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25 de maio de 2016

Pokémon: distribuição dos lendários Shiny Xerneas e Shiny Yveltal em Portugal


A Nintendo anunciou um dia repleto de atividades Pokémon para o próximo fim de semana! As atividades decorrerão no sábado 28 de maio no El Corte Inglés de Lisboa, e no domingo dia 29 no El Corte Inglés de Gaia, incluindo batalhas de Pokkén Tournament e demonstrações do jogo de cartas colecionáveis de Pokémon. A grande surpresa é que todos os visitantes poderão obter códigos para colecionar dois pokémon lendários nas suas versões ultra raras: o Shiny Xerneas e o Shiny Yveltal!
Quem levar a sua Nintendo 3DS terá ainda direito a alguns brindes da Nintendo e, quem sabe, encontrar a equipa do Meus Jogos através do StreetPass!

Atualização: Após contactar a Nintendo, foi-nos revelado que as atividades decorrerão no sábado entre as 10:00 e as 19:00 em Lisboa, enquanto que no domingo, em Gaia, será das 11:00 às 18:00.

Segue o comunicado oficial:

25 de maio de 2016 - A franchise Pokémon comemora 20 anos de “Vamos apanhá-los todos!” e, como parte das celebrações, os fãs são convidados a visitarem as lojas El Corte Inglés neste fim de semana para descobrirem e colecionarem duas personagens especiais Pokémon que serão distribuídas, pela primeira vez, em Portugal: os Pokémon Lendários Shiny Xerneas e Shiny Yveltal.

No sábado, 28 de Maio, o El Corte Inglés de Lisboa proporcionará aos fãs de Pokémon um dia repleto de atividades, desde batalhas de Pokkén Tournament na consola Wii U à experimentação dos mais recentes títulos Pokémon para as consolas Nintendo 3DS, passando por atividades manuais para crianças e demonstrações do jogo de cartas colecionáveis Pokémon, entre outras iniciativas. No dia seguinte, domingo 29 de Maio, será o El Corte Inglés de Gaia a juntar-se à celebração dos 20 anos Pokémon com mais atividades e oferta de prémios aos fãs de Pokémon que visitarem a loja nesse dia.

Quem levar a sua consola Nintendo 2DS ou Nintendo 3DS ao El Corte Inglés poderá ainda habilitar-se a receber alguns brindes da Nintendo, participando nos desafios especiais que serão anunciados ao longo do dia em cada evento.

Neste fim-de-semana, venha celebrar os 20 anos da marca Pokémon numa loja El Corte Inglés e aproveite a oportunidade para juntar duas personagens Pokémon exclusivas à sua coleção. Traga a sua família e amigos e venha divertir-se com os jogos, cartas colecionáveis e figuras amiibo que fazem parte do universo Pokémon.
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24 de maio de 2016

Liga NOS PlayStation terminou com um evento em grande!


Decorreu no passado sábado 21 de maio a final da Liga NOS PlayStation, na sala IMAX dos Cinemas NOS Colombo. O campeonato, integrado na Liga Oficial PlayStation, teve início em janeiro e terminou este fim de semana num ecrã gigante. A equipa do Meus Jogos assistiu ao evento e saiu de lá com óptimas impressões!


O evento reuniu num torneio os 18 representantes dos clubes nacionais, pelos quais tiveram de lutar durante as anteriores semanas, e culminou numa sala de cinema transformada em estádio com direito até aos relatos do famoso Hélder Conduto, acompanhado pelo apresentador Gonçalo Morais. Embora a sala não tenha esgotado, o evento contou com a presença de mais de 100 aficionados de eSports - principalmente do FIFA 16. O vencedor, Nuno Barateli, levou o Vitória SC ao primeiro lugar após derrotar o Tondela num jogo muito renhido que chegou a prolongamento.

O primeiro classificado levou para casa um ano de Fibra NOS, um ano de subscrição PlayStation Plus, 500€ de saldo na PlayStation Store e ainda 2 bilhetes de época para os jogos em casa do clube que escolher. Já o 2º classificado ficou com um ano de subscrição PlayStation Plus e 100€ de saldo na Store. Todos os participantes levaram para casa a camisola oficial do clube que representaram, bem como uma bola oficial da Liga NOS.



De facto, foi uma pena não terem surgido mais espectadores, já que o evento me pareceu muito bem organizado mas pouco publicitado. A decoração da sala ficou excelente, com uma zona de "balneários" onde os jogadores aguardavam a sua vez de jogar, entrevistas no final dos jogos e uma taça bem real. Um ambiente fantástico e que me surpreendeu, visto não ser particularmente fã nem do jogo nem do desporto em causa. De qualquer forma foi bom testemunhar a forma como a PlayStation e a NOS levaram o evento mesmo a sério, dando um óptimo contributo para a cena dos eSports em Portugal. Quando é que os clubes aqui representados começam a pensar em ter as suas equipas de eSports?

Fotos: PlayStation
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18 de maio de 2016

Uncharted 4: O Fim de um Ladrão


Durante a anterior geração de consolas, a palavra "Uncharted" tornou-se sinónimo com "PlayStation 3". A série da Naughty Dog começou por ser uma abordagem moderna ao estilo das aventuras de Indiana Jones e Lara Croft, mas rapidamente conquistou o seu próprio lugar na cultura pop ocidental. Um jogo de aventura com uma apresentação bombástica daria origem à trilogia mais marcante da sua geração, com um final forte e que parecia encerrar a saga... até terem anunciado Uncharted 4, o jogo que tenciona dar uma conclusão às aventuras de Nathan Drake.


Depois dos acontecimentos de Uncharted 3, Nathan tem agora uma vida normal. E enquanto os eventos do jogo não descolam para uma nova aventura, é precisamente essa vida que podemos testemunhar. Desafiando as convenções do género, a primeira hora do jogo é quase desprovida de tiros ou grandes explosões. É aqui que acontece a magia, ao género do melhor drama interativo. Em casa do Nathan, podemos ou não perder-nos no meio de dezenas de artefactos, diários e desenhos das passadas aventuras. Um apelo à nossa nostalgia e à do próprio personagem, que culmina numa fantástica cena ao jantar, no sofá com a mulher Elena. Nunca um jogo retratou tão bem uma cena mundana como esta introdução, onde ao mesmo tempo sentimos a nostalgia do protagonista e a ternura que o prende a esta vida banal depois de tantas aventuras.

Depois de uma incursão por diferentes períodos da vida do Nate que nos dão algum background necessário, é a chegada do irmão Sam que despoleta o arranque da aventura em busca do tesouro de Thomas Avery. Nathan não quer regressar à aventura e quebrar o voto com a sua esposa, por mais que sinta a nostalgia de glórias passadas, mas a vida do irmão está em risco em nome do dito tesouro. A história de Uncharted 4 não é apenas uma partida para a aventura, traz consigo o peso da decisão do protagonista e as consequências da mesma ao longo da narrativa.

Uncharted 4, como os seus antecessores, é um jogo muito linear. A jogabilidade é comparável a um jogo de plataformas 3D com algumas áreas amplas onde é possível explorar um pouco mais, mas consiste essencialmente em ir do ponto A ao ponto B. Pelo meio, muitos saltos em beirais, muros e penhascos, outros mais arrojados com a ajuda de uma corda que magicamente volta sempre para o herói quando já não é necessária (isto é um videojogo, afinal). Por vezes, estas secções incluem alguns puzzles simples, mas interessantes, que envolvem alinhar símbolos ou ativar interruptores. Não é um jogo muito desafiante nestas vertentes, mas é óptimo entretenimento muito por causa dos incríveis visuais.

Por cada sequência de plataformas, há sempre uma sequência de ação e tiroteio. Também aqui não se quebra o formato da série, mas inova-se com um grande leque de opções de stealth, que permitem abordagens diferentes ao combate ao estilo de cada jogador. Em Uncharted, há sempre um número irrealista de inimigos genéricos tendo em conta os locais e o contexto onde aparecem (mais uma vez, é um videojogo), mas neste jogo é possível matar menos deles se forem bastante discretos. Os controlos estão bastante apurados e, com a assistência da mira, é muito fácil livrarmo-nos dos adversários com pouco esforço. Naturalmente, nas dificuldades mais elevadas, alguns inimigos são verdadeiras esponjas de balas, pelo que o desafio se torna bastante superior.


O fluxo do jogo leva-nos a alternar entre plataformas e tiroteios, mas não hesita em interromper para uma grande sequência de história. Há várias incursões ao passado dos personagens e todas em momentos importantes, onde fazem revelações significativas para o enredo. Esta é uma história muito humana e que se desenvolve em várias camadas, incluindo o paralelismo entre o mistério central do jogo em torno do pirata Thomas Avery e o desenvolvimento pessoal dos personagens. Durante a aventura, é muito frequente Nate ir conversando com os companheiros, e não só acerca do caminho a seguir. A história desenrola-se também durante as sequências de plataformas e tiroteios, fazendo disto um verdadeiro drama interativo disfarçado de jogo tradicional. Foi uma grande evolução para uma série que começou por ser um jogo simples com algumas sequências de história. Recomendo que utilizem o áudio do jogo em Inglês, visto que as vozes são uma parte importante da experiência e é possível apresentar as legendas em Português.

A história do Nathan Drake não precisava de um quarto capítulo. Quer tenha sido por pressão da editora ou não que se tenha feito surgir essa "necessidade", o mais impressionante é a forma como este quarto e último episódio conseguiu resultar tão bem em termos de história. A resolução final do emblemático herói é excelente, mesmo que não possa revelar na análise porquê. Não deixa de ser curioso que para uma série tão focada em acção, um verdadeiro blockbuster dos videojogos, tenha deixado uma impressão tão forte pela sua escrita.

Naturalmente, o grafismo de Uncharted 4 é a sua maior atração. Os visuais são simplesmente incríveis, com um detalhe e uma qualidade sem precedentes. Paisagens deslumbrantes, uma iluminação fantástica e uma falta de adjetivos para classificar tudo isto. Não há um capítulo que não tenha novos truques para nos surpreender visualmente e os próprios níveis incluem sempre algumas localizações onde nos podemos perder a apreciar os visuais, do mais pequeno detalhe na proximidade até à linha do horizonte. O jogo não poupa nos detalhes, até no que diz respeito aos movimentos dos personagens secundários que vão acompanhando a aventura. Tudo parece um filme, incluindo o guião.


Uncharted 4 é a grande referência da PlayStation 4 e só pelos visuais já justifica a aquisição da consola. Nota-se no jogo o culminar de toda a experiência adquirida no desenvolvimento da série e no legado da Naughty Dog - há um pouco de todos os jogos da empresa neste Uncharted, desde o mais recente The Last of Us ao mais antigo Crash Bandicoot. Pode não ser o melhor jogo já feito pela empresa, mas dentro dos moldes que a série permite, é o melhor jogo que se poderia fazer.

Nota: Esta análise foi efectuada com base em código final do jogo, gentilmente cedido pela PlayStation. O jogo contém ainda um modo multijogador online, que não foi considerado para efeitos de análise.
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10 de maio de 2016

Pokémon Sun e Moon: starters, lendários e outras novidades


Após alguns meses sem novidades sobre Pokémon Sun e Moon, tal como prometido hoje foi um dia em grande, revelando os 3 starters desta 7.ª geração, alguns detalhes sobre a região e ainda os lendários das capas dos jogos. Poucos segundos após o lançamento dos trailers, a internet explodiu em batalhas sobre qual era o starter mais fixe, qual o lendário mais awesome, entre outras coisas. Temos também uma data de lançamento: 23 de novembro! (5 dias depois do resto do mundo... é o que dá a Europa ter spoilado o X e Y?)


Em primeiro lugar, os novos starters! Rowlet é uma coruja do tipo Grass Flying, o primeiro starter a ter esta combinação! Embora o seu aspeto adorável ele é capaz de atacar em silêncio, voando pelos céus sem ser avistado, e rapidamente atacando com fortes pontapés. Consegue ainda atacar à distância com folhas que fazem parte das suas penas.

Aprende o novo ataque Leafage, assim que se torna nosso parceiro, e à semelhança das corujas é capaz de torcer o seu pescoço completamente para trás, algo que habitualmente faz para receber instruções do seu treinador.


Um pokémon que ganhou logo imensos fãs foi Litten, um gato com um aspeto snob mas ao mesmo tempo adorado por ser bastante cool. Embora seja do tipo Fogo é capaz de estar sempre de cabeça fria, e não demonstra quaisquer emoções, mesmo a combater. Ele é capaz atacar com bolas de pelo flamejantes, que vai acumulando aos poucos por estar constantemente a lavar.

O seu aspeto algo maquiavélico leva a que muitos pensem que este se trata de um pokémon que poderá vir a ganhar o tipo Dark, após evoluir. Contudo qualquer evolução será bem vinda, pelos fãs, logo que não se trate de um novo Fire Fighting.


Temos também Popplio, um curioso leão marinho que parece vir diretamente do circo. Ágil, capaz de se mover rapidamente na água, e enquanto em terra tira partido da elasticidade das bolhas de água que cria, fazendo várias proezas acrobáticas com elas. Embora só se saiba que tem o ataque Water Gun, é bastante provável que vá aprender um ataque que tire partido dessas mesmas bolhas.

Foi um pokémon que não teve muitos fãs, muito possivelmente devido ao seu aspeto mais cómico. Contudo a série Pokémon tem vindo a ensinar que, por muito estranho que um starter possa ser, a sua evolução final poderá surpreender bastante.



Embora os lendários tenham sido apresentados, ainda não sabemos os seus nomes, nem os seus tipos. Contudo os nomes "Solgaleo" e "Lunaala" têm circulado a internet há algum tempo, e ao ver pela primeira vez estes pokémon, talvez se confirmem esses nomes. De Pokémon Sun temos Solgaleo, um majestoso leão branco capaz de usar ataques de fogo. Do outro lado Lunaala tem um ar bastante sombrio (tal como esperado), e surge como uma espécie de morcego cujo corpo faz o desenho de uma lua.


Por último alguns detalhes sobre a nova região, Alola, uma região fortemente inspirada no Havai e as suas paisagens tropicais. Através dos trailers conseguimos ver bastante da região, e o modo como ela se relaciona com a própria geografia do Havai. No entanto o que vimos parece ser apenas uma pequena parte da região de Alola, deixando-nos a ponderar se iremos viajar para outras ilhas à medida que vamos avançando no jogo. Ficamos também a saber que podemos escolher novamente a tonalidade de pele do personagem, o que pode confirmar o regresso da costumisação de personagens, tal como em X e Y. Por falar em personagens, estes parecem mais "crescidos" face aos da 6.ª geração, com personagens mais altas.


Outros pontos curiosos surgem no trailer japonês do jogo, que é bastante mais completo face ao ocidental. Seguimos a história de um rapaz que viaja com a mãe para o Havai, e lá sente alguma dificuldade a interagir com os novos colegas de escola, sendo a língua uma barreira bastante alta. Aqui Pokémon surge como um ponto comum que liga as várias pessoas presentes no traile, quebrando assim com a barreira linguística, um ponto que já tinha sido discutido no trailer que apresentou a nova geração.

Resta agora esperar por mais novidades que poderão chegar durante os próximos meses, ou quem sabe na próxima CoroCoro. Até lá fiquem com os trailers ocidentais e japonês do jogo!


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Novo trailer revela os Starters de Pokémon Sun e Pokémon Moon!


A Pokémon Company acabou de revelar um novo trailer de Pokémon Sun e Pokémon Moon onde podemos ver os starters Rowlet, Litten e Popplio! As novidades são fresquíssimas e podem ser vistas já de seguida! Mais tarde publicaremos uma análise mais aprofundada das novidades!



Segundo o site oficial, o jogo será lançado em Portugal a 23 de novembro de 2016.
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Uncharted 4: Festa de lançamento + Unboxing da Edição Especial


O Uncharted 4 já está à venda!

A festa oficial de lançamento decorreu ontem no El Corte Inglés e contou com a presença de YouTubers, algumas caras famosas da televisão e vários jornalistas da área dos videojogos. Enquanto se aguardava pela meia noite para iniciar a venda do jogo, os convidados desfrutavam do ambiente animado... e do bar aberto!


Quando deram as 12 badaladas, houve uma pequena surpresa: vários artistas vestidos ao estilo do Nathan Drake surgiram para um pequeno espetáculo de parkour ao som do trailer do jogo em Português. Depois de comprar o jogo, os jogadores tiveram também acesso à festa, embora alguns deles tenham ido a correr para casa para jogar.

Foi uma festa divertida e um óptimo momento de convívio para todos os presentes, digna do lançamento do que poderá ser um dos jogos mais populares do ano!

Entretanto, para quem tiver curiosidade, segue o vídeo de unboxing da Edição Especial do jogo!
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9 de maio de 2016

Super Mario chega ao mundo do Minecraft!


A Nintendo acabou de anunciar que no próximo dia 18 de maio será lançada uma atualização grátis para o Minecraft da Wii U, onde será acrescentado o "Super Mario Mash Up Pack". Este cruzamento das séries introduz blocos com texturas familiares dos fãs de Super Mario e dá origem a cenários incríveis como os que se podem ver no trailer de apresentação. Isto pode muito bem ser o mais próximo que alguma vez teremos de um Super Mario Maker em 3D!

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5 de maio de 2016

Pokémon: Darkrai já disponível!


A notícia vem com algum atraso, mas é sempre importante chamar a atenção para a distribuição do pokémon Darkrai para os jogos Pokémon X, Y, Omega Ruby e Alpha Sapphire! Este pokémon mítico pode ser obtido através da Nintendo Zone nas lojas FNAC em Portugal, e vem preparado para causar pesadelos aos vossos adversários. Como é habitual nestes casos, a distribuição é limitada a um código por consola, mas este poderá ser utilizado em qualquer jogo desta geração. O Darkrai poderá ser descarregado até ao dia 24 de maio.

Entretanto, a Pokémon Company já confirmou na página oficial que as distribuições do Manaphy (Junho) e Shaymin (Julho) serão feitas através da Nintendo Network. Se cruzarmos esta informação com a imagem promocional do evento nas lojas FNAC, será expectável que a distribuição do Arceus (Agosto) e do Genesect (Novembro) seja feita da mesma forma que o Darkrai, através da Nintendo Zone, e que os restantes possam ser descarregados diretamente a partir dos jogos.

Foto: Rafael Ferreira
Por último, está atualmente a decorrer também uma distribuição do pokémon lendário Zygarde para os mesmos jogos, que pode ser obtido através da Nintendo Network, acedendo ao Mystery Gift para descarregar através da internet. Está também planeada para os EUA uma distribuição dos lendários Yveltal e Xerneas nas suas versões "shiny", mas atualmente não temos informações acerca da sua futura disponibilidade em Portugal.
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4 de maio de 2016

Lançamento de Uncharted 4 no El Corte Inglés de Lisboa


Os fãs de Uncharted já têm um motivo para se reunir na próxima segunda feira à noite em Lisboa no El Corte Inglés, onde irá decorrer uma festa especial de lançamento do novo Uncharted 4: O Fim de um Ladrão. Haverá ainda ofertas especiais e até uma festa com a presença de YouTubers para os que quiserem ser os primeiros a comprar o jogo em Portugal. Apareçam!

Comunicado oficial:

"O El Corte Inglés de Lisboa abrirá as portas às 23 horas do dia 9 de Maio, junto à entrada principal, para o evento de lançamento do novo exclusivo da PlayStation®4 – Uncharted 4: O Fim de um Ladrão.

O jogo Uncharted 4 será lançado em ambiente de festa e estará disponível em primeira mão a partir das 00 horas do dia 10 de Maio só no El Corte Inglés de Lisboa.

A compra do jogo dá acesso directo à festa de lançamento Uncharted 4, que contará com uma Zona de lounge,gameplay e Dj com live set. Estarão presentes alguns dos YouTubers mais conhecidos, entre os quais Mr. Nikki, SirKazzio, Feromonas e RicFazeres e muitas outras caras conhecidas.

Neste lançamento especial será oferecido um cartão presente no valor de 20 euros às primeiras 150 pessoas que comprem o jogo.

Uncharted 4: O Fim de um Ladrão, O último capítulo da saga de Nathan Drake da aclamada Naughty Dog, é um dos jogos mais aguardados do ano. Nathan Drake parte numa perigosa caça a tesouros incríveis na sua aventura de estreia na PlayStation®4."
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Fire Emblem Fates: Birthright


O lançamento de Fire Emblem Awakening foi uma lufada de ar fresco para os fãs da clássica série, que desde o seu lançamento (por cá) na Game Boy Advance, continuava a ser pouco reconhecida, mesmo entre os jogadores de RPGs táticos. Por si, Awakening foi um reboot à série, um reboot que abriu caminho para Fire Emblem Fates, dando visibilidade a uma série que parecia esquecida.

Nesta análise falo apenas da versão Birthright, a escolha recomendada para quem procura uma experiência mais próxima das tradicionais e um Fire Emblem "à antiga", com uma progressão e estilos de jogos mais familiares. Essa é a experiência que temos, pois as batalhas nos vários capítulos do jogo são feitas em arenas bastante simples e amplas, cujo objetivo é (geralmente) derrotar os inimigos, e pouco foge disso.

Também não lidamos com muitas mecânicas diferentes das tradicionais, sendo ainda mais "simples" que Awakening relativamente ao controlar as tropas pelo cenário. No entanto uma mecânica central é a Dragon Vein, uma habilidade usada apenas por Corrin e os restantes membros da família real, que tem sempre resultados diferentes no cenário, dependendo da arena. Tal acaba por dar algo diferente a várias batalhas, pois ora temos de alisar terreno, como transformar a água em gelo ou até mesmo largar relâmpagos em determinadas zonas.

Mas embora o jogo pareça ser mais tradicional, tanto o ambiente do jogo como vários personagens de Birthright são bastante diferentes do que estamos habituados a ver na série. Hoshido é uma região que nos recorda do Japão Feudal, com classes à medida que fogem às tradicionais, e ao ambiente "ocidental" nelas presente. Temos à disposição Ninjas capazes de atirar Shurikens, o brutamontes Oni Savages que vêm de algum modo substituir os Fighters, os alados Kinshi Knights que voam em criaturas mitológicas enquanto empunham longas naginatas, entre várias outras classes. Mesmo os curandeiros equipam bastões ou ceptros que invocam elementos orientais, como ofudas (talismãs em papel com caracteres escritos).

Esta é talvez a melhor surpresa ao escolher Birthright, por ser bastante diferente do habitual, embora mantendo a estrutura que já conhecemos da série. Os feitiços lançados através de tomes são trocados por espíritos de animais, mas continuam a ser magias, o esquema "pedra, papel, tesoura" continua presente e vital nas batalhas. Ou seja, na íntegra nada muda, mas o estilo distingue-se do que já conhecemos, o que se transforma numa boa experiência.

O enredo do jogo é bastante simples e linear: Corrin e os seus irmãos avançam pelo mundo com uma missão de vingança, recrutando novos aliados para a sua missão. Essa é enfrentar o reino de Nohr, o lado Conquest de Fates, e acima de tudo tirar o rei Garon (não confundir com Ganon) do poder. Mas não é uma missão repleta de sangue, pois Corrin é bastante benevolente e opta por poupar sempre a vida dos seus inimigos, não importa quem. Essa decisão por vezes aparenta ser bastante ingénua, mas é aceite pelos restantes personagens.

Personagens esses que são, bem, imensos, e quase em todos os capítulos alguém se junta à equipa. Muitas vezes até vêm aos pares! E por muito interessantes que grande parte dos personagens sejam, acabamos por nos perder ou desligar de muitos deles. Mesmo personagens principais, como é o caso de Sakura, são completamente esquecidos pelo jogo, sendo que ela fica limitada a muito poucas falas, acabando por ser muito secundária.

Uma personagem chave (e importante em ambas as versões do jogo) é Azura, uma misteriosa cantora que, para além da sua bela e curiosa música, desde que é introduzida parece estar fortemente ligada a Corrin e à linhagem dos dragões. Muitas vezes a história foge do conflito Hoshido e Nohr para se focar nos seus misteriosos poderes ao cantar, e a sua habilidade de dar um turno extra a um personagem acaba por a tornar uma personagem mais importante que o próprio Corrin.

   
À semelhança de Awakening, os personagens podem desenvolver uma relação, o que resulta no nascimento de um filho. O que ao mesmo tempo é uma mecânica bastante interessante, a nível de obter novos personagens, é no mínimo bizarra e pouco enquadrada com o resto do jogo. Rapidamente os personagens entram numa relação, e no segundo a seguir o seu filho já cresceu, pois este é colocado nos Deeprealms onde o tempo corre bastante mais depressa que no mundo real. A explicação é estranha, tal como todas as questões sobre o tempo de gestação da mãe ou até mesmo quantas vezes foram os pais ter com os seus filhos.

Talvez o problema em si não seja os filhos serem imediatamente adultos, pois quando se trata de viagens no tempo, ou coisas do género, não podemos ser muito esquisitos. O problema em si reside no conceito dos Deeprealms, por serem uma realidade paralela à principal, onde tudo parece ser possível mas se torna extremamente desconexo do resto do jogo. É muito interessante podermos criar o nosso castelo, decidir a posição dos vários edifícios, mas é estranho por não só quebrar o ritmo do jogo entre capítulos, como parecer estar sempre à parte.


Em suma, Birthright é uma boa escolha para quem procura uma experiência familiar mas, ao mesmo tempo com algumas surpresas agradáveis. A história é extremamente simples, muitas vezes pouco desenvolvida, em que subitamente os personagens parecem ignorar por completo os eventos passados. Ainda assim é bastante recomendável, com uma boa interação entre personagens e uma progressão agradável, pouco complexa e interessante.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.

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Fire Emblem Fates: Conquest


Fire Emblem Awakening foi um dos jogos mais importantes desta geração de consolas portáteis, não só por ter sido um excelente RPG tático mas também pelo impacto que teve na visibilidade e popularidade da série no Ocidente. Três anos depois, eis que nos chega às mãos Fire Emblem Fates, um ambicioso RPG que nos coloca em mãos uma importante decisão que muda drasticamente a história e todo o progresso do jogo. Mas será o impacto desta escolha o suficiente para superar um jogo que, para muitos, serviu como ponto de partida para a série Fire Emblem?

Fire Emblem Fates é um jogo com duas histórias, que derivam de uma escolha feita pelo jogador. Duas nações em guerra colocam o protagonista dividido entre a família onde cresceu e que ama desde pequeno (Nohr), e a sua família de nascença à qual foi retirado muito cedo pelo rei da nação rival (Hoshido). Quem adquirir a versão digital, terá de tomar esta decisão durante o sexto capítulo, ficando assim vinculado à versão Conquest (Nohr) ou Birthright (Hoshido), tal como se tivesse adquirido uma destas versões em formato físico. Qualquer que seja o método de compra, será possível adquirir a versão oposta via DLC, assim como uma terceira história onde o herói recusa opor-se a qualquer das famílias. Esta última, chamada Revelation, só poderá ser jogada após se concluir qualquer uma das duas histórias originais.


Embora esta análise seja relativa à versão Conquest, as principais mecânicas de jogo são comuns a todas as histórias, incluindo o Dragon Vein, uma nova mecânica que acrescenta uma dinâmica de transformação do terreno durante as batalhas e só pode ser utilizada pelos personagens da realeza. O jogo inclui 3 modos de dificuldade, começando pelo clássico onde os personagens mortos em batalha desaparecem para sempre (a não ser que se faça reset para voltar ao save anterior) e o "casual" onde os mortos são apenas feridos graves, que abandonam o terreno para curar e voltar no capítulo seguinte. O terceiro modo, "Phoenix", é uma novidade na série para os jogadores que querem apenas focar-se na história, com os personagens mortos a regressar no turno seguinte – mas falando a sério, quem é que vai querer jogar um RPG tático assim?

Conquest é um jogo feito a pensar nos fãs mais antigos de Fire Emblem e que gostam de um bom desafio, com recursos limitados tanto a nível monetário como de experiência. A escolha deste caminho implica uma dificuldade acrescida, mas não só por estas restrições: muitas batalhas oferecem objetivos diferentes de se matar um boss ou eliminar todos os inimigos, ou são novas experiências com cenários inovadores. É muito normal ter-se uma grande inferioridade numérica em relação aos adversários, sendo muito importante a estratégia e a utilização dos mecanismos que a arena oferece. Há cenários onde até seria possível cumprir o objetivo sem combater nenhum adversário, não fossem estes sempre tão agressivos perante as nossas tropas. Dizer mais do que isto iria estragar algumas surpresas, mas realmente não se pode dizer que esta versão do Fire Emblem Fates seja "mais do mesmo".


E se o combate é bastante inovador, o estilo artístico é bastante conservador. A guerra entre Nohr e Hoshido representa as dualidades Ocidente vs. Oriente e Escuridão vs. Luz, pelo que os protagonistas de Conquest têm um design bastante europeu, à semelhança do habitual na série, mas com estilos e armaduras que facilmente associaríamos aos vilões. As classes e armas dos personagens serão bastante familiares dos fãs de Fire Emblem, embora tenha havido no jogo uma larga revisão do sistema pedra-papel-tesoura de forma a acomodar outros tipos de armas, associadas aos Hoshidans.

Escolher Nohr não é tomar o partido dos vilões. Os príncipes da sombra são liderados por um pai tirano, o rei Garon, que pretende conquistar Hoshido a qualquer custo, mesmo que isso implique sacrificar o filho adotivo ou outro qualquer. Corrin, o protagonista, é um pacifista que quer acabar a guerra e sonha com um mundo onde as suas duas famílias se possam entender. A sua escolha foi uma escolha de afecto, pois ama e sente o amor dos irmãos com quem cresceu, mesmo não sendo a sua família de sangue. No entanto, custa-lhe imenso combater contra os que partilham o mesmo sangue e que o viram ser roubado à família. Em Conquest, Corrin terá de aprender a lidar com as consequências da sua escolha, mesmo que ninguém além dos seus irmãos o possa compreender. Será possível destronar o rei Garon sem que os irmãos de coração o vejam como um traidor? E será que algum dia os irmãos de sangue poderão entender a decisão de voltar para Nohr?


O enredo é a melhor parte do jogo. A história do jogo lida com temáticas muito interessantes, além dos típicos temas de honra e glória, incluindo traições e até mesmo a ética em tempo de guerra. Um pacifista que pretende conquistar o território oposto e destronar o seu próprio rei, tudo em nome da paz, terá de enfrentar sérios dilemas. Se ao longo do jogo a história se vai desenrolando com a vida dos adversários a ser poupada (se os inimigos jogam em "casual", por que haveríamos nós de jogar em "classic"?), quando algum personagem morre acaba por ter um maior impacto na história.

O jogo tem 28 personagens recrutáveis na história principal, a maioria dos quais tem uma história bastante interessante, embora também haja muitos que simplesmente aparecem e se juntam ao combate só para o jogador ter mais escolhas para o seu exército. A que mais se destaca é a Azura, uma princesa de Nohr que tinha sido raptada pelos Hoshidans mas que estes expulsaram depois de Corrin ter escolhido o caminho oposto. Os irmãos recebem-na de forma calorosa, mas rapidamente se percebe que há muito por explicar acerca do seu passado.

   

Se há um grande defeito a apontar ao Fire Emblem Fates, não será pela história nem pelas batalhas, mas sim pela maneira forçada como incorpora vários elementos que a série introduziu em Fire Emblem Awakening. Começo por dizer que a mecânica de relacionamentos é fantástica e olhando para o futuro deve mesmo ser um standard na série. Personagens que estejam colocados lado a lado ou emparelhados no terreno irão ajudar-se entre si durante as batalhas, melhorando assim o seu relacionamento. Quanto mais sobe o nível do relacionamento, melhor será a colaboração em batalha, e se um par atingir o nível máximo, resultará num casamento do qual nascerá um filho. E aqui começam os problemas: os filhos não fazem qualquer sentido! Ou melhor, faz sentido que os personagens possam ter filhos, mas a forma como estes personagens são tratados é absurda.

Para perceber o problema é necessário explicar os Deeprealms, que são dimensões paralelas onde o tempo corre de forma diferente. Estes têm um papel relevante na história de Conquest, mas são também utilizados como desculpa para uma série de elementos desconexos da história principal. De cada vez que se acaba um capítulo, regressamos a um Deeprealm onde temos o nosso próprio castelo e alojamos todos os membros do exército. Como o tempo funciona de forma diferente, podemos lá passar o tempo que quisermos e até visitar os castelos de outros jogadores encontrados via StreetPass ou através da internet, seja para socializar ou para combater. E é também lá que os personagens se dedicam a desenvolver as competências interpessoais. Quando dois deles se casam, decidem colocar o bebé num Deeprealm só para si mas, como o tempo é muito relativo, ficam espantados ao ver que o bebé aparece logo adolescente ou até mesmo adulto – como o tempo voa num Deeprealm!

Os filhos não têm qualquer papel na história, tal como tudo o que acontece no castelo, excetuando as aquisições de materiais, experiência e níveis de relacionamento. Mas o castelo é a base de operações personalizada do jogador, onde até pode haver uma sauna e uma prisão onde se podem recrutar inimigos genéricos a troco da sua liberdade. E se, ao contrário do que acontecia em Awakening, onde tudo estava bem integrado, nenhum destes elementos parece ter boa aderência ao núcleo do Fates, o futuro da série poderá passar por um conceito semelhante onde se vão adquirindo packs de histórias dispersas a partir de uma base numa dimensão paralela. No presente, o castelo serve para toda a gestão que não encaixa na história e os filhos servem para aumentar a lista de personagens.


Fire Emblem Fates: Conquest, tanto como jogo "principal" ou como DLC, é uma grande história. Durante o decorrer do jogo, surge muitas vezes a curiosidade de ver como será o caminho oposto, de acompanhar os Hoshidans na defesa do reino, o que tive a oportunidade de fazer durante esta análise. Há pontos em que as duas histórias se cruzam, mas de forma geral são bastante diferentes. Conquest traz uma história mais complexa e emocionalmente pesada para o protagonista, o que faz com que seja mais interessante, mas é também um jogo mais difícil.

Olhando para Fire Emblem Fates como um todo, pode não ser tão consistente como o anterior Fire Emblem Awakening, mas oferece uma trama mais densa e com personagens mais interessantes, dividida num total de 3 histórias diferentes e cada uma com a duração típica de um jogo da série.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.


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2 de maio de 2016

A PlayStation junta-se ao Iberanime!


Depois da Nintendo, chegou a vez da PlayStation juntar-se ao Iberanime, com participação confirmada no evento a decorrer já no próximo fim de semana, dias 7 e 8 de maio, no Meo Arena.

Os visitantes poderão encontrar no stand da marca alguns exclusivos PS4, incluindo jogos third party, e também participar em vários passatempos. Os fãs de Uncharted poderão jogar The Nathan Drake Collection enquanto aguardam o lançamento de Uncharted 4 (é já na próxima semana!), e os fãs do Ratchet & Clank também poderão experimentar o novo jogo. Além disso, estarão disponíveis alguns jogos da Bandai Namco Entertainment como Naruto e One Piece, que os fãs do Iberanime irão certamente adorar.

Embora não tenha sido uma presença habitual nos últimos anos, é muito bom ver a PlayStation juntar-se à maior festa de cultura pop japonesa em Portugal. E se és fã da marca fica atento à página oficial da PlayStation no Facebook, onde estarão a oferecer entradas duplas para o evento entre hoje e o dia 5 de maio!



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