Notícias

Análises

23 de dezembro de 2014

Boas Festas!


A todos os nossos leitores, os sinceros votos de uma excelente quadra festiva na companhia daqueles de quem mais gostam - e também dos vossos jogos preferidos! Terminem 2014 da melhor forma possível, porque 2015 promete ser um ano ainda melhor!

- A equipa do Meus Jogos DS
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22 de dezembro de 2014

[Passatempo] Indie Natal!


Nova atualização: Já são conhecidos os premiados! Verifiquem o vosso e-mail!
Segue-se a lista com o primeiro e último nome de cada vencedor:

Abel Maio
Bruno Fátima
Bruno Silva
Catarina Ribeiro
Claudia Maia
Cláudio Rodrigues
Filipe Direito
Gustavo Gonçalves
João Silva
Marco Costa
Miguel Santos
Nelson Oliveira
Rikky Pinto
Rodrigo Daniel
Rodrigo Ferreira
Tiago Jacques
Tiago Silva
Tiago Touret



Atualização: a Rain Games associou-se ao nosso passatempo com duas cópias do jogo Teslagrad para oferecer! Por este motivo, decidimos prolongar o período de inscrições até às 19h de hoje (24 de dezembro). Boa sorte!



O Pai Natal já chegou ao Meus Jogos DS e recebeu uma data de jogos para distribuir!

Em parceria com a Yacht Club Games, Image & Form e a CIRCLE Entertainment, temos ao todo 16 códigos de download da Nintendo eShop para sortear pelos nossos leitores, bastando para isso que se inscrevam no passatempo, através os seguintes passos:
  1. Fazer like na página do Meus Jogos DS no Facebook;
  2. Partilhar este passatempo no vosso mural (partilha pública);
  3. Preencher o formulário incluído abaixo.
Serão aceites todas as inscrições no sorteio até às 13h do dia 24 de dezembro de 2014! Depois disso, o Pai Natal (ou será o Jingle do Animal Crossing?) irá tratar da distribuição!

O sorteio será feito jogo a jogo, de forma aleatória, entre todas as participações válidas, de acordo com as plataformas indicadas no formulário. Cada participante poderá receber no máximo 2 códigos de download de jogos diferentes (nunca 2 do mesmo jogo), sendo a partir daí excluído do sorteio!

Inscreve-te já! Estes são os jogos que podes ganhar:
Importante: todos os códigos são exclusivos para consolas europeias!

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19 de dezembro de 2014

Shin Megami Tensei IV


Quando anunciado para a 3DS, Shin Megami Tensei IV rapidamente despertou o interesse dos fãs do género RPG, por ser um novo capítulo numa série repleta de spin-offs, alguns deles lançados para a DS e 3DS. Após o lançamento na América do Norte os fãs europeus aguardavam impacientemente por notícias sobre este lançamento cá, e depois de bastante confusão chega-nos através da eShop, embora que tardio.

Para quem não conhece, a série Shin Megami Tensei (SMT) costuma abordar um estilo mais adulto, por vezes até mesmo macabro, que lança novas questões sempre que surgem respostas. Nos seus jogos somos acompanhados por demónios que se tornam nossos aliados após os convencer a juntarem-se a nós. As suas capacidades tornam-se vitais num sistema de batalha onde temos de estar de completa atenção, onde um erro apenas pode determinar uma derrota imediata, e ao mesmo tempo tirar partido das fraquezas dos nossos inimigos garante-nos uma grande vantagem.

Neste título exploramos o reino de Mikado, onde anualmente os que tiverem 18 anos passam por um ritual que determina se são ou não dignos de ser um Samurai. Os escolhidos terão então de defender o reino, completando missões que lhes são ordenadas, onde principalmente terão de derrotar demónios. Para tal estes Samurai ganham a habilidade de poder ter estes mesmos demónios como aliados, de modo a conseguira lidar com as diversas missões que surgem.

O modo como a série explora a gestão da equipa é bastante interessante, e algo diferente do que estamos habituados a encontrar. Durante a batalha podemos dialogar com os demónios, e assim persuadir essas criaturas a juntarem-se a nós, através de todo um conjunto de ações diversas, entre responder a perguntas, oferecer dinheiro, itens ou até mesmo HP e MP, entre outros. Normalmente os resultados são bastante aleatórios, o que por vezes se torna frustrante quando o demónio decide fugir após lhe dar-mos alguns itens. No entanto à medida que vamos avançando no jogo os demónios ficam convencidos com a nossa força e decidem-se juntar a nós imediatamente, sem quaisquer diálogos.

Existem imensos demónios no jogo para recrutar, com diversas personalidades e também tipos de criatura. Aos poucos vamos adquirindo novas habilidades de diálogo, que nos permite comunicar com ainda mais demónios, ou ainda aumentar o espaço na nossa equipa, ideal para aventuras mais prolongadas. O sistema de personagens torna-se mais denso e interessante a partir do momento que criamos fusões entre demónios, subir o nível do nosso personagem para obter demónios mais fortes, ou ainda assistir a transformações dos nossos demónios em criaturas diferentes.

Acompanhando este denso sistema de demónios, com inúmeras combinações de equipa diferentes está uma história bastante misteriosa, com situações algo macabras. A fase inicial do jogo faz-nos compreender melhor o reino de Mikado, e ao explorar e falar com os diversos NPCs presentes vamos percebendo melhor as questões sociais do reino. Mas é quando exploramos um pouco mais, e descobrimos Tokyo que o mundo se torna mais interessante, adensando o mistério desse mundo. Para tornar tudo ainda mais curioso, existem áreas "separadas" onde são dominadas por demónios, e ainda após um Game Over chegamos à zona de passagem para o mundo dos mortos, onde nos é dada a oportunidade de voltar à vida a custo de dinheiro, ou ainda de Play Coins da 3DS.

É um jogo que se vai desvendando aos poucos, cuja história se vai revelando cada vez mais interessante, e constantemente nos lembra de questões lançadas desde o início. Infelizmente o desenrolar da história várias vezes é demasiado previsível, tal como os personagens cujas intenções deixam poucas surpresas assim que são reveladas. Ainda assim há muito a descobrir, e quanto mais avançamos vamos sendo confrontados com situações que nos fazem reflectir sobre as ações que temos de tomar neste estranho mundo, que nos lembra do nosso próprio mundo.

O jogo prima pela dificuldade, que por norma parece ser algo difícil pois geralmente nas batalhas as decisões tomadas têm de ser devidamente pensadas. Contudo não exclui ninguém e se formos recebidos pela sequência de Game Over múltiplas vezes, "do outro lado" é nos dada a opção de mudar a dificuldade do jogo para facilitar a vida aos que não se sentem tão capazes de lidar com o jogo.

Coloca de parte também várias questões que podem assustar alguns, ao eliminar as Random Battles colocando espectros dos inimigos visíveis nas masmorras que rapidamente nos perseguem, e que podemos atacar para ter vantagem na batalha. A exploração é também limitada a um conjunto de menus, ou mais tarde um mapa bastante simples, mas são muitas as masmorras a explorar cheias de demónios e tesouros. Temos muitas dungeons a explorar, mas foge ao estilo "Dungeon Crawler" e não as repete em demasia, tornando a experiência bastante agradável, mesmo com dungeons que nos deixam bastante reticentes em avançar.

Não só os visuais do jogo causam um bom impacto na experiência, por estar repleto de detalhes e tirar muito bem o efeito 3D da consola, como a banda sonora que nos acompanha cria o ambiente perfeito para a aventura, estejamos nós em dungeons, em batalha ou simplesmente a explorar o mundo. Também de louvar são as vozes das personagens, bastante usadas no jogo e com a excelente qualidade que a Atlus nos tem habituando ao longo do tempo.


Após uma longa espera Shin Megami Tensei IV chega à Europa, embora que pela eShop mas que não deve ser discriminado por ser digital. O seu preço é também excelente face ao conteúdo presente no jogo, e conta já com DLCs opcionais para prolongar um pouco mais a aventura, caso desejarem. Se são fãs do género RPG têm aqui uma excelente aposta, e mesmo se não for o vosso género predileto não precisam de ter receio da dificuldade.

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16 de dezembro de 2014

Captain Toad: Treasure Tracker


Corria o ano de 2007 quando o mundo se rendeu ao maravilhoso jogo Super Mario Galaxy, um jogo revolucionário que ainda hoje é considerado um dos melhores de sempre, onde o famoso canalizador da Nintendo explorava múltiplas galáxias em busca de estrelas douradas. Foi nesse jogo que ficamos a conhecer a Toad Brigade, quatro bravos aventureiros do Reino Cogumelo que exploravam o universo para ajudar o Mario na sua busca pelas estrelas. A presença destes exploradores continuou a cativar os fãs em Super Mario Galaxy 2, mas só em Super Mario 3D World é que o seu bravo capitão teve direito a algum protagonismo, em alguns níveis especiais do jogo.

O nosso Capitão em Super Mario 3D World
Estes níveis consistiam em pequenos mapas tridimensionais que Toad teria de explorar para encontrar várias estrelas verdes, com a condicionante de levar uma mochila demasiado pesada que não lhe permitia saltar. Um jogo de plataformas sem saltos transforma-se rapidamente num puzzle, e estas missões obrigavam a utilizar a câmara para analisar o cenário de todos os ângulos de forma a encontrar um caminho seguro para o nosso capitão. Eram níveis simples, mas muito bem desenhados, pecando apenas por serem apenas um bónus do jogo principal que deixou água na boca. Os fãs de Super Mario 3D World acharam que este conceito daria para fazer um jogo inteiro... e deu mesmo!

O Capitão e a Toad Brigade estão de volta!
A Nintendo ouviu os fãs e, alguns meses depois, anunciou que estaria a desenvolver este Captain Toad: Treasure Tracker, uma compilação de níveis inspirados nos bónus do grande jogo de plataformas da Wii U. O conceito é o mesmo, em que cada nível é uma espécie de maquete com vários segredos e algumas armadilhas, muitas das quais escondidas pelo ângulo de câmara, que pode ser livremente manipulado com o movimento do GamePad ou o botão analógico direito. Agora, Toad tem a habilidade de arrancar nabos do chão e depois arremessá-los (inspirado em Super Mario Bros. 2 da NES) ou interagir com interruptores. No entanto, continua sem poder saltar, ficando assim vulnerável a muitos inimigos e obstáculos que num jogo normal de plataformas não apresentariam qualquer ameaça.

Além dos controlos normais do personagem, é também importante a interação através do GamePad, aqui muito bem aproveitado. Um sopro ao microfone permite revelar moedas escondidas e um toque no ecrã pode congelar momentaneamente um inimigo e assim facilitar a passagem. Alguns níveis requerem a manipulação de plataformas e outros permitem usá-lo como perspectiva do Toad na primeira pessoa em sequências de tiros (com nabos, obviamente!). Estes últimos, especialmente quando o herói circula sobre carris, são particularmente gratificantes. Quem diria que os nabos podiam ser tão violentos?

Acorda Toadette! Está na hora de te juntares à aventura!
A construção dos níveis é excelente e obriga muitas vezes a repensar a forma de abordar certos desafios e ver as coisas por outra perspectiva (nem sempre no sentido literal da palavra). Mas isto não seria um jogo da Nintendo se não tivesse uma grande dose de charme em cima, com o fantástico estilo gráfico de Super Mario 3D World aliado a excelentes animações dos personagens. Ao fim de pouco tempo, a Toadette junta-se à aventura, que vai alternando entre os dois exploradores. Embora não haja diferenças de jogabilidade entre eles, as suas diferentes personalidades são bem vincadas pelas animações. Os personagens reagem de forma diferente aos cenários que encontram, tremendo de frio em níveis de gelo ou arrepiando-se de medo em casas assombradas, sem nunca perder o optimismo – aqui não há lugar para covardias!

O jogo não tem uma duração muito grande para quem apenas quer completar a história, mas os jogadores mais afincados terão aqui muito com que se entreter até conseguir atingir os 100%. Isto porque em cada nível existem 3 cristais para colecionar além da Power Star no final, acrescido de um desafio extra que varia de nível para nível. Colecionar os cristais requer atenção e exploração redobrada, e muitas vezes, para conseguir o desafio extra é necessário repetir o nível com uma abordagem completamente diferente da que se usou para conquistar a estrela. Completar estes desafios desbloqueia ainda alguns níveis bónus com uma dificuldade acrescida, recompensando assim os jogadores mais dedicados.

Este parece fácil... basta atravessar aquela ponte... certo?
Tendo em conta que este jogo será vendido a um preço reduzido em comparação com o habitual da Wii U, o conteúdo oferecido é bastante justo e não deixará ninguém arrependido. A Nintendo anunciou ainda que este título será compatível com as figuras amiibo, mas à data deste artigo não existe qualquer informação acerca da forma como serão utilizadas, dando a entender que não é uma funcionalidade planeada desde o início. Não foram também anunciados quaisquer planos para conteúdos adicionais (DLC) mas, tendo em conta a estrutura do jogo por episódios, a criação de níveis extra seria algo bem-vindo no futuro.

Pode ter começado como um personagem secundário e material para níveis bónus, mas Captain Toad: Treasure Tracker é mais do que um spinoff. Tal como Luigi conseguiu destacar-se na sua série Luigi's Mansion, o Capitão Toad tem aqui material para começar a sua própria franquia de aventuras-puzzle, qual Indiana Jones do Reino Cogumelo. Por vezes, não é preciso inventar um novo personagem para introduzir um novo conceito de jogo, e este adequa-se bem ao fungos preferidos dos fãs da Nintendo. O jogo peca apenas por ter poucos níveis de boss e reutilizar várias vezes os monstros, havendo apenas dois "mauzões". Utilizar muitos dos gráficos e músicas de Super Mario 3D World é algo mais facilmente perdoável, visto que não há qualquer intenção de demarcar este jogo do título de plataformas do Super Mario onde o conceito surgiu.


Um jogo ideal para fãs de puzzles, é também um interessante desafio para os fãs de plataformas. Quem jogou Super Mario 3D World e se deliciou com os pequenos níveis do Toad irá adorar este título e dificilmente descansará sem o completar a 100%. Difícil é parar de o jogar!

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12 de dezembro de 2014

Tetris Ultimate


A série Tetris tem recebido incontáveis lançamentos em vários formatos, desde o seu lançamento original em 1984 por Alexey Pajinov, que ao criar Tetris testava as capacidades dos computadores que tinha pelas mãos. Um jogo bastante simples, com uma fórmula que marcou toda uma geração de pessoas, quer sejam jogadores ou não, e ainda um dos responsáveis pelo sucesso do Game Boy original, por vir incluído com imensas consolas, e ao mesmo tempo a plataforma que impulsionou o lançamento de incontáveis "Brickmania" que chegaram às mãos de milhões.

A edição Ultimate chega agora à 3DS, que traz alguns modos com experiências algo diferentes da tradicional, quer estejamos a jogar sozinhos ou a enfrentar amigos. Não há muito a descrever sobre o sistema de jogo, pois é facilmente reconhecido por todos, que já perderam conta do número de vezes que fizeram um Tetris, ou seja, eliminar 4 linhas de uma vez só.

Entre os modos de jogo disponíveis, temos o principal e possivelmente o mais jogado, onde o objetivo é concluir 15 níveis o mais rápido possível. Podemos também enfrentar o contrarrelógio e concluir 40 linhas rapidamente, ou obter a melhor pontuação em 3 minutos apenas, ou simplesmente relaxar e jogar quanto tempo quisermos, sem limitações de tempo. Podemos ainda enfrentar o computador num modo de batalha simples, ou noutro em que podemos usar alguns itens que mudam tanto o nosso jogo, como o do adversário.

Podemos ainda enfrentar os nossos amigos localmente, onde é possível tirar partido do modo Download Play para boas sessões de jogo, ou ainda desafiar outros jogadores online. Através da internet podemos também aceder a comunidades de jogo, ou ainda comparar a nossa pontuação com outros jogadores, num ranking mundial.

Talvez o modo mais curioso é o Challenge, como o modo Rotation Lock onde não podemos rodar as nossas peças, ou o modo Invisible em que as nossas peças desaparecem momentos depois de colocarmos uma nova peça no jogo. Para obter todos estes modos de jogo precisamos de obter Badges, estas que funcionam como Achievments que obtemos ao concluir certas façanhas.

Face aos vários modos de jogo, questionamos até que ponto é possível lançar novamente um título quase livre de alterações ao longo de 30 anos. Embora seja óbvio o que esperamos de Tetris, a versão em si peca pela ausência de poder mudar sequer a música enquanto jogamos, embora estejam presentes versões diferentes do tema intemporal do jogo, consoante o modo de jogo. Também não conta com modos do jogo Tetris lançado em 2011 para a 3DS, onde podíamos, por exemplo, usar a realidade aumentada para um tipo de jogo algo diferente.


Tetris Ultimate é um jogo que facilmente vos pode acompanhar na vossa 3DS, para rápidas sessões de jogo como foi originalmente concebido, mas que rapidamente vos prende rapidamente pela sua simplicidade ser tão viciante. Existem alguns desafios para prolongar a vida de jogo, embora os vários métodos para conseguir os Badges se possa tornar repetitivo.

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11 de dezembro de 2014

Vem ter connosco ao Tufazes Natal - temos 10 convites para oferecer!


O Meus Jogos DS irá participar no evento Tufazes Natal, a decorrer durante o próximo fim de semana (dias 13 e 14 de dezembro) na FIL - Feira Internacional de Lisboa. Para quem não sabe, o Tufazes é um evento onde poderão contar com vários torneios, prémios e ainda ter a oportunidade de conhecer em pessoa alguns dos vossos youtubers favoritos, entre os quais o VenomExtreme, Feromonas, Dr.M4ster e o Mr.Remedy!

Se tencionam participar no evento, não se esqueçam de levar um barrete de Natal para participar numa mega foto natalícia! Mais importante ainda - não se esqueçam de levar a vossa Nintendo 3DS para um mega encontro de StreetPass, onde poderão colecionar peças de puzzle para a vossa consola e, se tiverem o mais recente Pokémon Omega Ruby / Alpha Sapphire, poderão receber o mítico Eon Ticket! E se ainda assim estiverem indecisos, vejam o vídeo seguinte que explica tudo sobre o evento e depois participem no nosso passatempo!


Passatempo!

Para ganhares uma entrada gratuita no Tufazes Natal, terás apenas de partilhar este passatempo no teu perfil do Facebook (partilha pública) e preencher o formulário abaixo com os dados necessários para te podermos identificar e validar a participação. Ganham os 10 primeiros participantes!!

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10 de dezembro de 2014

A primeira edição da Comic Con Portugal

Decorreu no passado fim de semana a primeira edição da Comic Con Portugal, um evento semelhante às diversas Comic Con existentes um pouco por todo o mundo e que sempre foi algo muito desejado por terras lusas. Realizado no distrito do Porto, mais propriamente na Exponor, reuniu mais de 30 mil pessoas, tendo superado quaisquer expetativas da organização e principalmente os mais céticos de que um evento desta envergadura não seria viável em Portugal.

   

A principal crítica à organização foi de que as celebridades convidadas não seriam suficientemente famosas para apelar ao grande público, mas aparições de atrizes como Morena Baccarin e especialmente a Natalie Dormer (Game of Thrones / The Hunger Games) revelaram-se grandes sucessos junto do público. Num evento que reunia Cinema, Televisão, Banda Desenhada e Videojogos entre outras vertentes da cultura pop internacional, houve atividades para todos os gostos, o que se refletiu na grande afluência do público.

A desvantagem do grande sucesso de bilheteira foi a grande quantidade de filas que havia para quase tudo o que se quisesse ver ou fazer no evento. A vantagem foi ver os pavilhões da Exponor repletos de geeks, desde os fãs dos heróis da banda desenhada (a parte puramente "Comic" do evento) aos fãs de clássicos do cinema/televisão, sem esquecer o concurso de cosplay. Da nossa parte, o principal interesse estava naturalmente na parte dos videojogos, pelo que foi um orgulho ver a Nintendo ter uma presença bastante forte no pavilhão dos expositores com os melhores jogos recentes para as suas consolas Wii U e 3DS.

  

O stand da Nintendo estava muito bem organizado, com várias consolas Wii U e Nintendo 3DS onde era possível experimentar jogos como Mario Kart 8, Super Smash Bros. ou Pokémon Omega Ruby / Alpha Sapphire. Quem já tivesse os novos títulos de Pokémon, poderia ali receber o Eon Ticket, que estava a ser distribuído via StreetPass por membros do Poké Center Blog. O maior destaque, no entanto, vai para o palco principal do stand, onde os incansáveis anfitriões da PressPlay e Multiversus organizaram ao longo dos 3 dias diversos torneios de Mario Kart e Super Smash Bros. a 8 jogadores. A emoção dos torneios era tal que se via (e sentia) dos stands em redor.

Foi também no stand da Nintendo que tivemos a oportunidade de conviver com os nossos colegas e amigos do FNintendo e da Eurogamer.PT, além de travar novas amizades com outros elementos da indústria dos videojogos em Portugal. Foi divertido notar em alguns curiosos que se aproximavam do stand com algum desdém "isto é só Mario e Pokémon" mas ficavam vidrados a observar combates no Super Smash Bros. Faltou, talvez, alguma presença do Bayonetta 2 – no entanto, compreende-se tendo em conta que este evento era de cariz familiar com público de todas as idades.


Além da Nintendo estiveram presentes na Comic Con representações da Xbox One (com destaque no maior ecrã para um jogo de dança que utiliza o Kinect para capturar movimentos) e do inevitável League of Legends, que conta com milhares de fãs em Portugal. Mas o mais interessante foi mesmo visitar os stands dos criadores indie portugueses, dos quais destacamos o Game Studio 78, equipa do Porto que estava a apresentar o seu título Hush anunciado para a Wii U. Este jogo baseia-se nos medos da infância e conta com uma adorável mascote (Gogo). Experimentamos o primeiro nível, baseado no medo do escuro, e gostamos bastante da experiência, com algumas influências de jogos como Legend of Zelda e Bastion. Um projeto bastante promissor ao qual desejamos o maior sucesso!

Os estúdios independentes nacionais mostraram ter bastante talento e criatividade e, embora não tenha sido possível testar todos os jogos em exposição, foi um prazer jogar títulos como Nobu: Fat Revenge da Binary Pig (que o devia lançar para a Wii U),  por ecrãs à prova com o frenético ZEZ da Artbit, ou descobrir o viciante Picma da Moonberry Studios, que irá deliciar os fãs de Picross e faria todo o sentido nas consolas da Nintendo. Infelizmente, parece ainda haver algum preconceito de que é "quase impossível" lançar jogos na eShop, mas esperemos que em pouco tempo essa questão seja desmistificada e comecemos a ver títulos nacionais nas nossas consolas preferidas - já que podemos atualmente contar com vários títulos de equipas espanholas, feitos mesmo "aqui ao lado".


Em geral, foi um evento espectacular de convívio entre os mais variados geeks, onde reinou a boa disposição e a troca de ideias, acima do fanatismo por séries, livros ou personagens. Foi um prazer conviver com todos os que nos acompanharam ao longo destes dias e fica o desejo de regressar em 2015 para um evento ainda melhor!


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3 de dezembro de 2014

Nintendo participa na Comic Con Portugal

 
A Comic Con chega pela primeira vez a Portugal, e marca presença na Exponor do dia 5 a 7 de dezembro, em Matosinhos. É um evento já bastante conhecido, que tem chegado aos poucos a várias cidades em todo o mundo, onde a banda desenhada, as séries e filmes e também os videojogos são a principal atração.
 
Tal como noutras Comic Con, por cá também iremos receber convidados de peso, como é o caso de Natalie Dormer (Game of Thrones, The Hunger Games), Morena Baccarin (Firefly, V) e Paul Blackthorne (Arrow, 24), entre outros convidados. Irão decorrer vários eventos dentro do pavilhão e não irão faltar atividades durante os 3 dias.
 
A Nintendo irá marcar presença nos 3 dias, devidamente acompanhada de Super Smash Bros., Mario Kart 8 e Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, onde irão decorrer torneios com prémios como consolas, jogos e outros brindes. Aproveitem e levem a vossa figura amiibo favorita para ela também participar num torneio, e comprovar que é a amiibo mais forte da Comic Com! Irá ainda decorrer o concurso "Herói do Cosplay" onde poderás encarnar o teu personagem favorito.
 
Não se esqueçam também de levar a vossa 3DS, pois não vão faltar StreetPass durante o 3 dias, e juntamente levem o vosso Pokémon Omega Ruby / Alpha Sapphire para adquirir o Eon Ticket, que será distribuído através do StreetPass! Para mais informações sobre o espaço da Nintendo na Comic Con, visitem o site oficial [link]
 
Por cá, a equipa do Meus Jogos DS irá marcar presença no evento por isso poderão contar com os nossos StreetPass, ou desafiar-nos nos jogos que irão estar em exposição! Contamos com a vossa presença!
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Tetrobot & Co.


- Análise por Patrício Santos

Os jogos do género de Tetrobot and Co começam a ganhar um espaço confortável no mundo dos videojogos, isto porque são jogos de rápida aprendizagem, sem sequer apresentarem um tutorial, e que para além desses aspetos é igualmente um jogo de “pegar e jogar” a qualquer momento, ou seja, sem complicações nem demoras, tal como por exemplo o bem sucedido Angry Birds. 


Estamos a falar de um jogo de puzzles onde a estória pouco ou nada tem de relevante para o jogador, o ponto fulcral é o desafio e vício que o jogo nos transmite de imediato assim que jogámos com o nosso personagem que neste caso se trata de Psychobot, um bot microscópico construído por Maya, que tem por objetivo atravessar por canais de um Tetrobot que é um robô maior e que precisa de reparação imediata. Sendo assim, Psy vai percorrer os circuitos dos Tetrobots enquanto colecionamos blocos de memória, os quais servirão para desbloquear os níveis seguintes para progredirmos até ao final do jogo.

Psy tem de ser guiado pelo nosso GamePad através dos toques no ecrã, estes sendo os controlos por predefinição pois pode-se trocar para os botões tradicionais nas opções caso se sintam mais à vontade.

Sendo um jogo com objetivos simples, principalmente no que diz respeito aos primeiros níveis, a verdade é que à medida que progredimos tudo se torna mais complicado, sendo assim um verdadeiro desafio inesperado, isto porque Psy apenas conta com uma habilidade em que basicamente suga blocos para conseguir atingir objetivos tais como recuperar os blocos de memória ou mesmo para terminarmos um nível.



Estes níveis contam com vários tipos de puzzles tais como blocos de madeira, portas automáticas em que temos de ativar através de interruptores para as abrir, raios elétricos ou até mesmo ventoínhas e água espalhados por todas as partes, que impedem o nosso bot de progredir entre as salas.
O jogo conta com um grafismo simples e agradável e uma música que se adequa ao seu estilo e género. A verdade é que não é de todo a sua intenção ter um grafismo trabalhado afincadamente, mas a jogabilidade viciante e os quebra-cabeças presentes fazem do jogo uma experiência muito interessante, ao contrário daquilo que possa parecer.

Por fim se quiserem completar o jogo a 100% vão ter de se esforçar bastante, isto porque o jogo requer exploração e backtracking, e como é evidente aumentará a sua longevidade e o desafio será bem maior.

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Pure Chess


Desenvolvido pela Voofoo Studios, em 2012, Pure Chess conheceu posteriormente um lançamento para as consolas Nintendo. No entanto, e apesar de ser possivel jogar entre ambas as versões, hoje só vos irei falar acerca da versão portátil do jogo.


Este é um daqueles títulos nos quais o que conta não é a história, que é inexistente, mas a jogabilidade. Como o próprio nome indica, Pure Chess assenta no mesmo conjunto de regras atrubuídas ao intemporal jogo de xadrez. Controlámos as peças dispostas de um dos lados do tabuleiro enquanto tentámos capturar o Rei do oponente. Para além da questão, já falada, da história, também os gráficos não são relevantes. Existe uma pequena animação 3D do nosso jogo no ecrã superior da 3DS, no entanto, é apenas uma curiosidade, pois toda a acção decorre no visor inferior. É possível, inclusive, escolher o cenário onde jogámos e as peças a usar, todavia o que importa aqui é a jogabilidade. E essa é boa. 

Todas as peças respondem bem aos comandos que lhes são dados.


Existem até oito níveis de dificuldade distintos. Por outro lado, a IA é bastante desafiante, sem nunca ser de qualquer forma injusta. É possível colocar um tempo limite para a conclusão da partida, embora seja mais relaxante não o fazer. Tudo isso aumenta o desafio e fará com que nunca tenhamos dois jogos iguais. A banda sonora com tons clássicos ajuda a colocar o jogador no espírito de austeridade que Pure Chess deseja transmitir.

Muitos irão ver Pure Chess como um jogo solitário e enfadonho. No entanto, e para além da possibilidade de jogar com a Wii U, existem inúmeros adversários para desafiar online ou no multi-player. Em outras palavras, para se jogar Pure Chess não é preciso saber jogar xadrez, pois o jogo é permissivo nos níveis iniciais, mas se quisermos evoluir e ter um verdadeiro desafio, convém aprender a fazê-lo. É um jogo simples que apenas posso aconselhar a fãs ou entusiastas de xadrez.

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