Notícias

Análises

31 de março de 2014

Evento Pokémon X/Y: Electabuzz e Magmar


Foi hoje anunciada a distribuição dos pokémon Electabuzz e Magmar em Portugal, à semelhança de vários outros países europeus, e para obter um destes pokémon basta ir a uma das lojas FNAC já a partir do dia 14 de abril para receber um código especial, sem ser necessária efetuar qualquer compra na loja. Os códigos serão distribuídos até ao dia 1 de junho. Numa nota extra, o código deixará de ser válido a partir do dia 30 de setembro deste ano.

Cada versão conta com o seu próprio pokémon: os jogadores de Pokémon X receberão o pokémon de fogo Magmar, enquanto que os de Pokémon Y recebem o pokémon elétrico Electabuzz, e ambos os pokémon vêm dentro de uma Cherish Ball (bola especial de evento que aumenta os pontos de experiência obtidos pelo pokémon dela), com a Hidden Ability "Vital Spirit" que previne o pokémon de adormecer em batalha.

Estes pokémon vem ainda com os itens Magmarizer (no Magmar) e Electirizer (no Electabuzz), que permitem esses pokémon evoluir! Para tal basta trocar o pokémon com esse item equipado, evolução essa que aumenta significativamente os seus atributos. Por isso, boas trocas!

Para utilizar o código especial basta:
  • ir a "Mystery Gift" no menu inicial de Pokémon X e Y;
  • escolher a opção "Get with code" e inserir o código obtido;
  • ir a um Centro de Pokémon para obter Magmar ou Electabuzz;
  • não te esqueças de gravar o jogo depois!


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28 de março de 2014

Especial de Corrida: Mario Kart 64


O sucesso estrondoso de Super Mario Kart, na SNES, impulsionou a Nintendo para o desenvolvimento de uma sequela, que viria a ser lançada em 1997 na N64. Intitulado de Mario Kart 64, este segundo jogo da série foi o primeiro com gráficos 3D e também o primeiro com suporte para quatro jogadores em simultâneo.

Com uma trama absolutamente inexistente, o jogo vai manter a toada do anterior: a de ser um simples, mas divertido jogo de corridas de kart. Estas tinham lugar nas mais diferentes localizações espalhadas pelo Reino Cogumelo, sendo que à nossa disposição estavam, ainda, oito personagens diferentes. Retornam Mário, Bowser, Peach, Toad e Yoshi, e estreiam-se Wario e Donkey Kong, que substituem Koopa e Donkey Kong Jr. do jogo anterior. As personagens distinguem-se umas das outras, ao se encontrarem distribuídas por três classes distintas: temos os karts leves, com maior poder de aceleração, mas velocidade máxima menor; os pesados que, como o nome indica desde logo, têm o menor arranque, mas conseguem atingir o nível de velocidade mais elevado; os médios, por último, são os mais "equilibrados" nas estatísticas. 

   

Mario Kart 64 possui um vasto arraial de pistas, cada a qual com a sua temática, inspirada nas diferentes personagens participantes. As pistas têm as formas mais bizarras e absurdas, de entre as quais se destacam a do comboio (Kalimari Desert) ou a das estrelas (Rainbow Road), por exemplo.   Além disso, estão repletas de pequenas caixas misteriosas, que contêm diferentes objectos que podem ser utilizados pelos jogadores para ganhar vantagem na dita corrida. Regressa a casca de banana para despistar, o cogumelo para acelerar e ainda as carapaças como arma de arremesso. A presença de tais items torna a corrida interessante e nada monótona, pois até o mais inconstante dos jogadores pode obter uma retumbante vitória, se os usar no momento certo.

É em Mario Kart 64 que a “infame” carapaça azul faz a sua estreia. Direccionada para atacar directamente quem estivesse em primeiro na corrida, a carapaça vem tornar as corridas mais competitivas e equilibradas, embora sacrificando um pouco a justiça do vencedor. Qualquer jogador pode vencer uma corrida de mario kart. Não precisa de "conduzir" bem, basta-lhe uma simples e correcta gestão dos items.


Já foi referido que este foi o primeiro Mario Kart a usar gráficos 3D. O que não ficou referido foi o facto do dito 3D ser usado, somente, nos cenários e nas pistas. As personagens mantêm-se em 2D renderizado. Ainda assim, foi um grande salto para a série e com uns visuais bem interessantes para a altura, num jogo onde a grande prioridade esteve no campo da jogabilidade. Este é o ponto forte do jogo, ter uma jogabilidade óptima e intuitiva, ainda que Mario Kart 64 seja um dos mais difíceis de toda a série. A dificuldade é classificada por 50 cc, a mais fácil, 100 cc e 150 cc, a mais difícil. De salientar que existem quatros modos distintos de se jogar o jogo.

Temos o tradicional Grand Prix, disponível para ser jogado por um ou dois jogadores. Este é um modo que assenta na participação em uma das quatro taças disponíveis (Mushroom, Flower, Star e Special). Cada taça dispõe de quatro pistas, com três voltas cada uma. O objectivo é simples: terminar a corrida acima do quinto lugar, caso contrário esta terá que ser reiniciada. O jogador deve competir pela melhor posição possível, o que lhe dará acesso, por sua vez, ao maior número de pontos e consequente atribuição de uma medalha (bronze, prata e ouro), mediante a classificação. A juntar a este modo temos, ainda, o Time Trial, que desafia o jogador a melhorar os seus próprios tempos.


Existe também o modo Versus, que opõe até quatro jogadores numa intensa disputa rodoviária, e o divertido Battle Mode. Este “free for all” leva os jogadores a enfrentarem-se, não na tradicional corrida, mas em mini-jogos bastante inventivos e alucinantes, como o das bombas e o dos balões. A Nintendo 64 foi a primeira consola a suportar nativamente 4 comandos em simultâneo, e estes modos multiplayer tiravam partido dessa característica para divertidas sessões de jogo com os amigos.

Por último, não esquecer que a música é fenomenal, estando repleta de temas e sonoridades que, decerto, serão familiares até a jogadores que só mais tarde descobriram a série. Hoje em dia, Mario Kart 64 tem gráficos que poderão parecer datados e uma jogabilidade não tão boa como as de jogos mais recentes da série, mas continua, por seu mérito próprio, a ser uma das suas melhores entradas. Muito do que conhecemos actualmente em Mario Kart é devido a este título. Está na altura de ir ao baú buscar a Nintendo 64 e passar uma tarde divertida com amigos,  karts e carapaças.

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26 de março de 2014

Nível The Legend of Zelda em Sonic Lost World


Já passaram alguns meses que Sonic Lost World foi lançado na Wii U e na 3DS mas brevemente será lançado um nível adicional que cruza dois universos de video-jogo. O primeiro destes cruzamentos foi com NiGHTS Into Dreams, para quem comprou a edição especial no lançamento da versão Wii U, que levou Sonic ao mundo dos sonhos para enfrentar os Seis Mortíferos devidamente acompanhados com Nightmarens, os inimigos de NiGHTS na antiga SEGA Saturn.

Contudo estes níveis temáticos não foram exclusivos de universos de clássicos da SEGA e pouco depois do lançamento do jogo foi anunciado um nível temático de Yoshi's Island, que levou Sonic ao mundo de Yoshi para enfrentar inimigos icónicos, colecionar moedas e ganhar imensas vidas. Foi também deixada a dica que a Zona seguinte seria inspirada noutro clássico da Nintendo. Infelizmente a zona de Yoshi's Island deixou bastante a desejar…

Sonic prepara-se agora para explorar a toda a velocidade o mundo de The Legend of Zelda, devidamente vestido com a famosa túnica verde de Link. O nível em si apresenta um campo de Hyrule onde podemos apanhar Rupees, derrotar Stalfos entre outros inimigos bastante conhecidos, evitar os Cuccos e procurar os segredos que estão à nossa espera, e durante o nível podemos ainda ver Link a voar no seu Loftwing! Embora se vista como Link, Sonic usa apenas as habilidades de Sonic Lost World, colocando de parte os seus truques de espada (chega uma aventura dessas).

Tal como o nível de Yoshi's Island este será totalmente gratuito, está apenas disponível na versão Wii U do jogo. Este DLC está disponível através da eShop no dia 27 de março (amanhã)! Entretanto podemos ver o trailer e um vídeo com comentários, disponíveis através do site IGN.



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24 de março de 2014

Vencedores do Passatempo 4º Aniversário do Meus Jogos DS

Para celebrar o 4º aniversário do Meus Jogos DS, lançamos aos nossos leitores o desafio de nos enviarem uma foto com o tema "Os Meus Jogos Nintendo". Os resultados foram surpreendentes, com trabalhos bastante criativos e divertidos, que dificultaram a escolha de três favoritos para a equipa do blogue. É com muito orgulho, então, que apresentamos os vencedores do passatempo!

1º lugar: Rafael Ferreira (Porto)
Prémio: Jogo Fire Emblem: Awakening

2º lugar: Pedro Fernandes (Braga)
Prémio: T-shirt Nintendo 3DS

3º lugar: Pedro Soares (Almada)
Prémio: Bolsa Mario & Luigi: Dream Team Bros.

Os vencedores serão contactados em breve por e-mail pela equipa do Meus Jogos DS! Muito obrigado a todos os participantes pelos trabalhos enviados!
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21 de março de 2014

Especial de Corrida: Super Mario Kart


Super Mario Kart foi o jogo que, em 1992, deu origem ao mais popular spinoff do heróico canalizador da Nintendo. Lançado na Europa em janeiro de 1993, o jogo rapidamente se tornou bastante popular entre os jogadores da Super Nintendo, destacando-se dos outros jogos de corridas pela temática dedicada ao universo do Super Mario e a utilização de itens durante a corrida. Agora que Mario Kart 8 se prepara para impressionar os jogadores em todo o mundo, é uma excelente ocasião para ver como tudo começou.

Neste jogo, era possível escolher entre 8 personagens, desde heróis a vilões. Além dos irmãos Mario e Luigi, podíamos contar com a Princesa Peach, o Toad ou o Yoshi. Do lado dos vilões, tínhamos o Bowser, um aliado Koopa Troopa e ainda Donkey Kong Jr., embora este último possa ser visto como bom, se tivermos em conta que este surgiu num jogo onde tinha de salvar o seu pai do cativeiro após ter sido capturado pelo Mario.


Um dos aspetos impressionantes do jogo era a variedade de pistas inspiradas no universo dos jogos do Super Mario, especialmente nos mundos de Super Mario World. Pelo meio, havia uma série de obstáculos, desde poças de óleo nas pistas de asfalto a Thwomps prontos para esmagar os carros nas pistas do Bowser - o próprio incluído. Em diferentes ligas, surgiam novas pistas mais difíceis baseadas nos cenários de outras já vistas, mas com percursos bastante distintos. Algumas continham atalhos para descobrir, que permitiam obter uma vantagem na corrida, embora muitos tivessem associado um certo risco. Desde o primeiro circuito do Mario ao último castelo do Bowser, passando por casas assombradas e terminando na impressionante Rainbow Road, era delicioso jogar nas pistas de Super Mario Kart.

O mais certo, no entanto, é que não estaríamos hoje a falar em Mario Kart, se não fosse pelo sistema de itens utilizado para animar as corridas. Pelo meio das pistas, há uma série de locais onde se pode receber um item para utilizar na corrida, como uma carapaça para atirar aos adversários, uma banana para deixar no solo e causar despistes ou um cogumelo para andar mais depressa. Não podia faltar, então, a estrela que dá invencibilidade temporária e protege destes ataques. O resultado foi um jogo extremamente divertido e hilariante, sendo que as carapaças e bananas na pista acabaram por se tornar verdadeiros ícones no mundo dos videojogos.


Os gráficos do jogo eram bastante bons para a altura e tinham uma particularidade interessante: as corridas eram vistas em split-screen, onde a metade de baixo do ecrã era utilizada para mostrar um mapa geral da pista com a posição dos vários corredores em tempo real. Havia alguns pormenores visuais estranhos, como o Yoshi estar sempre com a boca aberta e a língua esticada (seria da adrenalina?), mas era em geral um jogo muito bonito de se ver e que captava a imaginação dos jogadores. Mesmo aos olhos da atualidade, os gráficos permanecem bastante aceitáveis no contexto dos jogos retro.

O modo para um jogador incluía, além da opção de grande prémio com campeonatos de 5 corridas cada, um modo de "time trial", para tentar fazer os melhores tempos em cada pista, numa corrida sem adversários. Aqui era uma boa forma de conhecer e aprender a explorar os atalhos que as pistas oferecem e tentar dominar as suas curvas. Como forma de incentivo, o jogo guardava um "fantasma" do melhor tempo para se tentar derrotar.


Se o jogo a solo era extremamente divertido, o que dizer do modo para dois jogadores onde, em split-screen, era possível competir num campeonato e causar todo o tipo de agressões que uma carapaça ou uma casca de banana permitisse. Muitas amizades foram postas à prova nestas corridas! Havia ainda um interessante modo de batalha, onde os karts eram colocados em arenas com um conjunto de balões agarrados ao personagem. O objetivo era apanhar os itens na arena e atacar os adversários, ganhando o último a aguentar-se com pelo menos um balão.

É um jogo com mais de 20 anos, mas que mantém um charme inegável. Foi um excelente início para uma série que constantemente surpreendeu os jogadores e criou uma fórmula que acabou por ser repetida vezes sem conta por outras séries, mas sem qualquer sucesso. Para a série Mario Kart, deixou um enorme legado, com alguns elementos que se mantiveram constantes até nos jogos onde houve maior divergência. Um verdadeiro clássico que conquistou o mundo não só pela sua lista de funcionalidades, mas por ter uma magia especial que não se encontra em mais nenhuma série de jogos de corridas.
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19 de março de 2014

Professor Layton vs. Phoenix Wright: Ace Attorney


Dois grandes heróis das portáteis da Nintendo encontram-se primeira vez na 3DS, numa aventura em território neutro e com uma história que tenta apelar aos fãs de Professor Layton e de Phoenix Wright. São duas séries com um excelente legado e características muito distintas, mas a ideia de unir estes paladinos do pensamento lógico numa só história foi imediatamente aclamada pelos fãs. A primeira questão que se levanta, então, é se Professor Layton vs. Phoenix Wright: Ace Attorney resultou bem como uma fusão das duas séries, ou se acaba por pender mais para um dos lados.


O encontro dos heróis acontece no mais improvável dos locais: a misteriosa cidade de Labyrinthia, que existe num mundo dentro de um livro, onde existem bruxas e magia, mas desconhece-se o conceito de lógica. No entanto, a aventura começa um pouco antes, quando Professor Layton recebe a visita de uma rapariga chamada Espella e que afirma ser perseguida por bruxas. Apesar do célebre cavalheiro a conseguir ajudar, acaba por ver-se preso na história de um livro. O mesmo acontece a Phoenix Wright, após salvar Espella em tribunal de uma injusta acusação de assalto.

Em Labyrinthia, Espella é acusada de ser uma bruxa e ter utilizado magia, algo que é condenado com a pena de morte. Compete aos dois protagonistas, acompanhados dos seus fiéis ajudantes Luke Triton e Maya Fey, provar a inocência desta rapariga, tarefa que não será nada fácil num mundo onde existem coisas que estes consideravam ser impossíveis. Para um primeiro crossover destas séries, a temática foi bem escolhida. Tanto nos jogos de Layton como Ace Attorney, os protagonistas são confrontados com as situações bastante surreais, mas para as quais encontram uma explicação lógica. Como lidarão eles, então, com um mundo mágico onde nada parece fazer sentido?

A história aborda esta questão desde o início e apresenta desafios cada vez maiores, à medida que se vai desenrolando em reviravoltas surpreendentes, como os fãs destas séries já deverão esperar. Pelo meio, há puzzles para resolver e sessões de tribunal para enfrentar. Esta é uma prova de fogo para duas mentes brilhantes, que provam pensar melhor em conjunto... mas nem sempre estão juntos, pois muitas situações farão com que os seus caminhos se separem. Os personagens são interessantes e divertidos, com características dos dois universos, incluindo as expressões exageradas e os trocadilhos com os nomes e as suas ocupações.


A nível de jogabilidade, foi uma boa escolha ter o sistema de navegação de Professor Layton como base para este título. Ao explorar os cenários, tal como na sua série, Layton encontra vários puzzles que terá de resolver. No entanto, os puzzles são em maioria bastante fáceis, de cariz visual ou baseados em mecanismos simples. Pelo caminho, há bastante "hint coins" que podem ser usadas para ajudar a resolver um puzzle, ou então em tribunal.

Os julgamentos não serão nada de novo para os fãs de Ace Attorney, que até os irão considerar bastante fáceis. Para os fãs de Professor Layton, estes podem ser encarados como uma espécie de puzzle, onde é necessário prestar atenção aos depoimentos das testemunhas e compará-los com as provas existentes para detectar contradições e assim resolver o caso. Quem conhece a série de advocacia terá também uma boa novidade, os julgamentos com várias testemunhas em simultâneo. Estas podem apoiar-se, acrescentar informações ou até contradizer-se, dando uma mecânica interessante às sequências de tribunal.

A alternância entre as sequências de puzzles e investigação e os julgamentos cria um bom ritmo no avanço da história, não sendo cansativa para o jogador. O mesmo acontece com os momentos de humor, tanto dentro como fora do tribunal, para aliviar dos momentos de maior tensão: por vezes, o jogo torna-se realmente dramático e mostrar um destino cruel para certos personagens.


É um jogo para os fãs das duas séries, mas também para quem é apenas fã de uma delas e agora descobre a outra. O estilo artístico permitiu um bom ambiente intermédio, onde os desenhos dos personagens não são tão simples como os de Layton, mas também não tão detalhados como os de Ace Attorney. Apesar do cenário ser novo para os dois personagens, a temática medieval é mais facilmente associada ao herói da cartola alta. No entanto, as reações dos personagens à estranheza do herói de azul proporcionam um humor que é muito característico do advogado. Também a banda sonora foi bem trabalhada neste sentido, com o bónus de ter um excelente tema principal. Infelizmente, o voice acting do personagem Phoenix Wright não está tão bem conseguido como o dos restantes personagens, contrastando um pouco com o resto do elenco.

Como é de se esperar num crossover entre duas séries populares, o "fan service" está na ordem do dia. Já foram citados alguns exemplos, mas só mesmo quando se está a jogar é que se percebe realmente o quão presente está o típico humor de Phoenix Wright, contrastando com a seriedade do Professor Layton, que sabe impor respeito ao bater na mesa de um tribunal. Ver quando personagens encontrado na rua tem um colapso após Layton resolver um simples puzzle, ou a forma como Maya Fey reage quando ao primeiro desafio do professor, são situações divertidas e que fazem deste título uma delícia para os fãs.


Houve um grande cuidado em apelar ao maior número de pessoas com este jogo, sendo bastante acessível mesmo a quem não conheça estas séries mas goste de aventuras gráficas. O medo de alienar fãs de uma das séries, infelizmente, fez com que o jogo se tornasse um pouco fácil, mas nunca se torna desinteressante. Após Professor Layton vs. Phoenix Wright: Ace Attorney, muitos fãs de uma série se irão aperceber que têm uma outra excelente série a descobrir na Nintendo DS e 3DS. Este jogo não ultrapassa os melhores títulos das séries que representa, mas é uma aventura imperdível para os fãs de puzzles e investigação.
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13 de março de 2014

Yoshi's New Island


Verde é uma cor bastante importante no universo Nintendo, não fosse ela a cor de Luigi que agora termina um ano dedicado ao 30.º aniversário ou, noutro universo Link, que ainda recentemente teve uma derradeira aventura em dois mundos. Desta vez o herói verde é o carismático Yoshi, que vem acompanhado de vários yoshis de cores diferentes, todos eles com um objetivo comum.

Yoshi's New Island começa pouco tempo depois das aventuras do clássico da Super Nintendo (curiosamente omitindo o sucessor lançado na Nintendo DS), cuja história é rapidamente resumida no início desta nova aventura, terminando esse capítulo quando a cegonha entrega Mario e Luigi no seu novo lar… ou assim pensava ela, pois afinal se enganou na morada. Já durante uma rápida viagem em direção à casa certa, Kamek volta a entrar em cena e rapta novamente os dois irmãos, embora só tenha conseguido levar Luigi Bebé, enquanto que Mario Bebé cai na misteriosa Ilha Ovoadora, local onde vários yoshis vivem pacificamente (até Bowser Bebé fazer das suas).


Com uma premissa simples saltamos de imediato para a ação, onde vários yoshis carregam o Mario Bebé nos diversos níveis, contando novamente com os seus truques de engolir inimigos para os transformar em ovos para depois os poder atirar contra outros inimigos. A jogabilidade é extremamente simples e bastante acessível para qualquer tipo de jogador, com alguns esquemas de controlo à escolha como o novo modo de controlar o ângulo do disparo de ovos com o giroscópio da 3DS. O ritmo do jogo é bastante calmo, não existe o tradicional cronómetro que marca o tempo limite para a conclusão do nível, algo que permite jogar com calma e explorar os níveis devidamente e procurar todos os segredos escondidos nos níveis.

Não há dúvidas que o elemento que mais destacou o clássico Yoshi's Island dos restantes jogos da época foi a direção artística. Desta vez são novamente exploradas técnicas de desenho, simulando agora vários materiais diferentes tanto nas personagens como nos cenários, estes que exploram outras técnicas de desenho, como por exemplo a tinta da china, criando assim alguma variedade. Os efeitos lápis de cor (e cera) nos personagens funcionam bastante bem e enquadram-se perfeitamente nos cenários, que agora tiram partido do efeito 3D da consola e no geral dá um efeito bastante interessante.


As transformações de Yoshi também estão de volta, que funcionam como mini-jogos onde controlamos a transformação através do giroscópio, pequenos níveis onde já temos tempo para concluir, tempo que esgota muito rapidamente mas compensado pela existência de tempo extra que temos de apanhar pelo caminho. Com algum destaque surgem as Estrelas Yoshi que tornam o nosso herói num invencível corredor que corre até pelo teto, e no final da corrida surge uma pequena sequência de jogo para terminar em grande.

Como novidade temos a mecânica dos Demolidovos, gigantes ovos e verdadeiras armas de destruição que aniquilam por completo não só os nossos inimigos como o cenário em si. Em certas ocasiões surgem estes ovos sempre associados a uma espécie de puzzle onde podemos tirar o melhor partido deles, ganhando assim vidas extra. Por vezes surgem também Demolidovos de ferro, de peso muito superior, que previnem Yoshi de saltar e também lhe possibilitam de caminhar pelo fundo do mar.

Estão de regresso vários elementos dos jogos anteriores, como as pedras redondas que temos de empurrar que para servirem de plataformas (e derrubar também os inimigos), plantas gigantes que nos elevam a outros pontos dos níveis e ainda nuvens escondidas pelos níveis. Uma novidade são pequenos níveis ao estilo quebra-cabeça onde temos de controlar e derrotar um Yoshi falso que copia todos os nosso movimentos.

Ao entrar nos níveis somos sempre introduzidos com um título que apresenta o ponto chave, seja a nível de mecânicas de jogo, pequenos quebra-cabeças que nos esperam, inimigos especiais ou até mesmo cenários com temas específicos. Há muita variedade nos níveis e mesmo quando lidamos com situações repetidas estas vêm acompanhadas com outro tipo de desafios. À medida que vamos avançando no jogo desbloqueamos modos feitos para 2 jogadores pouco interessantes que facilmente poderiam ter sido para mais jogadores. Acaba por não acrescentar muito ao jogo, mesmo que seja apenas um extra.


É um jogo feito a pensar principalmente no público mais novo e que funciona perfeitamente como "o primeiro jogo de plataformas" de uma criança, e por cá a boa localização em português ajuda imenso nesse ponto. Não é frequente lidar com situações complicadas mas se num nível nos aparecer o fatídico Game Over várias vezes surgem, tal como um Super Guide, as Asas Flutuantes que nos ajudam a atravessar o nível mais facilmente.

No entanto os jogadores mais velhos e/ou fãs dos Yoshi Island anteriores encontrarão aqui um jogo com conteúdo para eles: enquanto que é muito fácil simplesmente concluir o nível, colecionar as 20 moedas vermelhas, encontrar as 5 flores e terminar com 30 estrelas (ou seja, não levar dano) torna-se um desafio, principalmente nos níveis mais avançados onde vários destes objectos estão bem escondidos, e a exploração meticulosa dos níveis torna-se um factor decisivo.

Em contrapartida aos visuais interessantes, que vão mudando à medida que vamos avançando nas diferentes zonas da ilha Ovoadora, a banda sonora rapidamente se torna bastante repetitiva. O carisma é bastante infantil e insere-se perfeitamente no ambiente do jogo, mas são poucas as músicas que ficam no ouvido. Ainda assim é uma banda sonora que encaixa bastante bem no universo Yoshi's Island.



Yoshi's New Island poderá não chegar ao nível do clássico da Super Nintendo, ou sequer tornar-se uma referência a esse nível, mas no geral é um jogo divertido com muito para explorar e completá-lo na totalidade do jogo apresenta-se como um desafio bastante interessante. É um jogo para todos, e principalmente os fãs de Yoshi, que têm aqui um bom jogo para a sua colecção!

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12 de março de 2014

Pokémon Link: Battle!


Os jogos de puzzle baseados em juntar peças da mesma cor já existem desde os primeiros tempos dos videojogos, mas provavelmente nunca estiveram tão populares como hoje em dia. Com a proliferação dos dispositivos móveis, veio uma enchente de jogos deste género, desde os mais originais às cópias descaradas de jogos antigos. Não é de espantar, então, que a série Pokémon regresse ao género com um novo título para a eShop da Nintendo 3DS.


O conceito de Pokémon Link: Battle é uma mistura entre os tradicionais puzzles de correspondência de cores e o universo de Pokémon. No ecrã superior da consola, irão surgir vários pokémon selvagens com uma barra de energia, que terá de ser reduzida a zeros para que a criatura seja apanhada numa pokébola, resultando assim numa "ligação" no contexto do jogo. A jogabilidade é muito simples, consistindo apenas em trocar a posição de quaisquer dois pokémon da grelha de jogo (chamada de "link box"). Ao corresponder 3 ou mais criaturas iguais, será lançado um ataque contra o pokémon selvagem, onde o encadeamento de novas correspondências irá aumentar o dano do ataque em questão.

Inicialmente, esta mecânica parece algo enfadonha, mas uma simples regra muda tudo: a partir do momento em que uma cadeia de 4 ou mais criaturas é sucedida de outra com 3 ou mais pokémon, o jogo entra em modo "link chance", onde todos os pares são eliminados e aumentam o contador de combo. Aqui, o jogador entra num frenesim de emparelhar criaturas o mais rapidamente possível, tentar limpar o ecrã e repetir o processo, para causar assim um único ataque devastador. Outra vantagem deste modo é que imobiliza a criatura selvagem, impedindo-a de atacar.


Os pokémon selvagens não são indefesos, e têm a capacidade de atacar a link box. Conforme vão enfraquecendo a caixa e reduzindo o seu HP, também podem quebrar a barreira e entrar na área de jogo, tornando-o bastante mais difícil a partir desse momento. Por este motivo, é importante derrotá-los rapidamente, utilizando as possibilidades acima referidas e tendo em atenção os elementos dos pokémon utilizados, visto que os ataques podem ser muito ou pouco efectivos. Há também criaturas especiais, como o Chansey que permite curar o HP ou o Mr. Mime que recupera a barreira da caixa.

Todos os pokémon conhecidos estão presentes no jogo e em cada nível diferente surgem outras criaturas com que jogar, o que poderá ser agradável para os fãs mais dedicados, mas confuso para quem não está familiarizado com as mais de 700 criaturas existentes. No meio de tanta diversidade (e também por culpa do estilo artístico), por vezes é difícil distinguir entre diferentes desenhos, o que dificulta a jogabilidade. Felizmente, é possível levar criaturas de suporte para o tabuleiro escolhidas pelo jogador: quando o nível é algo confuso, nada como escolher pokémon de cores bem distintas. Embora a dificuldade do jogo suba gradualmente, só quando se desbloqueia um modo de jogo mais rápido e outro "infinito" é que se distingue um jogador "hardcore" de outro mais ocasional.


Pokémon Link: Battle! é, acima de tudo, um jogo extremamente viciante, onde uma sessão de 5 minutos facilmente se estende por mais de uma hora. Provavelmente, a culpa deste vício é apenas o modo "link chance" onde a música, os efeitos gráficos e o contador de combos deixam o jogador numa espécie de transe. O jogo traz ainda um modo multijogador, que permite até quatro pessoas que tenham o jogo cooperar para passar um nível à escolha, tornando assim muito mais fácil a captura dos pokémon mais difíceis. Se forem fãs da série e também gostarem de Bejeweled ou Candy Crush Saga, então esta é uma compra obrigatória. É um jogo muito divertido e viciante mas, ainda assim, difícil de recomendar a quem não conheça as mais de 700 criaturas que podem aparecer no tabuleiro.

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11 de março de 2014

4º Aniversário do Meus Jogos DS: Passatempo!

   

O Meus Jogos DS celebra hoje, 11 de março, o seu 4º aniversário. Foi em 2010, a coincidir com o 5º aniversário do lançamento da Nintendo DS na Europa, que tudo começou em homenagem à portátil que se tornou rainha dos videojogos. Nestes 4 anos, vimos nascer a sua sucessora Nintendo 3DS e crescer até se tornar a melhor consola da atualidade. Assistimos à chegada da Wii U e acompanhamos os seus primeiro ano de vida. Tivemos em 2013 um especial dedicado a Fire Emblem e vivemos com os leitores o Ano do Luigi.

Hoje é dia de festa e, para festejar, nada como premiar os nossos fantásticos leitores! Com o apoio da Nintendo em Portugal, temos alguns presentes para oferecer aos vencedores do nosso passatempo de aniversário, que apresentamos em seguida. Boa sorte!

Passatempo

Envia-nos uma foto dedicada ao tema "Os Meus Jogos Nintendo". Pode ser a tua consola favorita, um personagem, a tua coleção de jogos ou o local onde preferes jogar! Tens até dia 20 de março para participar: surpreende-nos com a tua criatividade e poderás ser um dos 3 vencedores! Lê com atenção o regulamento.

Como Participar:
  • Envia a tua foto para meusjogosds_at_outlook_dot_com
  • Indica no e-mail o teu nome completo, número do B.I. e cidade de residência.
Prémios:
  • 1º Prémio: Jogo Fire Emblem: Awakening, para a Nintendo 3DS;
  • 2º Prémio: T-shirt oficial Nintendo 3DS;
  • 3º Prémio: Bolsa Mario & Luigi: Dream Team Bros. (inclui almofada de viagem + venda para dormir).
Regulamento:
  • Todas as fotos que se enquadrem no tema "Os Meus Jogos Nintendo" serão aceites, desde que não apresentem conteúdo ofensivo ou imagens chocantes.
  • Os prémios serão entregues através do correio. Por este motivo, o passatempo está restrito a pessoas residentes em Portugal.
  • Apenas será aceite uma participação por concorrente. Caso seja enviada mais do que uma foto, apenas a primeira será considerada.
  • Participar neste passatempo implica a aceitar que a foto enviada possa ser publicada no Meus Jogos DS ou na página oficial do blogue no Facebook.
  • Os vencedores serão determinados em conjunto pela equipa do Meus Jogos DS e contactados através do endereço de e-mail utilizado ao participar no passatempo. Será solicitado que nos indiquem a sua morada para entrega do prémio.
  • Os resultados do passatempo serão publicados no Meus Jogos DS e divulgados na página do Facebook.
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6 de março de 2014

Edição especial de Mario Kart 8 anunciada e Super Mario Kart na eShop!


A Nintendo anunciou hoje que irá lançar uma edição limitada de Mario Kart 8, num pacote especial que contém uma Carapaça de Espinhos, a infame carapaça azul que ataca o personagem que vai em primeiro lugar na corrida e que tantas gargalhadas (e sofrimento) espalha entre os jogadores. Será uma versão limitada ao stock existente, pelo que a Nintendo aconselha os fãs a efectuar a reserva do jogo com a devida antecedência.


A Nintendo anunciou ainda que estará disponível um bónus de pré-reserva nas lojas aderentes em Portugal. A partir de 14 de março, quem reservar o jogo Mario Kart 8 (versão normal ou especial), poderá receber um porta-chaves de um destes itens da série: a Carapaça Vermelha, um Cogumelo ou um Bill Bala. Em breve serão anunciados mais detalhes sobre esta campanha de reservas no mercado português.


Finalmente, para antecipar o lançamento deste grande título, a Nintendo anunciou que irá lançar no serviço Virtual Console da Wii U o clássico Super Mario Kart ainda este mês, no dia 27 de março! Quem dispensar a versão física de Mario Kart 8 e preferir comprar através da eShop, poderá fazê-lo com um desconto de 7,99€ até 30 de junho se tiver comprado este clássico da SNES.

Relembramos que Mario Kart 8 tem data de lançamento prevista para 30 de maio. Eis o vídeo de apresentação desta edição limitada:

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