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30 de junho de 2015

Samurai Warriors Chronicles 3


A série Samurai Warriors é uma ramificação da franquia iniciada em Dinasty Warriors, sendo parte de um universo que muitos fãs da Nintendo só descobriram com o lançamento de Hyrule Warriors, um cruzamento desta franquia com o universo de The Legend of Zelda. Já com mais de uma década, esta série inspirada nos lendários guerreiros Samurai conta já com um vasto leque de títulos, muitos dos quais disponíveis em plataformas Nintendo, embora nem todos tenham chegado ao Ocidente. A acompanhar a série principal, existe ainda a ramificação "Chronicles", onde um personagem fictício controlado pelo jogador acompanha na primeira pessoa os eventos históricos retratados, e dos quais este Samurai Warriors Chronicles 3 é a mais recente entrada da série na Nintendo 3DS. Colocando de parte a confusão ou dificuldade que possa haver em acompanhar todos os lançamentos da série, importa salientar que este é um título independente e que não requer conhecimento prévio de outros "Warriors" para ser devidamente apreciado.

Em Samurai Warriors Chronicles 3, o jogador pode criar o seu próprio guerreiro (ou guerreira) Samurai fictício e que participar diretamente nos eventos históricos reais da era Sengoku no Japão. Logo no início, o protagonista é colocado ao lado de Nobunaga Oda, um promissor Samurai visto por muitos como um tonto cuja ambição é unificar o Japão e acabar com uma guerra que dura há várias gerações. Rapidamente, Nobunaga irá colocar em prática um método extremamente eficaz de combater a guerra com mais guerra, espalhando o terror a cada conquista, formando alianças e eliminando friamente os seus opositores. Inicialmente, o jogo parece glorificar os feitos de Nobunaga, realçando a ideia que a sua única ambição seria terminar com aquele período de guerra. No entanto, conforme o protagonista vai interagindo com os outros personagens, a moralidade destes métodos vai sendo colocada em causa. A história irá, então, acompanhar a ambição de Nobunaga e o legado deixado pela mesma. Embora bastante romantizado e adaptado à história do personagem criado pelo jogador, o modo principal de história acompanha fielmente os eventos históricos, o que faz com que este seja realmente interessante. No entanto, é possível voltar atrás e repetir qualquer cenário com outros personagens, e até desbloquear campanhas alternativas com histórias totalmente fictícias.

   

A jogabilidade é muito fiel ao que é habitual na série Warriors, incluindo o Hyrule Warriors: o personagem desloca-se livremente pelo cenário distribuindo porrada por centenas de NPCs completamente inúteis comandados por figuras históricas (estas sim já dotadas de alguma inteligência artificial). Em cada cenário, há até 4 personagens jogáveis à disposição, todas colocadas no terreno de acordo com os eventos históricos representados, e um conjunto de objetivos e missões para cumprir. A qualquer momento, com um toque no ecrã, o jogador pode alternar entre os personagens e controlá-los diretamente, mas é também possível utilizar o ecrã tátil para comandar os restantes com instruções para vigiar um local, atacar um adversário ou proteger um aliado. Isto faz com que o jogo seja bem mais interessante para além da satisfação de fazer combos elevadíssimos a matar NPCs que pouco fazem, acrescentando uma camada de estratégia que o jogo utiliza eficazmente – uma característica que infelizmente fez falta em Hyrule Warriors.

Outra caraterística muito boa deste título é a sua banda sonora completamente japonesa e o facto dos personagens não terem sido localizados, havendo apenas legendas para o diálogo em japonês. Já a nível gráfico é um jogo que se pode considerar aceitável para a Nintendo 3DS, embora longe de ser impressionante. Ocasionalmente, notam-se alguns glitches, e em muitos cenários a draw distance é também reduzida, embora a experiência de jogo não seja muito afectada por isto. O pior aspeto do jogo é provavelmente o posicionamento da câmara, que em locais mais apertados atrapalha um pouco a jogabilidade. O jogo não tira partido das melhorias da New Nintendo 3DS, embora utilize o Circle Pad Pro e, consequentemente, os botões da nova consola também. Por outro lado, é compatível com as funcionalidades StreetPass e SpotPass e tem ainda à disposição um vasto conjunto de pacotes DLC (embora a preços questionáveis).


Apesar de ter várias falhas a apontar, na sua essência este é um jogo bastante interessante e divertido, com uma jogabilidade viciante e bastante replay value, embora a motivação em jogar as histórias alternativas vá mudar de jogador para jogador. Recomenda-se vivamente a todos os que tiverem gostado de Hyrule Warriors na Wii U ou a quem tiver interesse na história e cultura do Japão e quiser jogar na pele de dezenas de guerreiros que hoje pertencem ao mundo das lendas.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo para a Nintendo 3DS, gentilmente cedido pela Nintendo.
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27 de junho de 2015

Splatoon: Mais de 1 milhão de cópias vendidas e outras novidades

Foi com bastante entusiasmo que a Nintendo anunciou esta semana que o jogo Splatoon já vendeu mais de um milhão de unidades em todo o mundo, a menos de um mês da sua data de lançamento. Este belo número foi alcançado com a venda de mais de 230 mil cópias físicas e digitais na Europa, 368 mil no Japão, 476 mil nas Américas e ainda 20 mil na Austrália. Esta é uma grande notícia para a Nintendo, especialmente porque se trata de uma nova franquia e que surgiu numa consola com cerca de 10 milhões de unidades vendidas, significando que 1 em cada 10 jogadores da Wii U já estão a jogar Splatoon. Tendo em conta que este é um jogo extremamente apelativo e viciante, podemos dizer que realmente merece o sucesso que está a receber.

Splatfest #1 - Rock vs. Pop

Aproxima-se o primeiro grande evento Europeu em Splatoon, a Splatfest número 1 dedicada ao tema Rock vs. Pop, que irá decorrer dia 4 julho 2015 às 18h (Portugal Continental). Durante o evento, os jogadores irão tomar partido pelo seu género musical preferido entre as opções Rock e Pop. Depois, o combate será feito por equipas nas arenas já conhecidas do jogo, mas com um toque especial: durante a Splatfest, a noite cai sobre as arenas, pelo que os Inklings utilizam tintas de cores fluorescentes, tornando os gráficos vibrantes de Splatoon em algo ainda mais impressionante! Para os jogadores do território americano, irá também decorrer uma Splatfest no mesmo dia, mas dedicada ao tema Gatos vs. Cães.

   

Novo cenário e novas armas

Entretanto, já ficou disponível uma nova arena de combate, Bluefin Depot, que se destaca pela ausência de uma área central onde normalmente convergem os combates. Neste cenário, as equipas terão de se dividir para conquistar os dois lados da arena e prestar atenção ao mapa no GamePad, para não deixar um caminho aberto à equipa adversária. Para quem não tiver feito login recentemente, outra novidade é que a Nintendo tem acrescentado novas armas dos mais variados tipos com bastante regularidade, tendo sido hoje disponibilizadas mais duas, a Carbon Roller e a Custom Dual Squelcher, ao cada vez mais variado arsenal!

Por fim, deixamos um vídeo de jogabilidade para apresentar a nova arena, Bluefin Depot.

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25 de junho de 2015

Art Academy: Atelier


A série Art Academy tem-nos acompanhado desde a Nintendo DS, e embora passe despercebida por muitos tem sido um boa ferramenta de desenho, com vários materiais para criar boas ilustrações. A Wii U já tinha recebido a versão SketchPad, mas Atelier acrescenta não só o número de ferramentas, como ainda mais aulas para ensinar novas técnicas.


À nossa disposição temos logo de imediato todos os modos disponíveis, como aulas, modo de desenho livre (com todas as ferramentas à disposição), galeria e acesso ao Miiverse, onde podemos ver os trabalhos dos utilizadores por todo o mundo. A progressão aqui é feita à medida que vamos completando aulas, desbloqueando aulas mais complexas que nos vai ensinando um pouco sobre a origem e aplicações das várias técnicas.

Estas aulas estão divididas em três cursos: Iniciação, Avançado e de Ferramentas. O primeiro dá-nos a conhecer os materias, e ensina-nos a reconhecer as formas, uso da cor e tons, através de naturezas-mortas e até mesmo paisagens. Já o curso avançado nos faz aperfeiçoar as técnicas previamente adquiridas, através da figura humana, animais ou paisagens. Por último as aulas de ferramentas ensinam um pouco mais dos 5 materiais disponíveis em Atelier. Existem ainda aulas extra nos modos de iniciação ou avançado, com desafios mais aprofundados.


As ferramentas em si estão bastante bem simuladas, sendo possível tirar partido da densidade das mesmas e criar resultados diferentes, ao selecionar o modo como as usamos. Mesmo sem existirem níveis de pressão na stylus, ou detecção da mesma no ecrã do GamePad, é possível criar vários resultados apenas com um material. O modo como os materiais reagem está também bastante detalhado, desde como aparecem aplicados nos diferentes suportes, como papel ou tela, ao desgaste dos mesmos quando desenhamos sem retirar a stylus do ecrã.

Existem várias imagens que servem de referência para desenhar, e através de uma grelha é bastante prático desenhar o que vemos na TV, no GamePad. Também é possível ir buscar imagens ao cartão SD para usar como referência, convidando-nos a tirar fotografias do exterior, ou de objetos, colocar o cartão na Wii U e depois é só desenhar. É bastante fácil navegar entre menus ou até mesmo trabalhar com o estojo onde estão os materiais, e a boa localização em português torna-o acessível a todos os curiosos.


Não se apresentando como um jogo, Art Academy: Atelier surge como um material de desenho digital, fugindo das várias ferramentas de edição de imagem (quer no computador ou até mesmo em tablets ou smartphones) servindo fundamentalmente para a ilustração. Não existem "layers" e estamos até limitados apenas a dar um passo atrás no caso de cometer um erro. O feedback é bastante realista, ajudado ainda pelo som do GamePad, e embora não seja o mesmo que desenhar com os materiais reais, aproxima-se bastante do que seria trabalhar numa folha "a sério".

Quando satisfeitos com o resultado, nada como guardar a nossa obra no cartão SD, e partilha-la através do Miiverse ou até mesmo publicando um vídeo time-lapse no Youtube. É possível demonstrar todo o nosso processo (até mesmo os erros!) entre 1 a 4 minutos, e o vídeo em si não sofre qualquer compressão exagerada, estando bastante detalhado. Aos poucos vamos aumentando o nosso portfólio.


É muito fácil recomendar Atelier não só a quem tenha o hábito de desenhar, como aos que gostariam de aprender, devido às aulas disponíveis. Nestas aulas o que aparenta ser um desenho "fraco" rapidamente ganha vida e melhora à medida que nos são introduzindo as técnicas ou os passos necessários para concluir o desenho, dando alguma confiança aos menos experientes. Não é um curso intensivo de desenho, mas pode facilmente entusiasmar o utilizador a, depois de explorar os materiais, tentar aplicar os conhecimentos adquiridos num bloco de desenho.
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22 de junho de 2015

Yoshi's Woolly World


Era uma vez um mundo do Yoshi completamente feito de lã. Combinando alguns elementos como alfinetes, botões e algodão, alguém deu vida a esse mundo que agora é habitado por felizes yoshies de lã fofinhos e coloridos. Sem que ninguém estivesse a contar, num certo dia surge o kamek e transforma quase todos os yoshies de lã em novelos e leva-os para longe, perdendo muitos deles pelo caminho. É uma história até bastante macabra: imagine-se o horror do Yoshi ao ver os seus amigos ser desmanchados e enrolados em novelos! Assim começa uma nova aventura num mundo maravilhoso que mais parece feito à mão do que criado apenas no computador, com o mais fofo dinossauro de sempre em busca dos seus companheiros.

O grafismo do jogo é realmente impressionante, com texturas bastante detalhadas e realistas do que seriam personagens e cenários feitos de lã. Por vezes, são utilizados outros materiais para representar certos elementos, como algumas nuvens feitas de algodão ou o gelo cujo material evoca os sacos utilizados para levar alimentos ao congelador. As carapaças dos koopa troopas são pequenos botões e certos inimigos que Yoshi não pode engolir são feitos de peluche. Mas ainda assim é a lã que domina todo o ambiente do jogo, com aplicações criativas que fazem deste um jogo bastante inspirador. Por exemplo, nos níveis de lava, o magma é representado através de uma quentinha manta em tons de laranja, vermelho e amarelo, enquanto que noutros cenários um elaborado tricô pode representar uma planta trepadeira. São cenários lindíssimos e entram diretamente para a lista de gráficos mais bonitos da primeira plataforma HD da Nintendo.


Apesar do grafismo adorável, que poderia dar a entender que se trata de um jogo mais fácil e infantil como foi o caso do anterior jogo da mesma equipa, este é na realidade um grande jogo de plataformas e que está acima da média de qualidade dos jogos do Yoshi. Tal como Yoshi's Island, nos tempos da SNES, a Nintendo utilizou um estilo artístico bastante demarcado para envolver uma grande experiência de jogo, com níveis bastante interessantes, originais e suficientemente desafiantes. Este não é um jogo particularmente difícil como seria, por exemplo, um Donkey Kong Country, mas também não é um passeio no parque. Quem procura uma experiência mais simples, pode alternar em qualquer momento para o "Mellow Mode", que faz com que o Yoshi ganhe asas e assim se possa passar mais facilmente qualquer nível mais exigente - algo que os jogadores mais experientes irão, certamente, recusar.

Este é, ainda, um óptimo jogo para partilhar, com um interessante modo cooperativo a dois jogadores, onde é possível transformar o parceiro em bola e arremessá-lo para locais de difícil acesso onde normalmente se escondem alguns segredos. A experiência a dois pode mudar a abordagem aos níveis, sendo que alguns ficam bastante mais fáceis a dois, enquanto que noutros a existência de um jogador extra só parece dificultar. Durante a análise ao jogo em modo para dois jogadores, verificou-se que em alguns momentos onde havia muitos elementos presentes em ecrã, a imagem perdia consideravelmente a sua fluidez - uma situação muito esporádica mas que dá a entender que talvez o jogo tenha sido melhor otimizado para um jogador.


Na falta de um segundo jogador para ajudar, é possível utilizar uma figura amiibo para criar um clone do Yoshi, que repetirá todos os movimentos feitos pelo jogador e pode também ser arremessado. É, por exemplo, uma forma prática de ter bolas ilimitadas para arremessar aos inimigos ou contra outros obstáculos. Para isso, é necessário uma figura amiibo do Yoshi, podendo usar-se qualquer uma que seja alusiva ao personagem, incluindo as novas do Yoshi de Lã. Caso se utilize uma destas últimas, o jogo permitirá atribuir o aspeto desejado ao clone que surge dentro dos níveis, caso contrário irá surgir um Yoshi verde que não é feito de lã.

O aspecto do Yoshi é também uma componente forte do jogo, e diretamente ligada à história. Em todos os níveis, existem 5 novelos de lã para colecionar, que o Kamek deixou cair acidentalmente. Caso sejam todos recuperados dentro de um nível, será desbloqueado um novo Yoshi cujas cores correspondem às desses novelos. A partir daí, o jogador poderá escolher trocar a cor do seu Yoshi pelo novo padrão, ou atribuí-lo ao clone gerado pelo amiibo de lã. O jogo é ainda compatível com figuras amiibo de outros personagens, que desbloqueiam padrões de cores para o Yoshi inspirados nos mesmos, permitindo jogar com as cores do Mario, Luigi, Link e até um Inkling do Splatoon. Há também uma galeria onde é possível observar todos os padrões desbloqueados e selecionar o pretendido, algo que fará as delícias dos colecionadores.


Além dos novelos, há mais coisas para colecionar, nomeadamente as caraterísticas flores sorridentes e os novos carimbos para o Miiverse (no papel das moedas vermelhas que se encontrava em Yoshi's Island). Muitas vezes, alguns destes objetos só ficam evidenciados depois do jogador passar um ponto sem retorno, o que incentivará a tentar novamente. Outras vezes, estão tão bem escondidos que será preciso passar o mesmo nível várias vezes até se encontrar todos os seus segredos. Tanto a coleção de padrões do Yoshi, como a recompensa por se conseguir encontrar todas as flores, acabam por ser excelentes incentivos a jogar mais do que uma vez um jogo que é, sem dúvida, merecedor dessa repetição.


Yoshi's Woolly World é um dos jogos mais bonitos da Wii U e com um grafismo realmente fascinante, mesmo vindo no seguimento do que a mesma equipa já tinha feito em Kirby's Epic Yarn. É um trabalho artístico impressionante e que dificilmente passará despercebido, mas que ainda assim não descura a jogabilidade e o level design. É um dos melhores jogos de plataformas do Yoshi desde o primeiro que protagonizou na SNES, uma experiência divertida e que apetece partilhar com os amigos, tendo tanto cuidado com a acessibilidade como com a garantia de que um jogador experiente não se irá aborrecer. Um exercício de criatividade fascinante e que vem reforçar a posição da Wii U como a primeira escolha para quem gostar de jogos de plataformas.
Nota: Esta análise foi efetuada com base em código final do jogo gentilmente cedido pela Nintendo.
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17 de junho de 2015

E3 2015: Novidades para a Wii U anunciadas no Nintendo Digital Event


Decorreu hoje o Nintendo Digital Event, uma apresentação online que visa marcar o início da E3 com os principais títulos que a empresa quer mostrar ao longo destes 3 dias, onde não podiam faltar bastantes novidades para a Wii U. Infelizmente, no que diz respeito à Wii U, não houve um grande conjunto de títulos surpreendentes anunciados como aconteceu em anos anteriores e até mesmo nas conferências das companhias rivais deste ano. Os principais títulos mencionados para a consola doméstica da Nintendo já tinham sido falados anteriormente noutras apresentações e os restantes não são assim tão empolgantes, o que deixou muitos fãs desapontados.

A apresentação focou-se principalmente nos títulos que serão lançados até ao final de 2015 e inícios de 2016, deixando de fora séries como The Legend of Zelda (cujo lançamento continua previsto para o próximo ano) e até Metroid Prime, que teve direito a um spin-off multijogador para a Nintendo 3DS. O maior destaque foi para Super Mario Maker, o jogo que é uma ferramenta de criação de níveis do Super Mario e será lançado em celebração do 30º aniversário do primeiro jogo da série para a NES.


Super Mario Maker – 11 de setembro, 2015

É a principal aposta da Nintendo em 2015, assinalando o 30º aniversário de Super Mario Bros. (SMB) com um jogo/aplicação que permite construir quaisquer níveis de Super Mario que se desejar, como se desejar, no estilo artístico que se quiser dentro dos quatro utilizados ao longo da vida desta franquia. Em Super Mario Maker, é muito fácil colocar obstáculos e inimigos, assim como power-ups, escolher o estilo e jogabilidade entre SMB, SMB 3, Super Mario World ou New Super Mario Bros. e depois partilhar na internet para que jogadores de todo o mundo possam experimentar o nível. A galeria de níveis online permite escolher níveis criados por amigos ou pessoas de todo o mundo e até seguir criadores de quem se goste, ou então pesquisar níveis pelo grau de dificuldade, que é calculado automaticamente pela percentagem de jogadores que o conseguem passar.


O jogo é também compatível com figuras amiibo, permitindo adicionar aos níveis cogumelos mágicos que transformam Mario noutro personagem como o Link ou a treinadora do Wii Fit. Esta funcionalidade e outras relacionadas com os amiibo parecem ser, por enquanto, exclusivas dos níveis criados no estilo do SMB original. A apresentação mostrou um lado interessante da criação de níveis e a forma como a Nintendo trabalhou há 30 anos no desenvolvimento do jogo original, comparando com esta nova ferramenta que a Nintendo irá agora colocar nas mãos dos seus fãs.



Star Fox Zero – último trimestre, 2015

A grande novidade da Nintendo para a Wii U foi a apresentação do Star Fox Zero, o novo título que não é sequela nem prequela, mas uma reimaginação da saga. Fox, Falco, Slippy e Peppy estão de volta à ribalta num jogo que oferece duas perspectivas, uma de ação cinemática na TV e outra do cockpit no GamePad, permitindo apontar e disparar com o giroscópio do comando. A Arwing tem agora uma nova habilidade de se transformar num veículo terrestre (que faz lembrar uma avestruz) e, para além do regresso do veículo Landmaster, acrescentaram também um novo veículo Gyrowing.

O jogo está a ser desenvolvido pela Platinum Games, com base no protótipo de jogabilidade apresentado na E3 2014 por Shigeru Miyamoto, numa sessão em que apresentou também um conceito de jogabilidade para o Project Guard, que se encontra também em desenvolvimento pela Platinum mas ficou ausente desta apresentação. Apesar da excelente reputação desta empresa, Star Fox Zero apresenta ainda um grafismo inferior ao que se esperaria de um jogo da série em HD na Wii U, algo que deverá melhorar significativamente até ao seu lançamento no final deste ano.

Xenoblade Chronicles X – dezembro, 2015

É provavelmente o jogo mais aguardado deste ano para a Wii U, mas nem por isso teve muito destaque na apresentação, recebendo pouca atenção na forma de um novo trailer e o avanço de uma janela de lançamento. Este RPG conta com um fantástico mundo aberto de dimensões impressionantes e veículos "mech", chamados Skells, que o permitem explorar e combater em batalhas épicas contra monstros e inimigos alienígenas.

Yoshi's Woolly World – 26 de junho, 2015

Embora este jogo esteja prestes a chegar às lojas europeias, juntamente com adoráveis figuras amiibo de lã, teve direito a um grande destaque na apresentação, uma vez que só chegará mais tarde ao território norteamericano onde decorre a E3. Assim, não houve grandes novidades em relação a este belíssimo jogo de plataformas, mas apenas uma visão geral sobre as suas funcionalidades.


Skylanders SuperChargers – 25 de setembro, 2015

Se hoje as figuras amiibo são um grande sucesso, há que reconhecer a enorme popularidade da franquia Skylanders, da Activision, e que abriu as portas ao mercado de figuras NFC. Nas versões do novo jogo desta série para as consolas da Nintendo, será possível utilizar figuras do Bowser e do Donkey Kong, juntamente com veículos criados especificamente para estes personagens. Outra novidade é que estas figuras podem também ser utilizadas como amiibo, sem que isso interfira com os dados de gravação do Skylanders.

Além da versão Wii U, semelhante à das restantes consolas de última geração, existe também uma versão completamente diferente do jogo, SuperChargers Racing para as consolas Wii  e Nintendo 3DS. O Starter Pack para a Wii U irá incluir a figura do Donkey Kong, enquanto que a figura do Bowser será incluída no Starter Pack do jogo de corridas para a Wii e 3DS.


Animal Crossing: amiibo Festival – último trimestre, 2015

Para os fãs de Animal Crossing que gostem de party games como Wii Party U e Mario Party 10 (especialmente o modo amiibo Party), a Nintendo revelou um novo jogo de tabuleiro que irá utilizar uma nova série de figuras amiibo, juntamente com as cartas de amiibo criadas para o Animal Crossing: Happy Home Designer, da Nintendo 3DS. Este é um jogo de tabuleiro dinâmico cujo efeito das casas irá mudar consoante os meses, onde o objetivo é reunir o maior número de Happy Points. O jogo irá ainda incluir um conjunto de minijogos feitos a pensar nas cartas de Animal Crossing, e será colocado à venda em conjunto com 2 figuras amiibo e ainda 3 destas cartas.

Mario Tennis: Ultra Smash – último trimestre, 2015

A nova entrada na série Mario Tennis foi o segundo título desvendado nesta apresentação para a Wii U, e como novidade introduz o Giant Mushroom e os Jump Shots, que permitem atirar e receber bolas muito mais altas que o normal. O jogo irá suportar partidas até 4 jogadores e, se a ilustração da capa for indicativa de alguma coisa, deverá incluir funcionalidades online.

Genei Ibun Roko #FE – 2016
   

O cruzamento entre as séries Shin Megami Tensei e Fire Emblem voltou a marcar presença, com um novo trailer e novas informações. Jovens de Tóquio irão juntar-se aos de um universo alternativo: os míticos heróis de vários jogos da série Fire Emblem. Neste jogo, os mundos do glamour e das trevas irão defrontar-se num RPG mais próximo do que estamos habituados a ver nos jogos da ATLUS. Um jogo cheio de cor e acção que pretende apelar aos fãs mais hardcore dos RPG japoneses e cujo título, felizmente, ainda é provisório.

Project Zero: Maiden of Black Water – 2015

De fora da apresentação, embora patente nas novidades da Nintendo para esta E3, está o novo título da série Fatal Frame, conhecida na Europa por Project Zero. Este sombrio jogo de terror, que será lançado ainda este ano para a Wii U, coloca os jogadores a utilizar o GamePad como uma câmara fotográfica capaz de fotografar assustadores espíritos e fantasmas.


Para concluir, a Nintendo divulgou entretanto uma infografia com todos os lançamentos previstos para a Wii U até ao final de 2015, que pode ser vista em seguida.

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16 de junho de 2015

E3 2015: Novidades para a Nintendo 3DS anunciadas no Digital Event

Decorreu mais uma E3 que preparou as novidades a serem lançadas para a Nintendo 3DS e Wii U, com títulos já anunciados para este ano, e alguns para 2016. Neste post iremos apresentar as principais novidades para a portátil da Nintendo, que contou com algumas surpresas na apresentação.

The Legend of Zelda: Tri Force Heroes  último trimestre de 2015


Um novo título da série que junta as sessões multi-jogador de Four Swords com o estilo gráfico de A Link Between Worlds. Nesta nova aventura até 3 jogadores podem resolver vários puzzles em conjunto, e tirar partido da mecânica Totem, onde os 3 formam uma torre. As sessões podem ser jogadas quer localmente ou através da internet! O jogo conta ainda com download play.

A história é sobre uma princesa obcecada pela moda, mas que se encontra presa num vestido feio, e cabe aos nossos heróis a salvarem. Deste modo o elemento central neste novo jogo é o estilo e Link pode vestir várias roupas diferentes, cada vestimenta com habilidades diferentes. Entre roupas que melhoram o Spin-Attack, o uso de alguns itens, evitar ataques inimigos, ou até mesmo vestir a roupa de Zelda, estas novas fatiotas mudam visualmente o personagem.


No meio de bastante vestimentas, teremos de atravessar masmorras, resolver puzzles e derrotar vários monstros, muito ao estilo Zelda. Alguns pontos curiosos são os jogadores partilharem a vida entre os 3, sendo importante estar bem atento ao trabalho de equipa para não terminar em frustração. Contudo é também possível jogar sozinho, contratando bonecos ajudantes feitos em papel.


Hyrule Warriors Legends 1.º trimestre, 2016



Embora já se soubesse da existência deste jogo, a versão portátil de Hyrule Warriors teve destaque na apresentação com o trailer que já tinhamos aqui divulgado. Nesta versão contamos com duas personagens novas: Tetra e o King of Hyrule, do jogo Wind Waker. Quem adquirir esta versão pode, depois, transferir os personagens para a versão Wii U. Outra novidade é ser possível mudar de personagem no campo de batalha facilmente, através do ecrã tátil.


Metroid Prime: Federation Force — 2016



Não é o título de Metroid (Prime) que os fãs têm vindo a pedir há longos anos, mas Metroid está de regresso num novo jogo multiplayer até 4 jogadores. Neste shooter na primeira pessoa os jogadores têm missões a enfrentar, e vários monstros da série Metroid para derrotar. Que seja localmente ou através da internet, o jogo tira partido do giroscópio da Nintendo 3DS para apontar para os inimigos.

Para além das missões pelo espaço, neste jogo vem também incluído o jogo Blast Ball (apresentado previamente no Nintendo World Championship 2015), onde até 6 jogadores podem participar em amigáveis jogos ao estilo do futebol, onde têm de disparar para uma bola e marcar golos.


Fire Emblem Fates 2016



O mais recente título da série Fire Emblem Fates teve finalmente direito a um trailer em inglês, juntamente com o título ocidental do mesmo. Nesta nova aventura o herói é o personagem que costumizamos, e terá de comandar o seu exército, e durante a história decidir entre o lado Hoshido e Nohr, determinando assim o rumo do enredo.

Tal como no Japão existem duas versões do jogo disponíveis: uma mais tradicional em que seguimos a história de Hoshido, e outra mais desafiante onde seguimos os Nohr. Cabe ao jogador decidir se prefere honrar o sangue da família do protagonista, ou seguir os passos de quem o criou.


Animal Crossing: Happy Home Designer  25 setembro, 2015


O mais recente título de Animal Crossing para a Nintendo 3DS foge da bastante ocupada vida de presidente de câmara para se dedicar a um dos pontos mais fortes da série: a decoração. Neste novo jogo temos como objetivo decorar o interior e exterior da nossa casa com inúmeros objetos, e criar vários tipos de design, desde as típicas salas de estar a salas de aula. Depois é só ver os personagens chegar e confortavelmente conversar entre eles e connosco, no novo espaço.

Este título conta com uma série de cartões que funcionam do mesmo modo que as amiibo através da New 3DS ou do adaptador NFC para as restantes portáteis. Através dos cartões podemos convidar os nossos habitantes favoritos a ficarem no nosso jogo, podendo ter finalmente disponíveis os nossos personagens favoritos. Existem cartões amiibo com personagens especiais, para visitarem o nosso jogo (que não apareciam de outro modo), e a primeira vaga destes cartões conta com 100 diferentes. Este jogo será lançado num conjunto que inclui um cartão amiibo e o acessório NFC para a Nintendo 3DS.


Yo-kai Watch  2016



Já anunciado para o mercado ocidental, a nova grande série de sucesso da Level-5 no Japão prepara-se para chegar já este ano à Europa! Procura e captura Yo-kai, monstros muitas vezes assustadores e sempre com truques na manga, que os humanos normalmente não conseguem ver. Com uma equipa de 6 Yo-kai podemos depois enfrentar monstros mais fortes, e procurar sempre por novos aliados.

Existem mais de 200 Yo-kai para encontrar, espalhados pelo mundo, e cada um deles tem características diferentes que os tornam únicos, muito ao género RPG ou até mesmo Pokémon. Tudo isto é possível através do nosso Yo-kai watch, a ferramenta que nos permite procurar por estas invisíveis criaturas.


Mario & Luigi: Paper Jam Bros  primavera de 2016


Uma das grandes surpresas desta apresentação é um novo jogo na série de RPG Mario and Luigi, que desta vez vê o seu mundo colidir com o universo de Paper Mario! Já vimos várias peripécias diferentes nesta série, desde viagens no tempo à mais recente aventura pelo mundo dos sonhos, mas desta vez Paper Mario e todos os seus truques de papel servem para resolver imensos obstáculos.

Durante o jogo podemos contar não só com personagens como também inimigos dos dois universos, e para lidar com esta situação Mario e Luigi estão devidamente acompanhados de Paper Mario. Pouco mais se sabe deste novo capítulo, mas podemos novamente contar com batalhas frenéticas por turnos, com ataques onde o tempo em que premimos os botões é vital.

Estes foram os jogos da 3DS presentes na apresentação da E3 da Nintendo, deixando de fora alguns títulos também já anunciados como LBX: Little Battle Experience da Level-5, Bravely Second End Layer da Square Enix, Pokémon Super Mystery Dungeon ou Chibi-Robo! Zip Lash da Nintendo. Se não conseguiram acompanhar a apresentação em direto podem ver o Digital Event na íntegra aqui:

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E3 2015: Novos amiibo celebram o 30º aniversário de Super Mario Bros

Para celebrar o 30º aniversário do lançamento de Super Mario Bros. na NES, a Nintendo revelou hoje uma nova figura amiibo inspirada no sprite do Mario em 8-bit, e que será lançada em duas paletes de cores: uma com as cores originais do jogo em questão, outra com as cores "modernas" que habitualmente associamos à mascote da Nintendo.

Esta figura terá um efeito especial em Super Mario Maker, mas funcionará como um amiibo normal do Mario nos outros jogos compatíveis com este personagem. O novo título para a Wii U será também compatível com outras figuras.
    

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E3: Earthbound Beginnings abre a E3 deste ano


Quando tudo se preparava para assistir ao Nintendo World Championship de 2015, surge um trailer surpresa que deixou muitos fãs da série "Mother" entusiasmados, o anúncio de Earthbound Beginnings. O jogo que deu origem a uma série que parece estar sempre a ser esquecida pela própria Nintendo, estreia-se assim fora do Japão através do serviço Consola Virtual na Wii U.


Contudo este não é o jogo original, pois esse saiu apenas na Famicon e encontra-se em japonês. A versão que nos chega agora está completamente traduzida para Inglês, ideal para muitos conhecerem o início da série Mother, e talvez perceber o porquê de haver muitos fãs da série a pedir (e sonhar) pelo regresso da série. Com Earthbound (SNES) já disponível também através do serviço de Consola Virtual, fica a faltar apenas uma versão traduzida de Mother 3, lançado no Japão para Game Boy Advance. Talvez num futuro próximo?

Por último, fiquem com o nosso vídeo de jogabilidade de Earthbound Beginnings!

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