Nintendo, Tatsumi Kimishima, revelou que serão também organizados eventos de experimentação da consola para os media e parceiros convidados, a partir do mês de janeiro. A boa notícia para os fãs é que o público geral terá também a possibilidade de participar em eventos semelhantes durante esse período. Os detalhes desses eventos serão anunciados mais tarde.

A Nintendo não revelou ainda a que hora será transmitida a "Nintendo Switch Apresentação 2017" mas, tendo em conta que a data está anunciada para dia 12 de janeiro nos Estados Unidos da América, provavelmente em Portugal será logo na manhã do dia 13.

Marquem já nas vossas agendas!
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26 de outubro de 2016

Microsoft aposta no VR e broadcast de videojogos


É seguro dizer que, quando a Microsoft anunciou o Windows 10 Event de hoje, ninguém esperava tantas novidades, muito menos um equipamento como o novo Surface Studio – a Apple que se cuide! Os novos equipamentos têm características deveras impressionantes, até mesmo para jogar, mas o propósito deste artigo é apresentar as restantes novidades mostradas a pensar nos jogadores.

Como parte do Windows 10 Creators Update, a Microsoft não veio apenas reforçar a sua aposta no conceito de "Realidade Misturada" e no Hololens, veio também anunciar uma parceria com várias marcas que irão produzir capacetes de Realidade Virtual que serão capazes de oferecer realidade misturada. Estes capacetes irão integrar os sensores necessários e oferecer uma instalação e utilização simplificadas em comparação com outros capacetes semelhantes. A melhor notícia é que o mais barato destes equipamentos irá começar nos 300 dólares e todos serão compatíveis com computadores de gamas mais acessíveis.


Além de querer baixar o custo de acesso à Realidade Virtual, a Microsoft quer fazer parte do movimento cada vez mais popular de jogadores que fazem broadcast dos seus jogos. O stream está na moda e, sabendo isso, a Microsoft anunciou hoje o Windows 10 e a Xbox One irão suportar nativamente o broadcast de videojogos através da tecnologia Beam. A curiosidade deste serviço é que permitirá aos espectadores interagir com o jogador em tempo real, lançar desafios e até interferir com a jogabilidade. A Microsoft diz que não iremos ficar apenas a ver, mas também a jogar com a pessoa que está a transmitir. Ainda há muito por saber acerca deste serviço, mas é sem dúvida algo a manter debaixo de olho.
Finalmente, a Microsoft não podia deixar de reforçar a ideia de que o Windows 10 é a plataforma ideal para os jogos em 4K, oferecendo já bons conteúdos como Forza Horizon 3 e Gears of War 4. Uma boa aposta que, graças ao programa Xbox Play Anywhere, irá logo assegurar um bom catálogo de jogos em 4K disponíveis no dia de lançamento da "Xbox Scorpio" no Natal de 2017!

Para os interessados, segue-se um breve resumo da apresentação de hoje.

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Celebra o Halloween com Pokémon GO!

O Pokémon GO pode ter perdido muitos utilizadores ao longo dos últimos meses, muito por causa da falta de atividades interessantes e novas funcionalidades para os jogadores de alto nível. Neste Halloween, no entanto, a Niantic decidiu lançar um evento temático e que poderá levar os fãs novamente para as ruas em busca de fantasmas e outros pokémon assustadores!

A partir de hoje, 26 de outubro, até dia 1 de novembro, os treinadores terão mais encontros a nível global com Gastly, Haunter, Gengar, Drowzee, Hypno e, não fosse época de morcegos, Zubat e Golbat! Além disso, ao capturar ou transferir pokémon, será oferecido o dobro dos Candies em relação ao habitual e, melhor ainda, o pokémon Buddy irá encontrar quatro vezes mais Candies! Boa altura para fazer algumas evoluções!

Este é o primeiro evento especial a acontecer dentro do jogo, enquanto os fãs ainda aguardam funcionalidades importantes como trocas e lutas entre jogadores. Será que os jogadores vão corresponder com um pico de utilização?

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21 de outubro de 2016

Os primeiros jogos da Nintendo Switch


A Nintendo Switch foi revelada ontem, perante excelentes reações da comunidade de fãs da Nintendo e não só. O vídeo de apresentação foi muito eficaz em mostrar as várias maneiras possíveis de interagir com o sistema, e nada melhor para isso do que mostrar alguns jogos!

A consola permite jogar na TV, mas também fora dela. Inclui dois pequenos comandos Joy-Con que podem ser colocados junto ao ecrã, para uma configuração portátil, mas também funcionar por wireless como comandos independentes ou ligados num só comando com o Joy-Con Grip. Parece complicado em texto, mas na prática é muito simples! Para quem preferir, haverá também um Pro Controller com uma configuração mais tradicional.

Por outro lado, ficam no ar várias perguntas, como saber qual a longevidade da bateria em modo portátil e também verificar a ergonomia do sistema em modo portátil. Com tantos componentes wireless, como será feito o carregamento dos dispositivos? Há suporte para controlos por movimento? E o ecrã será tátil? Já agora, qual a finalidade daquele botão "censurado" no comando esquerdo? Tudo coisas que adoraria perguntar à Nintendo, mas só serão reveladas mais tarde.


Com a Nintendo Switch, as possibilidades são imensas, e a informação ainda mal teve tempo de assentar, mas está na altura de olhar para os títulos apresentados enquanto aguardamos por mais informações.

Naturalmente, o vídeo teria de começar com The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que será sem dúvida um dos grandes "system sellers" da Switch, mesmo tendo uma versão para a Wii U. No trailer podemos observar um novo inimigo na forma de um Bokoblin gigantesco (que estava só a descansar) e ouvir um trecho novo da banda sonora, mas não houve grandes revelações, nem seria esse o objetivo. Por outro lado, também ontem foram revelados novos vídeos do jogo na página oficial japonesa, demonstrando a beleza do mundo de jogo sem mostrar novas localizações.


Mas a grande surpresa viria a seguir, com a apresentação de Skyrim Remastered, da Bethesda. Entretanto, o estúdio já anunciou que está muito feliz por trabalhar com a Nintendo na Switch, mas também que não tem nada para anunciar relativamente ao Skyrim na Switch, embora o vídeo tenha claramente mostrado o Skyrim. Isto pode dever-se ao facto da versão Remastered estar a um mês do seu lançamento para as outras plataformas, pelo que teremos de esperar mais algum tempo para saber que títulos irá a nova consola receber desta companhia.


Uma consola Nintendo não seria a mesma coisa sem um novo título do Super Mario e parece que a NS (está na altura de usar uma sigla) se irá estrear com um novo jogo da saga em 3D! O jogo parece ser bastante diferente dos anteriores, talvez até com uma jogabilidade mais semelhante ao de Mario 64, mas não é mostrado o suficiente para se perceber qual será a sua temática. Uma parte intrigante no vídeo é o facto da jogadora levar a NS consigo e jogar a dois com os Joy-Cons. Será que este jogo também vai ter um modo multijogador?

Por falar em multijogador com dois Joy-Cons (este nome...), outro jogo apresentado pareceu à primeira vista uma adaptação de Mario Kart 8 para a NS. Embora a pista apresentada esteja presente em MK8, uma pista retro da GameCube, e o aspecto gráfico seja claramente idêntico ao do jogo da Wii U, há duas novidades na imagem que é importante referir. A primeira é o King Boo enquanto personagem, que não está presente em MK8. A outra é o sistema de itens permitir ter dois de uma vez, como acontecia em Double Dash na GameCube. A NS pode, então, receber uma adaptação de Mario Kart 8 com alguns conteúdos adicionais, ou um novo jogo com o mesmo motor gráfico e físico mas pistas e personagens novos. Com a troca de itens, até pode mesmo chamar-se Mario Kart Switch!


Mas o multijogador vai muito mais além de uma NS com dois comandos. Noutro exemplo do vídeo, temos uma sessão de NBA 2K17 a quatro jogadores, dois contra dois, cada par na sua consola com um Joy-Con para cada jogador. Estes comandos são bastante pequenos e podem ser desconfortáveis para jogar, mas noutra parte do vídeo é mostrado que o Pro Controller também pode ser utilizado com a NS em modo portátil, se não se importarem de o levar também na mochila.

Finalmente, o vídeo termina de forma épica com um jogo que todos esperavam ver lançado na nova consola: Splatoon! Era uma escolha óbvia, tendo em vista o sucesso que teve na Wii U, com um "attach rate" superior a 50% no Japão. Graficamente, parece uma adaptação direta do original da Wii U, mas rapidamente a conta oficial do jogo no Japão nos chamou a atenção para os "cabelos" dos personagens: novas espécies de lulas? É muito improvável que a Nintendo avance já para um "Splatoon 2", pelo que será de esperar uma adaptação mais linear e a jogabilidade ajustada ao facto de não haver um segundo ecrã. O foco na vertente eSports deste jogo mostra que a Nintendo está interessada em manter a comunidade bem viva – irá o Splatoon da Wii U receber uma atualização, ou ficar obsoleto com esta nova consola?


Estes foram os jogos escolhidos para a apresentação da Nintendo Switch, mas não houve qualquer anúncio em relação à sua data de lançamento. É importante ter em conta que eles serviram principalmente para mostrar conceitos de jogabilidade e podem ter ainda muito tempo de desenvolvimento pela frente. Entretanto, quando ainda se falava em "NX", a Square-Enix anunciou o Dragon Quest XI e a SEGA o novo "Project Sonic 2017" para esta consola. É agora uma questão de tempo até termos uma apresentação mais elaborada acerca da consola e os seus jogos de lançamento e não só!
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20 de outubro de 2016

Nintendo Switch anunciada! [Trailer + Comunicado Oficial]


A Nintendo acabou de apresentar a sua nova consola: Nintendo Switch
Vê o trailer aqui:

Segue-se o comunicado oficial divulgado pela Nintendo:


NINTENDO SWITCH COMBINA O PODER DE UMA CONSOLA DOMÉSTICA E A MOBILIDADE PARA OFERECER NOVAS EXPERIÊNCIAS DE JOGO

A nova consola da Nintendo terá dois comandos amovíveis que poderão ser utilizados por um ou vários jogadores.

20 de outubro de 2016 – Num vídeo de apresentação disponibilizado hoje em http://www.nintendo.pt/nintendoswitch foram revelados os primeiros pormenores da nova consola da Nintendo, incluindo o seu nome oficial: Nintendo Switch. Além de poder ser utilizada tanto por um só jogador como por múltiplos jogadores em casa, a Nintendo Switch permitir-lhes-á também jogarem o mesmo título onde, quando e com quem quiserem. A componente da mobilidade junta-se assim ao poder de uma consola de uso doméstico para oferecer novos estilos de jogo.

Em casa, a Nintendo Switch poderá ser colocada numa base que liga a consola à TV e lhe permitirá jogar com amigos e familiares no conforto da sua sala de estar. Simplesmente ao levantar a Nintendo Switch desta base, a consola transitará imediatamente para o modo portátil e o mesmo título que estava a jogar em casa passará a estar disponível onde quer que esteja. A portabilidade da Nintendo Switch é levada a um novo nível pela sua visualização em alta definição.

A consola conterá comandos Joy-Con em cada um dos lados. Um jogador poderá utilizar um comando em cada mão; dois jogadores poderão segurar um cada um ou várias pessoas poderão usá-los em diferentes opções de jogo. Os dois comandos Joy-Con poderão ser facilmente encaixados nas extremidades ou posicionados nos encaixes, para uma experiência de controlo mais tradicional. Será, ainda, possível utilizar um Comando Pro da Nintendo Switch em vez dos comandos Joy-Con. Além disso, várias pessoas contarão com a possibilidade de unir as suas Nintendo Switch para juntas participarem numa competição multijogadores local.

“Espero que este primeiro olhar sobre a Nintendo Switch permita aos fãs imaginarem o potencial da liberdade para jogarem onde, quando e como quiserem”, declarou Satoru Shibata, presidente da Nintendo of Europe. A isto acrescentou: “As nossas equipas, tanto na própria Nintendo como noutros estúdios de produção, estão a trabalhar arduamente no sentido de proporcionar experiências únicas e novas para todos e estamos desejosos de poder revelar ainda mais”.

As empresas de desenvolvimento podem criar os seus jogos tendo em conta uma variedade de estilos de jogo que darão aos jogadores a liberdade para escolherem a experiência mais adequada para cada um. Segue-se uma lista de algumas das editoras, criadoras e produtoras de software mediador que anunciaram já uma colaboração no âmbito da Nintendo Switch:
  • 505 Games
  • Activision Publishing, Inc.
  • ARC SYSTEM WORKS Co.,Ltd.
  • ATLUS CO.,LTD.
  • Audiokinetic Inc.
  • Autodesk, Inc
  • BANDAI NAMCO Entertainment Inc.
  • Bethesda
  • CAPCOM CO., LTD.
  • Codemasters®
  • CRI Middleware Co., Ltd.
  • DeNA Co., Ltd.
  • Electronic Arts
  • Epic Games Inc.
  • Firelight Technologies
  • FromSoftware, Inc.
  • Frozenbyte
  • GameTrust
  • GRASSHOPPER MANUFACTURE INC.
  • Gungho Online Entertainment,Inc
  • HAMSTER Corporation
  • Havok
  • INTI CREATES CO., LTD.
  • KOEI TECMO GAMES CO., LTD.
  • Konami Digital Entertainment Co., Ltd.
  • LEVEL-5 Inc.
  • Marvelous Inc.
  • Maximum Games, LLC
  • Nippon Ichi Software, Inc.
  • Parity Bit Inc.
  • PlatinumGames Inc.
  • RAD Game Tools, Inc.
  • RecoChoku Co.,Ltd.
  • SEGA Games Co., Ltd.
  • Silicon Studio Corporation
  • Spike Chunsoft Co., Ltd.
  • SQUARE ENIX CO., LTD.
  • Starbreeze Studios
  • Take-Two Interactive Software, Inc.
  • Telltale Games
  • THQ Nordic
  • Tokyo RPG Factory Co., Ltd.
  • TT Games
  • UBISOFT
  • Ubitus Inc.
  • Unity Technologies, Inc.
  • Warner Bros. Interactive Entertainment
  • Web Technology Corp.
O vídeo lançado hoje incorpora pequenos momentos de jogabilidade destinados a demonstrar a natureza libertadora da Nintendo Switch. Demonstrações completas de jogos e informações como a lista de títulos de lançamento, a data de lançamento da própria consola, a configuração do produto e detalhes relacionados, serão disponibilizadas antes do final do mês de março.
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Nintendo NX será apresentada hoje às 15h!


Com uma simples publicação no twitter, tudo muda! A Nintendo anunciou que hoje, às 15h em Portugal Continental, irá revelar um trailer de apresentação da sua nova consola com o nome de código "NX"! O vídeo terá uma duração de 3 minutos e deverá focar-se nas funcionalidades da nova consola, acabando assim com meses de rumores e especulação em torno da NX, incluindo se este será realmente o nome da consola.


Embora não se saiba ainda nada em concreto acerca da NX, todos os rumores indicam que esta poderá ser um híbrido de consola doméstica e portátil, com funcionalidades que permitem interagir com os seus jogos dentro e fora de casa. A consola deverá utilizar cartuchos em vez de discos ópticos e fala-se também em comandos destacáveis. Será verdade? Estamos a poucas horas de descobrir!!
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19 de outubro de 2016

Jotun: Valhalla Edition


Análise por Patrício Santos

Foi considerado pelos críticos como um dos melhores jogos indie de 2015, e em 2016 a Wii U recebeu a edição definitiva do jogo, Jotun: Valhalla Edition. Para começar a falar acerca deste jogo é necessário desde já mencionar que, se gostarem de mitologia nórdica, meus amigos, este jogo é para vocês! Um jogo que se baseia nesta mitologia onde a nossa personagem, que neste caso é feminina e de nome Thora, usa o seu elmo e machado com roupas típicas que nos fazem parecer um verdadeiro viking nesta aventura.

Assim que comecei o jogo ele deu início a uma introdução belíssima. O grafismo por exemplo, é todo ele feito em desenho à mão e devidamente pintado com cores ricas e vivas, notando-se assim os traços das personagens, e digo que está incrível, um jogo que apostou numa apresentação como poucos o fazem. Quanto à música, também ela nos faz regressar ao passado e a este universo da mitologia nórdica, o que me agradou imenso. Por fim, Jotun tem um narrador, e a língua que nos é apresentada ao longo da aventura é o islandês. Estes são os elementos mais importantes para nos sentirmos completamente rendidos ao universo de Jotun.


O jogo começa com o afogamento da nossa personagem. Depois é-lhe dada a oportunidade de ascender a Valhalla, desde que ela derrote os gigantes da versão nórdica do purgatório, ou seja, os bosses do jogo em cada um dos reinos que temos de ultrapassar para chegar a eles. Podem contar com bosses extraordinariamente gigantes quando comparados com Thora. Inicialmente vão contar com apenas dois ataques simples, um ataque normal e outro forte, no qual um será o simples para usar nos combates e o outro terá de ser usado para momentos específicos devido à força que tem. Além destes dois ataques vão desbloquear poderes, poderes esses como restaurar a saúde ou criar, por exemplo, uma ilusão da nossa personagem e esta após um determinado tempo explodir e assim derrotar uma carrada de inimigos enganados pelo nosso clone explosivo.

Uma vantagem nesta versão Wii U é o uso do Gamepad, onde podem aceder de forma fácil e eficaz a estes ataques mágicos, mas como ponto negativo enquanto experienciei o jogo, o mapa não tinha a localização da nossa personagem, logo tive de estar sempre atento por onde andava e depois sim localizar-me no mapa apresentado no Gamepad.


Os cenários pelo jogo fora estão agradáveis, inicialmente são mais impressionantes, depois podem ser um tanto vazios, mas nada que possa aborrecer o jogador, pois pelos níveis fora vão puder contar com ambientes gélidos, cavernas e florestas. Ao longo dos níveis vão poder encontrar a maçã dourada de nome Ithun, que vos fará aumentar a barra de saúde, o que é aconselhável fazê-lo pois alguns bosses podem ser ferozes se não tivermos uma barra de saúde grande. Não que os bosses sejam extremamente difíceis mas sim porque conseguem tirar-nos uma boa dose de saúde, pois após conhecerem os padrões de ataque deles, as coisas começam a ficar bem mais simples.

Algo a ser referido é o jogo estar com menus em Português, o que é sempre bom ver que a nossa língua começa a quebrar as velhas barreiras que antes existiam em qualquer jogo que fosse lançado. Não que o jogo conte com muitas opções, mas é sempre agradável ter o jogo na nossa língua.


Quando Jotun for terminado, vocês vão ter a possibilidade de voltar ao jogo e lutar contra os bosses num modo para jogadores experientes, por isso se quiserem um desafio ainda maior, recomendo jogarem esta versão pois é exclusiva da Valhalla Edition. Por fim, o jogo é uma aventura como poucas que podem encontrar nesta loucura dos indies, se procuram por um jogo de qualidade e que vos impressione, Jotun: Valhalla Edition é uma das melhores aquisições que podem fazer para a vossa Nintendo Wii U.
Nota: esta análise foi efectuada com base em código final do jogo para a Wii U, gentilmente cedido pela Nintendo
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18 de outubro de 2016

Pokémon Sun and Moon Special Demo Version


A Nintendo publica hoje, ao final da manhã, a demo especial dos jogos Pokémon Sun e Moon que, além de nos dar um primeiro contacto com a nova jogabilidade da sétima geração de Pokémon, ainda permite obter o pokémon Ash-Greninja, inspirado na série XYZ do animé.

Na demo assumimos o papel de Sun, um personagem oriundo de Kanto e que acabou de chegar à região de Alola. Ao sair de casa, apercebe-se de que recebeu uma carta misteriosa. O remetente (quem será?...) ofereceu-lhe um Greninja muito especial, com a habilidade Battle Bond que lhe permite tornar-se no Ash-Greninja após derrotar um adversário em combate. Este é um pokémon exclusivo da demo e poderá depois ser transferido para a versão final do jogo, não estando anunciada outra forma de o obter no futuro.

Sendo recém-chegados à cidade de Hau'oli, Sun e a sua mãe dirigem-se à câmara municipal para registar a nova morada. Pelo caminho, podemos apreciar imediatamente a melhoria gráfica em relação à geração anterior, com cenários bastante detalhados e proporções mais realistas. Também de louvar é a banda sonora, com temas novos e também novas versões de temas antigos, mas o melhor pormenor é o de se ouvir sons de pokémon um pouco por todo o lado, reforçando a ideia da natureza em redor do personagem.

   

Pouco depois de chegar à câmara municipal, conhecemos o simpático personagem Hau. Este promete ser o nosso guia e, como com todos os pais nesta série, a mãe acha óptima ideia que Sun vá passear com alguém que não conhece de lado nenhum. Naturalmente, mal chegamos à rua encontramos problemas – uns mafiosos da Team Skull que querem roubar os nossos pokémon. A primeira impressão desta equipa é que são um grupo punk que se acha cheio de estilo, tornando-se cómicos com as poses ridículas que estão sempre a fazer, mas são muito valorizados pela fantástica música de batalha que os acompanha!

O sistema de batalhas do jogo sofreu grandes alterações a nível da sua interface gráfica, mas na sua essência é, felizmente, o mesmo de sempre. Agora é muito mais fácil saber durante a batalha o que faz cada ataque, com um simples atalho de teclas. Quando se luta contra pokémon já conhecidos, o jogo indica a eficácia dos ataques e, ao trocar de pokémon, pode ver-se quais os que têm os ataques mais eficazes para a batalha em mãos. Outra novidade é o ecrã de estado dos pokémon em combate, que permite ver com detalhe quais as suas estatísticas que foram aumentadas ou reduzidas como efeito dos ataques e itens utilizados. Pode ser interpretado como uma forma de facilitar o jogo, mas na realidade estão a trazer para a frente um conjunto de informações de jogo que normalmente só os mais dedicados compreendem.

Depois do combate, Hau leva-nos até ao Pokémon Center, o habitual local onde podemos curar os pokémon. No interior, há também um Poké Mart e um Café, mas estão bloqueados na demo: o Mart está sem produtos em stock e o dono do café foi de férias, volta "ao fim de um mês".

   

Chega então a hora de conhecer o Professor Kukui, investigador dos ataques de Pokémon, que nos oferece um desafio no Ten Carat Hill. Esta é uma apresentação dos "Trials" que serão introduzidos na sétima geração, e constituem uma tradição de Alola. Para chegar ao local do desafio, teremos de atravessar uma área representativa das "routes" neste jogo, onde há relva alta com pokémon selvagens e treinadores para combater. Quando nos aproximamos de um treinador, a câmara faz um efeito dramático a indicar que os olhares estão prestes a cruzar-se – quando dois treinadores cruzam o olhar, os combates acontecem.

Chegando ao Ten Carat Hill, é-nos apresentado o desafio: existem 4 pokémon escondidos, dois Jangmo-o e dois Hakamo-o, e temos de fotografar todos com o Poké Finder (uma versão inicial do Rotom Pokédex). Para nos ajudar, o professor Kukui empresta-nos o seu Pikachu, mas nesta demo o Greninja seria suficiente para dar conta do recado. Ao utilizar a câmara do Poké Finder, curiosamente, o jogo ativa o modo 3D da Nintendo 3DS que, fora isso, está sempre desligado.

Ao fotografar qualquer um destes pokémon, somos imediatamente atacados. Embora os combates sejam fáceis para o Greninja, a situação complica-se quando surge o último Hakamo-o, um pokémon Totem que está embebido de uma força especial e é capaz de invocar aliados em combate (no meu caso surgiu um Rockruff).

   

O prémio pela vitória do Trial é um Z-Ring, que permite utilizar os Z-Moves quando um pokémon tem em sua posse um Z-Crystal. O professor oferece um destes cristais, Electrium Z, para experimentar com o Pikachu... o que dá imenso jeito pois os mafiosos da Team Skull estão de volta, desta vez acompanhados pela Team Skull Admin Plumeria.

Boa altura, então, para experimentar o poder da letra Z! Na demo, o Pikachu ganha o ataque Gigavolt Havoc a partir do seu ataque Thunderbolt. O Z-Crystal afecta ataques do seu elemento e o poder do novo ataque varia conforme o ataque de base. Neste caso, o Gigavolt Havoc é um ataque elétrico do tipo Special e com 175 de dano, o que não é brincadeira nenhuma! Seguindo esta lógica, poderemos assumir que o mesmo ataque, mas com base no Thunder, resulte em algo ainda mais devastador, pelo que se compreende a restrição de só se poder utilizar um Z-Move uma vez durante todo o combate.

Naturalmente, o Golbat da Plumeria não aguenta o ataque do Pikachu, pelo que esta se retira e tudo fica bem. O Pikachu é devolvido ao professor e todos vão comer malassadas. O quê? Leram bem. O doce tradicional das regiões da Madeira e dos Açores também é bastante apreciado em Alola (explicação) e até há uma loja na cidade de Hau'oli dedicada à iguaria!


A demo acaba aqui, gravando os dados para que se possa transferir o Greninja para o jogo final, mas há mais conteúdo para quem voltar a jogar.

A primeira coisa que recebemos é um Ride Pager, que nos permite experimentar montar pokémon. Na demo, apenas temos direito a andar de Tauros, mas a experiência é óptima. A qualquer momento, desde que não seja dentro de edifícios, podemos invocar um Tauros para nos transportar rapidamente pelo mundo, com a capacidade de destruir pedras que estejam a bloquear o caminho. Adeus HMs? Parece que sim! Há até um circuito, Mahalo Trail, feito de propósito para se praticar e aprofundar a ligação com o Tauros.

Outra coisa a procurar na demo é o Pokémon catching challenge, que consiste em apanhar o máximo de pokémon com as pokébolas que nos são dadas. No final, não poderemos manter nenhuma das criaturas capturadas, mas se conseguirmos uma pontuação elevada teremos uma recompensa. Nesta área é possível encontrar vários Yungoos e Pikipek, mas também alguns Pikachu e até mesmo o Rockruff, adicioná-los à Party e combater com eles, para depois devolver à natureza.

A demo tem ainda alguns personagens com eventos programados para datas específicas (no mundo real) desde o dia em que se começa a demo. Encontrei eventos para regressar à demo um dia, 5 dias e 8 dias depois, mas poderá haver mais eventos escondidos. Encontrei pouca variedade de criaturas no jogo, resumindo-se ao Yungoos, Pikipek, Rockruff, Pikachu, Jangmo-o e Hakamo-o, além do Golbat da vilã Plumeria, o Tauros montável e alguns NPCs na cidade.


Mesmo tendo poucas novidades para quem segue religiosamente os anúncios relativos a Pokémon Sun e Moon, a demo oferece uma óptima experiência de jogo e ajuda a lidar com a espera pela versão final. Com gráficos do melhor que há na Nintendo 3DS e uma banda sonora de luxo, só mesmo as malassadas de Alola nos poderiam deixar com ainda mais água na boca!
Nota: esta análise foi efectuada com base em código da Special Demo Version, gentilmente cedido pela Nintendo.
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17 de outubro de 2016

Sonic Mania: Edição de Colecionador anuncida para a Europa


O anúncio da Edição de Colecionador de Sonic Mania deixou muitos fãs bastante felizes, ao recordar as horas passadas à frente de uma TV com a Mega Drive ligada. Infelizmente essa edição não tinha qualquer confirmação para a Europa, mas eis que chega (a todo o gás) a edição cá, disponível apenas através da Amazon.co.uk [link para a versão PS4], [link para a versão XBox One]!


Esta edição vem com uma estátua de Sonic com cerca de 30cms de altura, em que a Mega Drive emite um som bastante característico, ao ligar um botão. Vem ainda um cartão metalizado com o código do jogo e um cartucho de Sonic Mania que vem com um anel.

É uma edição quase que obrigatória para os fãs de Sonic, que está de regresso no próximo ano num estilo retro da década de 90!

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14 de outubro de 2016

Severed


Severed constitui a mais recente proposta do DrinkBox Studios (autores de Guacamelee) para a 3DS e Wii U. Um dungeon crawler na primeira pessoa, ao estilo do clássico Shining in The Darkness, Severed coloca-nos na pele de uma jovem rapariga que acorda sozinha e sem parte do braço esquerdo, nas ruínas do que outrora fora o seu lar. A silenciosa protagonista depressa se apercebe que não só a sua família está misteriosamente ausente, como também o mundo à sua volta é estranho e diferente daquele que conhecia. Auxiliada por alguns habitantes mais benevolentes desta dimensão "demoníaca", a rapariga vai tentar resgatar a família, capturada por terríficas criaturas, e com eles regressar ao "mundo real".


Severed é um jogo com uma forte incidência na exploração minuciosa das masmorras, à la Zelda, uma vez que será isto que fará a história avançar. As ditas dungeons estão repletas de monstros para combater, armadilhas para evitar, puzzles para resolver e muitos itens para encontrar. Como forma de defesa e ataque, a nossa heroína conta com uma espada, que lhe é dada logo no início da aventura por um dos seus aliados. Na versão 3DS, utilizada para esta análise, a espada é controlada magnificamente via o estilete e permite-nos não apenas derrotar os monstros, como também cortar partes dos corpos destes. Por muito macabro que possa parecer, o domínio desta mecânica é essencial para fortalecer a nossa personagem. Para fazer o level-up da personagem devemos consumir as ditas partes...


Mesmo que não consigamos obter as partes a partir dos monstros, existe sempre a possibilidade de as "comprar" através do uso de um determinado número de pequenos frutos encontrados no interior dos muitos vasos existentes pelos níveis. Contudo, para aumentar a nossa barra de vida e de magia é necessário completar um coração e um cérebro, respectivamente, ao encontrar e juntar as partes dispersas pelos níveis. Severed tem uma grande variedade de inimigos, cada qual com uma maneira própria de ser derrotado. Isso não torna o jogo difícil, até porque assim que nos habituarmos à jogabilidade, que é bastante intuitiva, não teremos dificuldade em vencer qualquer adversário. Até mesmo os Bosses, uma vez descoberto o seu padrão de ataque, são relativamente fáceis de bater. 



Este é um título com muitos puzzles, cuja resolução não só nos permite avançar na história propriamente dita, como também desvendar os muitos segredos que contém. O backtracking é uma constante aqui e torna-se mais fácil não apenas pela existência de um mapa e de um autosave contínuo, mas sobretudo pela beleza dos cenários. Estes, de aspecto muito cartonesco e soturno, ao estilo de Samurai Jack, intensificam a sensação de solidão e desespero da protagonista. De igual modo, a música adequa-se perfeitamente a cada momento do jogo, nunca parecendo estar a mais.

O único senão de Severed está na sua curta duração. A aventura, que durara entre quatro e cinco horas, sabe a pouco e decerto que assim que concluirem este título sentirão o mesmo. Ainda assim esta é uma excelente proposta para a 3DS e Wii U, além de um óptimo jogo para a quadra festiva do Halloween. 
Nota: Esta análise foi efectuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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13 de outubro de 2016

Chegou o PlayStation VR - Eis os títulos de lançamento!

A partir de hoje, 13 de outubro, o PlayStation VR já está oficialmente disponível em Portugal! Este novo periférico para a PS4 traz o mundo da Realidade Virtual (VR) às consolas domésticas, oferecendo também a melhor experiência VR do mercado se tivermos em conta a relação qualidade-preço. Mas o equipamento de nada serve se não tivermos bons conteúdos para experimentar e, por isso mesmo, irão encontrar uma enorme lista de jogos logo no primeiro dia! Para vos ajudar a selecionar, apresentamos abaixo a lista de todos os títulos anunciados para a data de lançamento!

Todos os jogos desta lista requerem o equipamento base do PlayStation VR para jogar, salvo indicação em contrário ("Compatível VR"). E como são muitos jogos, em destaque poderão encontrar aqueles que o Meus Jogos considera mais interessantes! Ao carregar em cada título, poderão encontrar o respetivo trailer ou vídeo de jogabilidade.


Para além de uma PlayStation 4 e uma PlayStation Camera, para tirar o máximo partido do PS VR será também necessário ter dois comandos PS Move, que são exigidos por muitos destes títulos - e oferecem, sem dúvida, uma experiência muito mais imersiva!

Para saber mais sobre o PlayStation VR, podem ver aqui a nossa experiência no VR Portal!

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10 de outubro de 2016

PlayStation marca presença na Lisboa Games Week!


Depois do sucesso que foi a sua participação no ano anterior, a PlayStation anunciou que irá estar de volta para mais uma edição do Lisboa Games Week (LGW), que decorrerá de 17 a 20 de novembro na Feira Internacional de Lisboa (FIL).

O stand da PlayStation irá ocupar uns impressionantes 1500m2 e disponibilizar mais de 100 postos de jogo para os visitantes, com alguns dos principais jogos lançados em 2016 e a promessa de muitas surpresas, que irão sendo reveladas pela marca ao longo das próximas semanas. Além dos grandes títulos, também irão estar presentes vários talentos nacionais no âmbito dos Prémios PlayStation, iniciativa que apoia o desenvolvimento de videojogos em Portugal. O evento vai ainda ser vir de palco para as finais dos torneios da Liga Oficial PlayStation com jogos como FIFA 17, PES 2017, NBA 2K17, Ultra Street Fighter V e Rocket League.


Se no ano passado já foi o centro das atenções, este ano voltará a haver grande destaque para o PlayStation VR, que chega a Portugal ainda esta semana, a 13 de outubro. Ainda assim, se não quiserem esperar mais um mês para o experimentar na LGW, lembrem-se que o dispositivo está disponível para experimentação no VR Portal - mais informações aqui.

Os bilhetes para a LGW já podem ser adquiridos nos locais habituais e, nos dias do evento, na bilheteira da FIL. Estão esperados mais de 50 mil visitantes este ano, pelo que se tiverem a possibilidade de visitar na quinta ou sexta-feira poderão nesses dias evitar as maiores confusões!
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8 de outubro de 2016

Mario Party: Star Rush


A série Mario Party teve origem no tempo da Nintendo 64 enquanto adaptação dos jogos de tabuleiro ao mundo digital, com muitos e frenéticos minijogos à mistura. Embora tenha tido alguns altos e baixos a nível de qualidade e popularidade, é um dos trademarks das consolas Nintendo, tanto domésticas como portáteis. Depois do enfadonho "Island Tour" para a 3DS, a saga regressa agora à portátil com este novo Star Rush e uma nova abordagem ao estilo de jogo. Terá sido suficiente?

Em Mario Party: Star Rush, a Nintendo parece ter finalmente percebido um dos problemas em adaptar a série às consolas portáteis, onde se torna particularmente aborrecido esperar pela vez de cada jogador completar o seu turno. Assim, a regra de ouro neste jogo é que todos podem jogar e tomar decisões em simultâneo, o que obrigou à criação de modos de jogo originais. Aliás, modos diferentes não faltam neste título, mas apenas três se destacam por serem mais substanciais: Toads ao Molho, Moedatlo e Papa-Balões. Os restantes são experiências mais descartáveis, como por exemplo um minijogo rítmico que de ritmo tem pouco ou outro parecido com gamão que assenta quase totalmente na sorte dos dados.


Toads ao Molho pode ser um dos melhores nomes de sempre (ler em voz alta) e até o modo mais publicitado de todo o jogo, mas é dos três principais o menos divertido. Os jogos são feitos em tabuleiros de arena onde cada jogador controla um Toad e se pode movimentar livremente num número de casas correspondente ao valor dos dados. O objetivo do jogo é derrotar uma sequência de bosses para ganhar estrelas, mas pelo meio é importante colecionar no tabuleiro moedas, itens e personagens aliados de forma a ter melhor desempenho nos minijogos. O problema aqui é que se perde mais tempo a lançar dados e movimentar personagens do que propriamente em minijogos e interação entre jogadores, acabando por ser um pouco aborrecido.

Já bem mais animado é o Moedatlo, um modo onde cada jogador compete pela maior velocidade a apanhar moedas numa sequência cíclica de 3 minijogos aleatórios, que ficam mais difíceis a cada ciclo. Durante a competição, vai sendo mostrada no ecrã de baixo a posição relativa dos jogadores como se de uma corrida se tratasse. É um modo engraçado para tirar teimas entre jogadores mais competitivos, mas pode tornar-se repetitivo ao fim de algum tempo.


Finalmente, Papa-Balões é o melhor modo do jogo. Com um tabuleiro mais restrito que os do Toads ao Molho, os personagens movem-se livremente na tentativa de colecionar balões de moedas e outros que permitem trocar moedas por estrelas. De cada vez que alguém apanha um balão, há um minijogo, uma oportunidade para todos ganharem moedas e manter a competição acesa. De facto é um modo bem conseguido e do qual se tira melhor partido quando estão 4 jogadores. Ainda assim, muitas sessões de jogo irão acabar por simplesmente partir do menu principal para jogar minijogos aleatórios.

É uma pena não haver alguma forma de pontuação global por sessão de jogo, ou torneios locais que incentivem a jogar modos principais ou sequências de minijogos até se decidir o vencedor da jogatana. Sendo um jogo portátil, é provável que seja levado para sessões de jogo com amigos e que se prolonguem por mais do que 15 ou 30 minutos, e também que haja mais do que 4 jogadores por perto - um modo especial para 8 jogadores seria ideal para acompanhar uma sessão de Mario Kart 7, ainda hoje o melhor "party game" da consola.


Seja como for, desta vez houve um grande empenho em assegurar que até os mais solitários consigam formar um grupo para a experiência Mario Party na 3DS, graças ao Mario Party: Star Rush - Party Guest. Este é um título gratuito, descarregável na Nintendo eShop, que permite participar no modo multijogador com alguém que tenha a versão completa do jogo, com acesso a todos os modos e personagens. Assim, num grupo de 4, basta que um tenha adquirido Star Rush para que todos tenham exatamente a mesma experiência que teriam se os restantes também o tivessem comprado. Além disso, quem tiver o "Party Guest" instalado poderá ainda desfrutar de alguns minijogos no modo para um jogador, dando alguma utilidade ao ficheiro instalado na consola. Em alternativa, é possível utilizar o sistema Download Play da Nintendo 3DS, mas com grandes limitações de minijogos, modos e personagens disponíveis.


Mario Party: Star Rush pode ser a melhor iteração portátil da série até hoje, mas não é muito mais do que um jogo porreiro para curtas sessões multijogador. Oferece diversão muito acessível e é bastante fácil de recomendar a quem já tenha o hábito de se reunir com amigos para jogar, graças à disponibilidade do Party Guest. Remover a espera pelos turnos dos adversários foi bastante inteligente, mas está na altura de aumentar o número de jogadores permitidos e criar modos de jogos mais interessantes. Sabemos que algo está em falta num Mario Party quando, ao fim de algumas sessões de jogo, as amizades permanecem sem um arranhão.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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