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Análises

20 de janeiro de 2016

O meu primeiro "Escape Game"


Era uma experiência que há muito aguardava, sendo um fã declarado de 999: Nine Hours, Nine Persons, Nine Doors e a série Zero Escape. Este clássico da Nintendo DS lançado em 2009 combinou uma história complexa e surpreendente com desafiantes puzzles do género "Escape the Room" e tornou-se um sucesso de nicho com reviews elevadíssimas. No jogo, 9 personagens despertam para um grande enigma que os levará a dividir-se em pequenos grupos que terão de resolver os mistérios de diversas salas onde ficam trancados com um tempo limite. Cada uma destas salas contém uma série de pistas (e também algumas pistas falsas) que temos de analisar para decifrar um conjunto sucessivo de puzzles até conseguir destrancar a porta de saída. Com puzzles realmente engenhosos e uma história bastante intensa, o meu primeiro Escape Game foi uma das melhores experiências que tive com os videojogos. Mas... e se um jogo desses fosse real?


No passado fim de semana tive finalmente a oportunidade de experimentar um "Escape Game" na vida real. É um tipo de atração que tem vindo a ganhar muita popularidade em Lisboa e já conta com bastantes salas, pelo que sentia realmente que estava a deixar passar ao lado uma experiência que, à partida, teria tudo para me agradar. Juntamente com um grupo de amigos, marquei uma sessão no Enigma Lisbon, um dos mais antigos da cidade. Neste caso concreto, há duas salas à escolha, tendo optado pela "Sala Assombrada" por ter uma história apelativa, onde teríamos de ajudar alguém a escapar de uma casa assombrada. Como é habitual nestes jogos, tínhamos uma hora para sair e muitos puzzles para resolver. Não querendo revelar nada em particular sobre o jogo, posso dizer que tinha bastantes enigmas para decifrar, alguns deles numéricos e outros que envolviam ações físicas e interações com o cenário. A sala não era muito difícil, embora houvesse um puzzle em que ficamos "encravados" durante algum tempo. O trabalho de equipa foi essencial, até porque diferentes pessoas olham para o mesmo enigma com diferentes maneiras de pensar e este jogo não segue um raciocínio linear.

No final, conseguimos sair com um tempo de 48 minutos, o que nos disseram ser bastante dentro da média (o recorde está nos 37, se não estou em erro) e mostra que a dificuldade está adequada ao tempo que é dado aos jogadores. Sem termo de comparação com outros "Escape Games" da vida real, o jogo atingiu totalmente as minhas expetativas. Quanto ao cenário, muita da sua concepção era artesanal mas de boa qualidade e fiel à temática de uma casa abandonada/assombrada. Foi um jogo bastante divertido e emocionante, especialmente a partir do momento em que o grupo começa a sentir a pressão do tempo enquanto tenta resolver todos os desafios. Uma experiência que não me cansarei de recomendar!

Em Lisboa, há várias ofertas nesta área para experimentar, o que sem dúvida tenciono fazer no futuro. Entre eles, destaco o promissor Escape Hunt, que garante utilizar tecnologia de ponta neste segmento, assim como o recente Mystery Escape Game e, claro, o antigo Lisbon Escape Game que abriu as portas a esta nova tendência. No entanto, não posso deixar de referir que também no Porto há um destes espaços e que aparenta ser bastante interessante e com uma grande variedade de desafios, o Porto Exit Games. Este último tem até uma sala que promete "sacrificar" um jogador! Mistério...


Para concluir, há que relembrar que 2016 será um ano óptimo para os fãs de Escape Games, estando previsto o lançamento para a Nintendo 3DS de Zero Time Dilemma, terceiro (e último?) jogo da saga Zero Escape e que poderá responder aos mistérios deixados em aberto nos anteriores jogos 999 e Virtue's Last Reward.
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18 de janeiro de 2016

Rytmik Ultimate

Análise por Gonçalo "Shiryu" Lopes

Com o passar dos anos e a evolução tecnológica, produzir música electrónica (e não só) deixou de ser uma aventura dispendiosa que requeria salas repletas de sintetizadores, mesas de mistura e outro equipamento comum nessas lides. Hoje em dia não é incomum ter grandes produtores a trabalhar os seus mais recentes álbuns apenas num computador portátil ou até mesmo num tablet… e sim, porque não num telemóvel. O mercado está inundado de aplicações, estúdios virtuais, sintetizadores emulados que com mais ou menos fieldade reproduzem os sons analógicos da música electrónica do século passado. É nesta realidade que nos deparamos com a mais recente versão do Rytmik, a aplicação da Cinemax que nos últimos anos tem ganho várias edições no DSiware e outras plataformas. Agora na 3DS, será este Rytmik Ultimate uma boa adição aos produtores de bolso? Será um bom primeiro passo para principiantes?

Acima de tudo é preciso esclarecer: Rytmik Ultimate não é um jogo. É uma aplicação para produzir som, capaz mesmo de produzir musicas complexas sem necessitar de qualquer auxílio externo. A nova versão trás um dos mais requisitados pedidos à produtora de Praga em relação às edições anteriores: É finalmente possível exportar as nossas criações áudio directamente para formato WAV para o SD card e depois facilmente os copiar para serem utilizados noutros projectos ou apenas para facilmente os partilhar via Internet. Falando em partilhar, é agora possível facilmente partilhar e aceder a músicas de outros utilizadores através da Rytmik Cloud, o serviço disponibilizado para fazer upload e download de faixas criadas pela aplicação. É um excelente recurso para se ver e ouvir o que é possível conseguir fazer com o programa e uma segurança extra caso (vade retro) a nossa consola se avarie.


Para quem nunca usou uma iteração anterior do programa, a interface assusta. Mas não desistam logo aí, há muita coisa boa a explorar por baixo dela. Tal como as ofertas da KORG na 3DS, a primeira coisa a fazer é ler o manual. Pode parecer um conselho óbvio, mas é algo que a maior parte das pessoas hoje em dia passa à frente. A Cinemax disponibilizou até à data três tutoriais que vos irão meter no caminho certo do workflow da aplicação. Podem começar uma faixa do zero mas é provável ser melhor ideia se estão pela primeira vez com uma aplicação destas em mãos começarem por carregar uma das músicas disponibilizadas pela produtora e começarem a “estragar” para irem aprendendo as possibilidades da aplicação.

E as possibilidades são deceptivamente grandes! Existem mais de setecentos sons de base, entre percussão e sintetizadores sendo que Rytmik Ultimate é mais indicado para fazer música do género chiptune e electrónica. As faixas são compostas em blocos, cada um desses com a possibilidade de ter quatro vozes (canais) distintos. O sequenciador é intuitivo e bastante flexível, sendo possível graças ao interface touch screen onde irão passar a maior parte do vosso tempo a desenhar melodias com bastante rapidez. Referimos os mais de setecentos sons mas nenhum é estático, basta abrirem um dos blocos que tenham desenhado no editor d efeitos e aí poderão manipular o som à vossa vontade através de vários parâmetros incluindo manipular o envelope ADSR e efeitos de delayportamento entre outros, incluindo mesmo um  arpegiator! É possível fazerem duas músicas com os mesmos sons de base soarem completamente diferentes se forem mexer e remexer nestes parâmetros.


Por tudo isto e pelo preço muito simpático, é extremamente difícil não recomendar Rytmik Ultimate tanto para novatos como utilizadores mais experientes. É verdade que existem propostas mais fortes na 3DS pois como é sabido a KORG já trouxe ao mercado vários dos seus sintetizadores para a portátil da Nintendo. Mas se conseguirem passar o obstáculo inicial do seu interface um pouco assustador, é possível compor álbuns inteiros apenas com a vossa 3DS e o Rytmik Ultimate. Asseguramos-vos que ninguém irá acreditar quando disserem que fizeram todos esses sons com a consola em que jogam Pokémon. Se quiserem ter uma aventura como nenhuma outra, apostem e invistam nesta aplicação. Quanto mais tempo lhe dedicarem, melhores os resultados finais. Devido ao factor de portabilidade serve ainda como excelente “bloco de notas” para guardar pedaços de melodias que mais tarde poderão tornar-se músicas completas. Recomendado sem receios por nós que gostamos de fazer música em dois ecrãs.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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15 de janeiro de 2016

Pokkén Tournament será lançado a 18 de março


Através da página de Twitter oficial da Nintendo Portugal foi revelada a data de lançamento de Pokkén Tournament para 18 de março na Wii U, no mesmo dia que é lançado tanto no Japão como na América do Norte. Relembramos que as primeiras edições do jogo incluem uma carta amiibo de Shadow Mewtwo, para o desbloquear de imediato no jogo.


Esta semana foi rica em novidades sobre este jogo de luta, como o anúncio de novos Pokémon jogáveis como Garchomp, Braxien e Chandelure. Outros Pokémon de assistência foram também revelados, como Pachirisu, Sylveon, Croagunk e ainda Magikarp!

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14 de janeiro de 2016

Bravely Second: versão demo e outras informações


Com lançamento a 26 de fevereiro, Bravely Second: End Layer prepara-se para chegar à 3DS e saciar os fãs do género RPG. A Nintendo divulgou algumas informações extra relativas a este lançamento, como uma versão demo a 11 de fevereiro focada nos Three Cavaliers: Yew, Janne e Nikolanikov, um prólogo para a aventura principal que, após completar é possível transferir recompensas para o jogo em si.


Eis a Press Release:

BRAVELY SECOND: END LAYER
CHEGA A PORTUGAL A 26 DE FEVEREIRO
Anunciada demo de pré-lançamento para o sucessor do aclamado RPG Bravely Default.

14 de janeiro de 2016 - O épico RPG Bravely Second: End Layer chega às consolas da família Nintendo 3DS a 26 de fevereiro em toda a Europa. Este título, que vem no seguimento do aclamado jogo Bravely Default, oferece aos fãs uma aventura de role-play cheia de combates estratégicos, personagens inesquecíveis e muito mais.

Bravely Second é a mais recente adição à lista de RPGs para as consolas da família Nintendo 3DS, e junta-se a títulos tais como Monster Hunter 4 Ultimate, The Legend of Zelda: A Link Between Worlds e ao recém-editado Mario & Luigi: Paper Jam Bros. Com este jogo a Nintendo inicia um ano histórico onde outros títulos tais como Fire Emblem Fates, Hyrule Warriors: Legends, DRAGON QUEST VII: Fragments of the Forgotten Past e DRAGON QUEST VIII: Journey of the Cursed King estarão disponíveis na Europa antes do final do ano.

A história começa quando o terrível Kaiser Oblivion sequestra Agnès Oblige, a heroína de Bravely Default. O seu guarda-costas, Yew Geneolgia, promete salvá-la da impenetrável fortaleza do Kaiser - Skyhold - que flutua sobre Eternia. A certa altura, Yew deverá unir-se a Magnolia Arch e a outras novas personagens, assim como a alguns heróis já conhecidos tais como Edea Lee e Tiz Arrior, para que possa superar perigosas masmorras e derrotar temíveis inimigos.

O inovador sistema de batalhas táticas de Bravely Default - Brave e Default - está de volta com estratégias ainda mais engenhosas. Tal como antes, os jogadores devem fazer um equilíbrio entre os riscos e as recompensas nas batalhas por turnos: as personagens podem efetuar ataques múltiplos num único turno, mas isto irá impedir que se movimentem nos turnos seguintes. Uma das novas funcionalidades em Bravely Second permite aos jogadores porem à prova as suas capacidades: após vencerem uma batalha num único turno, os guerreiros mais fortes poderão começar, de imediato, um novo combate mais difícil para que possam obter mais recompensas. Estas batalhas sucessivas permitirão às personagens, e respetivas ocupações, subirem de nível. No entanto, basta uma derrota para que tudo o que foi ganho durante esses combates até então seja perdido, por isso todo o cuidado é pouco.

De forma a vencer estas batalhas mais duras e poderosos inimigos, os jogadores deverão usar estrategicamente as diferentes 30 classes de personagens, conhecidas como ocupações, para equiparem as suas personagens com as habilidades necessárias para que possam sobreviver. As ocupações influenciam a forma como as personagens crescem e combatem à medida que aprendem e desenvolvem novas competências e habilidades, oferecendo assim aos jogadores novas táticas. Por exemplo, o pasteleiro enfraquece os inimigos com as suas sobremesas, enquanto o domador de gatos, com o seu profundo conhecimento sobre felinos, aumenta as habilidades da equipa e encontra úteis itens.

O jogo estará disponível numa edição especial para colecionadores aquando do seu lançamento a 26 de fevereiro, que incluirá um CD com a banda sonora original, uma minifigura* de Agnès e um luxuoso livro de arte com cerca de 250 páginas. O jogo estará também disponível a solo e para download na Nintendo eShop. Uma demo** de pré-lançamento focada nos Three Cavaliers – Yew Geneolgia, Janne Angard e Nikolai Nikolanikov – servirá como prólogo para esta aventura, e permitirá aos jogadores desbloquearem recompensas na versão completa do jogo dependendo do seu progresso na demo. Esta demo estará disponível na Nintendo eShop a 11 de fevereiro.

Com um vasto mundo para explorar, um complexo sistema de batalhas táticas para dominar e muito mais, Bravely Second: End Layer dará o pontapé de saída num grande ano de RPGs para as consolas da família Nintendo 3DS aquando do seu lançamento na Europa a 26 de fevereiro.

* Esta figura não é um amiibo.
** A demo de The Bravely Second: End Layer, The Ballad of the Three Cavaliers pode ser concluída várias vezes, no entanto apenas um único ficheiro de gravação completo poderá ser usado para desbloquear recompensas na versão completa do jogo. A demo de The Bravely Second: End Layer, The Ballad of the Three Cavaliers estará apenas disponível em inglês.

Consulte informações sobre Bravely Second: End Layer na respetiva página oficial.
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Os jogos mais aguardados de 2016!


Em 2015, iniciámos o ano com um artigo sobre os lançamentos mais aguardados para esse ano, e que agora nos permite confrontar a realidade com o chamado "hype". Se a impressão geral do ano passado foi de alguma desilusão, é fácil de ver que muitos dos títulos mais aguardados para a Wii U e Nintendo 3DS acabaram por ser adiados e ficar na agenda de 2016. Por outro lado, é interessante verificar que jogos como Splatoon ou Monster Hunter 4 Ultimate acabaram por superar as nossas expetativas. E por esse motivo, decidimos repetir o mesmo exercício este ano, com os lançamentos mais aguardados para 2016. Será que vamos ter um ano surpreendente?
Nintendo "NX"
Anunciado em conjunto com os planos da Nintendo para lançar conteúdos para dispositivos móveis, o nome de código "NX" serviu para sossegar os que pudessem recear o fim do investimento da empresa nas consolas de videojogos. Rumores e relatórios misturam-se e confundem-se na ânsia de tentar descobrir de que se trata este projeto, mas é certo que seja desvendado na primeira metade deste ano e é até possível que chegue ao mercado ainda em 2016! Alegadamente, o desenvolvimento de software para a NX já está a "roubar" títulos às consolas Wii U e 3DS, mas não se sabe sequer se a nova plataforma será uma consola doméstica ou portátil.

Olhando para o passado e declarações do anterior presidente da Nintendo, Satoru Iwata, é possível que a NX esteja a ser tratada mais propriamente como uma plataforma do que uma consola específica. Isto é, um sistema semelhante ao dos dispositivos Apple ou Android que possa ser aplicado a diferentes configurações e assim permita o desenvolvimento para várias consolas em simultâneo, como uma doméstica e uma portátil, assim como títulos exclusivos para cada uma. Teremos uma NX para ligar à TV e outra para transportar no bolso? Ou será que de alguma forma estas duas vertentes serão possibilitadas por uma única peça de hardware? Ninguém sabe, mas estamos confiantes de que teremos novidades nos próximos meses!

30 anos da série Legend of Zelda
Anunciado em 2014, o novo jogo da série Legend of Zelda para a Wii U era o mais aguardado para o ano que passou e assim permanece em 2016. Uma aventura em mundo aberto inspirada nas raízes da série, mas da qual ainda sabemos muito pouco, até mesmo se permanecerá exclusiva para esta consola ou se terá um lançamento simultâneo para a nova NX, à semelhança do que aconteceu com Twilight Princess para a GameCube. Jogo este que, por sinal, está atualmente a ser remasterizado pela Tantalus Games para a Wii U com o nome Twilight Princess HD, cujo lançamento está previsto já para o próximo mês de março.

Juntamente com o remake do jogo original da GameCube, virá uma nova figura amiibo dedicada ao Wolf Link com a Midna. Poderá ser este o primeiro de uma coleção inteira dedicada à série que em 2016 celebra o seu 30º aniversário? Quem não gostaria de ter figuras do Link e outros personagens importantes dos mais variados jogos da saga? Ainda não sabemos os planos da Nintendo para celebrar a efeméride, mas é provável que a celebração se estenda a mais do que estes lançamentos já conhecidos.

Importa também referir que é este ano que o espetáculo The Legend of Zelda: Symphony of the Goddesses chegará finalmente a Portugal, com uma data marcada para o Coliseu dos Recreios em Outubro. Já tive a oportunidade de assistir duas vezes a este espetáculo e não me canso de o recomendar, por isso não se esqueçam de comprar os vossos bilhetes! Mais informações na página do Coliseu ou no site oficial do evento.

20 anos da série Pokémon
E por falar em grandes aniversários, a série Pokémon assinala já em fevereiro os 20 anos do lançamento dos jogos originais para a GameBoy! A Nintendo revelou ontem os primeiros planos para as celebrações do 20º aniversário, incluindo a reedição dos clássicos no serviço Virtual Console da 3DS (compatíveis com a funcionalidade de trocas wireless), edições especiais de consolas e até a distribuição de vários pokémon míticos como Mew, Celebi e Arceus.

Mas será que é tudo? As expetativas são altas e algo nos diz que teremos muitas novidades este ano, até porque ainda se aguarda o lançamento de Pokémon GO e já são conhecidas novas formas do lendário Zygarde que não estão presentes em nenhum jogo da série... estará na altura de anunciar um "Pokémon Z"? Entretanto, os fãs da série estão convidados a utilizar a hastag #Pokemon20 para partilhar as suas memórias e experiências com esta série que marcou múltiplas gerações.

Yo-Kai Watch
As comemorações e o mediatismo do aniversário de Pokémon não irão facilitar a vida a esta franquia que se tornou um enorme sucesso no Japão mas só em 2016 se estreará na Europa. Embora sejam jogos bastante diferentes, a comparação é inevitável pelas suas criaturas adoráveis e a vertente de colecionismo, mas tive a oportunidade de experimentar uma demo jogável deste título no verão passado e fiquei bastante impressionado com o sistema de combate, muito dinâmico e divertido. Um jogo que parece ter os ingredientes necessários para se tornar o mais viciante do ano!

Fire Emblem Fates
Fire Emblem Awakening foi um dos melhores jogos alguma vez lançados para a Nintendo 3DS. Com uma mecânica praticamente perfeita, uma sequela não teria muito a acrescentar a não ser através de alguma inovação nesta história, por isso este novo Fire Emblem Fates irá contar com um total de 3 versões da história! O jogo estará disponível à venda em duas versões "Birthright" e "Conquest", representando uma escolha que o protagonista terá de fazer entre dois lados de uma guerra. Cada jogo terá uma história e até um grau de dificuldade diferente, sendo o "Birthright" o mais aconselhado aos jogados menos experientes. Posteriormente, será disponibilizado o DLC "Revelation" com uma terceira história na qual o protagonista não escolhe nenhum dos lados, sendo que na prática teremos um total de 3 jogos completamente diferentes onde apenas a fase inicial da história se irá repetir.

Zero Time Dilemma
A saga Zero Escape, iniciada em 999: Nine Hours, Nine Persons, Nine Doors, tornou-se um objeto de culto para os seus jogadores. Uma graphic novel aliada ao conceito de escape room adventure, algo que hoje em dia está bastante na moda em Portugal, tinha tudo para apaixonar os fãs de puzzles desafiantes e enredos capazes de derreter o cérebro. Após as fracas vendas do (excelente) segundo título, receou-se que ficasse por aí, mas em 2015 os criadores anunciaram que estariam de volta com um terceiro jogo! Não se sabe muito acerca deste Zero Time Dilemma, exceto que a sua história irá ter ligação à dos outros dois jogos, e que provavelmente será um dos grandes jogos do ano!

30 anos da série Dragon Quest
Normalmente, mereceria maior destaque, mas a verdade é que esta efeméride tem um grande potencial de passar indiferente no território europeu. Dragon Quest XI, o novo jogo da saga com lançamento previsto para a Nintendo 3DS, PlayStation 4 e também para a NX, poderá sair entre este ano e maio de 2017 no Japão, mas dificilmente chegará tão cedo ao Ocidente.

Da nossa parte, então, resta-nos celebrar o lançamento de dois remakes da série para a Nintendo 3DS, nomeadamente Dragon Quest VII (PSX) e Dragon Quest VIII (PS2), sendo que o primeiro se refere a um jogo nunca editado na Europa e que o segundo é ainda hoje um dos mais populares entre os fãs. Mas será que se equiparam ao excelente Dragon Quest IX na Nintendo DS? E será que o 30º aniversário ainda pode trazer boas surpresas aos fãs da série na Europa?

Novas plataformas Nintendo
Aguardamos ansiosamente pela revelação do que será a nova "NX", mas nem só de consolas viverá a Nintendo em 2016. A chegada da empresa ao segmento dos dispositivos móveis é algo que a indústria seguirá com a máxima atenção e, mesmo não sendo o que mais apela aos fãs mais tradicionais da empresa, poderá ter um grande impacto ao nível do público que esta consegue alcançar. Estão prometidos 5 títulos diferentes para este ano, sendo o primeiro conhecido uma aplicação de comunicação de nome Miitomo.

Por outro lado, o sistema de contas Nintendo Account e o serviço de recompensas My Nintendo poderão ser aquilo que os fãs tanto gostariam de ter, com contas unificadas e um sistema de fidelização mais apelativo com acesso a descontos, brindes e até prémios que possam ser obtidos a partir dos jogos. Ainda em 2016, poderemos voltar a ouvir falar nos investimentos da empresa na área da saúde e qualidade de vida, a aposta da Nintendo no segmento dos parques temáticos, em parceria com a Universal, e quiçá, ter anunciado o primeiro licenciamento dos direitos cinematográficos de uma série da Nintendo. Que tal um filme inspirado em Metroid para celebrar os 30 anos dessa série?

30 anos da série Metroid
Pois é, em 2016 também se celebram os 30 anos da série Metroid. Para já, temos anunciado um spin-off de Metroid Prime, baseado na Federation Force e com uma forte componente multijogador. Mas ficar por aqui parece uma oportunidade desperdiçada. E com uma nova consola a caminho... será que vamos ter novidades?
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13 de janeiro de 2016

Pokémon: novidades sobre o 20.º aniversário


A série Pokémon está quase a fazer 20 anos, e embora saibamos que este será um ano em grande até agora foram poucas as novidades sobre como será feita esta celebração. De surpresa foi lançado o site oficial Pokemon 20 com algumas notícias para gerar algum hype, juntamente com a imagem oficial dos 20 anos da série um site onde memórias dos fãs estão a ser partilhadas.


Recapitulando um pouco, os clássicos Pokémon Red, Blue e Yellow serão lançados no próximo dia 27 de fevereiro, através da Consola Virtual da 3DS. Esta é uma excelente oportunidade para reviver os jogos que lançaram a série, mas para tornar esta data ainda mais especial serão lançadas 3 Nintendo 2DS temáticas de cada um dos jogos. Cada uma vem com o respetivo jogo já instalado, juntamente com um tema especial.

Através do site oficial (versão norte-americana), ficamos também a conhecer algumas distribuições de Pokémon Míticos que serão oferecidos ao longo do ano, sendo Mew o primeiro Pokémon a ser oferecido já em fevereiro. Seguem-se depois: Celebi em março; Jirachi em abril; Darkrai em maio; Manaphy em junho; Shaymin em julho, Arceus em agosto; Victini em setembro; Keldeo em outubro, Genesect em novembro e por último Meloetta em dezembro.  Ainda não temos quaisquer informações sobre a distribuição cá em Portugal, no entanto aguardamos por mais novidades.

(Consola confirmada apenas nos EUA!)

Também nos Estados Unidos da América será lançada uma New 3DS especial com Pokémon Red e Blue pré-instalados, e ainda capas alusivas a ambos os jogos. Não sabemos se esta edição será lançada cá, no entanto aguardamos por saber mais sobre essas capas (e se Venusaur e Pikachu não terão também direito a capas para a consola).


Para os fãs de Pokémon TCG (Trading Card Game) está a caminho a coleção Generations que promete "cobrir todos os passos da aventura de um treinador", já no próximo mês de fevereiro. Os packs desta edição serão distinguidos através do logótipo dos 20 anos de Pokémon, e durante o ano todo serão lançados 11 packs de Pokémon Míticos, cada um deles contendo dois boosters de Generations.

Foram as primeiras notícias sobre o 20.º Aniversário de Pokémon, e todos os fãs são chamados a partilhar as suas experiências na série usando a hashtag #Pokemon20 através de redes sociais. Ainda nada sabemos sobre Pokémon GO ou a data de lançamento de Pokkén Tournament, contudo aguardamos por um Nintendo Direct dedicado à série!
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8 de janeiro de 2016

Nintendo 3DS: Jogos do ano 2015


Tal como aconteceu com a Wii U, também a Nintendo 3DS sentiu um abrandamento na cadência de grandes lançamentos, apesar da chegada da New Nintendo 3DS ao mercado. O novo modelo da consola, embora se afirme como uma edição definitiva, não foi muito bem aproveitado em 2015 com a exceção de alguns títulos de destaque. Ainda assim, a 3DS teve um bom ano em geral, especialmente para os fãs de grandes aventuras.

5 - Animal Crossing: Happy Home Designer
Este spinoff da série Animal Crossing consiste apenas em decorar livremente as casas dos personagens desse universo e partilhar essas mesmas criações. Apesar do conceito tão simples, a interface intuitiva e a dimensão do catálogo fazem deste um jogo extremamente viciante.

4 - SteamWorld Heist
Dos criadores de SteamWorld Dig, SteamWorld Heist é um jogo original de estratégia por turnos baseado num mundo steampunk. A jogabilidade vista de lado introduz mecânicas de jogo muito interessantes e os níveis gerados aleatoriamente conseguem ser realmente desafiantes.

3 - Xenoblade Chronicles 3D
O aclamado jogo da Wii reeditado em exclusivo para a New Nintendo 3DS (não funciona nas 3DS "normais" nem na 2DS) teve de fazer alguns sacrifícios a nível visual mas manteve intacta toda a experiência de jogo, agora em formato portátil. É um título obrigatório para os fãs de jogos de RPG, especialmente os que ainda não tiveram a oportunidade de experimentar esta série!

2 - The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D
Desde o lançamento do remake de Ocarina of Time para a Nintendo 3DS, os fãs exigiam um tratamento igual à sua sequela. O jogo mais sombrio da saga regressou em 2015 com melhorias consideráveis ao nível da jogabilidade, mas sem alterar o que fez dele o favorito de muitos fãs. Mesmo tendo puzzles e dungeons memoráveis, o núcleo duro deste título está no elenco de excelentes personagens com rotinas e histórias interligadas num enredo de 3 dias que se repetem vezes sem conta.

1 - Monster Hunter 4 Ultimate
Há muito que a série Monster Hunter se debate para conquistar um lugar no coração dos jogadores ocidentais, mas só com este título se conseguiu apresentar como um jogo acessível a todos os apreciadores de uma grande aventura. Cortando principalmente nas missões frustrantes e repetitivas, permitiu que todos pudessem sentir a emoção de combater estas épicas criaturas até ao final da história principal, abrindo só depois a vertente mais "hardcore" que os fãs mais antigos certamente apreciam. Um jogo verdadeiramente épico e que tira o melhor partido das capacidades da New Nintendo 3DS, foi a experiência portátil de que mais gostamos em 2015!

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6 de janeiro de 2016

Wii U: Jogos do ano 2015


Terminado mais um ano, é tempo de olhar para trás e recordar o que de melhor ele nos trouxe. Com o anúncio de que a Nintendo está a trabalhar afincadamente numa nova plataforma de jogos "NX", uma apresentação na E3 com poucas novidades e ainda os atrasos no desenvolvimento do novos jogos das séries Legend of Zelda e Star Fox, a Wii U não foi capaz de chamar as atenções do público geral. Embora a consola tenha recebido em 2015 alguns dos melhores títulos do seu catálogo, estes foram bastante espaçados e intercalados por outros de baixa qualidade e que não ajudaram a alavancar a plataforma.
5 - Kirby and the Rainbow Paintbrush
Embora não seja o jogo mais original da série Kirby, este título tirou partido do GamePad para trazer de volta uma excelente mecânica de jogo introduzida na Nintendo DS, juntamente com uns fantásticos visuais de "plasticina" e uma épica banda sonora. Um jogo de plataformas inocente mas bastante divertido.

4 - Yoshi's Woolly World
Bem menos inocente foi o mais recente jogo de plataformas do Yoshi. Apesar dos adoráveis gráficos onde tudo parece feito de lã, este é na realidade um platformer bastante sólido com excelente jogabilidade, muita criatividade e um desafio bastante considerável. Depois de várias tentativas ao longo dos anos, finalmente surge um jogo à altura de Yoshi's Island (SNES) e que se torna um marco importante para a série e também para a Wii U.

3 - Xenoblade Chronicles X
Dizer que este é o melhor jogo de RPG da consola pode não ser uma grande afirmação, mas a verdade é que Xenoblade Chronicles X sucede, sem desiludir, ao que foi considerado o melhor da geração anterior. Um mundo épico e deslumbrante para explorar, uma história sci-fi bastante motivante e horas sem fim de diversão num mundo que nunca se torna aborrecido ou cansativo. Uma enorme aventura para os fãs de jogos com mundo aberto e os apreciadores de RPGs em geral.

2 - Super Mario Maker
Depois de 30 anos a jogar Super Mario, a Nintendo colocou nas mãos dos jogadores o papel de criador ou, mais propriamente, level designer. Com uma ferramenta extremamente simples e intuitiva que tira o máximo partido do GamePad, Super Mario Maker abriu o universo da sua mais importante série à criatividade dos fãs e conta já com mais de 3 milhões de níveis e um portal web onde é possível pesquisar e selecionar os que se quer jogar.

1 - Splatoon
Era um dos nossos jogos mais aguardados para 2015, mas na realidade saiu-nos muito melhor do que a encomenda. Uma série completamente original que se estreia na Wii U com um conceito extremamente viciante: grupos de lulas adolescentes lutam pelo território cobrindo-o de tintas da cor da sua equipa. É uma espécie de "Mario Kart" dos shooters, um jogo que pega nos elementos fundamentais de um género e os liberta de todas as convenções estabelecidas para inventar algo completamente novo.

Com atualizações regulares publicadas semanalmente ao longo de 2015, Splatoon é agora um jogo muito mais rico e interessante, oferecendo diversão tanto aos jogadores iniciados como aos mais competitivos.  Em 2015, foi o jogo do ano para a consola e a melhor experiência multijogador em geral. Mas em retrospetivas futuras, Splatoon será certamente recordado como um dos principais jogos da Wii U, senão mesmo o principal. Por tudo isto e muito mais, Splatoon foi o nosso jogo favorito do ano!

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