Notícias

Análises

31 de outubro de 2014

Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest


Depois do grande sucesso de Donkey Kong Country em 1994, a Rare trabalhou a alta velocidade para desenvolver uma sequela que permitisse expandir a franquia. Um ano depois, o malvado capitão K. Rool raptou o Donkey Kong e agora compete ao seu amigo Diddy resgatá-lo com a ajuda da sua namorada Dixie. Esta é a nova personagem da série, com o cabelo em rabo de cavalo que lhe confere uma jogabilidade muito especial e fará desta uma das mais populares em Donkey Kong.


Mantendo a fasquia do jogo original, DKC2 é um jogo bastante desafiante, onde a morte espreita a cada nova área que se descobre ao longo dos níveis. No entanto, a jogabilidade já era excelente para a época e mantém-se bastante boa quase 20 anos depois. Graças à habilidade do cabelo da Dixie, ela consegue planar no ar, o que permite não só evitar evitar a morte em alguns saltos mais perigosos, mas também aceder a áreas que estão fora do alcance do Diddy. Os níveis são bastante interessantes e, embora os ambientes não sejam tão apelativos como os do primeiro jogo, o seu design é igualmente excelente. Os animais aliados estão de regresso e até com algumas novidades, como por exemplo uma adorável aranha vermelha que usa sapatos.


A nível gráfico, os cenários pré-renderizados em 3D são ainda mais detalhados e impressionantes, mas a passagem do tempo fez com que não sejam tão bonitos de se ver nos ecrãs de hoje como jogos com visuais mais simples como os da série Super Mario. Já a banda sonora é um trabalho notável de David Wise, que se destacou tanto nesta série da SNES que regressou à franquia este ano em Tropical Freeze. As músicas têm uma sonoridade excelente e ajudam principalmente a relaxar das frustrações que alguns níveis podem provocar.


Embora seja um pouco mais do mesmo, Diddy's Kong Quest é mais de uma coisa boa, uma excelente sequela que tenta melhorar vários aspetos do jogo original. Um título recomendado a todos os fãs de jogos de plataformas bem desafiantes, embora os jogadores menos experientes possam tirar partido dos pontos de restauro da Virtual Console na Wii U. É batota?