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31 de julho de 2014

Hyrule Warriors Direct: Anúncio


Estamos já há algum tempo sem um novo Nintendo Direct, e embora seja habitual com a chegada do verão começam a aproximar-se grandes lançamentos, e um deles é Hyrule Warriors, um jogo que usa as mecânicas de Dynasty Warriors no universo de Zelda.

Chega-nos então um Hyrule Warriors Direct no próximo dia 5 de agosto às 7 horas da manhã através do canal de YouTube da Nintendo de Portugal. Mas para os madrugadores poderão assistir em directo a apresentação pela mão da Nintendo of America às 4 horas do mesmo dia, através do seu próprio site oficial, mas esta apresentação estará apenas em inglês.

É um bom modo de estar atualizado com as novidades deste próximo spin-off de Zelda, principalmente a nível de personagens, com anúncios como Fi, Sheik, e até mesmo a colecionadora de insectos Agitha. Vimos ainda uma nova personagem criada de propósito para este jogo, Lana, que tem tido bastante destaque. Este jogo irá misturar os mundos de Ocarina of Time, Twilight Princess e Skyward Sword, mas quem sabe não teremos outras surpresas.
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29 de julho de 2014

Siesta Fiesta


Siesta Fiesta é o título deste jogo acabado de lançar para a eShop da Nintendo 3DS e do qual poucos terão ouvido falar. Sem manobras de marketing notáveis, divulgado apenas com a lista de lançamentos da semana, este jogo com ar inocente acabou por se revelar uma agradável surpresa!

O jogo é o mais recente clone de jogos como Breakout e Arkanoid a ser publicado, um aspeto que o fará ser imediatamente ignorado por muitos jogadores, antes de se aperceberem de uma grande diferença: em Siesta Fiesta não é necessário (salvo raras missões) limpar todos os blocos do ecrã, mas sim limpar o máximo possível enquanto o ecrã se desloca lateralmente. Embora pareça apenas uma ligeira diferença, esta caraterística torna o jogo bastante mais divertido do que seria de esperar, removendo algumas frustrações do conceito original e acrescentando algum replay value aos níveis: "Da próxima vez, não quero falhar aquela sequência".

   

O Siesta adormeceu e está a sonhar com Fiestaville, a terra dos Fiestas: aqui há muita festa, com sombreros, música mariachi e pinhatas. No sonho de Siesta, a sua cama vai deslizando pelo mundo, atravessando o mais variado tipo de cenários que se consiga associar minimamente ao México, enquanto o vai projetando em direção às pinhatas (que correspondem aos blocos do Arkanoid). Ao longo dos diferentes níveis, vão surgindo novos obstáculos e alguns power-ups, que mantêm a mecânica de jogo fresca ao longo dos 8 mundos existentes.

Embora não seja incrivelmente original, o jogo oferece uma experiência leve e refrescante, ótima para jogar casualmente nas férias do verão. O estilo artístico e a banda sonora dão uma boa ajuda, mas o que realmente vicia é mesmo a mecânica de jogo e a forma como incentiva a repetir os níveis para obter uma melhor pontuação. Houve um grande cuidado com os controlos, sendo possível utilizar botões e ecrã tátil em qualquer combinação desejada, sendo que é sempre muito fácil controlar a cama e o ângulo de projeção da bola com precisão, mostrando que este não foi um título apressado mas sim um produto desenvolvido com bastante qualidade.


Um dos problemas de muitos jogos de estúdios independentes é a gestão de expetativas, sendo que muitos acabam por desiludir os fãs e outros, como é o caso deste Siesta Fiesta, surpreendem quem lhes der uma oportunidade. Um título simples, divertido e viciante que é muito fácil de recomendar a qualquer pessoa que queira um jogo para passar o tempo mas que, em simultâneo, ofereça bom conteúdo.
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25 de julho de 2014

Pokémon Trading Card Game



A série pokémon tem bastantes spin-offs que vão acompanhando o lançamento dos jogos principais, e um dos que ainda muita força tem é o das cartas, que ainda hoje conta com milhões de fãs que estão sempre à espera de novos lançamentos. Conhecido como Pokémon TCG é o resultado da fusão do mundo do Pokémon com os jogos de carta ao estilo Magic the Gathering, feitos pela Wizards of the Coast que também foi responsável pela distribuição das cartas de Pokémon antes da Nintendo tomar essa responsabilidade.

Pokémon Trading Card Game foi originalmente lançado para a Game Boy Color, uma versão digital e portátil desse mesmo jogo, onde temos disponíveis várias cartas onde vários pokémon da primeira geração estão disponíveis. Quase todas as cartas são iguais às que podíamos encontrar nas lojas à venda, e as ilustrações das cartas estão bastante fiéis no jogo, um resultado extremamente positivo atendendo a resolução extremamente pequena do ecrã da consola.

A história do jogo é extremamente simples, e longe do que estamos habituados a encontrar na série principal: o nosso objectivo, para além de ser o melhor jogador de cartas do "mundo", é encontrar as cartas lendárias que estão espalhadas pelo jogo. A sua procura é algo rápida, pois o mundo do jogo é apenas uma pequena ilha, sem exploração, onde através de um mapa escolhemos os ginásios e outros edifícios que queremos visitar. Praticamente é apenas um jogo onde vamos tendo batalhas sucessivas, estas que são bastante interessantes embora que seja, no fundo, um jogo de sorte.

As regras do jogo de cartas são também algo diferentes das da série principal, onde para além das batalhas por turnos (não fosse este um jogo de cartas, afinal) surgem várias diferenças, onde o número de elementos passa de 15 para 7 (Normal, Grass, Fire, Water, Lightning, Psychic e Fighting) e os elementos dos ataques são os da carta, não existindo ataques de elementos diferentes no mesmo pokémon. Também o que determina se um elemento é super efectivo contra um pokémon é a sua fraqueza, e não o elemento da carta, existindo ainda alguns casos em que o pokémon é fraco contra o seu próprio tipo.

Cada elemento tem uma carta de energia associada, à exceção dos pokémon do tipo Normal que podem usar quaisquer cartas de energia para atacar. São vários os ataques que pedem, para além das energias do elemento da carta, energias Colourless para atacar, ou seja, quaisquer energias servem. Esta é uma das vantagens do tipo Normal, pois funcionam em quaisquer decks e muitas vezes vêm complementar o nosso deck.

No início do combate colocamos um pokémon para atacar, e podemos colocar até 5 pokémon no banco; depois em cada turno retiramos uma carta do deck, colocamos no máximo uma carta de energia por turno e, para terminar o turno, atacamos com o nosso pokémon ativo (se este não puder atacar simplesmente terminamos o turno). Vários ataques têm condições associadas: alguns ataques colocam o pokémon adversário paralisado, confuso ou a dormir, alguns ataques atacam os pokémon do banco adversário, e outros podem ainda obrigar-nos a descartar cartas de energia do pokémon que atacou.

Quando derrotamos um pokémon adversário temos direito a ir buscar uma das cartas prémio, que podem ir até às 6 e, assim que as tivermos todas ganhamos o jogo. Podemos ainda ganhar o jogo por derrotar todos os pokémon do adversário presentes na mesa, ou ainda se o adversário não tiver mais cartas para tirar do deck, este perde automaticamente. A cada vitória recebemos no mínimo dois Booster Packs que nos dão novas cartas, para poder costumizar o nosso deck a gosto.

Existem ainda as cartas Trainer que permitem variadas ações, como ir buscar mais cartas ao nosso deck, recuperar cartas da zona de descarte, procurar por pokémon ou energias do nosso deck, e ainda recuperar HP ou estados do pokémon. Há bastante variedade nas cartas presentes no jogo, existindo pouco mais de 220 cartas diferentes no jogo, que permitem combinações bastante diversas para se adequarem o melhor possível ao nosso modo de jogo.

Mas como foi dito este é um jogo de sorte, e toda a nossa estratégia pode ser completamente inútil caso não nos apareçam cartas de energia para poder atacar, ou até mesmo podemos ser derrotados caso tenhamos em batalha apenas um pokémon com 30 de HP, que facilmente é derrotado e perdemos o jogo. No entanto não existe qualquer penalização se formos derrotados, tornando o jogo bastante fácil, embora muitas vezes algo frustrante, principalmente nas várias situações em que é lançada uma moeda e o clássico Cara ou Coroa decide se o ataque funciona ou não.

É também um jogo bastante curto, pois temos apenas de derrotar todos os ginásios e, por fim, a "Elite Four" deste jogo e o nosso rival, que para além do pouco destaque que tem durante o jogo, é um personagem bastante irrelevante. Em falta está também o modo multijogador, impossibilitando as batalhas conta os nossos amigos. Ainda assim mesmo após a conclusão da "história" podemos lutar contra todos os personagens que têm decks, para tentar colecionar todas as cartas presentes no jogo.


Um bom jogo para quem quiser explorar o universo do Pokémon Trading Card Game, que ainda hoje vai acompanhando as novas gerações de jogo e move milhões de jogadores em torneios à escala mundial. É extremamente acessível, ideal para jogar em qualquer ocasião (pois as batalhas não se prolongam demasiado) e um modo diferente de "apanhá-los todos".

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24 de julho de 2014

Promoção Mario Kart 8: que jogo grátis escolher?


Aproxima-se a data limite para descarregar o jogo gratuito que recebemos por registar Mario Kart 8, e ao que estamos habituados (também um pouco por experiência própria) é que temos sempre o hábito de "deixar tudo para a última da hora". Deste modo vamos aqui, não só tentar ajudar aos que ainda estão indecisos sobre que jogo escolher, mas também lembrar que o tempo se está a esgotar!



Os loucos mini-jogos de Wario estão de regresso na Wii U, através de experiências únicas através do Game Pad. A quantidade e diversidade de mini-jogos é algo escassa, mas todo o espírito bizarro ou estranho que estamos habituados a ver em WarioWare está de volta, juntamente com um conjunto de diversos objetos que vamos desbloqueando à medida que vamos jogando.

Ideal para juntar um grupo de amigos, que embora sem um multiplayer diverso, é um bom jogo para diversão, passando o Game Pad de mão em mão.



Sem surpresas Mario e Sonic competem novamente por medalhas de ouro, desta vez na modalidade de jogos Olímpicos de Inverno. Este título nada traz de novo, para além de ser o primeiro a ser lançado na Wii U, e repetem-se as mesmas modalidades olímpicas de 2010, onde temos de mover o Wii Remote de acordo com o que nos aparece no ecrã.

Sem novos personagens ou algo inovador, ainda assim é um jogo feito a pensar no multijogador com várias competições diferentes, e novamente em destaque estão os Dream Events que vão buscar alguns elementos aos universos de Mario e Sonic.



Um jogo que nos coloca frente a frente contra ameaçadores monstros, onde temos de os caçar não só para avançar no jogo como para melhorar o nosso equipamento. Aqui contamos apenas com a nossa habilidade de caça, onde o que importam são os nossos reflexos, associados com um bom equipamento, um catálogo vasto de itens para nos ajudar e, ao jogar online, o trabalho de equipa. A jogabilidade técnica é devidamente acompanhada por visuais excelentes (mesmo sendo um jogo que saiu originalmente na Wii) e um banda sonora que entra sempre no momento perfeito.

Temos pela frente centenas de horas de jogo, com imensas missões para completar e um catálogo excelente de monstros por caçar. Um título para quem procura um jogo de ação sólido, para jogar online com os nossos amigos (ou localmente, se estes tiverem a versão 3DS).
Pontuação: 4.5 — Ler análise.



Depois do sucesso de New Super Mario Bros. Wii, era natural que a Nintendo lançasse para a Wii U uma nova versão deste título com níveis completamente novos e gráficos em HD. O ponto forte deste jogo, tal como no anterior, é a possibilidade de até 4 jogadores participarem em simultâneo, o que nem sempre facilita o progresso nos níveis, mas causa sempre umas valentes gargalhadas.

O jogo oferece ainda a possibilidade de comprar mais tarde o New Super Luigi U, onde o Luigi é protagonista em 80 níveis novos de dificuldade muito superior, para os jogadores que costumam achar os jogos do Mario muito fáceis.
Pontuação: 4 — Ler análise.


A primeira proposta de minijogos lançada para a Wii U, Nintendo Land é um parque temático onde cada diversão representa uma série da empresa. É um bom título para jogar com amigos, apesar de metade do conteúdo ter sido construído para apenas um jogador. Os melhores jogos do pacote são mesmo os que permitem jogar 5 pessoas em simultâneo, especialmente os mais simples como um onde 4 jogadores tentar apanhar um Mario em fuga, controlado no GamePad.

Este ainda é um dos melhores títulos para quem quiser explorar as potencialidades oferecidas pelo comando único da consola, visto que cada um dos minijogos explora diferentes métodos de controlo. Há que ter em conta, no entanto, que muitos destes jogos não são tão acessíveis quanto os de Wii Party U, sendo mais orientados a pessoas já com alguma experiência de jogo.
Pontuação: 4.5 — Ler análise.


A série Pikmin pode ter estado sem novos lançamentos durante mais de uma década, mas o seu regresso provou que valeu a pena esperar. Pikmin 3 é um jogo de estratégia em tempo real com um grafismo espectacular, onde pequenas criaturas se movem em grupo para colecionar frutos e destruir insectos (e bosses temíveis) em diversos cenários equiparáveis a um jardim visto à lupa. O jogo oferece uma série de controlos possíveis, sendo ideal para quem quiser jogar com um Wii Remote ou então apenas com o GamePad, utilizando o novo modo de ecrã tátil que a Nintendo acrescentou após uma atualização.

Recomendado principalmente aos fãs de estratégia, mas também a quem gosta de jogos de ação com alguns puzzles pelo meio. Esta série é uma boa mistura de géneros e oferece uma experiência bastante diferente dos outros títulos. Um jogo muito bom para quem procura uma boa experiência a solo, mas que também inclui divertidos modos para 2 jogadores em cooperativo e competitivo.
Pontuação: 4.5 — Ler análise.


A mais recente aventura de Sonic, exclusiva para a Wii U e 3DS, introduz o sistema de parkour que nos permite escalar paredes, saltar de parede em parede sem perder o momentum, tudo isto em níveis que desafiam a gravidade, repletos de armadilhas, inimigos para derrotar e ainda alguns segredos. Sonic não voltou em grande forma, e o jogo apresentou alguns problemas a nível de jogabilidade, onde uma curva de aprendizagem lenta encontra alguns pontos bastante frustrantes.

Ainda assim é um jogo recomendável a todos os fãs do ouriço azul, e inclui algum conteúdo bastante interessante, níveis bastante diferentes uns dos outros devidamente acompanhados por uma excelente banda sonora. Um jogo que tem ainda a presença de níveis que levam Sonic a universos de Yoshi's Island e The Legend of Zelda!
Pontuação: 3.5 — Ler análise.



Este título é um remake de um grande clássico da GameCube, que na altura chocou o mundo dos videojogos (especialmente os fãs de Zelda) com a sua magnífica direção artística. Mais de uma década depois, o jogo volta a impressionar com esta versão mais polida e os controlos melhorados. Wind Waker é uma aventura num grande oceano: Link parte de ilha em ilha na tentativa de salvar a sua irmã raptada mas acaba por se envolver em algo de uma escala muito superior.

Este ainda é um dos melhores jogos da série The Legend of Zelda e uma aquisição obrigatória para quem gosta de jogos de aventura. No entanto, somos da opinião que este é um daqueles jogos que merecem ter a caixa visível na prateleira, em vez de uma aquisição digital — afinal, estamos a falar de um clássico!
Pontuação: 4.5 — Ler análise.



Os fãs de jogos de ação como Devil May Cry ou Bayonetta nem precisam de pensar duas vezes. Este título da Platinum Games é uma excelente entrada no género que mistura super-heróis com um estilo cartoon e alguma estratégia, num jogo de ação intensa que tira partido do GamePad de formas surpreendentes. Os controlos são um pouco difíceis de aprender, mas tornam-se intuitivos com a utilização e acabam por oferecer uma experiência única no mercado dos videojogos.

Recomenda-se principalmente aos jogadores mais experientes que gostam de um bom desafio e não têm medo de experimentar uma nova série sem personagens famosos.
Pontuação: 4 — Ler análise.



Um dos principais motivos pelos quais muitos compram Mario Kart 8 é a possibilidade de jogar em grupo e assim passar um bom serão com a família ou amigos. Se é esse o caso, então a melhor proposta é realmente a aquisição de Wii Party U, um jogo com vários modos para 2, 3 ou 4 jogadores e que são bastante divertidos. Desde o tradicional jogo em tabuleiro, semelhante ao jogo da glória, com vários desafios a ultrapassar pelo caminho, aos jogos mais criativos que utilizam o GamePad, há aqui oferta para todos os gostos, sendo todos bastante acessíveis.

É fácil recomendar este título a quem quiser algo ocasional para complementar as festas em casa e as sessões de Mario Kart, embora seja menos interessante para quem quiser também uma experiência rica para jogar a solo.
Pontuação: 4 — Ler análise.


Com isto, não percam mais tempo pois este está a esgotar-se: registem o vosso Mario Kart 8 no Club Nintendo e escolham o um destes 10 jogos para receberem o código de download! Para tirar quaisquer dúvidas basta aceder à página oficial da promoção do jogo aqui.
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16 de julho de 2014

Pokémon Omega Ruby / Alpha Sapphire: Mega Metagross e outras novidades


Aos poucos têm sido reveladas algumas novidades relativas aos remakes da 3ª geração de Pokémon, onde exploramos a região de Hoenn enquanto enfrentamos as Team Magma e Team Aqua. Para além e mecânicas que regressam, tal como aconteceu com remakes de Pokémon anteriores iremos ter algumas novidades nestas duas novas versões. Ainda falta bastante para 28 de novembro, data de lançamento dos jogos, e até lá vamos esperando sempre por mais novidades!

Em primeiro lugar, ficamos a conhecer Mega Metagross, que mantém o seu tipo Steel/Psychic mas ganha a habilidade Tough Claws, que aumenta o dano feito por ataques de contacto físico. Para além disto a sua velocidade aumenta significativamente, e as suas estatísticas estão mais equilibradas.

Mega Metagross faz parte da equipa de Steven, o Campeão da região de Hoenn que iremos encontrar frequentemente durante o jogo, pois este tenta desvendar os segredos da região, os seus pokémons lendários e, agora, as Mega Evoluções.

Foram também apresentados os novos desenhos de dois membros da Elite Four: Sidney, do tipo Dark e Phoebe do tipo Ghost (esta que pouco muda em relação à sua versão original). Algo curioso em Sidney é que aparenta ter um relógio que poderá ser o seu objeto que faz mega evoluir um dos seus pokémon, mas tal é apenas especulação.


Tal como a Elite Four, os líders de ginásio de Hoenn receberão um novo look: por enquanto foram revelados os desenhos de Roxanne líder do ginásio do tipo Rock, que tem na sua equipa um Nosepass; Brawly que utiliza pokémon do tipo Fighting como o seu Makuhita; Wattson que na sua equipa um Magneton, entre outros pokémon do tipo Electric; Flannery com pokémon do tipo Fire como o seu Torkoal.

Por último temos Norman, que para além de ser o pai do nosso personagem é ainda o melhor amigo do Professor Birch, este que nos irá guiar na nossa aventura. Norman é ainda o líder de ginásio do tipo Normal, e tem na sua equipa Slaking, um pokémon bastante feroz, e extremamente preguiçoso.


É no início do jogo que conhecemos o Professor Birch, que se encontra em apuros a ser perseguido por um Poochyena, e para o ajudar temos à nossa disposição um dos starters que nos irão acompanhar na nossa aventura. As suas Mega Evoluções já tinham sido anunciadas, mas entretanto foram lançados os artworks oficiais onde podemos observar com melhor detalhe os seus desenhos.




Ficamos a saber mais sobre o Pokédex, que se assemelha bastante ao que usávamos na 3ª geração, com uma lista vertical onde percorremos os pokémon. Curiosamente o desenho do Pokédex em si assemelha-se a um tradicional Game Boy Advance. Confirma-se o regresso das Mach e Acro Bike, que nos permitia chegar a pontos no mapa apenas acessíveis usando uma das duas bicicletas.

Mas nem tudo são melhoramentos visuais ou estéticos dos personagens, e de regresso estão as Secret Bases, locais escondidos por Hoenn onde podemos construir a nossa base secreta e costumiza-la à nossa vontade. Agora somos introduzidos a esta mecânica através de Aaraune, um aventureiro e especialista das Secret Bases, que podemos ainda enfrentar numa batalha, onde utiliza (entre outros pokémon) um Flygon.

Nestas bases secretas podemos colocar vários items e mudar a decoração do seu interior, e tal como em Pokémon Ruby, Sapphire e Emerald, temos vários espaços diferentes espalhados pela região. Agora através do StreetPass podemos visitar as Secret Bases dos jogadores com que nos cruzamos, e até mesmo enfrentá-los em batalha! Se quisermos, podemos ainda torná-los em Secret Pals e recrutar esse personagem para a nossa Secret Base, onde o podemos enfrentar novamente ou fazê-lo usar habilidades especiais, entre elas a capacidade de fazer novas decorações para as nossas bases, tomar conta de Eggs, treinar os nossos pokémon para eles subirem de nível, entre outras habilidades por revelar.

O ponto mais interessante destas Secret Bases é que podemos construir o nosso próprio Pokémon Gym, utilizando os nossos Secret Pals para membros desse ginásio, do mesmo modo que observamos nos ginásios da série Pokémon. Podemos definir regras para as batalhas aqui presentes, colocar armadilhas entre os outros elementos decorativos para criar um Pokémon Gym a nosso gosto, para os jogadores com quem nos cruzar-mos terem um desafio pela frente!

Estas secret bases têm ainda uma bandeira que podemos apanhar uma vez por dia, e quantas mais tivermos melhores recompensas teremos nas nossas Secret Bases, como melhores habilidades para os nossos Secret Pals. Por último o StreetPass não é o único modo que temos de partilhar a nossa Secret Base, e através do sistema de QR Code podemos partilhar nas redes sociais a nossa base para o mundo todo a poder exporar!

De regresso está ainda o Pokémon-Amie que se estreou em Pokémon X/Y, onde podemos interagir com os nossos pokémon, melhorando a sua ligação connosco para um melhor desempenho nas batalhas. 

Por último, uma novidade: o Pikachu rendeu-se à moda do cosplay e irá aparecer vestido em vários trajes no jogo, numa mecânica que ainda está por ser revelada (embora tenhamos mais novidades sobre isto no próximo mês). De momento foram anunciados os trajes: Belle, um belo vestido clássico; Libre tal como os lutadores de luta livre; Ph. D. com os seus óculos grossos e um casaco onde, entre vários materiais escolares esconde doces; Pop Star como uma estrela da música pop japonesa; e Rock Star com um ar mais agressivo (embora bastante adorável). De momento sabemos que podemos interagir com este Pikachu através do Pokémon-Amie, mas aguardamos mais sobre esta nova mecânica.

Foram algumas novidades, entre o regresso de mecânicas como as Secret Bases, que irá dar um toque mais pessoal ao jogo de cada um. Ainda faltam alguns meses para o lançamento de Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, e as novidades vão chegando aos poucos, deixando outras para descobrir quando o jogo for lançado. Fiquem com o trailer com todas as novidades!

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14 de julho de 2014

Robin junta-se a Super Smash Bros.


O anúncio de um novo personagem para Super Smash Bros. veio com uma surpresa, ou melhor, duas. Não só ficamos a conhecer Lucina como pudemos assistimos ao regresso de Captain Falcon. Mas este vídeo de apresentação tinha ainda mais um personagem: Robin!


Este é o nosso personagem "avatar" que criamos em Fire Emblem: Awakening, um misterioso guerreiro com um passado desconhecido. Embora seja o nosso personagem, este tem um papel praticamente secundário, assistindo ao desenrolar dos eventos do jogo como se fosse o próprio jogador. O protagonista é Chrom, e este teve ainda uma presença especial no vídeo de apresentação dos mais recentes personagens anunciados.

Robin conta com um conjunto de magias conhecidas da série Fire Emblem, mas tal como no jogo estas não são infinitas, e para não se tornar indefeso nas batalhas conta ainda com ataques de espada. Sendo um personagem que caracteriza o jogador, podemos escolher a versão masculina ou feminina de Robin (que partilham o mesmo nome).

Ilustração de Yusuke Kozaki
(designer de personagens da série Fire Emblem)

Embora ainda não saibamos com certeza, o Final Smash de Robin invoca Chrom para um devastador ataque, algo que é bastante fiel a Fire Emblem: Awakening, por ter uma mecânica de jogo em que os personagens atacavam em conjunto um inimigo, sendo apenas preciso colocar os nossos personagens lado a lado.

Juntamente com Lucina (e o curto aparecimento de Chrom) vemos Fire Emblem: Awakening bem representado em Super Smash Bros., ainda que Roy se mantenha desaparecido. Gostaram das novas adições, ou preferiam um de imensos personagens da série Fire Emblem?
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Lucina junta-se a Super Smash Bros.

Aqui no Meus Jogos DS temos de admitir uma coisa: Lucina era uma das personagens que gostávamos que marcasse presença no próximo Super Smash Bros. Deste modo é com muito agrado, e alguma surpresa, que vemos Fire Emblem: Awakening ser representado! Lucina foi apresentada juntamente com Robin, mas esse tem o seu próprio destaque também.


A sua inclusão traz algumas novidades relativamente aos personagens Fire Emblem que marcaram presença em Melee e Brawl: não só é a primeira heroína da série a ser jogável, pois Lyn manteve-se como Assist Trophy, é também a primeira personagem secundária da série a ter a honra de entrar no campo de batalha de Smash Bros.

Lucina veste-se como Marth, e como tal tem ataques de espada bastante velozes. Pouco sabemos mais dos seus movimentos, tal como o seu Final Smash, mas esperamos ficar a conhecer melhor os ataques de Lucina agora que foi anunciada, e se irão divergir muito comparando com os de Marth.


Gostaram desta adição? Roy pode estar desaparecido em combate, mas Fire Emblem ganhou um novo destaque em Super Smash Bros., com 4 personagens anunciadas até agora!
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