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29 de maio de 2013

Sonic Lost World: mais informações


Após o trailer lançado ontem, revelando mais sobre o jogo previamente anunciado na última Nintendo Direct, surgem hoje mais informações e imagens sobre a próxima aventura de Sonic na Wii U e 3DS, tal como as primeiras imagens da versão 3DS. Ambas as versões serão lançadas no final de 2013 e serão distribuídas cá pela Nintendo of Europe, resultado da parceria entre a SEGA e a Nintendo de 3 títulos de Sonic exclusivos para as consolas Nintendo.



No trailer ficamos a descobrir novas habilidades que Sonic irá usar nos diversos níveis, como conseguir andar pelas paredes sem ser preciso ir a velocidades supersónicas escalar obstáculos ao estilo parkour, que está bastante vincado neste jogo. Para além das tradicionais habilidades de Sonic como o Spin-dash e o Homing Attack regressam também os Poderes Coloridos dos Sonic Colours, presentes em ambas as versões mas alguns serão exclusivos das versões respetivas, e os da versão Wii U podem ser controlados movimentando, apontando ou usando o ecrã tátil do GamePad.



Ambas as versões vêm com modos de multijogador, e na Wii U podemos jogar co-operativamente em que no GamePad estarão presentes Gadgets que nos ajudam a enfrentar inimigos e obstáculos. Temos ainda modos de competição em que podemos jogar apenas no GamePad e enfrentar alguém que esteja a usar a TV. O jogo usa também o Miiverse para partilhar objetos pelo mundo todo, e pode ser totalmente jogado apenas no GamePad!

Pouco sabemos sobre a versão 3DS, mas já temos algumas imagens dessa versão, que será o primeiro jogo de Sonic a ter um controlo totalmente em três dimensões numa consola portátil. Para além de sessões multijogador quer locais ou através da internet, o jogo conta com Special Stages exclusivos, para conseguir as Chaos Emeralds, que são controlados através do giroscópio da consola. Na 3DS podemos ainda criar e costumizar Gadgets, estes que podem ser trocados entre as duas versões do jogo.




A jogabilidade será um pouco diferente ao que estamos acostumados na série até aos mais recentes títulos, e Sonic só atinge a velocidade máxima após pressionar os botões que permitem isso. Novamente Sonic será a única personagem jogável do jogo, mas encontra-se acompanhado por Tails na procura de Dr. Eggman Robotnik, que reuniu o poder dos inimigos que observamos até agora, conhecidos como os Seis Mortíferos, que mais tarde se revoltam contra o seu amo, o que irá levar Sonic a co-operar com o seu velho arqui-inimigo ao explorar o mundo Lost Hex.


Faltam 2 semanas para o próximo Nintendo Direct, e Sonic Lost World deverá ter mais informações nessa apresentação, e ficar a saber mais sobre a versão 3DS também. É um título que está a deixar muita gente curiosa, por se apresentar muito diferente dos títulos a que estamos acostumados na série, mas uma diferença que poderá ser muito bem recebida! Até lá fiquemos com as caixas de ambas as versões.


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28 de maio de 2013

Sonic Lost World revelado!


Depois do anúncio no último Nintendo Direct, eis que nos chega finalmente o trailer de Sonic Lost World para a Wii U. A nova aventura do ouriço azul faz lembrar um pouco o Super Mario Galaxy, mas com toda a velocidade alucinante e anéis para coleccionar que podemos esperar do Sonic. Ainda não há informações sobre a versão 3DS, mas este título para a Wii U promete bastante! Sem mais demoras, eis o trailer de que todos andam a falar hoje:

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24 de maio de 2013

Donkey Kong Country Returns 3D


Quando Donkey Kong regressou na Wii no formato de plataformas, foram muitos os que tiveram finalmente concretizado o desejo de ter um jogo ao estilo Country, onde as plataformas eram estrategicamente colocadas de modo a criar desafios, novos elementos eram introduzidos aos poucos que evoluíam e ficavam mais desafiantes. Um jogo de plataformas evoluído, dedicado aos jogadores mais experientes.

Considerado um dos melhores jogos da Wii, Donkey Kong Country Returns está de volta na 3DS e encontra-se bastante fiel à versão anterior. Continua visualmente deslumbrante, repleto de pormenores que dá vontade de observar atentamente, com os cenários devidamente adaptados mas sem grandes transformações para tirar melhor partido do efeito 3D, pois todos os pequenos acontecimentos nos níveis, tal como a profundidade dos cenários já existia na versão original, mas na 3DS todos eles ganham uma nova vida. Muitos foram até os que pensaram que o jogo deveria sair na 3DS porque parecia feito para ela, e foi um dos motivos que incentivou ao lançamento desta versão

É um jogo de plataformas à moda antiga, com mecânicas interessantes e sempre úteis como bater no chão para atrasar inimigos (ou permitir que possamos atacar os mesmos), flutuar com Barrel Jet de Diddy Kong (quando disponível), rolar para derrubar linhas de inimigos, escalar paredes ou até mesmo andar agarrado ao teto não só para seguir os níveis noutras direcções, mas também explorar cantos escondidos, e até mesmo soprar para conseguir objetos escondidos como moedas, bastante úteis para comprar objectos na Cranny Kong's Shop. À medida que vamos avançando no jogo são introduzidos novos elementos, que se repetem até ao fim do jogo cuja dificuldade vai aumentando gradualmente. É um desafio, é frustrante, mas extremamente gratificante quando terminamos um nível, e voltamos um pouco à nossa infância quando todos os jogos nos pareciam difíceis, e sentía-mo-nos bastante bem por o ter completado.

Para todos os que consideraram o original um jogo difícil, e ou se afastaram do jogo por este motivo ou até fugiram dele por completo, esta versão vem com 2 modos de dificuldade: Original que se mantém fiel ao jogo na Wii, e New que torna o jogo bastante mais fácil, tendo sempre presente 3 balões de energia em vez de 2, e outros itens que nos facilitam ainda mais a vida. Já os controlos mantêm-se quase inalterados, sendo a maior diferença a troca dos movimentos do comando (o waggle) por um botão. Podemos ainda escolher se queremos controlar o jogo usando o Circle Pad  ou o D-Pad, sendo bastante estranho não ter os dois sempre disponíveis no jogo.

Todo o jogo pode ser feito com um parceiro, através do modo de multi-jogador presente apenas no menu inicial. Infelizmente o jogo não permite que a qualquer momento alguém se possa juntar, sendo sempre necessário regressar ao menu inicial, e também com a falta do modo on-line as sessões de multi-jogador ficam bastante limitadas. É um jogo que se joga perfeitamente sozinho, e talvez com um parceiro podemos lidar com situações stressantes, mas ainda assim se esta opção fosse retirada seria bastante estranho, atendendo que o modo existe na versão Wii.

É um jogo para jogar com o 3D no máximo, auscultadores nos ouvidos e dedicar umas horas sérias. Assim que a adrenalina nos atinge sentimo-nos de volta aos jogos de plataforma sérios, onde temos de prosseguir com cautela se não quisermos enfrentar morte certa. Há muito para explorar, zonas escondidas com tesouros, e para além da palavra "KONG" em todos os níveis temos peças de puzzle para encontrar. Um forte incentivo para voltar a jogar um determinado nível, e se ainda não é suficiente podemos ainda jogar no modo contra relógio para obter melhores tempos.

Existe ainda uma área nova, que temos acesso após completar o jogo, onde são introduzidos novos níveis com novos desafios. Talvez não seja um incentivo muito forte para voltar a pegar no jogo novamente, mas sendo possível gravar em qualquer parte do jogo é um bom jogo para ter sempre presente com a nossa 3DS, e como continua a ser um jogo bastante bom que ainda se mantém bastante atual, não é preciso muito mais para pegar nele novamente.


Esta é uma excelente oportunidade para todos os que não conseguiram jogar o original na Wii terem uma oportunidade de ficar a saber porque foi tão bem aclamado este jogo. Mesmo com uma redução significativa do frame rate para 30 frames (mesmo em 2D), comparando com os fluidos 60 frames por segundo na versão original, o jogo continua belo, continua a ter uma mecânica única e é, acima de tudo, um jogo emocionante.

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23 de maio de 2013

Nintendo Direct E3 a 11 de junho


Como já tinha sido anunciado previamente durante a última Nintendo Direct a Nintendo está a preparar mais uma apresentação para acompanhar a E3 de 2013, que será lançado a 11 de junho às 15 horas, mesmo a tempo do início da exposição. Será novamente dedicada à Wii U e aos próximos títulos, e podemos contar com títulos como o novo Super Mario plataformas em 3D, o próximo Mario Kart e ainda Super Smash Bros, e o modo como as versões Wii U e 3DS irão funcionar em conjunto.

Certamente veremos outros títulos neste próximo Direct, ver a 3DS com algum destaque também, ficar a saber mais sobre títulos como Wind Waker HD, o novo projecto "X" da Monolith e ainda alguns jogos ainda não anunciados. Também foi confirmado um especial de perguntas e respostas sobre Pokémon X/Y para o mesmo dia, e que terá 90 minutos. Talvez fiquemos a saber mais sobre a região de Kalos e o que nos espera nesta nova geração!

Até lá aguardamos com bastante entusiasmo, e convidamos todos os utilizadores para se juntarem ao evento no facebook aqui!
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Demo de Project X Zone já disponível


Já se encontra disponível na eShop a demo do muito aguardado Project X Zone, o jogo que une personagens da Sega, Capcom e Namco Bandai numa aventura que coloca as personagens de diversas e/o jogos das 3 empresas a lutar contra um inimigo comum. Esta demo é o ideal para ficar a conhecer a mecânica de jogo, um género de RPG Tático também com um pouco de jogo de luta à mistura.




Para a descarregar só precisam de ir à eShop, ou ler o QR Code em baixo:
Entusiasmados com este jogo? O seu lançamento está previsto para 5 de julho de 2013, por isso a espera não é muita, atendendo que o seu anúncio foi uma surpresa muito agradável pois não era esperado. O jogo está em inglês com vozes em japonês, o que acabou por colocar de parte questões de localização audio que atrasariam o seu lançamento, ou até mesmo impossibilitar o mesmo. Enquanto descarregam a demonstração, fiquem com mais um trailer lançado hoje!

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21 de maio de 2013

F-Zero

Uma corrida para campeões
F-Zero, um título de lançamento da SNES, está agora disponível na Virtual Console da Wii U. Lançado em 1992, pela Nintendo, F-Zero mantém, nesta sua conversão para a nova consola doméstica da grande N, tudo aquilo que o tornou em um dos melhores títulos para a SNES. Comecemos pela história. Embora não seja, de todo, um aspecto relevante, considerando que se trata de um jogo de corridas, é, ainda assim, bem estruturada e adequada. As corridas de F-Zero passam-se no distante ano de 2560. Patrocinadas por milionários daquela época, estas são corridas extremamente perigosas, nas quais participam todo o tipo de indivíduos. Neste jogo, propriamente dito, podemos escolher um de entre quatro personagens, com o seu próprio hovercraft. Temos o já conhecido Captain Falcon, Dr. Stewart, o assassino Pico e o samurai ladrão, Goroh. O objectivo de todos eles é um único. Vencer a competição e conseguir, com isso, obter o grande prémio. Para isso, deverão vencer cada uma das três taças. Os seus carros, como já referi, diferem nas características, uns dos outros. Enquanto os dois primeiros primam pela velocidade, o verde é o mais durável, mas mais lento, sendo o rosa aquele que é mais estável de todos. Esta característica permite que mesmo um jogador inexperiente tenha a hipótese de vencer. Para isso, basta a selecção do carro que mais se adequar às suas características como jogador.


O jogo tem um total de 15 pistas, divididas por três taças e níveis de dificuldade que variam entre Beginner e Hard. Com a sua velocidade alucinante intacta e as suas pistas gradualmente repletas de obstáculos (quer pela presença de NPC’s incómodos, quer pelos hazards que nos vão surgindo pelo percurso), F-Zero mantem-se como um dos jogos mais difíceis de sempre. O ideal, para qualquer jogador iniciante, é escolher a pista e dificuldade mais fáceis, e conduzir o carro mais maleável. Ainda assim, e apesar de difícil, F-Zero é um jogo justo, uma vez que tem um grau elevado de aprendizagem e habituação, que vão permitir ao jogador mais dedicado e paciente evoluir e dominar. Todas as características do gameplay transitam intactas para a Wii U. Jogar no pad é quase o mesmo que jogar num comando da SNES da altura.


Os gráficos já bastante elaborados e agradáveis para a SNES, são o que mais beneficia com esta passagem para a Wii U. Apresentando-se agora, mais claros e sem aquele granulado característico de muitos jogos retro, F-Zero dá uma amostra, como Mario World já havia feito, de como jogos da velha SNES beneficiam do HD da Wii U. O uso do Mode 7, que permitia dar a ilusão do 3D, permanece, em todo o seu esplendor, intocável nesta versão. A banda sonora incrível do jogo mantém-se intacta e transporta, sobretudo os jogadores mais antigos, para o mundo nostálgico das 16 bits.


Com a Wii U não precisamos de estar a olhar para o ecrã da televisão, podendo usufruir da experiência no monitor mais pequeno do GamePad. Isso vem trazer uma maior flexibilidade e é uma vantagem, sobretudo, para quem não possui uma consola portátil, como a 3DS. Também podemos salvar o jogo a qualquer altura, recorrendo à criação de um ponto de restauro, que pode ser acedido pelo menu de pausa. Assim, quando voltarmos a F-Zero, podemos começar de onde ficamos, o que é uma enorme vantagem. É possível postar comentários da nossa experiência no Miiverse e, ao mesmo tempo, ler ou ver o que os outros jogadores acharam, conferindo uma maior envolvência ao jogo.


No geral, todas as características que fizeram do jogo um sucesso em 1992 permaneceram. As novidades, sobretudo o nível gráfico e a possibilidade de jogar só no GamePad, são um bónus para um jogo que já era excelente de si. Aconselho vivamente.

Análise por Ivo Silva
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20 de maio de 2013

Tumblr do Meus Jogos DS com imagens de Animal Crossing: New Leaf


O Animal Crossing: New Leaf já chegou ao Meus Jogos DS e, até ao lançamento do jogo no próximo mês, poderão contar com as nossas primeiras impressões do jogo e experiências vividas no mundo de Animal Crossing. Uma das características deste jogo é permitir tirar screenshots em qualquer momento (basta carregar em L+R) e guardar as imagens no cartão SD, para depois partilhar via Caixa Postal Nintendo na 3DS ou na internet através do browser da consola ou do computador.

  

Graças a esta funcionalidade, decidimos criar um tumblr oficial do Meus Jogos DS em http://meusjogosds.tumblr.com onde partilhamos regularmente várias imagens dos nossos personagens Oranjo e Caelum nas suas respectivas vilas de Citrus e Luna, com momentos divertidos do dia-a-dia e outras situações que acharmos interessantes.


  

Fiquem atentos às novidades do jogo aqui no Meus Jogos DS e, se quiserem acompanhar todas as notícias, basta seguirem a tag Animal Crossing do blog!
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Retrospectiva F-Zero – Parte II

Ilustração: Joel Sousa (joelchan.deviantart.com)
Em colaboração com Ivo Silva, já vosso conhecido do nosso Especial Fire Emblem, partilhamos aqui uma excelente coluna do seu blog Art'in (culturaeartepop.blogspot.pt), dedicada à série de jogos de corridas futuristas F-Zero. Esta é a segunda parte de uma retrospectiva acompanhada pelo Meus Jogos DS e coincide com o mais recente projecto de Shiryu Music intitulado "F-ZERO GO FAST!" – o segundo volume "Age of N64" já se encontra disponível para download aqui.


A vinda para a N64

Depois de ter saído a 14 de Julho de 1998, no Japão, o terceiro jogo da série, apelidado de F-Zero X (originalmente conhecido como F-Zero 64) chegaria a terras ocidentais também nesse ano. Nomeadamente a 26 de Outubro, para a Europa e a 6 de Novembro, para os EUA. Este título seria ainda relançado em 2007 para a Virtual Console, da Wii e para o sistema chinês, Inque Player, em 2004. Como muitos dos jogos lançados para a nova máquina da Nintendo, a N64, também F-Zero disponha de gráficos totalmente em 3D. Com um gameplay bastante similar ao do original, esta nova entrada tinha uma elevada curva de aprendizagem. Os seus cenários estavam, agora, repletos de colinas, loops, tuneis e canos. O percurso estava repleto de obstáculos e as curvas, mais apertadas, exigiam uma maior perícia ao jogador.

Algumas inovações vão ser feitas ao gameplay, nomeadamente, a possibilidade de se atacar outros jogadores, durante a corrida. A existência de uma vida extra, também permitia ao jogador reiniciar a corrida, sem ter que forçosamente ter que reiniciar o jogo. A história do jogo passa-se diversos anos após a suspensão da competição, por ter sido considerada demasiado perigosa. A prova regressa, com a segurança reforçada, e com um total de trinta concorrentes. Regressam os quatro originais e surgem vinte e seis novos participantes.


  
Destaque para a aparição de futuros fan favorites como Super Arrow, Zoda, Black Shadow ou Blood Falcon. Para além dos modos já existentes e que regressam em X, são introduzidos o Death Race e a X Cup. Se o tradicional Grand Prix assentava na simples vitória nas corridas e a consequente conquista da Taça, o Death Race era totalmente diferente. Aqui, para vencer, precisávamos de ser, literalmente, o último jogador em pista. Numa pista em linha recta, a corrida só terminava quando só houvesse um. Devíamos aniquilar os restantes concorrentes para vencer. A X Cup, por sua vez, vem permitir criar um set de pistas, as quais serão sempre diferentes de cada vez que se joga. O jogo conta, ainda, com o regresso dos Modos Time Attack e Pratice. Existem um total de cinco taças para disputar, sendo que quatro delas têm seis pistas cada e uma apenas cinco. Ostentando nomes de cartas, de início apenas três taças estão disponíveis. (as taças Jack, Queen e King)
A vitória nas três permitirá desbloquear a quarta, a taça Joker.  A consequente vitória nesta, vai abrir a X Cup, de que já falamos e a Master Class. Os níveis de dificuldade vão variar desde o Novice (fácil), passando para o Expert.(muito difícil) F-Zero X foi o primeiro jogo a correr a 60 frames por segundo, enquanto processava 30 carros no ecrã, simultaneamente. Isto, no entanto, fez-se às custas dos detalhes nas pistas e nos próprios veículos. Com a música a alternar entre o rock pesado e o remix, X teve dois Cds lançados. O primeiro, a banda sonora original, a 18 de Setembro de 1998.
O segundo, com arranjos de guitarra, a 27 de Janeiro de 1999. Ambos são compostos por Taro Bando e Hajime Wakai. X era compatível com o desastre comercial da Nintendo, a malfadada 64DD. Uma expansão para X foi, inclusive, lançada a 21 de Abril de 2000, no Japão. Todavia exigia o cartucho original, da N64, para puder correr na 64DD. Esta expansão funcionava, basicamente, como um designer de pistas. O F-Zero X Expansion Kit para além do editor de pistas permitia construir carros através da escolha de três componentes (body,-> cokcpit <-, engine), método que acabou por ser reutilizado no F-Zero GX.
Mundialmente, o jogo foi bem aceite e recebeu boas notas. Os únicos aspectos negativos eram a falta de detalhe evidenciada nos cenários. Alguns elementos deste jogo encontraram caminho para outros jogos da Nintendo. Nomeadamente, a Raibow Bridge, que foi introduzida como pista no Mario Kart 64.

Aqui fica, mais uma música de Shiryu, vinda do seu segundo volume dedicado ao F-Zero.
Para mais, consulte os seguintes links:

Mute City Endless Chiptune


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