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30 de novembro de 2013

Wii U celebra o 1º aniversário em Portugal!

Faz hoje um ano que a Wii U chegou a Portugal, acompanhada de jogos como Nintendo Land e New Super Mario Bros. U. Apesar das novidades da consola, a receção inicial foi bastante fraca por parte dos consumidores: um problema que até hoje se mantém, embora a opinião geral esteja finalmente a mudar.
O lançamento contou com a euforia inicial de alguns fãs mais acérrimos, mas não foi bem sucedido em captar a atenção do público em geral, devido a vários factores. Por um lado, o novo título do Mario não prometia grandes novidades em relação ao seu antecessor New Super Mario Bros. Wii. Por outro lado, Nintendo Land é um jogo muito menos acessível aos jogadores ocasionais do que êxitos da Wii como Wii Sports ou Wii Party. Rayman Legends, o jogo de plataformas que prometia demonstrar as inovações da consola no dia de lançamento, tinha sido adiado para inícios de 2013.

Passada a quadra natalícia, com vendas muito abaixo do esperado e longe do sucesso inicial da Wii, tocaram as cornetas do apocalipse. A consola começou a ser vista como um fracasso e as empresas third-party começaram a reduzir o investimento na consola, sendo particularmente relevante um novo atraso no lançamento de Rayman Legends para setembro, desta vez para que o jogo saísse em múltiplas plataformas – o jogo acabou for ficar condenado ao esquecimento, tendo sido um fracasso de vendas em todas as plataformas onde saiu. Estamos no início de 2013 e com um enorme vazio de lançamentos para a Wii U, preenchido apenas por Monster Hunter 3 Ultimate, uma adaptação de um jogo da Wii dedicado aos jogadores mais hardcore.
Os primeiros ventos da mudança surgiram com um Nintendo Direct recheado de anúncios de jogos para 2013, complementado pelos anúncios da E3 com mais jogos para 2013 e outros para 2014. Pikmin 3, também originalmente previsto para o lançamento da Wii U, chegaria em Julho com a promessa de que, desde então, a Nintendo iria editar pelo menos um grande título por mês até ao final do ano. De qualquer forma, o primeiro semestre de 2013 estava perdido. Pikmin 3 foi a prova de que a Nintendo não estava preparada para o lançamento da Wii U em 2012 – este é um jogo excelente e extremamente polido, mas exigiu um período de desenvolvimento muito superior ao que a Nintendo esperava.


Tivesse a consola sido lançada após a E3, contando já com Pikmin 3, Rayman Legends e os principais lançamentos anteriores, e poderíamos estar agora a narrar uma história diferente. Às pequenas criaturas de Pikmin, seguiram-se os heróis de The Wonderful 101, num jogo que demonstrava as capacidades da consola mas dedicado a um público de nicho. E assim chegamos ao lançamento de Legend of Zelda: The Wind Waker HD. Embora sendo um remake de um jogo com 10 anos, o novo grafismo de Wind Waker captou a imaginação de fãs da série que começaram a ver a consola como um hardware apetecível.
Os últimos 2 meses assistiram a uma vaga de lançamentos com a marca "Wii", sucessores aos títulos mais populares da consola anterior, liderados pelo excelente Wii Party U. Este deveria ter sido um título de lançamento, com um apelo muito mais imediato do que Nintendo Land e capaz de mostrar de forma muito divertida o que a Wii U pode fazer que não seria possível na Wii. A este, juntam-se Wii Fit U e Wii Sports Club, para mostrar que a Wii U também é capaz de fazer as coisas que se faziam na Wii. Apesar da consola ser compatível com todos os jogos da Wii, mostrar que também tem a sua própria versão destes títulos ajuda a mostrar as vantagens em trocar pela nova consola.

Passado um ano, fica a sensação de que a consola chegou demasiado cedo ao mercado com uma oferta que não tinha sido pedida. No entanto, após uma série de títulos com excelentes reviews, a consola começa finalmente a tornar-se mais desejável. A variedade de bons jogos multiplayer faz com que seja uma grande opção para festas em casa e a qualidade dos jogos single-player começa a chamar a atenção dos jogadores. Agora, a Wii U tem grandes jogos e justifica realmente o investimento, mas ainda falta passar a mensagem ao consumidor.


Apesar de tudo, o primeiro aniversário da Wii U celebra-se em grande. O dia de ontem marcou o lançamento de Super Mario 3D World, um jogo fantástico dos criadores de Super Mario Galaxy (Wii) e Super Mario 3D Land (3DS) e que está a cativar a imaginação dos críticos e jogadores em todo o mundo. As pessoas podem não ter saído de casa a correr para comprar uma Wii U com o novo Mario, mas já se sente uma mudança de mentalidade em relação à consola. Vários artigos da imprensa mundial afirmam que a Wii U é o melhor presente para este Natal e a própria EDGE afirma que Super Mario 3D World é o jogo mais "next-gen" de 2013.


O balanço final deste primeiro ano acaba por ser bastante positivo, sendo já uma consola com grandes jogos disponíveis e para todos os gostos. Quem adquiriu a consola no seu lançamento, passou por um longo período com uma escassa oferta de títulos, mas tem agora um excelente catálogo de jogos exclusivos à disposição. Jogos como Call of Duty: Ghosts, Assassin's Creed IV ou Skylanders: Swap Force são exemplos de populares títulos multiplataforma que também marcam presença na Wii U.

O primeiro aniversário da Wii U parece-se mais com um segundo lançamento. No mês que marca a chegada das consolas PS4 e Xbox One (em alguns territórios) a influente revista EDGE afirma que é hora de comprar uma Wii U [link]. Por aqui, somos da mesma opinião: Super Mario 3D World, The Legend of Zelda: The Wind Waker HD, Pikmin 3 e Wii Party U fazem um pacote bombástico de motivos para se ter a consola em casa.


Resta agora que a Nintendo esteja à altura do desafio neste segundo ano que agora começa, continuando a lançar jogos de qualidade e a surpreender os jogadores. O próximo ano promete-nos Super Smash Bros. e Mario Kart 8, mas só estes dois jogos não serão suficientes. Por outro lado, a Nintendo mostrou-nos com a 3DS que é possível recuperar de um mau lançamento com a edição de jogos bombásticos uns atrás dos outros. Venham eles!
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28 de novembro de 2013

Visitar o Louvre em casa com o Nintendo 3DS Guide: Louvre


Em abril de 2012, a Nintendo e o Museu do Louvre anunciaram uma parceria que tornou a Nintendo 3DS o guia multimédia oficial do museu. Após o sucesso desta experiência, a Nintendo acrescentou algumas funcionalidades e decidiu lançar a aplicação ao público geral, através da eShop.

Agora é possível visitar o Louvre a partir de casa, com o Nintendo 3DS Guide: Louvre, que inclui mais de 600 imagens de obras de arte, que incluem imagens 2D de alta resolução, fotos 3D ou modelos 3D de esculturas e ainda 30h de comentários áudio e mais de 400 fotos do interior do museu. Podem ficar a conhecer melhor a aplicação neste pequeno "Direct" dedicado à aplicação, onde Satoru Iwata e Shigeru Miyamoto a utilizam enquanto visitam o Louvre.



A aplicação irá funcionar se a levarem ao museu com a vossa 3DS, tal como os guias que lá são fornecidos. A título de curiosidade, a aplicação também será comercializada em formato físico, exclusivamente na loja de souvenirs do Louvre para os visitantes. Para os colecionadores, será uma das edições mais raras para a Nintendo 3DS europeia!
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21 de novembro de 2013

Street Gangs


Extremamente popular no Japão, onde assume o nome de River City Ransom, Street Gangs foi lançado recentemente para a Virtual Console da 3DS. Criado pela Technos em 1989, foi o terceiro jogo de uma série que contava com Renegade e Super Dodge Ball como seus antecessores. 

Desenvolvido para a NES, este beat ‘em up conta-nos a história de Ryan e Alex, que enfrentam cara a cara a pior escumalha de River City. Ambos os jovens, alunos do secundário, tentam salvar o seu liceu ao mesmo tempo que procuram resgatar a namorada de Ryan, Cyndi. A história, embora básica e standard para os jogos do género, não é o que nos fará jogar o mesmo. A verdade é que Street Gangs é um beat ‘em up no qual são introduzidos certos elementos apenas existentes em RPGs. É possível ao jogador visitar as inúmeras lojas e restaurantes espalhadas por River City. Lá, podemos comprar items, usando o dinheiro deixado pelos rufias que vamos vencendo pelo caminho. Esses itens vão desde comida tradicional japonesa, a uma revista de comics e têm efeitos que variam, podendo ir de uma aumento na barra de energia da nossa personagem, à obtenção de novos movimentos de luta. 


Outro aspeto que faz Street Gangs distinguir-se dos restantes jogos do género é a existência de um mundo aberto no qual Ryan e Alex se vão movimentar. Street Gangs é, todo ele, um único nível massivo repleto de diferentes gangues e de encontros com os bosses ocasionais. Para além dos punhos e pontapés, as nossas personagens podem apanhar armas deixadas cair pelos seus adversários (chicote, bastão, etc…) ou mesmo objectos perdidos no chão, como caixotes, pneus ou rodas. Com uma mecânica muito semelhante à do mítico Double Dragon, Street Gangs não é um jogo difícil, se evoluirmos os atributos da nossa personagem a um nível constante.


Não devemos tentar alcançar o final do jogo depressa. Temos que perder algum tempo a lutar contra os mesmos adversários de forma a chegarmos aos seus chefes com força o suficiente para os vencermos. Os diferentes gangues são distintos pela coloração das suas camisolas. Nunca teremos mais do que dois adversários a surgirem no ecrã, por se tratar de um jogo da NES. No entanto, e o ponto no qual Street Gangs se destaca das restantes ofertas na Virtual Console da 3DS é na sua componente multiplayer. É possível a dois jogadores tirarem partido do jogo simultaneamente, ainda que apenas um o possua de facto. Isto é, sem dúvida alguma, uma mais-valia que vem acrescentar uma maior longevidade e interesse a um jogo bastante ambicioso para a altura. 


O resto das já tradicionais funcionalidades da 3DS, nomeadamente a possibilidade de guardar o jogo a qualquer momento e em qualquer altura, o que vem complementar o sistema de gravação por passwords, já existente de raiz. Contudo, Street Gangs não é só vantagens. A maior desvantagem do jogo está precisamente na sua linearidade. O facto de Street Gangs ser, todo ele, um enorme nível, torna a sua progressão algo maçadora. A repetição dos cenários citadinos leva, também ela, à sensação de estar sempre a passar no mesmo lugar. Não obstante, Street Gangs é um bom jogo. Sobretudo se for jogado a dois. É uma lufada de ar fresco para a Virtual Console da 3DS que aconselho toda a gente a experimentar.
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19 de novembro de 2013

Super Mario 3D World


Super Mario 3D World é a primeira aventura de plataformas em 3D do Super Mario na Wii U. Desenvolvido pela mesma equipa de Super Mario Galaxy e Super Mario 3D Land, segue as pisadas deste último e dá o salto para o HD, acrescentando novos poderes e suportando até 4 jogadores. O principal objectivo deste jogo é criar um meio termo onde os fãs de Mario se possam juntar, sejam amantes de jogos 2D ou 3D, adeptos da simplicidade do 3D Land ou do efeito deslumbrante do Galaxy 2. Tudo isto sem criar uma barreira de entrada para os novos jogadores, sejam compradores do jogo ou apenas visitantes que pegam ocasionalmente num comando. 


Para suportar vários jogadores, há também que incluir diferentes personagens. Neste jogo, cada personagem tem uma habilidade característica, semelhante ao que acontecia no clássico Super Mario Bros. 2, na NES. Controlar o Mario é tão natural como sempre, sendo o personagem mais equilibrado desde título. Já o seu irmão Luigi tem um salto mais alto, acompanhado de um movimento estranho com as pernas. A princesa Peach, graças à sua saia, consegue pairar algum tempo durante o salto, sendo a mais fácil de controlar para os novatos. Por outro lado, o personagem Toad é dedicado aos speed-runners, correndo mais depressa que os restantes, mas com um salto mais restrito. Finalmente, há ainda uma quinta personagem desbloqueável, a princesa Rosalina, que surgiu pela primeira vez em Super Mario Galaxy. Esta tem um ataque rotativo como habilidade especial, que também lhe permite prolongar um pouco a duração do salto.

Todo o jogo pode ser jogado do princípio ao fim com 4 jogadores em simultâneo. E se a série New Super Mario Bros. ficou conhecida pelos jogos 2D com multiplayer caótico, Super Mario 3D World tenta replicar a experiência em mundos 3D. Durante uma sessão de jogo, basta que um novo jogador pegue num comando e carregue num botão para se juntar à festa, mesmo durante os níveis: é só escolher o personagem e jogar! A principal vantagem dos cenários 3D é que têm muito mais espaço para os personagens se deslocarem sem entrar em conflito.


O caos continua presente – é precisamente isto que faz com que o jogo seja tão divertido em grupo – mas, a nível geral, não é tão frustrante como noutros jogos de plataformas. Ainda assim, nem todos os níveis foram desenhados para 4 pessoas. Alguns níveis opcionais foram criados exclusivamente para um jogador no GamePad, outros são simplesmente muito mais difíceis de completar quando há 3 ou 4 jogadores. Naturalmente, este tipo de experiências varia conforme o grupo com que se está a jogar, mas qualquer pessoa que já tenha jogado Mario irá facilmente perceber que "é igual, mas em 3D".

A própria construção dos níveis segue uma lógica muito semelhante à dos jogos 2D, como se tradicionais níveis do Mario ganhassem agora mais solo para pisar devido à dimensão extra. Embora haja muitos segredos para procurar nos cenários, nunca se perde a orientação do caminho a seguir para o objetivo. Dentro desta lógica, a construção dos níveis varia entre o mais tradicional e o "como é que eu vou passar isto?!", incluindo algumas ideias brilhantes como um nível inspirado em Mario Kart ou outro que imita os jogos verticais de tiros com naves, por exemplo. Há ainda desafios rápidos, desde mini-cenários com inimigos ou bosses a cenários maiores com limite restrito de tempo.


Grande parte da diversão de Super Mario está na utilização dos diversos power-ups existentes e, desta vez, há uma grande novidade felina: o Cat Suit é o novo upgrade que transforma os personagens em gatos. Este poder permite utilizar as garras para atacar os inimigos, trepar paredes e dar longos saltos do ar em direção ao chão. Este é um dos melhores power-ups de sempre, com jogabilidade é excelente e bastante divertida, especialmente pela facilidade com que se consegue explorar os cenários 3D com este fato. Além disso, está cheio de movimentos e detalhes adoráveis para descobrir, como a animação de gato agachado antes de usar um ataque.

Outro novo poder a destacar é a Double Cherry, um par de cerejas que existe em alguns níveis e duplica o personagem, deixando controlar até 5 cópias em simultâneo – confuso ao início, mas extremamente útil para sobreviver a certos obstáculos ou atacar hordes de inimigos. Regressam ainda alguns favoritos, como o fato Tanuki ou a incontornável Flor de Fogo, que surgem com bastante frequência nas caixas mistério. Mais esporadicamente, é possível encontrar outros itens como o Mega Cogumelo, uma Piranha Plant portátil que come os inimigos que se aproximarem ou uma caixa canhão que se coloca na cabeça e dispara balas de longo alcance.


Em alguns níveis, é necessário deslizar uma pista às cavalitas do dinossauro Plessie, um primo afastado do Yoshi com um aspeto adorável. Controlar o Plessie quando se joga a solo é fácil, mas é necessário trabalho de equipa quando se está com 2 ou mais jogadores. Apesar do apelo ao teamwork,  o jogo não deixa esquecer o lado competitivo de cada um, indicando no fim de cada nível quem recebeu mais pontos e atribuíndo-lhe uma coroa, que poderá ser roubada no nível seguinte. Em raras ocasiões, e depois da experiência multijogador, jogar a solo pode dar uma breve sensação de vazio, especialmente quando se tem como referência jogos como Super Mario Galaxy. No entanto, este universo tem sempre algo novo e divertido para oferecer, incluindo alguns níveis finais bem mais desafiantes que irão colocar à prova os nervos dos mais "hardcore".

Graficamente, é o jogo mais impressionante da Wii U até hoje, recheado de efeitos de luz e pormenores tão ricos que nos fazem esquecer que até já houve outro jogo do Super Mario com gráficos HD. Sejam oceanos de lava, lagos gelados ou um prado ao por-do-sol, o jogo está recheado de cenários lindíssimos, sem que o aspecto dos níveis alguma vez se sobreponha ao game design genial que está por trás da sua concepção. A complementar, está uma banda sonora vibrante, com bastantes músicas gravadas ao vivo, recheada de temas originais e ainda alguns tributos a jogos passados. Há uma grande variedade de temas e melodias para descobrir, que ficam no ouvido horas depois de se ter parado de jogar, tal como pede uma boa banda sonora de Super Mario.


Dos primeiros passos no Reino das Anafadas até à épica batalha final, são precisas poucas horas de jogo, com cerca de 10h de conteúdo. No entanto, não se pense que este é um jogo pequeno, havendo imensos segredos para descobrir em Super Mario 3D World. Além disso, todos os níveis incluem um conjunto de estrelas verdes secretas para colecionar, assim como carimbos que podem ser utilizados em publicações do Miiverse feitas a partir do jogo. Através do SpotPass, o jogo recolhe os tempos dos amigos e dos melhores jogadores mundiais, criando fantasmas nos níveis já superados para quem quiser tentar melhorar os seus próprios tempos para chegar à bandeirola. Mas, mesmo com todo este conteúdo, o principal factor de replay value será mesmo ter um ou mais amigos em casa para jogar!


Super Mario 3D World é o melhor jogo de plataformas multijogador alguma vez feito, uma experiência extremamente divertida e que gere muito melhor a confusão gerada por várias pessoas em simultâneo do que qualquer outro jogo dentro deste género. É ainda um excelente jogo do Super Mario para se jogar a solo, com controlos precisos e mecânicas simples, mas níveis extremamente bem desenhados, criativos e diversificados. Seja jogado sozinho ou com amigos, 3D World oferece a mais simples e pura diversão a que só o Super Mario nos habituou.
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Promoção 3DS: Super Mario Land 3D "Oferta de boas-vindas"


Como tem vindo a acontecer a Nintendo prepara-se para oferecer mais um jogo, e este calha bem pois aproxima-se o Natal e, quem sabe, muitos não receberão uma Nintendo 3DS ou 3DS XL, juntamente com um jogo no sapatinho?

Para tal basta registar uma Nintendo 3DS ou 3DS XL (a 2DS está excluída) e um dos 15 jogos selecionados entre  as 15h01 horas do dia 27 de novembro e as 22h59 horas do dia 13 de janeiro de 2014 estão aptos a receber uma cópia digital de Super Mario 3D Land. Esta promoção acompanha ainda o lançamento de Super Mario 3D World para a Wii U, embora este não pertença à lista de jogos aptos na promoção.

Novamente, basta registar apenas 1 dos seguintes jogos da 3DS, também durante o mesmo período de tempo em cima indicado:
Depois basta esperar e recebem o vosso código de download de Super Mario 3D Land. Caso já tenham o jogo podem oferecê-lo a alguém como prenda de Natal, atém mesmo a quem tenha uma Nintendo 2DS, pois embora esta não pertença à promoção o jogo pode ser descarregado numa na mesma.

Se tiverem dúvidas basta ver o site oficial dos Termos e Condições
Nota: Esta promoção é válida para o continente Europeu.

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14 de novembro de 2013

The Legend of Zelda: A Link Between Worlds


A Link Between Worlds é o primeiro jogo original da série The Legend of Zelda a ser publicado para a Nintendo 3DS. Inicialmente planeado como um remake de A Link to the Past, lançado há mais de 20 anos para a Super Nintendo, este acabou por ser um título completamente original e servir de sequela. É natural, então, que existam vários receios em torno deste jogo. Como se faz uma sequela de um clássico com 20 anos, sem "desrespeitar" o seu legado? Como é que se compete com a nostalgia de fãs para quem a infância é já um passado distante?


Depois dos acontecimentos relatados em A Link to the Past, os Sete Sábios de Hyrule decidiram que isolar o Triforce no Sacred Realm iria dar origem a um ciclo onde se repetiriam os erros do passado – alguém sedento de poder eventualmente conseguiria obter o Triforce e espalhar o caos e terror. A solução foi dividir as suas três partes, ficando uma com a família real e outra com o espírito do herói... a terceira, no entanto, pendeu para o lado do Ganon. Hyrule viveu, desde então, um longo período de paz.

A Link Between Worlds começa quando Link, acordado de um pesadelo pelo seu amigo Gulley, recebe a tarefa de entregar a espada a um dos guardas do castelo e acaba por se deparar com o rapto de uma descendente dos Sete Sábios. A donzela é transformada num desenho por um misterioso personagem chamado Yuga, que ataca Link e acaba por fugir com o quadro. Link é deixado inconsciente, acabando por ser salvo por Rovio, um estranho vendedor vestido de coelho. Rovio aconselha-o a informar os guardas do castelo da cena que presenciou, dando assim início daquilo que Link ainda não sabe, mas será uma grande aventura.


Após os eventos iniciais do jogo, Link recebe a missão de obter a lendária Master Sword para travar Yuga, mas o vilão acaba por conseguir transformar todos os descendentes dos Sages em pinturas, assim como a princesa Zelda, fugindo com eles através de uma estranha fenda na parede do castelo de Hyrule. Link, munido da capacidade de andar pelas paredes tal como Yuga, persegue-o através dessa fenda, acabando por descobrir o mundo de Lorule. Link não consegue travar o vilão, que se serve do poder dos quadros para aumentar o seu poder e os envia para diferentes masmorras espalhadas pelo reino de Lorule, que se encontra já num estado decadente. É a princesa Hilda que acaba por ajudar Link a escapar, atribuindo a missão de recolher as pinturas e salvar os Sete Sábios, para que seja possível travar os planos de Yuga.

Sendo esta uma sequela directa de A Link to the Past, o mundo de Hyrule é uma réplica fiel do mundo retratado no título original, com algumas alterações que representam a passagem do tempo. Qualquer pessoa que tenha jogado o clássico da SNES irá reconhecer imediatamente todos os caminhos e aperceber-se do que está diferente. Já o mundo de Lorule, cujo mapa é baseado no Dark World do mesmo jogo, contém mais diferenças. Este mundo paralelo encontra-se em ruínas, estando já dividido em sectores separados por grandes abismos. Não só os mapas dos mundos tiveram como base o jogo anterior, mas também todo o estilo artístico de A Link Between Worlds.


Os gráficos recriam na perfeição o estilo artístico de A Link to the Past, mas agora num glorioso 3D que é ainda mais destacado pelo efeito estereoscópico da Nintendo 3DS. É um trabalho notável e que traz uma nova vida aos cenários e monstros do jogo original, com enorme fidelidade ao imaginário criado pelos sprites 2D de há 20 anos. Todos os novos conteúdos deste jogo se inserem perfeitamente no estilo artístico, nunca havendo um conflito visual entre o que é novo e o antigo. Houve ainda um excelente trabalho a nível das animações, cheias de pequenos pormenores, incluindo o personagem do Link virar a cara para olhar para coisas que lhe chamam a atenção. Há ainda várias sequências de animação, com perspectivas cinemáticas onde é possível observar os personagens com maior pormenor.

A jogabilidade irá parecer bastante familiar a qualquer pessoa que tenha jogado um Zelda em 2D, com a perspetiva de câmara vista de cima. O Link desloca-se livremente e ataca em 8 direções possíveis, tendo à disposição um vasto arsenal de armas que vão sendo adquiridas tanto com o avanço na história como na loja do Rovio. Este novo personagem, além de servir um bom efeito comic relief pelo meio da aventura, tem um papel fundamental no jogo graças à sua loja. Ao contrário do que é habitual em Legend of Zelda, uma grande parte dos itens utilizados pelo herói encontram-se na loja do Rovio, em vez de estarem guardados em tesouros das masmorras. Como são muito caros, Rovio permite alugá-los a baixo preço, mas Link irá perdê-los sempre que tenha um “Game Over”, por isso será preciso juntar dinheiro suficiente para adquirir permanentemente um destes itens.


Um pressuposto na série é que cada arma ou utensílio adquirido numa masmorra serve para resolver os puzzles da mesma e abrir um novo caminho para a masmorra seguinte. Com o acesso a quase todos os itens logo numa fase inicial, os mundos de Hyrule e Lorule estão abertos à livre exploração, cabendo ao jogador decidir que locais quer visitar primeiro. Na verdade, um jogador que nunca tenha um “Game Over", não irá precisar sequer de comprar os itens mas, devido ao sistema de save points utilizado, está sempre presente o risco de ter de optar entre perder o progresso na aventura ou então perder os itens alugados e pagar um novo aluguer ao Rovio.

Para ajudar a evitar um “Game Over", estão de regresso as tradicionais fadas que ressuscitam Link após perder toda a energia. No entanto, estas apenas curam 5 corações, o que pode não ser suficiente durante um verdadeiro aperto. Felizmente, existe uma feiticeira disposta a fazer excelentes poções para recuperar toda a energia, ou até mesmo obter invencibilidade temporária, a troco de dinheiro e materiais recolhidos ao derrotar monstros. Não significa isto que o jogo seja muito difícil: um jogador experiente consegue concluir a aventura sem cair em batalha, mesmo que tenha de usar algumas fadas ou poções. Para estes, no entanto, é desbloqueado o Hero Mode no final da aventura, que permite recomeçar o jogo com uma dificuldade superior onde os inimigos dão bastante mais dano e o perigo de perder se torna bastante mais eminente.

 

Dentro das mecânicas de jogo, a principal novidade é a habilidade de Link transformar-se num desenho nas paredes e deslocar-se ao longo delas. Graças a uma bracelete mágica, Link conseguiu não só libertar-se da maldição do Yuga, como servir-se dela para seu proveito, seja para ultrapassar certos obstáculos, chegar a locais de outra forma inacessíveis e até mesmo viajar entre os mundos de Hyrule e Lorule, através de fendas inter-dimensionais. Ao fundir com a parede, a câmara abandona a perspectiva vista de cima, revelando a tridimensionalidade dos cenários e trazendo à vista alguns segredos até aí escondidos. Esta mecânica é central em todo o jogo, especialmente para a resolução de puzzles, mas também bastante útil em termos de exploração.

Tal como em A Link to the Past, os mundos deste jogo estão recheados de pequenos segredos à espera de quem quiser explorar. Alguns tesouros estão guardados em grutas escondidas atrás de uma fissura na parede, outros estão bem visíveis, mas é preciso descobrir o caminho para os alcançar. Muitas das grutas oferecem puzzles que exigem utilizar um ou mais itens em conjunto para ultrapassar certos obstáculos. Além disso, espalhados pelo mapa, encontram-se pequenos Maiamai, criaturas que vivem em búzios e se perderam da Mother Maiamai. Caso Link aceite esta side-quest, terá como recompensa várias melhorias para os itens que comprou do Rovio e ainda uma surpresa caso encontre todos os Maiamai. Falando em side-quests, não faltam os tradicionais minijogos de perícia, incluindo um em que Link tem de se desviar de várias galinhas que voam de todas as direções para o atacar.

 

Logo numa fase inicial do jogo, é introduzida a personagem Irene, uma jovem bruxa que ajuda Link e o transporta com a vassoura mágica. O sistema de viagem rápida torna a exploração muito mais simplificada, bastando ativar os cata-ventos espalhados por todo o mapa para que Irene possa levar o herói até lá, a partir de qualquer ponto no exterior. Estes cata-ventos servem também como save points, pelo que será conveniente utilizá-los regularmente – não é possível, por exemplo, gravar o progresso dentro de uma masmorra.

Se um dos aspectos mais importantes na série Legend of Zelda é a exploração do mundo, o mais importante é, sem dúvida, a exploração das masmorras. Este é mais um aspecto onde A Link Between Worlds quebrou uma série de convenções, sem que isso prejudicasse de alguma forma a experiência. O mapa das masmorras está sempre disponível no ecrã tátil, sem que seja preciso encontrá-lo, e o item essencial para passar a masmorra também não se encontra num baú. Existe na mesma um tesouro, agora um item que pode ser mais ou menos secundário, escondido por detrás de um puzzle um pouco mais elaborado que o normal.


Todas as masmorras são completamente novas e algumas entram diretamente para os maiores e/ou mais interessantes desafios da série. Uma das mais interessantes, por exemplo, é o Dark Palace, construído em torno de jogos de luz: ao acender a lanterna ou uma tocha, iluminam-se certos elementos do cenário e, ao apagar, acendem-se outros elementos fluorescentes. Todas as masmorras têm uma mecânica própria e misturam os clássicos puzzles de Zelda onde se empurra blocos com ideias completamente originais. Transformar Link em desenho e percorrer as paredes das masmorras nunca se torna uma mecânica repetitiva e acaba por ser tão natural como qualquer outro elemento de jogo. Também os bosses são bastante interessantes, alguns recuperados do clássico da Super Nintendo, outros apenas inspirados em antigos e outros completamente novos, com graus de dificuldade variável.

Haverá situações onde nada parece resultar, especialmente quando se é um jogador menos experiente. Para isso, existe todo um sistema de dicas, que permite consultar um inteligente fantasma para dar uma pista em troco de uma Play Coin da 3DS. As pistas não são uma resposta ao puzzle, no entanto, mas um enigma que mostra o caminho para a sua resolução. Houve um cuidado notável em não fazer este jogo muito fácil, sem o tornar difícil ou frustrante. As masmorras são desafiantes, mas mais pelos puzzles que oferecem e não por causa de mecânicas difíceis de controlar ou entender. A variedade de temáticas e mecânicas faz com que haja sempre um factor de novidade, complementado pela excelente música de fundo que acompanha as masmorras.


A banda sonora do jogo é uma das melhores já ouvidas em toda a série. Com uma qualidade de som excelente, o jogo presenteia os fãs com fantásticas versões de temas do clássico A Link to the Past e ainda algumas referências a outros jogos da série, além de todo um conjunto de novas músicas, sejam temas dos personagens ou das masmorras que existem para explorar. Conforme se progride na aventura, os próprios temas principais de Hyrule e Lorule vão sendo alterados e acrescidos de notas épicas que tornam a aventura ainda mais emocionante. Entre os novos temas, destacam-se a fantástica música do vilão Yuga e ainda o delicioso tema da Mother Maiamai e suas crias. Mas até na voz que acompanha os balões de texto dos personagens, como tem sido habitual na série, se nota um esforço em dar um certo carisma especial a cada um.

A Link Between Worlds é um jogo desconcertante: ao mesmo tempo que apela à nostalgia de fãs de há mais de duas décadas, traz um conjunto de inovações à fórmula Zelda que quebram com as expetativas desses mesmos fãs. Os criadores do jogo aproveitaram o olhar ao passado para captar não só um estilo artístico ou uma certa mitologia, olharam para a essência do jogo que definiu a própria série e trouxeram-na de volta ao presente. Cortaram com longos tutoriais, narrativas complexas que conduzem de objetivo a objetivo, libertaram o jogador para explorar o mundo e simplificaram a exploração. As aparências iludem, e esta é uma pequena revolução na série, disfarçada de revivalismo dos jogos clássicos.


Dizer que este é o melhor jogo da Nintendo 3DS até hoje é pouco relevante quando estamos a falar de uma série que sempre ofereceu dos melhores jogos das consolas que a receberam. A Link to the Past na Super Nintendo, Ocarina of Time na Nintendo 64, Minish Cap na GameBoy Advance, são apenas alguns exemplos. Numa série que oferece constante inovação, foram-se acrescentando elementos ao longo do tempo que se tornaram dados adquiridos, convenções agora quebradas com este título, sem quebrar aquela sensação mágica dos grandes clássicos de Zelda. Só o tempo dirá se é um dos melhores "Zeldas" de sempre, mas uma coisa é certa: A Link Between Worlds é o Zelda mais "Zelda" dos últimos tempos.

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Nintendo Direct: 13 de novembro


A mais recente Nintendo Direct foi bastante curta mas direta ao assunto: jogos. Deu principal destaque à 3DS, mas não deixou de parte a Wii U, e trouxe consigo novidades relativas a jogos que serão lançados nos próximos meses, e também a outros títulos já disponíveis.

Começou com o novo Zelda A Link Between Worlds, que sairá já no próximo dia 22 de novembro, que conta com a já conhecida habilidade de tornar Link numa pintura capaz de se alojar às paredes, o que dará uma nova dinâmica à forma como encaramos a resolução dos puzzles nas masmorras. Para além disto, será possível criar-se um Shadow Link que agirá como StreetPass, onde o nível desse Link dependerá muito da quantidade de corações e itens na nossa posse. Houve ainda destaque para as novas personagens de Between Worlds, nomeadamente a bruxa Irene, o idoso Gramps e a sacerdotisa Seres. Relembramos que com esta sequela de Link To The Past será também lançada uma 3DS XL temática, também a 22 de Novembro e inclui também um código para descarregar gratuitamente A Link Between Worlds.

Também já no próximo dia 6 de dezembro será lançado Bravely Default, o muito aguardado RPG retro da Square Enix que nos recorda dos RPGs mais clássicos dos anos 90. Neste direct ficamos a conhecer mais sobre o jogo, as mecânicas e fluidez das batalhas, e até do modo como os encontros StreetPass que temos no jogo nos poderão ajudar. Houve novamente destaque na versão especial Deluxe Edition que infelizmente não será vendida em Portugal. Para matar a fome enquanto esperamos, já se encontra disponível uma demo na eShop!

Outro jogo, para quem não pode passar sem a sua dose de Mario é Mario Party Island Tour, disponível a 17 de janeiro. Pudemos assistir a alguns dos mini-jogos que estarão disponíveis no título, e como é um jogo para ser jogado em grupo este aposta forte no seu download play, vai permitir a múltiplos jogadores a possibilidade de jogar os seus inúmeros mini-jogos e tabuleiros, com apenas um único cartucho.

Não foi há muito tempo que foi lançado Inazuma Eleven 3 e a terceira versão do jogo já se encontra a caminho. Inazuma Eleven 3: Team Ogre Attacks! será lançado a 14 de janeiro e desta vez acompanhamos a história de Canon Evans, o futuro sobrinho neto de Mark Evans, que também sonha em tornar-se o campeão do mundo. Nesta versão podemos obter os jogadores da equipa Team Ogre e participar num torneio exclusivo. Para quem já possui os anteriores títulos da 3DS pode ainda ligar os seus jogos a este novo título através do "Ogre Premium Link" para receber objetos especiais e jogadores não presentes no jogo normal.

Finalmente será lançada uma aplicação do YouTube na 3DS, disponível ainda este mês. Esta aplicação funciona de modo idêntico ao site que estamos habituados a frequentar, mas com a 3DS podemos assistir a vídeos no ecrã superior, enquanto pesquisamos por mais conteúdo no ecrã tátil. A versão disponível na Wii U terá também uma atualização que irá melhorar bastante o interface, podendo finalmente ser possível assistir a vídeos enquanto procuramos por outros vídeos no GamePad, à semelhança do que já acontecia quando acedíamos ao YouTube através do navegador da consola.

Mas possivelmente a melhor notícia deste Nintendo Direct não foi sobre um jogo, mas sim a futura atualização da Nintendo 3DS que finalmente irá implementar o serviço Miiverse na consola, um serviço que para além de funcionar com os futuros títulos da consola será implementado em títulos já lançados. Este é um dos novos serviços da integração da Nintendo Network ID na 3DS, onde poderemos registar a nossa 3DS e associar à nossa Wii U, partilhando os fundos que temos disponíveis na eShop. Esta nova atualização será lançada no próximo mês de dezembro. Tivemos ainda novidades relativamentes ao serviço de StreetPass, que através do sistema de Pontos de Retransmissão que em Portugal utilizam o serviço Zon-Fon, permitirá até 6 encontros StreetPass por local. Para saber onde podem encontrar estes pontos visitem o site da Zon onde poderão encontrar um mapa do serviço.

Ficamos a conhecer melhor diversos jogos que estarão disponíveis apenas digitalmente na eShop da 3DS e Wii U. Em destaque tivemos Jett Rocket II: The Wrath of Taikai para a 3DS, um título de plataformas que conta com níveis tradicionais vistos de lado e também níveis de movimento tri-dimensional. Este foi seguido por uma lista jogos como Shantae and the Pirate's Curse, Tengami, Picross e3, Pier Solar HD, Treasurenauts, Retro City Rampage, Shovel Knight entre outros. Também foi anunciado Nintendo Pocket Football Club para 2014, um jogo de futebol com um ar bastante retro, que ficaremos a conhecer melhor durante os próximos meses.

Saltando para a Wii U, que em primeiro lugar teve presente uma ligeira atualização na aplicação Praça Animal Crossing, onde será possível adicionar pequenas imagens nas mensagens de texto que temos nesta comunidade dedicada a Animal Crossing: New Leaf. Também nesta atualização teremos disponível uma funcionalidade de sondagens, onde todos os meses será apresentado um conjunto de classificações das diferentes personagens que existem no jogo. Mais funcionalidades serão acrescentadas futuramente, como a possibilidade de registar residentes e uma melhor utilização dos álbuns de fotografias.

Relativamente a jogos da Wii U foram anunciados novos níveis para o Mission Mode de Pikmin 3, mas ao contrário dos Volumes 1 e 2 já disponíveis neste jogo, neste Volume 3 os níveis serão totalmente novos, onde podemos explorar ambientes bastante diversos. Temos ainda um nível onde controlamos o Capitão Olimar, e se encontrar-mos Louie (que está escondido algures no nível) poderemos também jogar com ele. Este novo conteúdo estará disponível no dia 2 de dezembro.

Este Nintendo Direct terminou com novos vídeos de Super Mario 3D World, repletos de novidades e pormenores ainda por revelar. No entanto, para evitar spoilers, não iremos falar sobre o seu conteúdo, mas se a curiosidade for muito forte podem assistir a esse mesmo vídeo no final do Nintendo Direct. Fica o aviso!

Caso não puderam assistir em direto, podem ver em baixo o vídeo da apresentação, onde estão todas estas novidades em detalhe!

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