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21 de fevereiro de 2014

Diddy Kong junta-se a Super Smash Bros.


Diddy Kong pode não ser o único parceiro de Donkey Kong em Donkey Kong Country: Tropical Freeze, mas os seus diversos troques tornam-no num grande adversário a temer e uma escolha bastante carismática desta tradicional série. Depois da sua estreia em Super Smash Bros. Brawl está de regresso com todos os seus ataques e movimentos bastante versáteis.



Devidamente equipado com uma pistola que dispara amendoins, um par de barris às costas que funcionam como foguetões (que o fazem voar bem alto), cascas de banana à disposição e imensos movimentos rápidos que compensam o seu pequeno tamanho, Diddy Kong surge como muito mais que um candidato ao rei das macacadas.

Gostaram do seu regresso? E gostariam de ver Dixie Kong ou Cranky Kong neste novo Super Smash Bros., de modo a aumentar os representantes do mundo de DK?
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Cloudberry Kingdom


Dentro do género de plataformas existem vários tipos de mecânicas diferentes que exploram modos diferentes de cumprir um simples objectivo, que é concluir um nível, prosseguir para o seguinte e repetir. Dentro desta variedade têm surgido jogos que jogam com uma frustração constante e um forte sentimento de alívio quando cumprimos o nosso objectivo, jogos esses que têm ganho bastantes fãs.

Cloudberry Kingdom é um jogo com uma premissa bastante simples e retrata um herói que falha a tentar salvar a sua princesa, voltando assim ao "início" da sua aventura onde terá de enfrentar inúmeros desafios, inimigos e as mais variadas armadilhas. Estes obstáculos vêm aos molhes e qualquer erro terminará sempre na morte do herói. O conceito da tentativa erro acompanha-nos durante todo o jogo, podemos morrer à vontade e tentar novamente, vezes sem conta, até terminar o nível. No modo principal, de história, acompanhando o nosso progresso está uma constante subida da dificuldade, apresentando-nos aos poucos novas armadilhas e níveis mais complexos de ultrapassar. Mas este modo não é o chamariz do jogo…

…esse é sim a possibilidade de jogar níveis completamente aleatórios, criados de raiz e dificilmente se repetindo. Podemos definir a quantidade de armadilhas, plataformas ou inimigos que surgem nesses níveis, dos níveis mais básicos a autênticos infernos literalmente impossíveis de terminar. Aqui tudo é aleatório, repetindo os diversos elementos presentes do jogo para esse efeito, mas enquanto esse trunfo se apresenta como original rapidamente se resume a níveis pouco ou nada memoráveis.

Existe no entanto uma diversidade de mecânicas extra, como níveis onde usamos jetpacks e até mesmo cavalos em pogo sticks, que traz alguma variedade ao jogo, podendo também jogar com 3 amigos, mas que não funciona bem como modo cooperativo e várias vezes os outros jogadores torna-se eles também obstáculos. Em contrapartida um dos jogadores pode-se sacrificar para os restantes terem uma melhor compreensão do que devem fazer para avançar e prosseguir com o jogo. Jogar com amigos acaba por não trazer algo de novo, nem se torna mais divertido, mas é uma opção interessante.

Visualmente o jogo deixa muito a desejar, a constante re-utilização dos mesmos elementos torna o jogo em algo monótono e nem a possibilidade de editar o nosso personagem (ou obter um resultado também aleatório) contribui para criar algum carisma. Em contraste surgem sequências de animação bastante interessantes, usando modelos tri-dimensionais bastante simples que nos parecem marionetas e/ou feitas de papel. Acompanhando isto tudo está uma banda sonora bastante energética, com algumas músicas que ficam na cabeça, que em modo playlist acompanham as nossas peripécias.


O género de plataformas que constantemente pune os jogadores tem ganho bastantes fãs que recebem bem a frustração que estes jogos lhes proporcionam, mas Cloudberry Kingdom não será memorável por tal, embora no geral seja um jogo algo interessante. A randomização dos níveis é um sistema com bastante potencial, mas essa experiência fica aquém do que poderia oferecer.

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20 de fevereiro de 2014

Donkey Kong


No princípio dos anos 80, o mundo dos jogos de vídeo jazia em ruínas. O "crash" provocado pela queda da Atari havia atirado este negócio emergente para o lixo. Ainda assim, algumas companhias subsistiam: a Nintendo era uma delas. Aproveitando o facto de o Japão não ter sido particularmente afectado pelo referido "crash", a grande N vai tentar relançar o negócio dos jogos de vídeo no mundo ocidental.


Usando a imaginação de um dos seus mais promissores criadores, Shigeru Miyamoto, e adaptando máquinas arcada do falhado Radar Scope, a Nintendo vai lançar o jogo Donkey Kong, em 1980. Este Hit das arcadas, colocava-nos na pele de um pequeno carpinteiro italiano, que na altura apenas atendia pelo nome de Jumpman, enquanto tentávamos resgatar a sua namorada Pauline das garras do gorila que dá o nome ao jogo.

Com quatro níveis (25 metros, 50 metros, 75 metros e 100 metros) de dificuldade crescente, DK é um jogo complexo para os padrões da altura, mas assustadoramente simples pelos actuais. Tudo o que Mario “Jumpman” tem que fazer é saltar os barris que DK atira e evitar chamas, enquanto salta de viga em viga e sobe múltiplas escadas para chegar à sua amada Pauline. Pelo caminho, podemos apanhar um power-up na forma de martelo gigante, que nos torna, por uns instantes invencíveis a qualquer dano.


Embora seja um clássico, DK mostra o peso da idade. Os seus níveis são simples e mostram pouca variedade. A música fica no ouvido, é certo, mas não é, de forma alguma tão icónica como as de Super Mario Bros, por exemplo. Um outro senão está no facto de Jumpman morrer, se saltar de um local muito elevado, o que não deixa de ser estranho, considerando o nome e o futuro historial da personagem. DK é um titulo a ver, para quem gosta de jogos e de conhecer a sua evolução, ou por mera curiosidade, mas existem melhores ofertas no cardápio da Virtual Console, tanto para a Wii U como 3DS.
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17 de fevereiro de 2014

Donkey Kong Country: Tropical Freeze


Quando a Nintendo anunciou o lançamento de Donkey Kong Country Returns para a Wii, desenvolvido pela Retro Studios em 2010, os fãs da série não conseguiram conter o seu entusiasmo. Em 2013, esse mesmo título regressaria numa adaptação para a 3DS que se mostrou um grande sucesso comercial. A proximidade desse lançamento poderá ter sido a causa de uma certa falta de entusiasmo da parte dos fãs ao anúncio de DKC: Tropical Freeze para a Wii U. Será este o caso de uma sequela que ninguém pediu?


Donkey Kong celebra o aniversário com os amigos em sua casa, quando a ilha onde vive é invadida pelos Snomads, uma tribo que traz consigo o inverno, expulsando os residentes. DK, juntamente com os amigos Diddy, Dixie e Cranky, terá de conseguir regressar à sua ilha natal e afastar de vez esta ameaça polar. Tudo isto em HD e com um grafismo espectacular, executado sem falhas a 60fps, para uma apresentação fantástica e que tira partido das potencialidades da Wii U.

Tropical Freeze é um jogo de plataformas tradicional, semelhante aos restantes da série DKC e, nesse aspeto, não apresenta grandes novidades além do grafismo. Agora existe uma câmara que, em certas partes de alguns níveis, apresenta uma perspetiva mais dinâmica, dramatizando um pouco a ação do jogo, mas com pouco impacto a nível de jogabilidade. O jogo permite ser jogado na TV ou apenas no GamePad, mas só dá utilidade a um dos ecrãs de cada vez: quando jogamos na TV, o GamePad mostra apenas o ecrã a preto, e vice-versa. Aqui perdeu-se uma grande oportunidade para fazer algo original, mas até mesmo a possibilidade de limpar as informações do ecrã principal e passá-las para o secundário foi ignorada. Numa altura em que a Wii U precisa de um grande incentivo para demonstrar o potencial do GamePad, o contributo de Tropical Freeze é nulo.


De qualquer modo, o que acontece no ecrã principal é espetacular: Tropical Freeze apresenta-nos 6 novos mundos, sob a forma de ilhas tropicais, todos com temáticas diferentes. Ao contrário a outras séries de plataformas, nenhuma temática é repetida do jogo anterior e mesmo a ilha onde ocorreu o último jogo tem apenas referências no cenário de fundo aos níveis lá jogados. É, assim, um jogo completamente novo e com níveis melhores e maiores para explorar. A experiência adquirida no desenvolvimento de DKC Returns foi apenas uma base para a construção destes mundos mais criativos e imersivos, com uma boa curva de aprendizagem e a constante surpresa a surgir ao fim de poucos passos no nível.

Como é tradicional em Donkey Kong, a palavra "surpresa" representa muitas vezes a morte do personagem. A aprendizagem é feita sobre reações surpreendentes como uma plataforma cair, um novo inimigo atacar de forma diferente, algo no tecto abater-se do nada ou todo o nível se estar a desfazer. Avançar é excitante, encontrar um porco com uma bandeira a marcar um "checkpoint" é relaxante e geralmente precede uma morte surpreendente para nos colocar a adrenalina de novo em altas. A única quebra de tensão dá-se nos tempos de carregamento dos níveis, que é cerca do dobro do tempo gasto em DKC Returns.


Este é um jogo difícil, mas não tão difícil como os anteriores da saga DKC. A abordagem à dificuldade em Tropical Freeze começou por remover o polémico "Super Guide" que permitia aos jogadores saltar os níveis que não conseguiam passar ao fim de algumas tentativas. Em vez disso, o jogo disponibiliza ferramentas opcionais que podem ser usadas para ajudar a passar os níveis mais complicados. A construção dos níveis e as habilidades dos parceiros de DK também fazem com que o jogo não seja tão frustrante como o anterior: a personagem Dixie é uma excelente aliada, com um salto que poderá salvar DK nos níveis onde é exigida maior precisão. Quem procura um jogo realmente difícil terá de optar por jogar com Cranky Kong como aliado ou até mesmo sem qualquer parceiro: frustrações à responsabilidade do jogador.

No modo para um jogador, é apenas possível controlar Donkey Kong sozinho ou com um parceiro. Diddy Kong tem o famoso jetpack que permite flutuar por uns segundos, enquanto que Dixie consegue fazer uma hélice com o cabelo para prolongar os saltos e atingir assim um salto mais prolongado. Já o velho Cranky Kong utiliza a sua bengala da mesma forma que o Tio Patinhas em DuckTales, podendo saltar em cima de inimigos ou espinhos sem qualquer perigo, mas sendo mais perigoso de controlar em zonas de plataformas mais complicadas, onde Diddy e Dixie oferecem alguma segurança.


No modo multijogador, o segundo jogador pode controlar um dos 3 personagens aliados de forma independente do DK. No entanto, o sistema de jogo não facilita a troca de personagens para o segundo jogador, implicando alguma navegação de menus bastante antiquada, depois da simplicidade vista em Super Mario 3D World. A construção dos níveis foi pensada de forma a que alguns segredos só possam ser acedidos com a ajuda de certo personagem, mas é um pouco frustrante que no modo para um jogador se tenha de utilizar sempre o Donkey Kong, quando no modo para dois jogadores é possível deixar DK morrer e ver o 2º jogador fazer os níveis sozinho com um dos outros 3 personagens.

Todo o sistema de menus do jogo parece um pouco mais complexo do que seria necessário, mas pelo menos existem várias formas de controlar o jogo e outras opções disponíveis. Uma funcionalidade interessante para os jogadores mais dedicados é o modo Time Trial, que regista o tempo gasto para passar um nível sem morrer. Os recordes podem ser publicados na internet e consultados em tabelas de pontuações onde é também possível ver as jogadas de outros jogadores e assim perceber como conseguiram certos tempos.


Além do grafismo e a construção dos níveis, existe um grande ponto positivo deste jogo que precisa de ser mencionado. A banda sonora, composta por David Wise dos jogos DKC na Super Nintendo, é geralmente muito boa e pontuada por momentos geniais, com músicas que ficarão na mente durante muito tempo. Desde o tema principal dos vilões, com as influências nórdicas, ao da savana num estilo digno do próprio Rei Leão, passando pelas melodias subaquáticas que evocam alguns momentos de Metroid Prime, grande parte da magia deste jogo vive desta banda sonora.

Depois de jogar Tropical Freeze, percebe-se que esta pode não ter sido uma sequela pedida pelos fãs, mas que foi o jogo que a Retro Studios quis e gostou de fazer. É difícil descrever a forma como os níveis transpiram inspiração e diversão, ainda mais do que o jogo anterior. É um jogo desafiante, mas não frustrante. Deixou de parte possíveis inovações que tirassem partido do comando da Wii U e claramente não veio revolucionar o género, mas é bastante recomendado aos fãs de jogos de plataformas.

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16 de fevereiro de 2014

Pokémon Diancie anunciado


Já passaram vários meses desde o lançamento de Pokémon X/Y mas as novidades não acabaram com o seu lançamento e foi agora oficialmente revelado Diancie, o pokémon lendário do tipo Rock/Fairy. De momentos o método da sua distribuição é desconhecido, mas iremos ficar atentos para tal.


No entanto já temos algumas informações sobre este curioso pokémon, como a sua curiosa ligação com outro pokémon do mesmo tipo, Carbink, pokémon este que em grupo se gosta de reunir à volta de Diancie, que acaba por não lhes dár importância e agir de acordo com a sua própria vontade.

Sobem para 719 o número de pokémon revelados. Interessados em ter Diancie nas vossas equipas?
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14 de fevereiro de 2014

Nintendo Direct: fevereiro 2014




Decorreu ao fim do dia o primeiro Nintendo Direct de 2014, uma apresentação sobre os títulos a serem lançados até ao final da próxima primavera, e que serviu ainda para nos adoçar a boca com outros títulos a serem lançados posteriormente. Fora os problemas técnicos de stream (que deixou muita gente frustrada) foi uma boa apresentação, com novidades que nos abrem caminho para este ano.

Este direct começou em grande com a entrada de Little Mac em Super Smash Bros., um personagem que deixou muitos fãs de ambas a séries satisfeito. Para ver mais podem ver a nossa publicação sobre o seu anúncio.

Rapidamente saltamos para a 3DS, com informações sobre títulos que serão lançados nos próximos meses. Em primeiro lugar Mario Golf World Tour disponível a 2 de maio, o próximo título da série de golfe que reúne Mario e companhia em diversos campos deste desporto. Pela primeira vez poderemos com o nosso Mii e vesti-lo a rigor com peças de equipamento com estatísticas próprias que nos ajudarão a obter melhores classificações.

Também de regresso está Kirby em Kirby Triple Deluxe que será lançado a 16 de maio. Em apresentações anteriores assistimos a novos poderes e até modos de jogo para vários jogadores, mas neste Direct ficamos a conhecer novas características do jogo, como um conjunto de itens coleccionáveis escondidos nos diversos níveis do jogo, e as funções de StreetPass que nos ajudarão com diversos itens que nos ajudarão a enfrentar os perigos do jogo, e até itens coleccionáveis!

Continuando a febre dos jogos de plataformas facilmente acessíveis para todos ficamos com Yoshi's New Island que será lançado dia 14 de março. Nesta apresentação pudemos assistir a algumas novidades e ainda ficar a conhecer melhor elementos já apresentados anteriormente, mas para ficar a conhecer melhor o jogo podem ler a nossa antevisão aqui.


Para celebrar o regresso de Yoshi e as suas aventuras será lançada uma Nintendo 3DS XL temática de Yoshi's New Island também no dia 14 de março. Esta consola conta com as cores características de Yoshi, com tons de verde e branco.

Um jogo que estamos ansiosos por jogar é Professor Layton vs Phoenix Wright que estará disponível a 28 de março. Durante este Direct tivemos algumas palavras de Akihiro Hino que descreve este novo spin-off como um "sonho tornado realidade". Por cá já tivemos a oportunidade de experimentar o jogo e podem ler a nossa antevisão aqui, e andamos a contar os dias até ao seu lançamento. Podem ainda experimentar um quebra cabeças através do site oficial aqui.

Outro título que estamos ansiosos por jogar é Monster Hunter 4 Ultimate, o próximo título da série da Capcom onde enfrentamos criaturas monstruosas, e neste título podemos contar não só com elementos bastante familiares como um grande salto na série, novos modos de caçar monstros onde podemos contar com a ajuda de outros caçadores, tanto através da internet ou em sessões de jogo local. Este título estará disponível no início de 2015.

No entanto esta não foi a única aventura a ter um merecido destaque e Etrian Odyssey Untold: The Millenium Girl foi finalmente anunciado para a Europa e será lançado a 2 de maio. Esta aventura é um remake do primeiro jogo que lançou a série na Nintendo DS, e vem com um novo modo de história e ainda um modo clássico reformulado, sequências de animação do estúdio Madhouse (responsáveis por séries de animação como Hunter x Hunter e trabalhou também em Solatorobo Red the Hunter) e uma banda sonora remasterizada (e podemos ainda ouvir a banda sonora original!). Para encurtar um pouco a espera por este título estará disponível uma demo no dia 18 de abril.

Olhando agora para a eShop da 3DS tivemos alguns títulos anunciados. SteelDiver: Sub Wars (já disponível!) difere bastante do jogo que acompanhou o lançamento da 3DS e apresenta-se com uma jogabilidade ao estilo first-person shooter, bastante mais calmo e acessível a um maior número de pessoas. Um "jogo de disparos contemplativo" onde o objetivo é comandar um submarino e eliminar os nossos inimigos, antecipando os seus movimentos. Este título está disponível gratuitamente na eShop, embora numa versão bastante limitada, mas podemos adquirir já a sua versão completa também.

Outro jogo anunciado foi Pokémon Link: Battle disponível a 13 de março, o sucessor de Pokémon Link! que foi lançado na Nintendo DS. Este jogo ao estilo quebra-cabeças com elementos de ação conta com pokémon de todas as gerações ao nosso dispor para enfrentar diversos pokémon, e para os vencer contamos com as mecânicas já familiares da série Pokémon onde devemos usar a vantagem que uns elementos têm sobre outros para assegurar a nossa vitória. Um jogo que podemos jogar sozinhos ou até 4 jogadores em conjunto.

Ficamos a conhecer melhor o Nintendo Pocket Football Club que será lançado a 17 de abril, um carismático jogo de futebol (conhecido como Calciobit no Japão) onde temos de gerir uma equipa que começa na mais baixa divisão, e competir para chegar ao topo da nossa nação e até enfrentar o mundo. Durante o nosso percurso vamos adquirindo novos jogadores e melhorar os já existentes, através de treino intensivo e de cartas com habilidades, e podemos ainda trocar jogadores com amigos (sem perder os nossos jogadores, pois enviamos uma cópia deles). Para ter uma melhor noção da força da nossa equipa será também lançado um site oficial onde podemos aceder a todo o tipo de informações, ver o estado da nossa equipa, da equipa dos nossos amigos e até conhecer os melhores clubes do país!

Chega finalmente Weapon Shop de Omasse já no próximo dia 20 de fevereiro, o quarto e último título da Guild01 que nos trouxe os títulos Liberation Maiden, Crimson Shroud e Aeroporter. Neste jogo adotamos o papel de um NPC de um RPG, onde vendemos equipamento que forjamos a diversos heróis, esses que contam connosco para enfrentar o mal que aterroriza o mundo. Como aprendiz de ferreiro temos de nos tornar mestres na arte de forjar, neste jogo representado através de um mini-jogo de ritmo, que quanto melhor for a nossa prestação mais facilidade têm os heróis, que nos trarão recompensas apenas se forem sucedidos nas suas aventuras.

De modo a dar as boas vindas a este novo título da Level-5 os restantes títulos de Guild01 e 02 estão a 2,99€ cada um, uma promoção que irá durar até ao dia 23 de fevereiro!

Este Nintendo Direct foi repleto de títulos da Level-5, algo que veio a calhar pois sai hoje Inazuma Eleven 3: Team Ogre Attacks!. Este é o terceiro título da série onde o futebol se cruza com o género RPG, e de modo a ficar a conhecer o início desta série está agora disponível o primeiro Inazuma Eleven numa versão adaptada para a 3DS, uma nova oportunidade para ficar a conhecer esta curiosa série.

Olhando agora a Wii U esta apresentação trouxe algumas novidades quer em jogos de retalho como em jogos disponíveis apenas na eShop. Ficamos a conhecer melhor Child of Light disponível dia 1 de maio, um belo RPG inspirado nos contos de fadas, onde controlamos a jovem princesa Aurora numa demanda pelo reino de Lemuria, onde combatemos diversos monstros e resolvemos puzzles de modo a progredir na nossa aventura. Podemos ainda contar com a ajuda de Igniculos, que nos ajuda quer nos diversos cenários como nas batalhas.

Aproxima-se o lançamento de Donkey Kong Country: Tropical Freeze, marcado para 21 de fevereiro, e neste Nintendo Direct tivemos direito a mais um trailer onde podemos observar melhor os visuais incríveis, devidamente acompanhados por uma banda sonora de excelente. Foi uma nova oportunidade de assistir à diversidade de níveis que o jogo aparenta trazer,.

Donkey Kong foi uma das séries que tivemos oportunidade de explorar o seu início no recentemente lançado NES REMIX na eShop da Wii U, e a Nintendo prepara-se para lançar já o segundo capítulo! NES REMIX 2 estará disponível dia 25 de abril e desta vez teremos oportunidade de explorar títulos posteriores da NES como Super Mario Bros. 3, Metroid, Kirby's Adventure e Punch-Out, entre outros. Para além de novos desafios e mais remixes podemos contar ainda com Super Luigi Bros., que inspirado num dos desafios do primeiro NES REMIX temos de controlar Luigi pelo jogo completo de Super Mario Bros.

Também já previamente anunciado ficamos a saber mais sobre os lançamentos de títulos da Game Boy Advance na Consola Virtual (da Wii U). Já a partir desta primavera, em abril, títulos como Metroid Fusion, Mario and Luigi Superstar Saga e Super Mario Advance 3: Yoshi's Island serão lançados, seguidos por títulos ainda por revelar.

De volta ao retalho ficamos com 3 fortes títulos exclusivos da Wii U. Em primeiro lugar Mario Kart 8, um dos títulos mais aguardados do ano, que será lançado a 30 de maio. Para saber mais podem ler a nossa notícia aqui sobre o novo trailer do jogo, onde pudemos assistir à entrada de novos personagens, novas pistas e novos veículos.

Outro grande título que muitos fãs anseiam é o novo jogo da Monolith Soft, conhecido entre os fãs como Project X. Nesta apresentação tivemos direito a um vídeo que demostra o sistema de batalha, sem cortes ou edição, onde assistimos a um sistema de combate bastante semelhante a Xenoblade Chronicles, embora aperfeiçoado. Nesta batalha podemos ver como rapidamente passamos de uma batalha em terra, contra inimigos de dimensões razoáveis, a lutas em mechs contra enormes criaturas.

E para terminar em grande um novo trailer de Bayonetta 2, que explicou um pouco mais da história deste novo jogo, apresentou gameplay frenético como podíamos esperar desta sequela, onde os ataques exagerados se encadeiam fluidamente à nossa vontade. Neste vídeo estão rostos familiares do primeiro título que ajudarão (ou não) Bayonetta na sua nova aventura, onde Jeanne parece estar em apuros, e duas novas figuras surgem em ação: um jovem misterioso que se irá cruzar com a nossa bruxa favorita e um Lumen Sage, que pertence a um clã que deveria estar extinto.

Um jogo que em breves minutos apresenta sequências de jogo bastante radicais e que muito facilmente nos irá agradar por não ter medo de abusar, de exagerar, de nos colocar em sequências de jogo radicais que, repetindo o que foi feito no primeiro jogo, irá misturar sequências de ação com um sentimento ao estilo arcada que a Sega nos habituou. Este forte título da Platinum Games será lançado já este ano de 2014, e por cá não conseguimos esperar nem mais um dia!

Este Nintendo Direct começou e terminou em grande, trouxe novidades, deu-nos a conhecer melhor títulos futuros da 3DS e Wii U e abriu o apetite para o ano de 2014. Já não é o Ano do Luigi, mas será um ano onde Luigi estará presente em vários títulos. Para quem não conseguiu assistir à apresentação em direto (ou lidou com os vários problemas técnicos de stream que surgiram) poderão assistir ao Nintendo Direct na sua totalidade em baixo:

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13 de fevereiro de 2014

Novo trailer de Mario Kart 8


Cada novo trailer do Mario Kart 8 se mostra mais espetacular que o anterior, e este acabado de lançar durante a apresentação Nintendo Direct não é exceção! Desta vez, o trailer apresenta novas pistas com um design ainda mais louco e estonteante que as já reveladas, tirando assim o maior partido das possibilidades trazidas pela nova mecânica anti-gravidade.

A grande novidade é a introdução de 7 novos personagens, os Koopalings! Roy, Lemmy, Ludwig, Larry, Morton, Iggy e Wendy chegam finalmente ao universo de Mario Kart para espalhar o terror na pista juntamente com o seu patrão Bowser. Mas não se pense que aqui são aliados, pois em Mario Kart o mote é mesmo o salve-se quem puder! Esperemos que isto não signifique más notícias para os fãs do Bowser Jr..

Mario Kart 8 promete ser o jogo da série com mais personagens jogáveis disponíveis e prepara-se para chegar à Wii U no dia 30 de maio de 2014. Até lá, aguardamos mais novidades. Eis o mais recente trailer do jogo, cuja visualização se recomenda com a maior qualidade possível!

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Little Mac junta-se a Super Smash Bros.


Little Mac foi um dos personagens mais pedidos pelos fãs em Super Smash Bros. Brawl, e agora finalmente junta-se a esta série de jogos de luta, um universo onde ele facilmente se sentirá em casa. Não se deixem intimidar pelo seu tamanho, pois os seus fortes e rápidos punhos facilmente fazem K.O. aos adversários maiores.

Este antigo veterano dos tempos da NES poderá torna-se rapidamente um dos candidatos a favoritos pelos fãs, e entra na arena com alguns truques na manga, como fortes contra-ataques, ataques devastadores com muita energia acomunada e até a possibilidade de se transformar em Giga Mac. 



Gostaram da entrada em grande de Little Mac em Super Smash Bros.? E acham que os seus punhos irão estar ao nível de Falcon Punch de Captain Falcon (ainda por anunciar)? Fiquem com o trailer da sua apresentação:

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