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30 de julho de 2013

Shining Force: The Sword of Hajya

Os RPG’s, sobretudo os de estratégia, estão em voga nos tempos que correm. Depois do bem sucedido Fire Emblem Awakening, eis que surge para a 3DS, através a Virtual Console, uma nova proposta neste campo. Shining Force Gaiden 2, como também é conhecido, foi lançado originalmente como a sequela do primeiro Gaiden para a consola portátil da Sega, a Game Gear, em 1993.

Com uma mecânica idêntica à dos restantes jogos da série, também aqui podemos controlar um contingente de personagens diferenciáveis umas das outras, num campo de batalha muito semelhante a um tabuleiro de xadrez. Podemos mover uma personagem à vez e usá-la para atacar o inimigo que estiver ao seu alcance. O poder do seu ataque e a sua resistência variam, de personagem para personagem. Os membros da nossa party dividem-se em diversas classes. Temos algumas mais fortes e também mais resilientes a ataques, com os Cavaliers e os Warriors. Temos outras que podem lançar ataques mágicos, como os Mages e curar, como os Monks. Temos, até, alguns que só podem atacar à distância, como os Archers ou os Bowknight. A vastidão de classes existentes, possibilita o uso de diversas estratégias em campo, tendo por objectivo a conclusão da batalha, em questão, e a evolução no jogo.
Como se trata de um RPG, em Shining Force as personagens evoluem ganhando pontos de experiência, dinheiro e, algumas vezes, mesmo items dos adversários vencidos. Ao atingir o nível 10 da sua classe, o jogador pode evoluir essa personagem para a segunda classe, mais forte. Por exemplo, o Archer evolui para Sniper. Essa nova classe pode alcançar até nível 20. Como vamos apanhar muitos elementos pelo caminho, é-nos dada a opção de alterar a formação da nossa equipa. Tudo isto, assim como a função de gravar o jogo, curar personagens envenenadas ou enfeitiçadas, consertar ou comprar armas e items, está disponível em pequenos acampamentos, que o jogador vai visitar durante a aventura.

A aventura, em si, é uma história de intrigas políticas e sacrifícios a Deuses malignos. Nick, o príncipe da nação de Cypress, vai partir para derrotar o demónio Iom, cujos seguidores pretendem arrasar o mundo. Nick, todavia, deixa para trás a espada mágica, Hajya. Esta é roubada pelo centauro Graham, a mando de Iom. É neste contexto que o jovem espadachim, Dearma (cujo nome pode ser alterado pelo jogador), com a jovem Mayfair como conselheira (e responsável pelos Saves, promoções e curas do jogo) e um vasto batalhão de aliados, vai, também ele, iniciar a sua caminhada para Iom. Dividida em 4 capítulos, Shining Force tem gráficos bastante coloridos e uma animação bastante impressionante para um jogo portátil de 93. As cutscenes das lutas e os retratos de cada personagem são particularmente elegantes e agradáveis.
A dificuldade, na primeira metade do jogo não é acentuada e, ao contrário do que acontece com a série Fire Emblem, da Nintendo, a inexistência de uma morte definitiva, vem ajudar a este facto. Mesmo que sejam derrotadas em campo, todas as personagens podem voltar, sem se ter que reiniciar o jogo. Caso a nossa personagem principal, que pode variar entre Dearma e Natasha, conforme a altura do jogo, pereça, o jogo terminará de imediato. A partir do terceiro capítulo do jogo, existe um aumento exponencial da dificuldade. Isto deve-se, ao facto, dos Feitiços de Freeze e Blaze, de nível 3, poderem aniquilar personagens com a barra de energia cheia, de uma assentada. Isto, ligado à ampla área de acção do feitiço, permite virar as batalhas de pernas para o ar. Este aspecto, apenas existente nas versões americanas do jogo, passou para a versão da 3DS, e pode ser o maior motivo de frustração em um RPG que, de resto é bastante acessível e curto, podendo, facilmente completar-se o jogo em cerca de 13 horas. Por último, para além do Save State, que permite ao jogador gravar em qualquer altura, Shining tem uma banda sonora bastante boa e memorável, adequada ao jogo em questão. Em última análise, se acabaram Awakening e querem um novo desafio, não tão exigente, mas igualmente divertido, optem por este.
Análise por Ivo Silva
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22 de julho de 2013

Pikmin 3

Pikmin 3, ao fim de uma década, é o primeiro jogo original da série Pikmin, que nasceu em 2001 na GameCube e teve direito a uma sequela há precisamente 10 anos. Durante o ciclo de vida da Wii, ambos os títulos foram reeditados com uma nova jogabilidade, aproveitando os controlos bastante superiores oferecidos pelo novo comando. Ainda assim, passada uma década sem lançamentos originais, a expectativa era bastante grande para ver o que seria possível fazer com a série na nova consola Wii U.
Desta vez, não controlamos Olimar, mas uma nova equipa de 3 elementos vindos do planeta Koppai (cujo nome é uma referência à própria Nintendo, fundada em 1889 com o nome Nintendo Koppai). O jogo começa com uma fantástica introdução, na qual um narrador explica a crise que ocorre no planeta e que levou o capitão Charlie, o engenheiro Alph e a bióloga Britanny até ao planeta PNF-404 em busca de alimento. Devido a um acidente, os 3 elementos são separados ao chegar ao planeta, fazendo com que o primeiro objectivo do jogo seja reunir a equipa.

Os primeiros dias no planeta funcionam como uma espécie de introdução, tanto aos personagens, como às mecânicas do jogo. Os protagonistas têm personalidades bastante distintas e, ao contrário do que acontecia com Olimar e Louie nos jogos anteriores, são bastante carismáticos. Alph é corajoso e tem uma forte admiração pelo seu capitão, enquanto Brittany é egoísta e tem particular desprezo por Charlie, o capitão que se considera um grande herói mas não vive sem o seu patinho de borracha. Embora não tenha impacto em termos de jogabilidade, esta dinâmica entre personagens faz com que o jogo tenha uma história mais envolvente do que seria de se esperar num jogo Pikmin.

A principal novidade em Pikmin 3 é a dinâmica de controlar 3 personagens em paralelo, distribuindo estrategicamente as tarefas para optimizar a progressão no jogo. Em teoria, poderia parecer demasiado complexo, mas a excelente curva de aprendizagem e as características próprias da Wii U fazem com que tudo seja bastante natural. No início, controla-se apenas um personagem, Alph, como introdução ao que se pode fazer com diferentes tipos de pikmin, até ao momento em que este salva a colega Britanny e o jogo introduz a divisão de tarefas entre personagens. Na altura em que controlamos uma equipa de 3, a complexidade adicional é intuitiva para o jogador e permite que este se adapte melhor às situações apresentadas nos cenários.

Desta vez, existem dois novos tipos de pikmin, um de rocha que permite quebrar estruturas de vidro, por exemplo, e outro com asas, que consegue voar e é especialista em combater criaturas aéreas. De fora do modo principal de jogo, ficaram os pikmin roxo e branco que tinham sido introduzidos em Pikmin 2 e eram mais focados em táticas de batalha. A introdução destas criaturas trouxe novos tipos de obstáculos mas, de uma forma geral, estão bem integradas com os restantes pikmin de cor vermelha, azul e amarela. A questão está em saber, a cada momento, que cores de pikmin são importante para atingir certos objectivos.

No ecrã do GamePad, é possível visualizar o mapa do jogo em tempo real, com a localização dos 3 personagens e dos vários pikmin espalhados pelo cenário, uma ferramenta indispensável e que coloca este jogo num patamar superior aos anteriores. Graças a uma funcionalidade chamada "Go Here", é possível mandar um personagem, com o seu respectivo grupo de pikmin, deslocar-se automaticamente até um certo local e, enquanto isso acontece, assumir o controlo de outro personagem para fazer outra coisa. Por exemplo, é possível ter um personagem dedicado a obter novos recursos e outro dedicado à exploração para abrir novos caminhos, enquanto nos envolvemos num aceso combate com o terceiro personagem e alguma criatura, sem que tudo isto pareça demasiada informação a gerir. Ainda assim, isto é só um nível de liberdade que se ganhou, sendo possível na mesma fazer quase tudo com um só personagem: apenas alguns obstáculos mais complexos, mas opcionais, obrigam à utilização dos 3 heróis para os ultrapassar.
Há ainda uma grande liberdade de opções de controlos, embora a experiência definitiva de jogo seja controlar os personagens com um Wii Remote + Nunchuck, juntamente com o GamePad ao lado com o mapa para consultar (um toque no ecrã tátil é suficiente para pausar o jogo enquanto se consulta o mapa). É possível substituir os comandos da Wii pelo Wii U Pro Controller, ou então utilizar os botões do GamePad, mas estas opções implicam controlar o personagem e o cursor com o mesmo analógico (o direito controla o ângulo de câmara) de forma semelhante aos controlos na antiga GameCube. O jogo suporta ainda o modo Off-TV Play, transformando o GamePad numa pequena televisão para jogar. Neste modo, são também suportados os outros métodos de controlo, sendo utilizada a Sensor Bar do GamePad para a opção Wii Remote + Nunchuck. A principal conveniência é a facilidade com que se pode trocar de controlos e modos, bastando premir um botão do comando que se quer utilizar, ou o botão "-" para alternar entre televisão e GamePad. Mesmo sendo possível até jogar-se o jogo apenas com um GamePad sem recurso à TV, recomenda-se a utilização de um Wii Remote Plus + Nunchuck para uma melhor experiência de jogo.

O GamePad oferece ainda uma nova funcionalidade que permite tirar fotografias dentro do jogo através da perspectiva dos personagens, que podem ser partilhadas através do Miiverse na comunidade do jogo. Esta funcionalidade é excelente pela forma como demonstra as capacidades da Wii U, um teste impressionante é colocar um exército de 100 pikmin de várias cores atrás de um personagem, utilizar a função "Go Here" presente no mapa para o fazer deslocar automaticamente, ativar o modo de câmara fotográfica e apreciar os gráficos e a fluidez das animações em tempo real. A qualidade dos cenários e texturas é excelente e ainda mais impressionante quando se olha de perto, vendo-se aqui o primeiro caso de um jogo da Nintendo que realmente conseguiu tirar partido do facto de ser lançado numa consola HD.

A questão da longevidade é também um factor muito importante nesta série. O primeiro jogo foi bastante criticado pela existência do limite de 30 dias para terminar a história, o que trazia muita pressão ao jogador e impedia de explorar livremente os cenários. Já o segundo não tinha qualquer limite e acrescentou a mecânica de cavernas onde o tempo não contava, fazendo com que não se sentisse qualquer pressão em avançar no jogo a não ser o próprio interesse. Desta vez, atingiram um equilíbrio excelente com o novo sistema de racionamento de alimentos. Ao recolher um fruto para a nave, este será convertido em doses de sumo para alimentar a equipa. No final de cada dia, é gasta uma dose de sumo, pelo que é necessário ter em conta o stock de alimentos. Assim, é criada uma certa pressão em jogar minimamente bem e conseguir frutos para alimentar os personagens, mas com a liberdade de tempo suficiente para que cada um jogue ao seu ritmo pessoal. O modo de história tem uma duração de cerca de 10-12h, que irá variar com a forma de jogar de cada um. O jogo termina em alta, sem se prolongar mais do que o necessário, mas permite continuar a jogar após o final para tentar completar 100%, agora sem restrições de tempo. Além disso, a gravação do jogo permite voltar atrás para qualquer dia em particular e tentar de novo daí em diante para tentar resultados melhores, uma funcionalidade muito útil para situações em que nos arrependemos de uma má decisão tomada anteriormente, por exemplo.

O jogo oferece ainda um viciante modo de missões, que podem ser jogadas a solo ou com 2 jogadores em modo cooperativo, que oferecem um tempo limite bastante restrito e desafiam a fazer a maior pontuação possível dentro desse limite. Devido à sua curta duração, incentivam bastante a tentar novamente, para conhecer cada vez melhor o cenário e adaptar as estratégias de jogo. Há ainda um divertido modo "Bingo Battle", para dois jogadores em modo local que competem para recolher um conjunto de frutos e objectos de modo a fazer uma linha de um cartão de bingo. Infelizmente, não existe multijogador online em Pikmin 3, que seria bastante importante para este modo em particular, pois requer dois fãs de Pikmin que conheçam bem as mecânicas de jogo para ser mais divertido.


Pikmin 3 podia muito bem chamar-se "Pikmin Prime", pois seria digno desse título. Várias componentes deste jogo, desde a sua introdução e o momento em que surge pela primeira vez o título até pequenos pormenores espalhados pelo cenário reforçam a componente de ficção científica e aprofundam a sensação de estarmos a jogar uma aventura do espaço, embora todo o ambiente de jogo se passe numa versão futurista (pós-apocalíptica?) do planeta Terra. Há influências de Metroid Prime espalhadas levemente pelo jogo e que contribuem para aquela "Magia Nintendo" que parecia estar a faltar na Wii U. Até mesmo as batalhas contra os bosses são verdadeiramente épicas e dignas de séries como Metroid Prime ou Legend of Zelda. Neste ambiente sci-fi, e com a jogabilidade da série a atingir aqui o seu pico, surge a vontade de se vir a explorar planetas diferentes com estas criaturas – uma possibilidade para jogos futuros?


É um jogo bastante complexo, mas também suficientemente simples para qualquer um poder jogar e ter uma excelente experiência. Uma história simples, mas envolvente e uma aventura épica com personagens muito pequeninas que, juntamente com uma jogabilidade bastante fácil e intuitiva, fazem deste um título obrigatório para a Wii U.

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18 de julho de 2013

Nintendo Direct Mini: EarthBound já disponível


Apanhando todos de surpresa a Nintendo lançou hoje um Nintendo Direct Mini com algumas novidades que nos vão preencher um pouco mais este Verão. São títulos já anunciados mas agora com datas, e um lançamento muito especial.

 Em grande destaque surge EarthBound, um grande jogo de culto da Nintendo que nunca viu o seu lançamento no mercado europeu na Super Nintendo e que finalmente pode ser jogado numa consola Nintendo no nosso ecrã (quer na TV ou no GamePad) através da eShop na Wii U. Embora já tivesse sido previamente anunciado o jogo foi hoje lançado na eShop apanhando todos de surpresa.

Foi anunciado para breve uma atualização no modo como fazemos StreetPass, anunciado como Retransmissão de dados StreetPass, um sistema que irá aumentar consideravelmente os nossos encontros com outros utilizadores. Isto funcionará através do serviço Nintendo Zone, que em Portugal tem um fácil acesso devido à vasta quantidade de pontos ZON@Fon, e para tal basta apenas encontrar um destes pontos e temos um StreetPass com o último utilizador que o atravessou.

Este sistema funciona com todos os jogos em que usamos StreetPass, como Super Mario 3D Land, Mario Kart 7 ou Fire Emblem: Awakening, e com a última atualização da Praça Mii StreetPass que nos trouxe 4 novos jogos e mais alguns puzzles para colecionar, este novo sistema é muito bem vindo! E claro, será algo extremamente útil para Animal Crossing: New Leaf e encomendar mobília para aumentar o nosso catálogo!

Ainda para 3DS foram anunciados os títulos da série SEGA 3D Classics para a eShop europeia, onde clássicos da SEGA são reeditados na 3DS e tirando partido do efeito 3D. Por enquanto estão anunciados: Altered Beast; Ecco the Dolphin; Galaxy Force; Shinobi; Sonic the Hedgehog; Space Harrier; Streets of Rage e Super Hang On. Estes jogos estarão disponíveis brevemente.

Já na Wii U foi dando algum destaque a Pikmin 3 que será lançado na Europa já na próxima semana, a 26 de julho, e vimos um vídeo de jogabilidade do modo de competição Bingo Battle, explicando um pouco a sua jogabilidade. Foram também anunciados porta-chaves Pikmin que estarão disponíveis no Club Nintendo europeu a partir de agosto.

Pudemos ver um pouco mais de Wonderful 101, ficando a conhecer um pouco melhor a história do jogo, as personagens e os seus poderes. Ficaremos a saber ainda mais sobre este jogo numa Nintendo Direct dedicada ao jogo, que irá ser lançado a 23 de agosto.

Estes dois fortes títulos de verão têm uma promoção conjunta, e quem estiver interessado em adquirir ambos poderá desfrutar de um desconto especial. Se descarregarem Pikmin 3 através da eShop entre 26 de julho e 21 de setembro, poderão adquirir Wonderful 101 com 30% de desconto através da Nintendo eShop na Europa! Esta oferta é exclusiva às versões digitais de ambos os jogos.

Ainda para a Wii U assistimos a 3 títulos que serão lançados brevemente na eShop. Cloudberry Kingdom é um jogo de plataformas 2D da Ubisoft, que vai desenvolvendo os níveis dependendo do modo como jogamos o jogo, apresentando novos desafios e nunca repetindo os mesmos níveis, e até 4 pessoas podem jogar cooperativamente. Este jogo será lançando a 1 de agosto.

Pelas mãos da Capcom e da WayForward vem DuckTales Remastered, um remake de um dos jogos de plataformas de 8-bit melhor recebidos. Esta nova versão do jogo que acompanha a aventura do muito famoso (e milionário) Tio Patinhas e a sua família, e vem com personagens desenhadas à mão e vozes originais da Disney. Este jogo estará disponível a 15 de agosto.

Por último vimos Spin the Bottle: Bumpie's Party, um curioso título da KnapNok Games onde entre 2 e 8 jogadores se juntam em redor do GamePad e depois são desafiados por um conjunto de atividades ou movimentos que terão de efectuar. Ainda sem data certa, o título será lançado em agosto.

Para quem não pôde acompanhar a apresentação em direto têm em baixo o vídeo completo:

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17 de julho de 2013

Pokémon Rumble U disponível a 15 de agosto


O mais recente título da série Pokémon Rumble, que se estreou na Wii no serviço WiiWare, será lançado em território europeu na eShop da Wii U a 15 de agosto! Este é o primeiro jogo que utiliza o sistema NFC (Near Field Communication) presente no GamePad, mas ainda não temos informações sobre a distribuição das figuras físicas do jogo, que nos desbloqueiam os respetivos pokémon dentro do jogo.


Pokémon Rumble U é um frenético jogo que coloca dezenas de figuras de pokémon à batalha, figuras essas são bonecos de corda que saem de pequenas cápsulas, que representam os 649 pokémon existentes até Pokémon Black e White, que iremos enfrentar em diversas áreas e, com sorte, podemos até conseguir novas criaturas após as derrotar. Para abrir o apetite fiquem com o seguinte trailer do jogo, traduzido para inglês.

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12 de julho de 2013

Pokémon X/Y: Mais pokémon, novos personagens e novas mecânicas

Já revelados na edição de julho da revista japonesa Coro Coro, chegam agora informações sobre os novos pokémon, tal como os tipos dos pokémon lendários de capa Xerneas e Yveltal e finalmente conhecemos os inimigos com quem iremos lutar nesta 6ª geração. Faltam precisamente 3 meses, e o entusiasmo continua!


Após muita especulação ficamos a saber que Xerneas é do novo tipo Fairy e tem a habilidade Fairy Aura que aumenta a força dos ataques de tipo Fairy de todos os pokémon presentes na batalha! Conhecido como Life Pokémon o seu ataque exclusivo é Geomancy, um novo movimento que emite as cores do arco-íris vindas do chão, em redor do seu utilizador.


Yveltal, o Destruction Pokémon é do tipo Dark/Flying e tem como habilidade Dark Aura que aumenta o poder dos ataques de tipo Dark de todos os pokémon em jogo. O seu ataque exclusivo é Oblivion Wing, um poderoso raio de luz vermelho devastador que queima o solo que atinge.




Pangoro é a evolução de Pancham, do tipo Fighting/Dark, e embora tenha um aspeto feroz e esteja sempre mal humorado, está sempre pronto a defender os mais fracos. A sua habilidade Iron Fist aumenta o dano feito por ataques do estilo murro, como Drain Punch e ataques elementais como Ice, Fire, Shadow Punch, entre outros.


Inkay é pokémon do tipo Dark/Psychic, o primeiro a ter esta combinação. As suas antenas, para além de servirem para comunicar com outros pokémon do mesmo género, fazem com que os outros pokémon percam a vontade de lutar. A sua habilidade Contrary faz com que os movimentos usados em Inkay que diminuaria as suas estatísticas aumentem-nas. Para trocar ainda mais as voltas aos seus inimigos, o novo ataque do tipo Dark Topsy-Turvy reverte todas as alterações das estatísticas do pokémon atingido.





Malamar é a evolução de Inkay, mantendo o seu tipo Dark/Psychic e a sua habilidade Contrary, mas com o seu aspeto e estatísticas diferentes, e o seu ar maquiavélico atrai muitas pessoas que o tencionam usar para os seus próprios fins. Consegue também aprender a habilidade Hypnosis que adormece os seus inimigos facilmente.






Swirlix é um pokémon tipo Fairy e é exclusivo da versão Pokémon X. Adora comer doces e não come mais nada, tornado o seu corpo numa nuvem doce e pegajosa como algodão doce. A sua habilidade Sweet Veil evita que os seus colegas de equipa adormeçam em batalha. Consegue ainda atingir os seus adversários com fios pegajosos que prendem os seus adversários.






Spritzee é do tipo Fairy e só pode ser encontrado na versão Pokémon Y. Consegue libertar uma fragância que enfeitiça quem a cheira, e essa fragância varia consoante a sua alimentação. A sua habilidade Healer por vezes cura os seus parceiros de estados especiais como Poison ou Paralysis.
Finalmente conhecemos o Professor Sycamore, o maior investigador de pokémon da região de Kalos, e será ele que nos irá ajudar bastante na nossa nova aventura, e encontramos-o pela primeira vez em Lumiose City. Para além de nos dar dicas na nossa aventura, de vez em quando também nos desafia para uma batalha! 


Pouco se sabe sobre os nossos antagonistas desta geração, mas a Team Flare facilmente se destaca pelas suas roupas vibrantes vermelhas, uma estranha organização que tem vindo a marcar uma forte presença na região de Kalos. Certamente nos irão dar muitos problemas durante a nossa aventura!








Grant é um novo líder de ginásio, adora fazer todo o tipo desporto mas destaca-se no ciclismo e montanhismo. Não se sabe que tipo de ginásio lidera (embora numa primeira impressão pareça do tipo Rock), mas é um treinador com um coração forte.




Clemont é um jovem líder de ginásio que adora ciência e criar novos dispositivos. Não se interessa apenas na força mas também no tempo que passa com os seus pokémon, e está sempre acompanhado pela sua irmã mais nova, Bonnie. Também não sabemos qual é o tipo de ginásio que tem, mas as suas roupas e aspeto relembra-nos do tipo Electric (mas quem sabe se não será antes Steel).



Já conhecemos a nova mecânica PSS (Player Search System) que nos permite entrar em contacto com outros jogadores em todo o mundo. Aqui os sistemas de GTS (Global Trade Station), luta e troca que tínhamos nos Pokécenter nos jogos anteriores estão sempre ao nosso alcance, o que irá facilitar bastante a nossa interação com outros jogadores. No entanto ficamos a conhecer novas mecânicas.

O Holo Caster é um curioso sistema que cria hologramas dos nossos amigos, seja os nossos parceiros de aventura ou até mesmo o Professor Sycamore. Este telecomunicador permite-nos receber mensagens de quem está longe, oferecendo-nos dicas diversas sobre os locais onde estamos e para a nossa jornada no geral. Com este sistema também podemos receber relatórios sobre os jogadores com quem nos cruzamos por StreetPass, e até receber notícias de Pokémon X e Y por SpotPass, e para tal basta ter a consola sempre ligada.

Com o Wonder Trade partilhamos pokémon mas nunca sabemos o que iremos receber em troca. A surpresa aqui é muita, nunca sabemos o que nos irão oferecer em troca, que pode ser desde os pokémon mais comuns aos mais raros!

Os O-Powers são uma evolução dos Pass Powers introduzidos em Pokémon Black/White, e são habilidades que nos irão ajudar bastante no nosso jogo. Existem vários poderes especiais, que vão desde aumentar temporariamente as estatísticas dos nossos pokémon, facilitar na captura de pokémon selvagens ou até mesmo receber mais experiência nas batalhas. Estes poderes também podem ser oferecidos aos nossos amigos, ou até mesmo usar esse poder diretamente, e trabalhar em conjunto para facilitar a sua aventura!

Por último temos o serviço de mensagens curtas Shout-Outs, algo que também já existia na mecânica de C-Gear em Pokémon Black/White mas agora para além de partilha de mensagens localmente, podemos também partilhar essas mensagens através da internet. Se estivermos em apuros com uma simples mensagem podemos lançar um aviso, avisando assim os nossos amigos.


Durante a nossa aventura iremos encontrar diversas paisagens que podemos agora captar numa bela fotografia a partir da câmara que está lá colocada, através da nova mecânica Photo Spots! Mas não podemos tirar uma fotografia de imediato, e tal como uma câmara verdadeira teremos de ajustar bem a velocidade do obturador, a luminosidade e até mesmo a focagem. Através do giroscópio da 3DS podemos inclinar a imagem a nosso gosto, e através da focagem capturar sejam grandes planos ou pormenores de objetos. Depois podemos partilhar as nossas fotografias e utilizar na nossa página inical do Pokémon Global Link.

Por último mais um trailer onde vemos algumas das novidades anunciadas!

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