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Análises

31 de outubro de 2014

Lone Survivor: Director's Cut

O género survival horror é algo que as consolas Nintendo não costumam receber, e embora a série Project Zero esteja a ter alguns lançamentos, é um género em falta. Mesmo com jogos como Resident Evil Revelations, Silent Hill: Shattered Memories, Dementium ou de um certo modo Fragile Dreams, os fãs do género continuam a pedir ou querer mais.

Lone Survivor enquadra-se perfeitamente neste género, embora o seu estilo estético pixelizado, que nos recorda dos jogos de Super Nintendo ou Mega Drive, ou ainda de muitos jogos feitos na década passada através de programas como o (ainda reconhecido) RPG Maker. Este é um título lançado para outros formatos ano passado, mas esta nova edição "Director's Cut" adiciona novos locais a visitar, mais objetos e ainda dois finais completamente novos.

Aqui o objetivo fundamental é sobreviver, enquanto exploramos um mundo bizarro onde a lógica é muitas vezes pouco ou nada presente. Tudo o que sabemos é que uma doença devastou o mundo, e todos os acontecimentos são comentados pelo personagem principal, cujo nome é desconhecido e sempre refeirdo como "You", ou seja, nós mesmos. O modo como lidamos com este mundo que parece saído de um pesadelo é vital para a progressão do jogo, e irá afetar a nossa prestação ou até mesmo o final do jogo.


No decorrer da aventura há vários pontos que temos de ter em atenção. Sobreviver não é apenas evitar ou eliminar os estranhos monstros que aparecem, mas também alimentarmo-nos ou cuidar da nossa sanidade mental, algo que durante o jogo é colocada em causa, pois recebemos cartas ou notas de nós próprios, por exemplo. Há vários objetos a encontrar durante o jogo que nos ajudam a sobreviver, e vários outros objetos que nos parecem inúteis, mas novamente, importantes para o desenrolar da nossa aventura.

É um jogo de curta duração, embora para ficarmos a conhecer o desenrolar da história necessitamos de o completar mais de uma vez. As decisões tomadas alteram significativamente o jogo, sendo que é possível ter várias aventuras diferentes e que nos dão a conhecer um pouco mais deste bizarro universo. Há uma clara influência de Silent Hill neste jogo, o que por si ajudou bastante a puxar o interesse por este jogo.


Como o nome do jogo indica, a sobrevivência é o elemento principal a explorar neste jogo, que embora tenha um estilo retro consegue criar um bom ambiente e aproxima-se bastante dos ambientes assustadores normalmente encontrados em survival horrors. Um título que nos faz questionar a sanidade do personagem ou a lógica do mundo ali presente, e que nos deixa regularmente a questionar, afinal, o que está a acontecer.

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Lançamento de Super Smash Bros. for Wii U a 28 de novembro


Recentemente ficamos a conhecer as (mais de) 50 razões para jogar Super Smash Bros. para a Wii U, e embora estejamos extremamente satisfeitos com a versão 3DS do jogo, contamos o dia para poder finalmente jogar a versão Wii U. Essa espera será agora mais curta com o lançamento antecipado do jogo a 28 de novembro!

Assim esta versão do jogo será lançada no mesmo dia que a primeira vaga de Amiibo, curiosas figuras compatíveis entre vários jogos, entre eles Mario Kart 8 e Hyrule Warriors. Aos poucos a Nintendo tem revelado a lista de compatibilidade, e de momentos sabemos que Mario, Peach, Yoshi e DK serão compatíveis com Mario Kart 8, enquanto que Link será compatível com Hyrule Warriors.


Com Super Smash Bros. for Wii U agora agendado para 28 de novembro, podemos ver que esse dia será de loucos, pois Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire também serão lançados nesse dia. Juntamente o primeiro pack de DLC de Mario Kart 8 será lançado em novembro, e quem sabe se não sairá também na última semana de novembro?
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Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest


Depois do grande sucesso de Donkey Kong Country em 1994, a Rare trabalhou a alta velocidade para desenvolver uma sequela que permitisse expandir a franquia. Um ano depois, o malvado capitão K. Rool raptou o Donkey Kong e agora compete ao seu amigo Diddy resgatá-lo com a ajuda da sua namorada Dixie. Esta é a nova personagem da série, com o cabelo em rabo de cavalo que lhe confere uma jogabilidade muito especial e fará desta uma das mais populares em Donkey Kong.


Mantendo a fasquia do jogo original, DKC2 é um jogo bastante desafiante, onde a morte espreita a cada nova área que se descobre ao longo dos níveis. No entanto, a jogabilidade já era excelente para a época e mantém-se bastante boa quase 20 anos depois. Graças à habilidade do cabelo da Dixie, ela consegue planar no ar, o que permite não só evitar evitar a morte em alguns saltos mais perigosos, mas também aceder a áreas que estão fora do alcance do Diddy. Os níveis são bastante interessantes e, embora os ambientes não sejam tão apelativos como os do primeiro jogo, o seu design é igualmente excelente. Os animais aliados estão de regresso e até com algumas novidades, como por exemplo uma adorável aranha vermelha que usa sapatos.


A nível gráfico, os cenários pré-renderizados em 3D são ainda mais detalhados e impressionantes, mas a passagem do tempo fez com que não sejam tão bonitos de se ver nos ecrãs de hoje como jogos com visuais mais simples como os da série Super Mario. Já a banda sonora é um trabalho notável de David Wise, que se destacou tanto nesta série da SNES que regressou à franquia este ano em Tropical Freeze. As músicas têm uma sonoridade excelente e ajudam principalmente a relaxar das frustrações que alguns níveis podem provocar.


Embora seja um pouco mais do mesmo, Diddy's Kong Quest é mais de uma coisa boa, uma excelente sequela que tenta melhorar vários aspetos do jogo original. Um título recomendado a todos os fãs de jogos de plataformas bem desafiantes, embora os jogadores menos experientes possam tirar partido dos pontos de restauro da Virtual Console na Wii U. É batota?

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28 de outubro de 2014

Donkey Kong Land


Quando em 1994 é lançado Donkey Kong Country para a Super Nintendo, conseguiu surpreender o mundo com os seus excelentes visuais. Foi também um jogo de plataformas com bastante desafio, e ainda hoje é bem recordado pelos seus fãs, e até por muitos jogadores dessa época.

Foi no ano seguinte que esse grande clássico da SNES foi adaptado para a Game Boy, e Donkey Kong Land foi procurar inspiração a Super Mario Land, que para além de partilhar o seu nome teve um conceito principal em mente, a longevidade dos níveis. Estes apresentam-se mais curtos quando comparado com a versão original, mas têm a duração ideal para as viagens de transportes, ou curtas sessões de jogo.
No entanto esta adaptação aproximou-se bastante da versão original, mantendo o gameplay presente na SNES, embora com algumas alterações devido à capacidade da consola. Nesta versão apenas vemos Donkey ou Diddy Kong sozinhos no jogo, e quando somos atingidos mudamos para o personagem que temos em reserva.

De resto, os movimentos de rodar, correr e até mesmo atirar barris mantêm-se, embora que em certas ocasiões os controlos falhem um pouco, principalmente em ocasiões em que temos de correr e saltar. Continuamos a ter as letras KONG para encontrar nos níveis, ou até mesmo poder andar em Rambi, embora que, devido a limitações técnicas, apenas este e a avestruz Expresso regressam.

Os visuais também tentam aproximar-se da versão da SNES, com cenários bastante detalhados, que infelizmente muitas vezes pareçam dificultar ainda mais o jogo, pois a Game Boy apenas corria a verde e preto (ou preto e branco). Constantemente os inimigos ou outros objetos misturam-se com o cenário, sendo complicado distinguir os vários elementos do nível, obrigando-nos geralmente a avançar com o máximo de cautela e evitar momentos de morte certa.

A banda sonora tenta recriar a magia da versão original, e consegue-o trazendo bastante mais vida aos níveis, ajudando até a compreender melhor os diversos temas presentes durante o jogo. Muitos dos efeitos sonoros da versão original não se mantiveram, mas a aventura não se torna mais insípida de qualquer forma.


Donkey Kong Land consegue trazer muito do original à Game Boy, tornado-se numa boa aventura a explorar na portátil, com 4 mundos a enfrentar, todos eles com imensas armadilhas. É uma versão que funciona muito bem na portátil, fora um ou outro problema.

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24 de outubro de 2014

Disney Magical World


O mais recente título da Disney para a Nintendo 3DS é um jogo que apela diretamente aos fãs do imaginário da empresa, convidando-os a entrar num mundo mágico habitado pelo Mickey e dezenas de outros personagens que ao longo das últimas décadas têm cativado as pessoas em todo o mundo. Aqui, o jogador pode criar o seu avatar ou utilizar um personagem Mii e realizar um conjunto de atividades, desde pescar a gerir um café, dedicar-se à costura ou perseguir fantasmas. 


Neste jogo acaba-se por fazer um pouco de tudo sem que realmente se faça alguma coisa. A progressão na história é dependente de um sistema de "stickers" que são obtidos ao ajudar personagens e completar diversas missões, que poderão variar entre costurar uma peça de vestuário, criar alguma mobília, ou encontrar um certo objeto, por exemplo. Na prática, tudo se resume a uma lista de objetos que têm de ser recolhidos do cenário e que, de seguida, serão utilizados por um personagem Disney para criar o que se pretende, pelo que não existe qualquer desafio além da recolha de “ingredientes”. Se uma personagem quer um chapéu do Mickey, basta ir à loja de costura, verificar a lista de materiais necessários e partir em busca dos mesmos, para depois oferecer à costureira que os troca pelo chapéu pretendido.


Além da recolha incessante de objetos, é possível combater com uma varinha mágica contra fantasmas, a vertente deste jogo mais próxima de um RPG e que fica disponível após uma longa fase introdutória que apresenta as diversas lojas e atividades disponíveis na cidade central. É a partir desta que existem vários portais que vão sendo desbloqueados ao avançar na história, completando missões e colecionando os autocolantes da felicidade. São estes portais que dão acesso aos universos Disney que estão para além do Mickey e seus amigos, permitindo explorar o imaginário de clássicos como a Cinderella ou o Aladino, por exemplo. Embora também aqui existam personagens a pedir coisas triviais, nestes universos existem várias missões que consistem em explorar uma pequena área a derrotar inimigos. O sistema de combate é muito simples e a dificuldade não é muito exigente, mas é possível melhorar as caraterísticas do personagem ao equipá-lo com certas roupas, dando uma certa introdução a conceitos gerais dos RPGs sem se tornar demasiado técnico.

De certa forma, é um jogo semelhante ao Fantasy Life, também lançado este ano, mas sem o que faz desse título um jogo tão especial. Há, realmente, muitas atividades para “fazer”, mas todas consistem em obter materiais. O sistema de combate é igualmente simples, mas sem as opções de classes ou melhorias que o tornam um pouco mais técnico. É ainda possível gerir um café e até ter o próprio quarto, que podem ser personalizados e partilhados através da internet, algo que aqui se torna mais interessante pelas temáticas Disney que estão disponíveis. A “magia” deste jogo está mesmo na força dos personagens e cenários que puxam pela nostalgia dos grandes filmes de animação, sendo bastante apelativo especialmente aos mais novos que começam a descobrir filmes memoráveis como A Bela e o Monstro.


Do ponto de vista de um adulto, o jogo é demasiado repetitivo e enfadonho, mas é importante ter em conta que as crianças costumam ter mais paciência para o tipo de tarefas que aqui são propostas. É também um jogo que parte do princípio que irá apelar principalmente às raparigas, com um grande foco na criação de roupas e onde os ícones correspondem todos a acessórios femininos. O jogo pode perfeitamente ser jogado por rapazes e tanto podem optar por um avatar masculino como feminino, mas o conteúdo existente é maioritariamente dedicado às meninas, sem qualquer adaptação ao género do personagem. Por outro lado, existe total liberdade para vestir o personagem com qualquer peça de roupa ou acessório existente no jogo, pelo que se um rapaz utilizar um fato completo da Minnie, não será julgado por isso.

Graficamente, é um jogo com visuais interessantes, que peca apenas pela falta de fluidez. Em alguns cenários, a imagem arrasta-se com o simples movimento do personagem, apesar dos gráficos bonitos e que retratam bem os mundos representados. O jogo utiliza o relógio da consola para funcionar em tempo real, mostrando o dia e a noite e até a altura do ano corretamente, com diferentes atividades a acontecer e elementos do cenário a surgir conforme o momento em que se está a jogar.



Disney Magical World é um jogo pouco ambicioso, mas que ainda assim oferece bastante conteúdo e uma grande longevidade. Repetitivo e enfadonho para a maioria dos jogadores, tem um público-alvo bastante definido que não se importará com as suas falhas, sendo uma boa recomendação para quem tiver filhos em idade de descobrir o universo da Disney. Infelizmente, não está localizado em Português, pelo que poderá em certas partes exigir o acompanhamento dos pais.

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Super Smash Bros. for Wii U: 50 razões para jogar


Numa apresentação que, de um certo modo se assemelhou a um Nintendo Direct, mas algo diferente destes, a Nintendo abriu o apetite para a versão Wii U de Super Smash Bros., já disponível para a 3DS. No geral foram na realidade mais que 50 motivos, e no final do vídeo a Nintendo conseguiu deixar muita gente a falar do jogo, com uma surpresa de arrombar.

No seu início ficamos a conhecer uma grande novidade na série: na versão Wii U será possível ter batalhas entre 8 jogadores localmente! Como o caos é quase garantido, existirão níveis maiores ou até mesmo com 2 planos, distribuindo melhor os jogadores pelo campo. São permitidos vários modos de controlo, por isso preparem os vossos Wii Remotes e periféricos, ou até mesmo os Comandos de Game Cube ou as 3DS, para estas sessões.

E como os personagens são os que recorrentemente nos trazem a SSB, de surpresa (e já no fim da apresentação) Mewtwo foi anunciado, um veterano que muitos jogadores pedem desde a sua ausência em Brawl. Ele ainda está a ser desenvolvido, sendo que será oferecido a todos os que possuírem ambas as versões do jogo em 2015.

Bowser Jr. teve também um merecido destaque com um trailer especial de apresentação, igual a todos os outros novatos que vimos aparecer neste novo SSB. Juntamente com ele aparecem todos os Koopalings, que embora sejam roupas alternativas de Bowser Jr., contam com vozes, nomes e retratos individuais para cada um!


Outros personagens aparecem como bosses, como é o caso de Metal Face de Xenoblade, nas Planícies Gaur, e também Ridley, que aparece no nível Pirosfera, para a desilusão de muitos que gostariam que este fosse um personagem jogável. No entanto, ao atacá-lo vezes o suficiente este ajuda-nos na batalha, e também quem o derrotar ganha um ponto, como se fosse outro jogador.

De regresso à Wii U estão as batalhas por moedas e por energia, e também batalhas com regras especiais onde podemos, por exemplo, ter um combate em que todos estão metálicos, gigantes, ao dobro da velocidade e constantemente a cuspir fogo. De resto surgem várias alterações a modos já existentes na 3DS, como o Basebol Smash ou Rebente os alvos, permitindo que 2 jogadores ao mesmo tempo possam participar, ou até 4 jogadores à vez. Também o modo Caça aos Troféus poderá ser jogado a dois.

O Modo Clássico sofre também várias alterações, e coloca-nos numa pequena arena e avançamos com base na sobrevivência, onde aos poucos existem batalhas e regras específicas, tal como na 3DS, e agora temos Rivais para enfrentar. Aqui 2 jogadores podem participar ao mesmo tempo, excelente para desbloquear os troféus de todos os personagens.

Temos agora também o Modo Eventos, que nos coloca uma série de regras especiais ou batalhas temáticas, algumas até mesmo inspiradas nos vários jogos presentes em SSB. Uma novidade são Ordens Especiais, onde um conjunto de regras específicas são-nos colocadas pela a Mão Mestra ou a Mão Maníaca, sendo que esta apresenta desafios mais difíceis, mas melhores recompensas.

Por falar neste duo de Mãos, o boss final deste jogo, o Núlceo Mestre, agora assume uma nova forma quando o enfrentamos no modo Clássico de maior dificuldade. Agora temos uma nova forme, uma gigante fortaleza repleta de inimigos, e temos de percorrer este labirinto para encontrar o núcleo central, e assim derrotar este inimigo de uma vez por todas.

Mas entre estes modos todos, a principal novidade é o Mundo Smash, um curioso jogo de tabuleiro que traz ao mundo de SSB um pouco de Mario Party, ou Wii Party. Até quatro jogadores podem participar, andar pelo tabuleiro e ter diversas batalhas, à medida que vão conseguindo mais personagens e até mesmo os itens de melhoramento de estatísticas, tal como em Aventura Smash na 3DS.

Sendo o GamePad uma novidade na série, este terá algumas mecânicas interessantes, possíveis através do ecrã tátil. As fotografias que temos no jogo podem agora levar um toque extra, e é possível desenhar diretamente sobre elas e criar novas situações para as fotos já existentes (que depois podem ser partilhadas com os amigos). Mas talvez o uso mais interessante é um melhoramento do Editor de Níveis já existente em Brawl, que agora podemos livremente desenhar níveis como se estivéssemos a usar uma caneta num papel.

O microfone do GamePad terá um uso semelhante a Mario Kart 8, onde no início e fim de cada partida será possível comunicar com os nossos amigos através da voz, embora tal esteja desativado durante a batalha. Tirando também inspiração nesse jogo será possível criar os nossos próprios torneios, com regras especiais, ou ainda participar em torneios oficiais da Nintendo onde 64 jogadores lutam pelo primeiro lugar.

Do Brawl voltam também as Masterpieces, pequenas demo que duram um determinado tempo, que nos permitem experimentar vários jogos das séries representadas em SSB. Se gostarmos da experiência, podemos ainda comprar os jogos em questão.

Super Smash Bros. for Wii U será o jogo da série que mais conteúdo oferece, com novos modos nunca antes visto, e novos desafios seja contra o computador, ou contra os nossos amigos. Estamos a contar os dias até o seu lançamento, mas até lá, vamos jogando e treinando cada vez mais na versão 3DS, que embora portátil não deve, de modo algum, ser subestimada. Se não conseguiram ver a apresentação em direto, segue em baixo o vídeo na íntegra!

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23 de outubro de 2014

Donkey Kong Country


Durante a década de 80 a Nintendo soube conseguir desenvolver várias séries que, desde então, têm marcado presença nas suas consolas. Mesmo com algumas séries a ter menos destaque, uma das que mereceu grande destaque foi a série Donkey Kong Country, que tornou um antigo inimigo de Mario num protagonista de respeito.

Isto é... consta que o Cranky Kong, o avô de DK, tenha sido o inimigo de Mario e raptor de Pauline, pois esse afirma-se como sendo o "Donkey Kong original" em algumas ocasiões. Especulações à parte, Donkey Kong Country é um jogo de plataformas repleto de desafios, onde DK e o seu ajudante Diddy Kong partem numa aventura para recuperar as bananas que lhes foram roubadas. Esta tragédia sem precedentes da autoria de King K. Rool, o temível rei dos Krlemings (crocodilos com proporções humanas), e cabe aos nossos heróis atravessar diversas áreas, enfrentar vários bosses e os seus inúmeros lacaios.

É um jogo de plataformas bastante mais difícil, quando comparado com os jogos de Mario, onde a grande maioria dos inimigos são colocados de modo a tirar-mos partido deles mesmos, para criar situações de saltos consecutivos, o que nos permite chegar a certas áreas ou apanhar itens como vidas ou as 4 letras que formam a palavra KONG, que nos dá uma vida extra. Quanto mais avançamos no jogo, mais difíceis se apresentam os níveis, com novos desafios e muitas armadilhas que nos irão fazer perder várias vidas. Existem muitos segredos a encontrar nos níveis, como salas secretas repletas de bananas e vidas extra.

Onde se destaca o jogo foi no seu aspeto visual, com gráficos que souberam tirar partido dos 32-bits que conseguia. A Rare soube criar cenários até à altura extremamente realistas, com um detalhe imenso onde tudo era bastante vivo, e várias vezes acompanhado por situações climatéricas como chuvas intensas, que tornam a experiência ainda mais derradeira. Juntamente temos uma banda sonora que nos fica na memória, e que criam um ambiente perfeito para tudo o que o jogo tem para oferecer.

Os controlos são bastante simples, onde para além do botão de saltar temos um de rodar e correr, e outro que nos permite agarrar em barris e atira-los para matar inimigos em série. Temos ainda níveis debaixo de água, onde os controlos mudam um pouco pois apenas nadamos, o que nos torna indefesos perante várias situações, para a frustração de muitos jogadores. Temos ainda vários animais que nos ajudam durante o jogo, entre eles Rambi que tem tido algum destaque nos mais recentes jogos da série, e ainda Enguarde, um peixe-espada que nos facilita imenso os níveis subaquáticos.

Outro dos pontos bastante interessantes do jogo é também a possibilidade de o jogar cooperativamente com um amigo, sendo um jogo co-op numa altura em que poucos eram os títulos que nos punham a jogar em equipa com um amigo. Não só ajuda imenso a eliminar os inimigos, como recorrentemente arriscamos quando temos diante nós situações mais complexas. É ainda possível jogar num modo "Versus" onde jogamos à vez, e ver quem conclui um maior número de níveis.


Aqui temos um jogo de plataformas que marcou muitos os que acompanharam os videojogos na década de 90, e que recentemente teve direito a um reboot com Donkey Kong Country Returns, e ainda Tropical Freeze, que demonstrou novamente como se fazem excelentes níveis de plataformas onde o desafio é constante. Através da Virtual Console esta é uma excelente oportunidade para descobrir um título clássico, que ainda hoje é facilmente recomendável.


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15 de outubro de 2014

Ganha uma demo de Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire


Por cortesia da Nintendo, o Meus Jogos DS tem 25 demos de Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, que vos permite explorar o universo de Hoenn antes do lançamento do jogo, a 28 de novembro. É muito simples ganhar uma destas demos, mas atenção, que este passatempo só é válido para quem tenha consolas europeias.

Para tal, encontra o passatempo na nossa página oficial no Facebook [link] e faz uma partilha pública da imagem (igual à desta publicação). Mas sê rápido, pois apenas os 25 primeiros a partilhar a imagem do passatempo receberão esta demo!

Boa sorte!
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Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire: demo e outras novidades


Aos poucos vão chegando novas informações de Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, principalmente com o lançamento da demo do jogo já a partir de hoje, dia 15 de outubro. Estas versões de demonstração são especiais e limitadas ao stock existente, por isso aproveitem e vão buscar um código, podendo então preparar-se para o lançamento do jogo a 28 de novembro!

Para adquirir esta demo basta irem a uma das lojas Fnac, El Corte Inglés ou Media Markt e pedirem um código de download da demo do jogo. Mas para quem vive no Porto (e arredores) poderá adquirir uma destas demos através da loja PressPlay já no próximo sábado dia 18, e podem aproveitar e participar no torneio de Super Smash Bros. for 3DS que a loja irá lançar. Mais tarte também será possível obter uma versão demo através da Comic Con Portugal, a 5 de dezembro.

Surgiram algumas novidades relativas ao mundo de Hoenn e novas formas de o explorar, juntamente com o anúncio de novas Mega Evoluções de pokémon da primeira geração! Em primeiro lugar Mega Pidgeot, que ganha a habilidade No Guard, e vê o seu Special Attack melhorado. Também da primeira geração vem Mega Beedril que ganha a habilidade Adaptability, e também melhorias nas estatísticas de Agility e Attack.

Foram também finalmente revelados oficialmente Mega Latios e Mega Latias, pokémon que estão, de um certo modo, em Pokémon X e Y, e que terão um papel fundamental em Omega Ruby e Alpha Sapphire. Embora a sua aparência seja bastante semelhante, Mega Latios ganha melhorias nas estatísticas de Attack e Agility, enquanto que Mega Latias vê a Agility, Defense e Special Defense melhoradas. Para obter tanto Latios como Latias será preciso conseguir o Eon Ticket, cujo método de o obter será revelado mais tarde.

Com estes dois pokémon agora será possível explorar os céus de Hoenn e enfrentar alguns pokémon lendários de outras regiões. Deste modo será possível enfrentar Ho-Oh, Lugia, Dialga, Palkia, Reshiram e Zekrom, embora não sabemos se irá ser possível enfrentar outros pokémon como Giratina ou Kyurem, que também foram lendários principais de algumas versões de Pokémon.

Através deste novo método de voar podemos ainda ter batalhas no ar, mas desta vez não parecem estar limitadas a apenas os pokémon capazes de voar, como tínhamos em Pokémon X e Y. Há ainda vários segredos por revelar ao usar este método, e aterrar em pontos do mapa inacessíveis de outros modos.


O ecrã tátil agora será o palco para uma nova ferramente, o PokéNav Plus! Aqui teremos quatro aplicações: DexNav, AreaNav, BuzzNav e PlayNav.

A primeira aplicação DexNav apresenta-nos informações sobre os pokémon que estão na área em que nos encontramos, e ainda dizer um pouco mais sobre eles. Ao iniciar a aplicação podemos procurar informações sobre os pokémon escondidos, ou até mesmo, antes de uma batalha, saber que tipo de Ability ou ataques têm os pokémon que nos esperam!

Depois de capturar um pokémon, podemos procurar apenas pelo pokémon dessa espécie, ideal para os treinadores que se querem focar na procura de determinados pokémon. Aos poucos vamos também aumentando o nosso nível de pesquisa, que permite ser mais fácil procurar pokémon com Hidden Abilities!


Através do DexNav podemos ainda registar no nosso Pokédex pokémon que encontramos fora das batalhas, um pouco como Ash tem feito desde o início da série de animação de Pokémon! De resto, o DexNav conta com uma lista dos pokémon presentes na área que nos encontramos, e somos notificados de quando temos todos os pokémon dessa área.


A segunda aplicação é AreaNav, que se apresenta como uma versão melhorada do mapa que temos desde o primeiro jogo de Pokémon.

Através desta aplicação podemos saber onde encontrar vários pokémon, e até saber que treinadores estão nessas áreas, ficar a saber um pouco mais sobre eles, ou até mesmo ser notificados se estes estão prontos para uma desforra. Tal como em jogos anteriores, ao escolher uma cidade através deste mapa podemos saber que instalações estão presentes nela, e se tivermos um pokémon com Fly na equipa podemos voar para essa cidade diretamente do mapa.

Podemos também ver que pokémon estão presentes em cada uma das áreas, ou até usar o Trainer's Eye para saber que treinadores se encontram lá, e se já estão prontos para uma desforra. As Secret Bases que encontramos durante a aventura também estão presentes neste mapa, e também as árvores com bagas, onde podemos até ver em que estado estão as bagas que plantamos.

Outra aplicação é o BuzzNav, onde ficamos a saber as mais recentes notícias da região de Hoenn e dos treinadores com que nos cruzamos através do StreetPass, e deste modo somos logo notificados relativamente às Secret Bases. Podemos também assistir a Programas de TV com várias informações, repletos de informações sobre os pokémon. À medida que vamos passando por mais gente, mais informação será apresentada nestes Programas de TV, e por vezes podemos receber informações muito especiais!

Por último a PlayNav, que substitui o PSS (Player Search System) de Pokémon X e Y. Através deste sistema podemos facilmente combater contra outros jogadores, quer localmente ou através da internet, fazer trocas, ajudar outros jogadores através de O-Powers, brincar com os nossos pokémon através do Pokémon-Amie ou treina-los via Super Training. Volta também o Holo Caster, com informações relativamente a Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, onde ficamos a saber mais sobre futuras competições. Podemos ainda aceder ao GTS para trocar pokémon, ou novamente efetuar Wonder Trades.

Ficamos a saber um pouco mais sobre Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, a pouco mais de mês e meio para o seu lançamento. Até lá podemos ir treinando através da demo do jogo, onde novos segredos nos esperam. Entretanto, fiquem com um novo trailer!

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