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Análises

28 de dezembro de 2012

Nintendo eShop (3DS) – Jogos do Ano 2012

Ao longo do ano 2012, a Nintendo eShop consolidou-se como um ponto de referência graças à distribuição de bons jogos para a 3DS a um ritmo consistente. Além dos exclusivos digitais para a consola, do catálogo de jogos DSiWare e ainda o serviço Virtual Console, a eShop passou a vender também vários jogos que estão disponíveis em cartucho, tendo sido New Super Mario Bros. 2 o pioneiro desta loja. No meio de tanta oferta, é importante apresentar os títulos que mais se destacaram ao longo do ano de entre os exclusivos em formato digital para a consola. Sem mais rodeios, eis os melhores jogos da Nintendo eShop em 2012!

7 – Mutant Mudds

Antigamente, os jogos eram mesmo difíceis! Este jogo da Renegade Kid é um tributo aos clássicos de plataformas 2D, com um grafismo muito retro e, apesar disso, bastante moderno, tirando partido do 3D da consola de uma forma única com os seus níveis distribuídos em diferentes camadas de profundidade. Os níveis são muito bem desenhados e recheados de segredos, mas a dificuldade não é para qualquer jogador – só para aqueles do tempo da NES!

6 – Hydroventure: Spin Cycle

Este é o perfeito exemplo de como pegar numa mecânica e motor físico já bastante conhecidos e, ainda assim, oferecer uma experiência bastante consistente, graças à construção de níveis interessantes e desafiantes. O jogo dispensou os efeitos 3D da consola e tirou o máximo partido do giroscópio para que os controlos fossem perfeitos, mesmo quando se vira a consola de pernas para o ar! Com grande variedade e longevidade, é o jogo ideal para se jogar ocasionalmente e de forma descontraída.

5 – Picross E

Um dos melhores puzzles da Nintendo DS regressa na eShop! Apesar do formato reduzido, o novo jogo mantém todo o vício e desafio que se podia esperar de um novo Picross. Um puzzle fácil de aprender e jogar, que combina o conceito das palavras cruzadas com uma componente visual para criar uma imagem a partir dos números. Especialmente agradável de jogar na Nintendo 3DS XL devido ao maior tamanho dos ecrãs! [ver análise]

4 – Colors! 3D

Não é um jogo, mas é uma aplicação obrigatória para todos os que gostem de desenhar e pintar, mesmo que também tenham comprado o New Art Academy. Colors! 3D é um software que permite criar imagens em diferentes camadas, criando assim um efeito 3D que tira partido do ecrã da consola para produzir resultados impressionantes. Com uma galeria online que pode ser vista diretamente na 3DS ou em 2D em qualquer browser, este título permite ainda exportar as imagens em alta qualidade para o cartão SD. [ver análise]

3 – Liberation Maiden

Eis a grande surpresa do ano! Durante uma apresentação Nintendo Direct, Liberation Maiden não é só anunciado como lançado para a eShop, surpreendendo todos os que já tinham perdido a esperança de um dia o jogar. Um shooter com excelente jogabilidade e vários níveis de dificuldade, com um estilo artístico brilhante (e fantásticas animações) e que só peca por nos deixar a babar por mais, muito mais! [ver análise]

2 – The "Denpa" Men

Os Denpa Men são criaturas que vivem nas ondas de rádio, invisíveis ao olho nú mas não com as lentes da 3DS, que se escondem nos sítios mais bizarros (como nas nossas sobrancelhas). Nesta aventura teremos de ajudar um Denpa Man a resgatar a sua amada princesa, que se encontra presa no topo da torre, com o auxílio de diversos Denpa Men e os seus poderes únicos. Um original RPG que evoca a série Dragon Quest e oferece uma aventura estranha mas com bastante conteúdo, uma experiência desafiante e extremamente divertida!

1 – Fallblox

Parece um dejá-vu de 2011, mas não é. Fallblox pode a sequela do melhor jogo do ano passado na eShop e partilhar algumas das suas características, mas é um jogo completamente novo e que oferece um estilo bastante diferente de puzzle. O objetivo é puxar, empurrar e fazer cair blocos para construir um caminho que permita chegar ao topo do puzzle, obrigando a um raciocínio mais criativo e que nos permita sair do "isto é impossível" (a grande maioria dos quebra-cabeças vão parecer impossíveis ao início). Todas as consolas portáteis precisam de um jogo de puzzle, seja para passar o tempo ou para estimular o cérebro, e Fallblox é o grande desafio do ano na Nintendo 3DS! [ver análise]
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24 de dezembro de 2012

Boas Festas!

A equipa do Meus Jogos DS deseja boas festas a todos os leitores! Tenham um excelente Natal recheado de amor, carinho e jogos no sapatinho, e que o ano de 2013 venha cheio de power-ups!
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21 de dezembro de 2012

Celebra 20 anos de Super Nintendo este Natal com o novo álbum de Shiryu!


Num excelente tributo aos tempos dourados dos 16-bit, o artista português Shiryu lançou hoje o seu álbum de Natal, celebrando 20 anos de Super Nintendo na Europa, com 20 arranjos orquestrais de temas de 20 jogos, num total de 6 CDs e mais de 6 horas de música. Um trabalho realmente impressionante e que pode ser descarregado gratuitamente aqui!

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Vencedor do passatempo New Super Mario Bros. U

Já é conhecido o nosso leitor vencedor do passatempo que ofereceu um código de download do jogo New Super Mario Bros. U:

Carl Bergs

Muitos parabéns ao vencedor, e um sincero agradecimento a todos os participantes, que fizeram deste o nosso passatempo mais popular até hoje!
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19 de dezembro de 2012

Promoção Nintendo Wii U + New Super Mario Bros. U


A Nintendo divulgou hoje uma nova campanha promocional que, até dia 31 de dezembro, permite comprar a nova consola Wii U e, por apenas mais 5€, adquirir também o jogo New Super Mario Bros. U!

A promoção é válida na compra de qualquer um dos 3 pacotes disponíveis e conta com a adesão das seguintes cadeias de lojas em Portugal: El Corte Inglés, Fnac, GAME, Leclerc, Media Markt, Toys”R”Us e Worten. A promoção é limitada ao stock existente.


Como já referido nas nossas sugestões de Natal 2012, a aquisição desta consola com a nova aventura do Mario é realmente um presente fantástico e que irá animar toda a família! No entanto, quem já tiver adquirido a consola não beneficia desta promoção, mas pode sempre tentar a sua sorte no passatempo do Meus Jogos DS aqui!
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18 de dezembro de 2012

Theatrhythm Final Fantasy


Faz hoje 25 anos que o primeiro Final Fantasy foi lançado na NES, e assim nasceu uma das maiores séries de referência. Uma série que apareceu em diversas consolas em diferentes gerações, que surgiu também na grande tela e no pequeno ecrã. Theatrhythm surge como um de diversos modos de celebrar estes 25 longos anos, e que melhor modo de o fazer se não através da festa, da música!

Trata-se de um jogo de ritmo um pouco parecido com Elite Beat Agents, mas para além do movimento de toque e pressionar o ecrã, temos ainda o deslizar em uma de 8 direcções, como um corte da espada. No entanto, os movimentos são feitos em qualquer parte do ecrã tátil, pois a ação está representada no ecrã 3D. O jogo está divido em 3 modos diferentes: os Field Music Stages onde um personagem vai percorrendo um mapa do mundo, os Battle Music Stages em que 4 personagens lutam contra diversos inimigos icónicos da série, e os Event Music Stages, sendo este o mais nostálgico, que nos apresenta um resumo do jogo em questão. Aqui onde nos jogos mais antigos usa gráficos de jogo, mas nos mais recentes apresenta-nos sequências animadas em full-motion vídeo. O texto (quando presente) nestes vídeos surge em japonês, que tal como no tema principal de Final Fantasy IX (também em japonês) apresentam uma fraca localização, para além do jogo em si.

Sendo a música o ponto mais forte, estas são diretamente retiradas do Final Fantasy I ao XIII (sendo o XIV ignorado), e estão acompanhadas pelos personagens principais, tal como personagens secundárias, muitos delas favoritas dos fãs, como Kain, Locke, Vivi e até Sephiroth (o único inimigo jogável). Estas personagens preenchem uma equipa de 4, como é moda na série, e podemos ter sempre os nossos favoritos sem problemas, devidamente acompanhados pelos Summons tradicionais, nos níveis de batalha, ou pelos carismáticos Chocobos e Moogles nos mapas de mundo. São bastantes as músicas presentes, e ainda temos algumas desbloqueáveis, mas infelizmente a maioria das músicas estão apenas presentes por DLC, e a soma do custo das músicas todas ultrapassa o preço do jogo.

É neste modo de batalha que o jogo realmente se destaca. O que parece ser um simples jogo de ritmo torna-se um verdadeiro RPG, onde os diversos Status de cada personagem são úteis no jogo, em que os ataques, e magias como Fire e Blizzard são usadas após um número de inputs bem sucedidos, e a força e velocidade dos personagens nos permitem matar mais inimigos, ou até os ataques especiais nos permitem derrotar Bosses facilmente. Teria sido interessante ter mais personagens desbloqueadas à medida que comprava-mos músicas, pois afinal existem imensas personagens na série toda.

Esta componente RPG é vital no modo mais usado deste jogo, a Chaos Shrine e as suas Dark Notes (conjuntos de 2 níveis). Aqui percorremos um nível de Field e outro de Battle, sempre aleatórios, e as próprias música têm combinações de gestos diferentes, podendo ter a mesma música com variados inputs diferentes. O objectivo aqui é encontrar os inimigos mais fortes que possuem os Crystal Shards, que nos desbloqueiam novas personagens. É vital ter um bom conjunto de personagens com ataques diferentes, para conseguir o máximo de itens possível. Neste modo podemos ainda jogar com amigos (que tenham o jogo) e partilhar as nossas Dark Notes favoritas através do StreetPass.

A nostalgia é o que nos leva a querer explorar Theatrhythm Final Fantasy, mas é a qualidade das músicas de Nobuo Uematsu (entre outros) que nos leva a jogar repetidamente o jogo. Para os fãs da série, inúmeras memórias regressam ao ouvir certa músicas e ao ver as personagens, sejam boas ou más, mas até aqueles que menos sabem da série poderão encontrar algum charme e ganhar vontade de explorar vários dos 13 jogos aqui representados.


Com este jogo temos o modo ideal de celebrar e relembrar 25 anos de história Final Fantasy. A excelente banda sonora é acompanhada por um estilo artístico bastante festivo, e ficamos a querer um RPG com exploração que, não só use o estilo artístico, como o jogo de ritmo para as batalhas. Ou até ter outras séries representadas deste modo, quem sabe, um Theatrhythm Dragon Quest, ou até de Zelda!

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Sugestões de Natal 2012

Chegou aquela altura especial do ano em que temos de nos preocupar com o que oferecer àqueles de quem mais gostamos. Sejam presentes para os miúdos, para os pais ou para alguém especial, é sempre difícil escolher, pelo que apresentamos a sugestão do Meus Jogos DS: videojogos para todos!

Sugestões Nintendo 3DS


Se a ideia deste Natal é oferecer a alguém uma consola de videojogos, então não há melhor escolha que este pack com a Nintendo 3DS XL branca e o jogo Mario Kart 7 já instalado! Não só é um presente que dá acesso a um excelente catálogo de jogos (disponíveis tanto nas lojas como na eShop), como já traz incluído um dos melhores jogos para qualquer ocasião, tanto para jogar sozinho como com amigos localmente ou através da internet!


Professor Layton and the Miracle Mask

É um dos títulos obrigatórios para a consola e o presente ideal para qualquer pessoa que goste de puzzles e aprecie uma boa história. Sendo o primeiro jogo da saga na Nintendo 3DS, a nova aventura do Professor Layton será sem dúvida uma excelente surpresa para quem nunca deixa um puzzle a meio. Afinal, este jogo por si só foi motivo para muitas pessoas quererem uma nova consola!



Um bom presente para os mais novos é o novo jogo de plataformas do Mickey, recheado de aparições de personagens famosos da Disney e com um excelente estilo artístico digno dos grandes clássicos que sempre fazemos questão de mostrar aos miúdos. Apesar de não ser muito longo, é um daqueles jogos que podem ser jogados muitas vezes e com muitos segredos para manter os jogadores entretidos.



Já os jogadores mais experientes podem estar a perder um título fantástico se ainda não tiverem jogado Kid Icarus: Uprising! Um jogo recheado com tanto conteúdo que poderiam ter dado para dois jogos, gráficos excelentes e uma história divertida e surpreendente, é um presente ideal para todas as idades!





A série que revolucionou a Game Boy esteve presente da despedida da Nintendo DS. Sem novas criaturas mas com a região de Unova muito diferente, naquela que é a primeira sequela na série de Pokémon. Tanto veteranos como novos jogadores têm aqui muito conteúdo para explorar, uma prenda ideal para quem procura um jogo com centenas de horas de diversão!




Paper Mario: Sticker Star

A mais recente aventura do Super Mario é um divertido jogo em que todos os personagens são feitos de papel num mundo feito em cartão e recheado de autocolantes! Uma espécie de jogo de aventura com um cheirinho a RPG, o novo Paper Mario está cheio de puzzles desafiantes e diálogos hilariantes, que farão as delícias de todos os fãs do canalizador.




Sugestões Wii U

Se o objetivo é oferecer um presente para toda a família e proporcionar uma noite diferente (que será apenas a primeira de muitas assim), então a nova consola da Nintendo é o presente ideal, neste pack com o jogo Nintendo Land já incluído. Estão garantidas horas a fio de diversão para até 5 jogadores em simultâneo neste título que usa de forma criativa e divertida os dois ecrãs da consola que promete revolucionar a sala de estar!


Para acompanhar a novíssima consola da Nintendo, a melhor surpresa possível é mesmo o novo jogo de plataformas do Super Mario. Sejam jogadores experientes ou tenham recebido agora a primeira consola da sua vida, há um motivo pelo qual todos gostam dos jogos de plataformas do Mario: simples, mas desafiantes e sempre muito divertidos! Um presente que até podem conseguir no passatempo do Meus Jogos DS (até 20 de dezembro)!
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11 de dezembro de 2012

Passatempo Wii U: New Super Mario Bros. U


O Natal chegou mais cedo ao Meus Jogos DS e, para celebrar o recente lançamento da Wii U, a novíssima consola da Nintendo, temos um código de download para oferecer do jogo New Super Mario Bros. U!

Para ganhar este fantástico título para a tua nova consola, basta seguir estes dois simples passos:
  • Dar um "Like"/"Gosto" à nossa página do Facebook
  • Responder corretamente ao formulário em baixo
As respostas são fáceis, mas se precisares de ajuda podes consultar a nossa análise do jogo.

Tens até 20 de dezembro para participar e habilitares-te a ganhar este jogo em formato digital! Não te esqueças de consultar o regulamento em baixo.


Regulamento: 
  1. Este passatempo decorre até ao dia 20 de dezembro de 2012, não sendo aceites participações após essa data.
  2. O passatempo destina-se exclusivamente a participantes residentes em Portugal.
  3. Apenas será aceite uma participação por pessoa. Os dados introduzidos no formulário deverão ser verdadeiros, sob pena de exclusão.
  4. Para participar no passatempo, é necessário dar "Like"/"Gosto" na página do Meus Jogos DS no Facebook. O nome introduzido no formulário será utilizado para validar a participação.
  5. O vencedor será escolhido aleatoriamente, de entre as participações válidas, com recurso a um mecanismo automático. A escolha será definitiva e inalterável a menos que se verifique caso de fraude.
  6. O resultado do passatempo será publicado no blog Meus Jogos DS. Apenas o vencedor será contactado diretamente através do e-mail inserido no formulário.
  7. Para que possa levantar o prémio, o vencedor deverá possuir uma consola Wii U e ligação à internet para aceder à Nintendo eShop.
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New Super Mario Bros. U


Desde o lançamento da Nintendo 64 que uma consola doméstica não chegava às lojas com um jogo do Super Mario para a acompanhar. Se estivermos a falar de um jogo "à antiga" em 2D, então, teremos de olhar para o lançamento da Super Nintendo há mais de 20 anos, com o jogo Super Mario World... uma referência bem merecida, pois é precisamente este clássico da SNES que este New Super Mario Bros. U tenta evocar com a mais recente aventura do famoso canalizador.


Muitos anos passaram desde então até ao lançamento do primeiro New Super Mario Bros., jogo muito bem sucedido em trazer de volta à ribalta os jogos de plataformas 2D e que deu início à série agora conhecida pelo mesmo nome. Embora extremamente popular, a série tem sido alvo de críticas por inovar pouco a cada iteração e trazer pouco de "novo", especialmente no que diz respeito ao recente New Super Mario Bros. 2 para a 3DS. A boa notícia é que este New Super Mario Bros. U é um pouco "mais novo" que os anteriores e, sem se afastar da fórmula tradicional, consegue oferecer uma experiência refrescante.


A principal novidade do jogo está no seu aspeto gráfico e estilo artístico. Sendo o primeiro jogo do Mario em alta definição, houve um cuidado muito especial na criação dos cenários com bastantes camadas de profundidade e ricos em detalhes que, em alguns casos pontuais, justificam parar o que se está a fazer no jogo para os contemplar (e partilhar no Miiverse!). Infelizmente, esses momentos acabam por se destacar tanto que deixam a desejar que o jogo tivesse explorado mais essa liberdade artística. Por outro lado, a nostalgia do Super Mario World e outros clássicos permeia a construção dos níveis e até mesmo a forma como os níveis estão distribuídos num mapa unificado.

A integração com o Miiverse é mais um ponto positivo deste jogo, apesar de o fazer de forma algo intrusiva. No final de alguns níveis, onde o jogador se destacou por alguma façanha ou sentiu particulares dificuldades e morreu muitas vezes, o jogo pergunta-lhe se deseja publicar uma mensagem no Miiverse. Os criadores quiseram mesmo ter a certeza que as pessoas reparavam na funcionalidade, em vez de fazer algo mais natural como aconteceu em Nintendo Land, com um simples botão associado ao final dos níveis. O mapa do mundo é preenchido com mensagens do Miiverse (opcional), deixando ver o que o resto do mundo pensa do jogo e criando uma sensação bem integrada de comunidade. No entanto, esqueceram-se de adicionar o botão "yeah!" para se poder dar feedback a essas opiniões.

Como jogo que se preze da Wii U, este pode ser jogado inteiramente apenas no GamePad, sem necessidade da televisão. No entanto, ao jogar com outro comando o da Wii, o GamePad fica livre para que outra pessoa se possa juntar no Modo Assistido e ajudar (ou prejudicar) na aventura, colocando blocos no ecrã em posições estratégicas. A qualquer momento do jogo, é possível adicionar um novo comando e acrescentar um jogador até um máximo de 4 em jogo, mantendo a possibilidade de um 5º jogador participar no modo assistido. Se o anterior na Wii a 4  jogadores conseguia ser divertidamente caótico, imagine-se então com uma pessoa extra a adicionar blocos!

O jogo oferece ainda alguns modos extra, seja um modo multijogador para ver quem apanha mais moedas, ou um conjunto de desafios de intensidade crescente para um só jogador, nos quais é possível escolher os personagens Mii. Aqui existe ainda a possibilidade de expansão do jogo via SpotPass, algo que atualmente permanece um mistério. Estes modos acabam por ser os mais interessantes de partilhar no Miiverse, apesar da funcionalidade não ter sido diretamente integrada nestes modos. É aqui que os jogadores mais experientes se irão sentir mais desafiados e, por isso mesmo, sentir maior necessidade de partilhar com a comunidade – felizmente, é tão simples como aceder ao menu Home da consola e aceder ao Miiverse, pondendo até incluir-se um screenshot como comprovativo!


A aventura principal tem uma boa duração, com uma longevidade de 10 a 12 horas para terminar e muitas mais para completar com todos os segredos. Os modos adicionais prolongam bastante a vida do jogo e as sessões multijogador hão-de se repetir durante toda a vida da consola, basta haver amigos ou familiares por perto! Embora haja momentos em que o jogo fique aquém de todo o seu potencial, é sem qualquer dúvida o melhor jogo do Mario em 2D dos últimos 20 anos e totalmente merecedor de acompanhar o lançamento da Wii U, sendo um título obrigatório não só para os grandes fãs de Mario, mas também para qualquer possuidor da consola.

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Mole Mania


Uma das vantagens das lojas como a eShop é o re-lançamento de jogos antigos que, nos tempos onde a internet não tinha a dimensão de hoje e imensos jogos não tinham qualquer destaque nas revistas,  caíam facilmente no esquecimento. Mole Mania é um desses jogos, um tesouro perdido no vasto catálogo da Game Boy, um jogo produzido por Miyamoto que merece a nossa atenção.

A premissa é bastante simples: Muddy Mole (uma toupeira com imenso estilo) tem de salvar a família de Jinbe, um agricultor com uma cara estranhamente familiar, e para tal terá de ultrapassar os diversos níveis, que nada mais são que puzzles. Não temos muitas armas ou movimentos à nossa disposição, e como uma boa toupeira a nossa principal habilidade é a de escavar túneis, escapando assim dos diversos inimigos. Podemos ainda empurrar, puxar e atirar objectos, e até podemos eliminar os inimigos com o que encontramos a nosso dispor.

Os níveis estão sempre a mostrar novas questões, não repetindo o mesmo enigma demasiadas vezes, e sabe introduzir novos problemas. Os níveis mudam bastante até visualmente, representando vários universos. Temos ainda a possibilidade de completar os níveis a 100% ao encontrar todos os segredos, inimigos e níveis bónus.

É fácil ver as diversas influências que Miyamoto transportou para este jogo, onde se destacam algumas referências a The Legend of Zelda: Link's Awakening. Durante o jogo também vamos lidando com puzzles e inimigos que nos invocam memórias de outros jogos. A própria banda sonora é viciante e leva-nos a outros tempos, onde até os inimigos, por muito estranhos que fossem, eram bem recebidos.


Onde o jogo prima é pela sua simplicidade, um pouco à semelhança de Pullblox e Fallblox. É fácil de pegar nele, jogar alguns níveis e, através do sistema da Virtual Console, salvar em qualquer altura, ele torna-se ainda mais transportável que originalmente. São bastantes os motivos que tornam o jogo interessante, principalmente para quem procura quebra cabeças únicos!


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6 de dezembro de 2012

Nintendo Land

O lançamento de uma consola deve ser sempre acompanhado por um jogo que a apresente, ou melhor, que a represente. Capaz de mostrar as novidades que a plataforma tem para oferecer e diferenciá-la das restantes. O lançamento da Wii U foi acompanhado pelo jogo Nintendo Land, que faz tudo isso e muito mais: colocando todos estes factores à parte, Nintendo Land é um verdadeiro parque de diversões para todos os jogadores, assim como para a sua família e os seus amigos.
Começando por esclarecer uma ideia fácil, mas completamente errada: este não é o "Wii Sports" da Wii U. Se a comparação possível é que ambos foram feitos para mostrar as novidades da consola, as semelhanças acabam por aí. Nintendo Land, construído à volta do conceito de um parque temático da Nintendo, contém 12 grandes atrações (entenda-se: minijogos) inspiradas em diferentes séries como Super Mario, Legend of Zelda ou Metroid, sendo que todas oferecem uma forma diferente de jogar que não seria possível numa consola tradicional. Os três principais conjuntos de atrações dividem-se em jogos A Solo (um jogador), Cooperativos (um a cinco jogadores) e Competitivos (dois a cinco jogadores).


Metade das atrações deste parque são dedicadas a um jogador. Todas dão uma utilização diferente ao GamePad, explorando diferentes funcionalidades. Assim, tão depressa se estará a utilizar o comando para disparar estrelas em direcção aos alvos que se encontram na TV, como a fazer de volante numa pista de corridas alucinante, ou utilizar botões em conjunto com movimentos para fazer a "dança do polvo". Todos os jogos são experiências simples, mas desafiantes e com mais conteúdo do que salta à vista da primeira vez – Nintendo Land recompensa os jogadores pela sua dedicação, não só nos jogos para um jogador mas também nos cooperativos. A experiência "a solo" não tem de ser solitária e, por isso, todos estes jogos têm um modo de suporte para quem se quiser juntar, bastando apontar um comando Wii à TV para poder ajudar.


Os jogos cooperativos são os que oferecem a experiência mais consistente e os que mais se aproximam de jogos tradicionais, mesmo usando um sistema de controlo inovador. Aqui há várias sequências de níveis para explorar e até mesmo bosses para derrotar, seja a solo ou em modo cooperativo para desde 2 até 5 jogadores. Aqui é explorada a jogabilidade assimétrica que a Wii U pode oferecer, dando ao jogador que usa o GamePad um papel diferente do que é atribuído aos jogadores com comandos Wii (nota: o jogo inspirado em Metroid requer também o Nunchuck para os comandos Wii). O trabalho de equipa é fundamental, especialmente nos níveis mais avançados onde a dificuldade é bem considerável.


Já os jogos competitivos revelaram-se os mais divertidos de todo o conjunto. Estas atrações requerem pelo menos dois jogadores, mas são especialmente geniais quando jogadas a cinco, tudo isto graças à jogabilidade assimétrica utilizada para aplicar o conceito "um contra todos". Há ainda uma característica fantástica que é a forma como é promovida a interação entre os jogadores – em todas estas atrações, o jogador que usa o GamePad tem mais informação no seu ecrã do que os restantes na televisão, o que faz com que os adversários tenham de se unir e trocar informações entre si para alcançar o objectivo. São estes três jogos as verdadeiras estrelas do multijogador em Nintendo Land, apesar de serem também aqueles em que a Nintendo menos investiu na criação de cenários de jogo.

Existe ainda um modo de jogo adicional que faz a ligação de todas estas atracções e organiza um torneio para até 5 jogadores, fazendo a gestão de quem irá controlar o GamePad e quem será desafiado no próximo jogo, fazendo com que até os jogos para só um jogador possam ser divertidos para jogar numa sessão em família ou com um grupo de amigos.

O que faz de Nintendo Land muito mais do que uma compilação de minijogos é a forma consistente como tudo se liga neste conceito de parque temático, construído à volta de uma praça onde vão sendo desbloqueados pequenos brinquedos tirados diretamente das atrações e por onde passeiam personagens Mii de jogadores de todo o mundo, cada um apresentando os seus troféus e os jogos favoritos, assim como mensagens deixadas no Miiverse acerca do jogo. A rede social da Wii U foi integrada de forma excelente neste título, permitindo deixar comentários relativos a cada uma das atrações e, criando assim uma verdadeira sensação de comunidade online dentro de um jogo que se quer com vários amigos por perto.


Mesmo para quem não compre uma Wii U com o jogo já incluído, Nintendo Land é uma compra obrigatória. É um jogo para todos sem ser um jogo para "qualquer um", simples e fácil de pegar para experimentar mas difícil de superar como os velhos jogos da Nintendo sabiam ser. Um jogo que, mesmo nos modos competitivos, promove a união entre os jogadores. É ainda um grande tributo a várias das grandes séries da Nintendo, recheado de pormenores que vão fazer as delícias dos fãs, incluindo a banda sonora que faz um misto perfeito entre o moderno e o retro. Um título que conquista imediatamente aqueles que o experimentam e um dos "party games" mais divertidos dos últimos anos!

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