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27 de agosto de 2015

Rumor: amiibo de Shovel Knight! [Atualização: Confirmado!]


Revelado (talvez) por acidente, a conta de Twitter da @GAMEBrighton revelou uma boa notícia para todos os fãs de Shovel Knight: a amiibo de Shovel Knight está a caminho, com lançamento previsto a 27 de novembro! Contudo ainda nada foi revelado oficialmente, e sendo ainda um rumor, aguardamos por mais novidades sobre o assunto.

Esta foi a imagem oficial revelada pela Game.co.uk

Esta amiibo irá ter suporte em Shovel Knight, e também em futuros jogos lançados pela Yacht Club Games nas consolsa Nintendo. Shovel Knight foi um dos nossos jogos favoritos de 2014, tanto na 3DS como na Wii U, por conseguir mostrar nos dias de hoje, como um jogo retro consegue ser muito mais que o simples uso do estilo 8-bits.

No entanto esta não é uma amiibo feita a pensar em Super Smash Bros. Podia ser uma boa surpresa para os muitos fãs que (muito provavelmente) pediram este personagem na votação oficial lançada este ano. Ainda assim, sendo verdade, este é o primeiro amiibo feito por um empresa que não a Nintendo, de um personagem third-party, abrindo portas para outros mais.

[Atualização]
Foi entretanto confirmada a existência desta figura, que irá desbloquear na Wii U um inédito modo cooperativo e na Nintendo 3DS um conjunto de missões. O amiibo pode ser personalizado e treinado para adquirir novas habilidades e subir de nível, funcionando em ambas as versões do jogo para as consolas Nintendo. Foi ainda confirmado que a figura será compatível com futuros lançamentos da série Shovel Knight!
Foto: Nintendo Europe
O anúncio foi efectuado durante um evento dedicado aos "Nindies", os produtores independentes que criam jogos para as plataformas da Nintendo, e teve direito a um vídeo especial que poderão ver de seguida.

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Devil's Third


Devil's Third é um jogo com uma história de desenvolvimento bastante atribulada. Uma ideia do lendário criador Tomonobu Itagaki, responsável pela série Ninja Gaiden, originalmente planeada para as consolas PS3 e Xbox 360 que acabou por ser lançada em exclusivo para a Wii U, passou por três motores de jogo diferentes ao longo de 5 anos até chegar às lojas. Mas terá valido a pena insistir no desenvolvimento de um jogo que parecia não querer acontecer?

Este título divide-se em duas componentes principais, uma que é uma aventura de ação para um jogador, a outra uma vertente multijogador online com diferentes modos à disposição. Ambas assentam numa jogabilidade que tenta conciliar o combate físico na terceira pessoa com disparos na primeira pessoa, mas falha em oferecer uma transição fluida entre ambos. Os controlos não são um problema em si, mas a ideia simplesmente não funcionou como esperado, sendo quase sempre mais fácil disparar cegamente do que arriscar um combate de proximidade com alguém havendo outros inimigos no local. À exceção do modo de história, que em certos momentos exige a utilização das armas físicas, é quase sempre melhor ideia considerar Devil's Third como qualquer outro "shooter", embora a sua ambição fosse ser um inovador jogo de ação.


Se a jogabilidade não é nada de especial, o que resta ao jogo não é muito melhor. A nível gráfico, percebem-se os problemas com o desenvolvimento e as mudanças de plataformas e motor de jogo, com texturas de baixa qualidade e visuais bastante datados. Isto poderia não ser muito importante, se a arte do jogo se destacasse, mas tirando raras exceções até os cenários são bastante genéricos e pouco interessantes. A história é bastante sofrível, o que até poderia ser um factor divertido por ser tão exagerada (veja-se o quão absurda é a história de Bayonetta), mas simplesmente não tem por onde pegar. Ivan é um criminoso que combate os seus ex companheiros do crime, mas não há aqui vinganças à Tarantino: apenas diálogos vazios e alguns clichés.

Jogar o modo de história é uma missão penosa, como percorrer uma estrada no deserto que não leva a oásis nenhum. Já o modo multijogador é um pouco mais interessante, especialmente para quem apreciar jogos de tiros online e só tiver uma Wii U à disposição. Há muitos modos à escolha, embora durante o processo de análise só tenha sido possível experimentar alguns deles devido à falta de jogadores - embora o jogo esteja já disponível no Japão, os servidores são regionais, pelo que apenas se encontravam outros analistas a jogar. A experiência que tive a jogar foi bastante genérica, mas pelo menos repleta de ação: procurar e abater os elementos da equipa oposta, sendo abatido o menor número de vezes possível. A jogabilidade é intensa e requer bastante perícia, não sendo muito acessível a jogadores novatos, uma caraterística que poderá ser apreciada pelos mais "hardcore".


A componente online é a que oferece maior potencial em Devil's Third. No entanto, devido à baixa qualidade do título em geral, é difícil recomendar a compra com base apenas na vertente multijogador. É também difícil antever a popularidade deste jogo, que alguns até poderão considerar "tão mau que é divertido" (embora nem isso seja), mas que poderá ter um enorme impacto na possibilidade de se realizar partidas online. Ainda assim é o lado melhor desenvolvido do título e deve ser experimentado pelos fãs do género, que infelizmente é escasso em títulos na Wii U.

É uma pena que este jogo, o primeiro do estúdio criado por Itagaki após ter abandonado a Tecmo em 2008, tenha sofrido um percurso tão atribulado. A certo ponto, a equipa deve ter pensado que mais valia "despachar" o material que tinha do que perder mais tempo em torno destes conteúdos. Há ideias interessantes e uma missão nobre de fundir ação na terceira pessoa com "shooter" na primeira. Há até um modo multijogador com um vasto leque de opções e algum potencial. Mas há também um grande número de problemas técnicos e a sensação de falta de inspiração para o que poderia ter sido um título de ação bastante aceitável. O conjunto não funcionou e resultou num jogo que, mais do que difícil ou frustrante, é aborrecido e desinspirado.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Wii U, gentilmente cedido pela Nintendo.
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21 de agosto de 2015

Pokkén Tournament anunciado para 2016


O jogo de luta de Pokémon já anda a circular as arcadas japonesas, um título onde podemos ver pokémon como Blaziken, Pikachu a enfrentarem-se em derradeiras batalhas cheias de ação. Contudo pouco sabíamos quando iríamos jogar este título, mas finalmente foi anunciado para a Wii U na Primavera de 2016 em todo o mundo.


Foi durante o Pokémon World Championships que o trailer (que podem ver em cima) foi apresentado. Para quem não está a par de Pokkén Tournament, este é um jogo de luta 3D desenvolvido pela Bandai Namco, criadores da série Tekken onde este jogo vai buscar muitas influências.

Atualmente a lista de pokémon disponíveis nas arcadas vai em 10: Charizard, Lucario, Suicune, Gardevoir, Weavile, Gengar, Blaziken, Machamp e, como não poderia faltar, Pikachu. Neste trailer foi também revelado Pikachu Libre, que está vestido a rigor para o combate. Aos poucos vão sendo introduzidos novos personagens, mas até ao lançamento nas consolas aguardamos por mais personagens!
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19 de agosto de 2015

Little Battlers eXperience


Já desde a Nintendo DS que a LEVEL-5 nos tem vindo a surpreender com vários títulos que rapidamente ganharam fãs no ocidente, como foi o caso de Professor Layton ou Inazuma Eleven, e possivelmente Yo-Kai Watch no próximo ano. Chegou agora a vez de Little Battlers eXperience mostrar o que vale, que conta já com uma sequela no Japão.

Nesta aventura acompanhamos Van Yamano, um jovem entusiasta por LBX. Estes são pequenos robôs que combatem entre si em pequenas arenas, que podem ser usadas em qualquer lugar. As brincadeiras de recreio transformam-se assim em batalhas épicas, onde robôs controlados remotamente se enfrentam em cenários que vão de simples cidades a vulcões. A Van juntam-se os seus melhores amigos Kaz e Amy, juntamente com os seus LBX, e aos poucos vão surgindo novos personagens que se juntam à demanda.

Seguindo o familiar espírito de série infantil, Van obtém um misterioso LBX que guarda com ele a chave para salvar o mundo, ou usado pelas mãos erradas capaz de o destruir. Deste modo o jovem herói vê-se envolvido numa demanda pela proteção do mundo. Aos poucos conhecemos vários rivais como o misterioso Justin Kaido, e a identidade dos vilões do jogo, a organização "The New Dawn Raisers" que têm como objetivo dominar o mundo.

Os pequenos robôs são totalmente costumizáveis e cada um dos heróis utiliza apenas um LBX, sendo o seu próprio parceiro de luta. Com mais de 130 modelos de armadura diferentes, e mais de 4000 peças individuais disponíveis para colecionar, facilmente podemos ter um robô único, com características que se adaptem ao nosso estilo de jogo. Este é um conceito que certamente será familiar aos fãs de Medabots ou Custom Robo Arena, e talvez seja um jogo a considerar devido às suas semelhanças, ou quem sabe preencher o vazio pela falta de novos jogos dessas séries por cá.

A jogabilidade em si é bastante simples, embora rápida e repleta de ação. Para além de movimentos como atacar ou saltar temos combinações e as "Special Attack Routines", um conjunto de ataques especiais que vamos adquirindo à medida que o nosso LBX usa um determinado tipo de arma. O peso do LBX é também importante, e a velocidade do mesmo varia se temos equipamento apto para melhor movimento, ou maior defesa. Existem ainda itens para usar durante as batalhas, e que embora tenha um menu simples para os usar, facilmente somos interrompidos quando tentamos usar um objeto, causando alguma frustração.

Antes de cada combate podemos alterar o equipamento dos nossos LBX, tal como arranja-los para estarem no topo da sua performance para o combate que se segue. O jogo não tem Random Battles (fora em alguns locais específicos), e as batalhas são feitas ao falar com adversários que estão no mapa, ideal para subir de nível ou adquirir novas peças ao nosso ritmo. Raramente nos encontramos em situações onde é preciso lutar várias vezes para subir de nível, e mesmo o dinheiro para comprar melhores peças é facilmente adquirido através de quests que nos são lançadas.

É ainda possível ter batalhas entre amigos, mas infelizmente apenas podem ser feitas localmente, não existindo um modo de jogo online. Com imensas combinações possíveis para criarmos o nosso "próprio" robô, esta falha complica um pouco poder exibir o nosso LBX e lutar contra outros jogadores. É algo infeliz, pois o que podia ser um jogo que nos colocava contra o mundo, se fica apenas por algo mais contido para um jogador, com eventuais lutas localmente.

Grande parte do jogo não é feita a combater mas sim a seguir a história, como se tratasse da série de animação. São muitas as sequências (e muitas destas em animação) e rapidamente o enredo nos encaminha em diversas situações, algumas delas talvez que roçam o exagero, umas atrás das outras e sem existirem longas caminhadas entre partes da história. O voice-acting surge em grande quantidade e está bastante bom, este que é igual ao da série de animação que se estreou nos Estados Unidos, algo um pouco diferente quando estamos habituados a ver jogos da LEVEL-5 localizados em inglês britânico.


Ao contrário de muitos jogos do género, aqui temos apenas um único LBX por personagem, e embora a equipa esteja limitada a 3 membros existem muitas combinações diferentes por explorar. Este é um jogo feito a pensar nos mais novos, mas que facilmente os fãs de séries de Mechs possam ver com bastante interesse. Os LBX podem ser pequenos, mas os heróis nunca se mediram aos palmos.

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18 de agosto de 2015

Antevisão: Super Mario Maker


A menos de um mês do lançamento de Super Mario Maker, tive ontem oportunidade de experimentar a versão final do jogo, a convite da Nintendo. À nossa disposição, um vasto arsenal de ferramentas previamente desbloqueadas pelo staff da empresa, de forma a poder experimentar o potencial único deste construtor de níveis.

O leque de opções é enorme, o que motivou a empresa a doseá-lo em conjuntos desbloqueáveis ao longo do tempo - ao experimentar durante 5 minutos com as opções disponíveis, o jogo "encomenda" um novo conjunto que poderá ser utilizado a partir do dia seguinte, sendo preciso jogar pelo menos 9 dias para ter acesso a todos estes conteúdos. A decisão pode parecer estranha e ser pouco consensual, mas tem como objetivo permitir os criadores de níveis focarem-se na estrutura dos níveis que estão a desenvolver, introduzindo "à força" um grau de aprendizagem. Com tudo já desbloqueado e apenas umas horas para ver o máximo possível, ninguém se torna um "level designer", mas mesmo assim é possível ter-se muita diversão.


Tal como já tinha referido numa antevisão após a E3, Super Mario Maker coloca-nos tanto na pele de um criador de níveis como a de um jogador, na esperança de que ambas as vertentes nos proporcionem bastante diversão. Por este motivo, para que alguém possa publicar online um nível que tenha criado, terá primeiro de o conseguir passar, provando que não é impossível - deste modo, garante-se que os níveis mais "cruéis" só poderão ser criados pelos jogadores mais "hardcore", um incentivo a que até quem só queira fazer níveis tenha de saber jogar. No entanto, é um software para todos, que permite também fazer e jogar níveis fáceis, havendo filtros de pesquisa para a dificuldade pretendida, cujo valor é calculado em função do número de vitórias por tentativas.

Quase todos os elementos já vistos em jogos 2D do Mario estão disponíveis para utilizar na construção de níveis (devidamente adaptados aos 4 estilos artísticos de Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3, Super Mario World e New Super Mario Bros.), restando apenas dar asas à imaginação e combinar os elementos favoritos para criar novos desafios. Mas a diversão não fica por aqui: ao combinar certos elementos como um Blooper e um par de asas, por exemplo, podemos ter uma lula voadora e ainda torná-la gigante com um cogumelo. Criatividade e engenho serão ingredientes essenciais para criar níveis que todos irão querer jogar, a técnica é algo que se vai adquirindo com a experiência e ajuda de um detalhado e divertido manual de instruções ainda um livro de "ideias" que virá incluído com o software.


A ideia de se poder fazer qualquer nível do Mario é apenas o começo. O que se segue é criar mais do que alguma vez se viu em jogos do Mario, e não falo apenas de combinações improváveis e quantidades absurdas de inimigos no ecrã. A ferramenta de efeitos sonoros e visuais muda tudo e pode tornar um nível "normal" numa experiência totalmente diferente, algumas meramente cosméticas e outras com impacto na jogabilidade. Por exemplo, o efeito das maracas faz apenas aparecer dançarinas a sambar à volta do Mario, mas o som do Bowser pode ser um indicador de perigo, assim como a lâmpada indicar que se está no bom caminho. E quando se transforma o nível numa discoteca, ou se faz todo o chão tremer, a narrativa do jogo pode mudar completamente.

O jogo inclui imensos segredos para descobrir, incluindo a compatibilidade com muitas figuras amiibo como o Link e a Wii Fit Trainer ou até mesmo o Bowser. Quando o Mario se transforma numa destas figuras, surgem vários "Easter Eggs" com sons diferentes e poses especiais quando se carrega para cima no D-Pad, e ouve-se uma música especial ao passar o nível. Estas figuras só estão disponíveis na versão do Super Mario Bros. original, mas acrescentam toda uma nova camada de diversão. Como seria um nível de SMB feito a pensar no Bowser? Embora a mecânica de jogo seja a mesma que ao controlar o Mario, a própria presença do personagem incentiva o criador a pensar numa narrativa diferente. Serve de exemplo um nível criado por um jogador e que tive a oportunidade de jogar, onde Mario adquire um fato de Goomba - os desafios desse nível centraram-se em saltar consecutivamente em cima de torres de Goombas.

Recordam-se disto?
Há ainda muitas surpresas por descobrir em Super Mario Maker, mas a maior delas foi provavelmente algo de que eu já deveria estar à espera. Não querendo aqui revelar como é que isto aconteceu, um determinado evento fez com que o ecrã ficasse em branco e desse início a um mini-jogo de matar mosquitos. Quem tiver jogado Mario Paint na SNES já terá, por esta altura, reparado que há muitas referências neste novo título ao grande clássico da Nintendo onde era possível desenhar, pintar, fazer animações, músicas e... matar mosquitos! Desde alguns efeitos visuais e sonoros, até ao tipo de letra do logótipo, Super Mario Maker parece querer dizer-nos que já naquela altura havia um sonho de deixar os fãs construir o seu próprio mundo do Super Mario, mas só agora estão reunidas as condições ideais para o fazer.


Antes de concluir, devo acrescentar que, pessoalmente, nunca fui grande adepto de jogos em que o conteúdo é principalmente gerado por utilizadores, desde o tempo em que estes prometiam ser "o futuro" (sendo Little Big Planet um grande exemplo) até ao presente em que Minecraft se tornou um fenómeno de popularidade para toda uma geração. Mesmo em jogos da Nintendo mais focados nesta vertente, como a série Mario vs. Donkey Kong e até WarioWare D.I.Y., simplesmente nunca senti grande interesse em criar níveis e tentar passar os que outros criaram. O que é diferente, então, em Super Mario Maker? Tendo praticamente a mesma idade que o original Super Mario Bros., posso dizer que já joguei todos os jogos de plataformas da série, tanto 2D como 3D. É um imaginário que tenho enraizado em mim e que agora se depara com uma ferramenta extremamente simples e intuitiva, que permite facilmente experimentar e testar as minhas ideias. Há aqui um apelo único para os fãs de Super Mario, a criação de uma comunidade onde todos possam partilhar as suas ideias de níveis e desafios, e onde faz sentido para mim investir e dedicar algum do meu tempo.

O 30º aniversário do Super Mario está muito próximo e Super Mario Maker estará disponível já no próximo dia 11 de setembro. Abrindo as portas do Reino Cogumelo à criatividade dos fãs da série, há um potencial quase infinito para novos níveis e de grande qualidade, que eventualmente serão filtrados pelos rankings de popularidade e dificuldade. Resta saber quando, então, voltará a ser a vez da Nintendo surpreender com os seus próprios níveis num novo Mario 2D.

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12 de agosto de 2015

Novo trailer de Super Mario Maker traz novidades!


Aproxima-se o lançamento de Super Mario Maker a 11 de setembro e, a um mês de colocar nas mãos dos jogadores criadores a Nintendo lançou um novo trailer com algumas novidades, que traz uma nova camada ao simples acto de criar níveis de Super Mario.


Dos níveis mais simples aos repletos de armadilhas, onde Koopa Troopers saem de caixas surpresa ou moedas são disparadas por canhões, será possível embelezar os níveis através de efeitos sonoros e visuais para criar níveis únicos. Chegar ao fim do nível pode ser acompanhado por fogo de artifício, ou até mesmo fazer uma surpresa a alguém e desejar um feliz aniversário (sendo possível gravar os nossos próprios sons!).


Será ainda possível usar os Blocos Musicais para colocar notas baseadas na altura do pesonagem, e deste modo criar músicas enquanto percorremos o nível. É o regresso de uma das ferramentas mais utilizadas (e partilhadas na internet) de Mario Paint, mas agora levada a um novo nível.

Mas para quem começar não terá logo disponível as ferramentas todas à sua disposição, e no primeiro dia terá um número limitado de ferramentas disponíveis para criar níveis, ferramentas essas o suficiente para criar inúmeros níveis diferentes.



Por último o trailer recorda-nos que este jogo é compatível com mais de 50 figuras amiibo, e que podemos usar vários personagens como Link, Kirby ou até mesmo a Instrutora Wii Fit para percorrer os níveis. E ainda, ao usar a amiibo especial dedicada ao 30.º aniversário de Super Mario Bros., podemos enfrentar inimigos bigodudos em níveis, usando o Big Mario (Mario pequeno, em tamanho grande) para os derrotar.

Já falta pouco para celebrar os 30 anos da série Super Mario Bros., uma festa que será feita com base na imaginação de todos os que pegarem no jogo, criarem os seus níveis e desafios, e partilha-los com o mundo!

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11 de agosto de 2015

Blocky Bot


Blocky Bot é um título despretensioso e que se apresenta como um mini jogo de plataformas e reflexos rápidos a baixo custo. Aqui, o jogador controlará um personagem que deve saltar de plataforma em plataforma, subindo o maior número de andares possível sem bater num inimigo ou cair abaixo do piso em que se encontra. Não há muito mais para explicar acerca da jogabilidade, que consiste precisamente em saltar, controlando a direção do salto para desviar de inimigos e tentar apanhar recompensas, e saltar novamente. O conceito enquadra-se naquilo que já vimos em muitos jogos (mobile e não só) onde se salta infinitamente para tentar bater a pontuação máxima e não acrescenta nada de novo à formula.

No entanto, é um conceito que está bem executado, especialmente a nível dos controlos. A frustração da derrota é quase sempre causada por um erro ou distração do jogador e não porque não fosse possível, ou fácil, atingir certa plataforma com a devida concentração. Como são colocadas aleatoriamente, tal como os inimigos, por vezes a dificuldade pode sofrer alguns picos ocasionais que possivelmente levarão ao "Game Over" para se voltar a tentar do início. Conforme se vai jogando e acumulando pontos, é possível desbloquear 3 ambientes adicionais e uma série de estranhos personagens. O grafismo é peculiar e pouco elaborado, o que pode afastar muitos jogadores mas também ser apelativo a muitos outros pelo seu visual amador.


No meio da sempre crescente onda de jogos indie que vão sendo lançados no mercado, é cada vez mais difícil distinguir os títulos que são de qualidade e merecedores da nossa atenção, daqueles que rapidamente se revelarão um desperdício. Blocky Bot é um jogo viciante quando se pega nele pela primeira vez, mas que dificilmente trará os jogadores de volta para jogar mais um pouco noutro dia, especialmente numa consola doméstica. Embora não seja um título caro no seu lançamento, é daqueles que valerão mais a pena adquirir numa promoção futura.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Wii U, gentilmente cedido pela Nintendo.
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6 de agosto de 2015

Gamescom 2015: Novidades apresentadas pela Nintendo


Está a decorrer em Colónia, na Alemanha, a Gamescom 2015, uma feira anual de videojogos que tem vindo a revelar cada vez maior importância a nível mundial e que muitas das grandes empresas da indústria aproveitam para apresentar novidades algum tempo depois da E3. Este ano, a Nintendo conta com um stand bastante grande que está recheado com os principais jogos a lançar até ao final deste ano, salvo algumas exceções. Além dos jogos, a empresa oferece diversas atividades e passatempos a quem por lá passar, especialmente para os fãs do Super Mario Bros. que comemora este ano o seu 30º aniversário. Para quem não está presente, como é o nosso caso, sobra um conjunto de novidades empolgantes, incluindo datas de lançamento e edições especiais de vários jogos na Europa!
O principal destaque do dia vai para Xenoblade Chronicles X, que será lançado em dezembro e terá direito a duas edições especiais. O "Limited Edition Pack" incluirá uma cópia física do jogo, juntamente com uma capa SteelBook, um mapa do mundo do jogo, um póster reversível e ainda um livro de ilustrações. Já o "Xenoblade Chronicles X Wii U Premium Pack" irá incluir uma consola Wii U preta e uma cópia física do jogo, juntamente com o mapa do mundo do jogo e o livro de ilustrações também presentes na outra edição.

A Nintendo europeia arrancou em força com a promoção do jogo e prepara-se para transmitir no próximo sábado, 8 de agosto entre as 15h e as 16h, uma apresentação especial no seu canal do Twitch. A maior novidade, no entanto, foi o lançamento do Xenoblade Chronicles original na Nintendo eShop da Wii U. Quem adquirir este título terá direito a 10€ de desconto na compra de Xenoblade Chronicles X, caso opte pela aquisição digital na eShop durante as duas primeiras semanas após o seu lançamento.


Ainda relativamente à Wii U, a Nintendo anunciou que o assustador Project Zero: Maiden of the Black Water será lançado nas lojas em apenas uma edição limitada bastante especial, que incluirá uma cópia física do jogo com um SteelBook, um poster reversível, um livro de ilustrações e ainda quatro Spirit Photographs. O jogo será lançado a 30 de outubro, o mesmo dia em que ficará disponível na eShop uma demo jogável com o prólogo e ainda os primeiros dois capítulos do jogo.


Para os fãs da Nintendo 3DS, o maior destaque da feira é o anúncio de que The Legend of Zelda: Tri Force Heroes será lançado já no dia 23 de outubro. Não foram adiantadas mais novidades acerca deste título, que já tivemos a oportunidade de experimentar anteriormente, mas é de esperar que a Nintendo apresente mais detalhes conforme se aproxima a data de lançamento.
A Nintendo aproveitou a ocasião para anunciar o lançamento do Animal Crossing amiibo cards Collectors Album, o equivalente a uma caderneta de cromos para os cartões amiibo da série 1. Ao todo, estão previstas 4 séries de 100 cartas cada, que serão vendidas em boosters de 3 cartas cada com 1 carta especial e 2 normais, pelo que não será uma coleção fácil para quem tencionar completar este álbum (e os outros 3, caso sejam anunciados no futuro). Este álbum incluirá um pack de 3 cartas e será colocado à venda no dia 2 de outubro, data de lançamento de Animal Crossing: Happy Home Designer.


Finalmente, e porque a Nintendo dedicou uma grande parte do seu stand aos produtores independentes, a nintendo lançou um novo trailer dedicado aos "Nindies" - jogos independentes disponíveis nas plataformas da Nintendo. Entre uma vasta gama, destacam-se títulos como Fast Racing NEO, SteamWorld Heist, Zombie Vikings e Shovel Knight: Plague of Shadows (novo conteúdo gratuito para o aclamado Shovel Knight), mas o melhor mesmo é ver o trailer e escolher os favoritos!

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5 de agosto de 2015

Xenoblade Chronicles já disponível na Wii U!


Foi um dos jogos mais aclamados da Wii e teve ainda este ano direito a uma adaptação exclusiva para a New Nintendo 3DS, sendo considerado por muitos o melhor jogo RPG da anterior geração de consolas. A versão original de Xenoblade Chronicles está agora disponível para download na eShop da Wii U pelo preço de 19,90€ para que os jogadores da consola tenham a oportunidade de o descobrir ou simplesmente voltar a jogar! Nesta versão descarregável, será possível jogar utilizando apenas o GamePad, visto que o original é compatível com o Classic Controller da Wii. Tendo em conta que muitos jogadores estarão de férias, é uma excelente ocasião para aproveitar a enorme longevidade deste fantástico título.


Este jogo ficou marcado não só pelos deslumbrantes cenários do mundo, mas também pela qualidade da história e a sua jogabilidade. O seu lançamento ocorreu por ocasião da Gamescom 2015, a maior feira de videojogos da Europa que está a decorrer atualmente em Colónia, na Alemanha. A Nintendo está a aproveitar o evento para promover a edição europeia de Xenoblade Chronicles X, um novo título da franquia que chegará às lojas em dezembro e terá direito a uma edição especial limitada.

Para saber mais sobre Xenoblade Chronicles, recomendamos a leitura da nossa análise à versão para a New Nintendo 3DS aqui [link].

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Splatoon 2.0 - Jogo recebe mega atualização esta semana!


É já amanhã, dia 6 de agosto, que o Splatoon recebe a sua primeira grande atualização desde o lançamento, passando para a versão 2.0.0! O rol de novidades é bastante vasto e vai de pequenas correções na jogabilidade até novos tipos de armas e modos de jogo online, incluindo a possibilidade de formar equipas com amigos! Embora seja uma grande expansão em termos de conteúdo, é uma atualização completamente gratuita para todos os jogadores.


A partir desta atualização, serão adicionadas duas novas formas de matchmaking ao jogo: Private Battle e Squad Battle. Em Private Battle, os jogadores podem juntar entre 2 a 8 amigos e combater em partidas privadas e personalizáveis, podendo escolher-se os mapas, modos e armas preferidos. Uma funcionalidade curiosa, é que este modo permitirá ligar 8 consolas que se encontrem ligadas ao mesmo router numa sala, que esteja por sua vez ligado à internet. Isto quer dizer que se tencionam organizar localmente torneios de Splatoon, bastará ter as consolas e TVs necessárias - algo que não será aproveitado pela esmagadora maioria dos jogadores, mas será de grande interesse para quem gosta de organizar eventos! Este modo, no entanto, não conta para a pontuação geral nem para o ranking do modo Ranked Battle.


Já o modo Squad Battle é dedicado aos jogadores mais competitivos que se queiram juntar aos amigos e jogar em conjunto com as regras Ranked Battle, em vez de serem emparelhados com jogadores aleatórios. Após criar uma equipa, podem ser recrutados amigos para combater numa "squad" de 2, 3 ou 4 jogadores. Estes elementos jogarão sempre em equipa contra equipas aleatórias. Caso a equipa tenha 2 jogadores, será emparelhada aleatoriamente com outras 3 equipas idênticas para um combate 4 contra 4. No entanto, as equipas de 3 e 4 jogadores serão emparelhadas entre si, podendo haver situações de desvantagem numérica. É caso para dizer que as equipas de 3 são apenas para os jogadores mais dedicados e que se sentem capazes de vencer mesmo contra equipas de 4! Ao contrário do modo Private Battle, aqui os combates contam tanto para a pontuação geral como para o ranking do modo Ranked Battle - por este motivo, o jogo tentará emparelhar equipas com ranks semelhantes.


O jogo passa também agora a contar com 2 novos tipos de armas que, por sua vez, irão receber múltiplas variantes no futuro. Uma delas é a Slosher, uma espécie de balde que permite cobrir uma grande quantidade de território e com um bom alcance que permite até mandar tinta por cima de algumas paredes, bastando ajustar o ângulo do disparo. A outra é a Splatting, uma arma potentíssima que requer algum tempo de carga para disparar - quanto maior a carga, maior a potência do disparo! Com estas armas, chegam também mais de 40 peças de equipamento para que os jogadores possam maximizar o seu estilo sem sacrificar habilidades úteis.

Se muitos dos jogadores chegaram bastante depressa ao nível 20 em Splatoon, agora irão necessitar de mais algum tempo até atingirem o novo nível máximo de 50. No entanto, a partir do nível 20, haverá uma recompensa para os jogadores a cada 5 níveis. Também no modo Ranked Battle passa a haver uma camada acima do anterior nível máximo A+, com os novos ranks S e S+.


Finalmente, e já depois desta atualização, decorrerá um novo evento Splatfest, que desta vez obriga a escolher entre uma visita ao Pólo Norte ou ao Pólo Sul. Um tem ursos polares e o Pai Natal, outro tem imensos pinguins - não será uma escolha fácil! O evento terá início no próximo sábado dia 8, a partir das 18h como habitual.
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