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Análises

30 de novembro de 2011

Super Mario 3D Land


Super Mario 3D Land é a primeira aventura do popular canalizador da Nintendo a chegar à 3DS e, por isso mesmo, a sua primeira aventura apresentada em 3D. Mas não é um mero exercício de adaptar à consola uma fórmula garantida de sucesso, nem uma mera sequela: é um misto do melhor de vários jogos da série e, ao mesmo tempo, algo completamente novo. Desenvolvido de raiz com as características da consola em mente, tornou-se no primeiro jogo a explorar genuinamente as capacidades 3D da Nintendo 3DS e ainda o primeiro a provar que o efeito 3D não precisa de ser apenas uma questão estética, pode ser também algo essencial para uma melhor experiência de jogo.


Para os conhecedores da série, pode dizer-se que 3D Land é um misto de Super Mario Bros 3 com Super Mario Galaxy 2: a jogabilidade é tão simples como a de qualquer jogo 2D, mas com liberdade de movimentos em cenários 3D. O botão analógico controla as direcções do Mario, há um botão para correr e outro para saltar. A única novidade é haver ainda um botão para agachar, que permite fazer movimentos como o pupular "butt stomp". A construção dos níveis, por sua vez, acaba por ser também um misto dos dois géneros, trazendo muita influência dos grandes clássicos 2D para o universo criativo dos jogos 3D mais recentes. Os níveis são pequenos e compactos, com um tempo médio de 2 a 3 minutos de jogo, o que se mostra ideal para as características portáteis da consola. É muito fácil simplesmente ligar a 3DS, jogar alguns níveis e voltar a desligar, sem perder a sensação de grande diversão que se espera de um jogo do Super Mario. É muito fácil, também, cair repetidamente na tentação de jogar "só mais um nível".


Sendo este jogo desenvolvido pela mesma equipa de Super Mario Galaxy, torna-se impossível evitar as comparações. Super Mario 3D não faz por menos, recheado de elementos dos épicos da Wii que vão desde pequenos detalhes nos cenários até aos conceitos por trás de alguns níveis. A verdade é que, durante os primeiros mundos, os vários níveis mostram algumas ideias bastante interessantes para explorar tanto a nova mecânica de jogo como o efeito 3D da consola. Conforme se avança no jogo, no entanto, os níveis vão ficando cada vez mais criativos, melhor construídos, atingindo (ou até superando, no caso do nível final!) a genialidade que impressionou toda a gente nos mundos de Mario Galaxy. É precisamente esta evolução, no entanto, que faz perceber como este jogo teria beneficiado com mais alguns meses de desenvolvimento, ao abrilhantar os níveis iniciais com a qualidade que se encontra mais à frente no jogo.


O aspecto mais surpreendente do jogo é mesmo a utilização do 3D da consola. Ao contrário dos restantes jogos já lançados para a 3DS, este foi construído de raiz com a tridimensionalidade em mente e brinca constantemente com esse aspecto. Sejam níveis em que se tem de correr em profundidade, ou situações em que objectos ou até o próprio Mario parecem saltar fora do ecrã, o efeito 3D é utilizado ao máximo para momentos espectaculares de jogo, incluindo algumas sequências de plataformas que mostram as vantagens da visão em profundidade para este estilo de jogos. Há até quem já lhe chame o "Avatar" dos videojogos, por ser o primeiro que realmente utiliza o 3D de forma a melhorar a jogabilidade e não apenas como uma opção estética. A verdade é que não se falha um salto por erro de cálculo, enquanto se joga em 3D – o ecrã da consola permite que este jogo seja o primeiro 3D tão fácil de jogar como qualquer jogo Mario 2D.


À primeira vista, este jogo parece ser bastante pequeno, bastando cerca de 7h de jogo para ver os créditos finais. Felizmente, os créditos finais não correspondem sequer a metade do que há para fazer no jogo, com 8 novos mundos para explorar, incluindo cenários completamente novos e versões mais difíceis de alguns níveis dos primeiros mundos. Além disso, em todos os níveis existem três moedas especiais para apanhar, algumas bem escondidas e que vão dar algum trabalho a encontrar. Finalmente, é guardado o registo do tempo que se demora a completar cada nível, para mais tarde se tentar bater o tempo e partilhar os recordes via StreetPass, juntamente com algumas surpresas.


Super Mario 3D Land é precisamente o jogo de que a Nintendo 3DS estava a precisar. Com um 3D fantástico, uma jogabilidade afinada à perfeição e um conjunto de níveis extremamente criativos, é também um jogo perfeito para pegar sempre que apetece, sem exigências de tempo para atingir a gratificação de o jogar. É extraordinário que um jogo portátil possa ser tão facilmente comparado aos melhores jogos da série alguma vez feitos e, ainda assim, estabelecer as suas próprias regras. O primeiro jogo verdadeiramente obrigatório para todos os possuidores de uma 3DS, e até mesmo um forte motivo para se desejar a consola.

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29 de novembro de 2011

Atualização do sistema adiada para dezembro


Embora previamente anunciada para fins de novembro, a atualização com as novas funções da 3DS foi adiada para 8 de dezembro. Todas as funcionalidades de gravação de vídeo em 3D, as novas áreas do Resgate Mii, puzzles para a Troca-Puzzle e novas formas de usar a Praça Mii Streetpass continuam presentes.

A troca de dados entre duas consolas Nintendo 3DS também será possível, o que poderá ser útil caso ainda tenham os vossos olhos colocados na Nintendo 3DS Especial de Legend of Zelda. Em caso de dúvidas sobre como atualizar a vossa consola, basta acederem a esta página.
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22 de novembro de 2011

Professor Layton and the Lost Future


O último capítulo de uma saga é, geralmente, o apogeu de uma história, aquele em qual se centram todas as expectativas. Depois de Curious Village e de Pandora's Box, Professor Layton and the Lost Future vem concluir uma trilogia brilhante que se tornou uma série de referência da Nintendo DS e tem, por isso, um patamar elevadíssimo de expectativas para superar. E é isso mesmo que faz.


Tal como nos restantes jogos da série, um evento misterioso levará o Professor Layton e o seu assistente Luke a partir numa aventura recheada de puzzles e enigmas para desvendar. Desta vez, o desaparecimento do Primeiro Ministro numa máquina do tempo leva Layton a viajar 10 anos para o futuro, onde encontra uma Londres decadente em que é considerado por todos como uma pessoa terrível. No entanto, enquanto o professor investiga o seu próprio futuro, depara-se com uma série de eventos que o fazem recordar o passado. Ao contrário dos jogos anteriores, este conta com uma história muito menos focada nos mistérios por si só, e mais emocional, centrada no protagonista. Se a qualidade das histórias sempre foi um ponto de referência da série, aqui ultrapassa quaisquer expectativas, com um cunho bastante mais adulto e capaz de emocionar os mais sensíveis em alguns momentos.


É realmente a melhor história da trilogia e um incrível capítulo final, que nos deixa a esperar por mais - a saga continua com uma série de prequelas à trilogia original, mas Lost Future permanece, à data, como a grande conclusão. Sendo um episódio com princípio, meio e fim, o jogo não requer conhecimento dos anteriores, mas tem maior impacto no jogador quando já se conhece bem os personagens de outras aventuras. O passado de Layton, o motivo de usar uma cartola e a sua amizade com o pequeno assistente Luke são tramas muito bem exploradas e às quais será impossível ficar-se indiferente.

Quanto à mecânica de jogo em si, nada foi alterado em relação ao padrão da série. A exploração dos cenários é feita ao estilo point-and-click e a resolução dos puzzles mantém-se baseada no ecrã táctil, agora com uma interface refinada que permite usar um sistema de cores para tirar apontamentos sempre que necessário. Uma novidade do jogo são as batalhas-puzzle em alguns pontos da história, onde Layton enfrenta um rival num desafio cerebral, quase como que uma introdução do conceito de "boss battle" a esta série. Em comparação com os primeiros jogos, os puzzles são relativamente mais fáceis, desta vez mais focados em lógica, mas ainda assim apresentam um bom desafio.


A nível de apresentação, este é também o jogo com mais sequências de animação da trilogia e aquele que mais recorre às vozes dos personagens para contar a história. Não houvesse um puzzle ao virar de cada esquina, e estaríamos mais perto de um excelente filme de animação do que de um simples videojogo. Tudo é executado com mestria após a experiência adquirida em dois jogos já por si fantásticos, fazendo deste um dos melhores títulos lançados para a Nintendo DS e uma referência de qualidade, com uma história capaz de rivalizar com alguns dos melhores jogos de RPG. Manter um pacote de lenços por perto.
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18 de novembro de 2011

3D Classics: Excitebike


Um dos anúncios que vieram juntamente com o lançamento da 3DS foi a existência de uma gama de jogos NES adaptados para a consola. Como jogo introdutório a esta linha de remakes foi o clássico da Nintendo, Excitebike, que estaria gratuito durante um período de tempo.


O jogo tem uma jogabilidade muito simples, mas viciante, onde com apenas 4 botões temos o controlo total da nossa mota. Percorremos uma pista com 4 faixas, onde a inclinação da mota é vital para que não percamos tempo (ou cair por completo), tendo uma especial atenção para sempre que saltamos de uma rampa. Seja contra o tempo ou outros jogadores (controlados pelo computador), a mecânica é a mesma. Contamos ainda com um editor de pistas bastante simples que nos permite gravar até 32 pistas.


À primeira vista aparenta ser um port do original, mas um simples movimento do Slider do 3D da consola demonstra porque é que este ainda é o melhor dos 3D Classics, uma gama ainda com uma quantidade de jogos muito limitada. O jogo passa da vista tradicional na NES para um efeito de profundidade excelente à medida que vamos aumentando a intensidade do 3D, transformando o jogo numa espécie de mini-teatro "realista", com o charme dos jogos dos anos 80 e 90.


Durante o período de tempo em que o jogo era gratuito, sem dúvida alguma era um download mais que obrigatório. Sendo pago é recomendável a fãs do género de corrida, ou quem procura um jogo para curtas sessões. Algo viciante e divertido, mas perdeu a oportunidade de ter sessões multi-jogador.

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16 de novembro de 2011

Novo Professor Layton em 2012 para a Nintendo 3DS


Ainda nem recebemos Professor Layton and the Spectre's Call, com lançamento previsto para dia 25 de novembro, e já foi divulgado o primeiro teaser do primeiro jogo da série para a Nintendo 3DS, conhecido (por enquanto) como Professor Layton and the Mask of Miracle. Por enquanto, tudo o que temos é a imagem acima, confirmando o lançamento para 2012, e o trailer japonês, que pode ser visto em baixo.

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15 de novembro de 2011

Freakyforms: Your Creations, Alive!

Os jogos baseados em conteúdo gerado pelo utilizador são bastante populares nos dias que correm. Dar a possibilidade de contruir personagens, personalizar o mundo e interagir com conteúdo criado por outros jogadores não é uma novidade. Mas Freakyforms: Your Creations, Alive! baseia-se unica e exclusivamente nesse aspecto: criar personagens (aqui chamados "formees"), editar os cenários e partilhar com os amigos ou desconhecidos através do StreetPass.

Ao ligar o jogo, é pedido para escolher o nome do planeta - uma área circular, cinzenta e sem vida. Mas, logo a seguir, começa-se a criar o primeiro Formee, um desenho que se constrói a partir da sobreposição e manipulação das formas disponíveis. Terminada a forma e cor da criatura, resta dar-lhe um coração, um nome, voz e frase preferida. O primeiro Formee surge, então, no planeta acabado de criar, com vontade de explorar. Rapidamente irá encontrar o primeiro tesouro, que faz aparecer as primeiras árvores do planeta - também estas árvores são desenhadas pelo jogador e podem, na realidade, ter qualquer forma ou aspecto. Através da exploração do planeta, serão desbloqueadas novas formas para criar personagens e adicionados elementos ao mundo, como nuvens, casas, etc.
A jogabilidade é sofrível. Explorar o planeta com um Formee implica usar o touch screen para indicar uma direcção e fazer o gesto de puxar (como se fosse uma fisga) para ele saltar. Embora funcione, não é mesmo o método mais prático para controlar. Mas esta exploração é apenas um pretexto para não ter todas as formas disponíveis com que se vai construir os personagens - este sim, é o objectivo do jogo e o aspecto em que este brilha. As ferramentas de construção são extremamente simples de manipular e qualquer forma é possível, por muito bizarra que seja, fazendo justiça ao nome freakyforms. Olhos nas pernas? Boca acima dos olhos? Animais com 5 patas? Tudo é possível, basta brincar com as formas e dar largas à imaginação. O jogo falha em alguns aspectos como não ter a hipótese de "undo" ou seleccionar um grupo de formas, mas não limita a criatividade.
O jogo oferece ainda bastantes exemplos e desafios, como "faz um monstro que parece uma raquete" ou "um alien aborrecido". A cada 5 Formees criados, é desbloqueada uma nova funcionalidade, sendo possível partilhar criaturas e cenários através do StreetPass ou códigos QR, tirar-lhes fotografias no planeta ou até vê-los em realidade aumentada. Na realidade, pouco mais há a fazer do que criar e partilhar criaturas, além de experimentar movimentá-las no planeta, onde haverá sempre coisas novas para expandir as possibilidades na criação das criaturas. Mas o certo é que a criação é tão viciante que surgem sempre novas ideias, o que leva o jogador sempre a querer fazer "só mais um".

O estilo é assumidamente infantil e não há dúvida que as crianças são o público-alvo deste software. Não tem a complexidade de um Spore, o realismo de um Sims ou o charme de um Animal Crossing. Ainda assim, o seu estilo assumidamente bizarro é capaz de captar as atenções para um jogo que, num tom mais sério, rapidamente perderia toda a sua piada. Para os nossos leitores que comprarem o jogo, incluímos alguns códigos QR (encontrados aqui), mas sintam-se à vontade para partilhar as vossas criações na secção dos comentários!
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8 de novembro de 2011

Edição especial Nintendo 3DS Legend of Zelda anunciada


Para além das novas cores Branco Neve e Rosa Coral já anunciadas, a Nintendo revelou agora uma nova edição especial limitada da Nintendo 3DS dedicada à celebração dos 25 anos da série Legend of Zelda. O novo bundle chega às lojas a 25 de novembro e inclui uma consola Preto Cosmos especial com um motivo gravado a dourado, assim como uma cópia do jogo The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D com a capa dourada.

Esta fantástica edição não só inclui o emblema de Hyrule e ornamentos dourados (a ocarina e a harpa, instrumentos musicais característicos da série), mas também acabamentos dourados nos botões e no slider 3D da consola, como é possível observar nas fotos. Sem dúvida um presente muito desejado para este Natal, provavelmente até para muitos dos que já têm uma 3DS!
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Sonic Classic Collection


O relançamento de jogos antigos em colecções é uma das facetas bastante conhecidas da Sega, e Sonic não é excepção à regra, onde os originais de Mega Drive já foram lançados em imensas consolas. Esta mais recente compilação não acrescenta muito conteúdo, apresentando apenas Sonic the Hedgehog 1, 2, 3 e & Knuckles, e as combinações "lock-on" possíveis entre eles (excepto o Get Blue Spheres).


Para além de ports simples dos jogos, o jogo conta com um modo de saves pouco prático, que em vez de criar um "save-state", que simplesmente gravaria em qualquer altura, nos faz recomeçar o nível quando voltamos ao jogo. Mesmo assim é uma funcionalidade útil nos 2 primeiros jogos, caso tenhamos de interromper a sessão, por se tratar de uma consola portátil. Temos também dicas e breves informações sobre o jogo em questão e um muito pequeno conjunto de ilustrações.


Contamos com as versões americanas dos jogos, onde a música corre correctamente, e todos os jogos estão razoavelmente emulados, embora que sejam bastante visíveis erros visuais como ruídos enquanto jogamos, ou até um frenético "flick" nos níveis especiais do Sonic 3 (e & Knuckles), onde o chão treme e cria uma má experiência de jogo. O gameplay, esse mantém-se o mesmo que acompanhou a infância de muitos, sem contar com o modo de 2 jogadores de Sonic 2 e 3.


É um jogo apenas para aqueles que querem ter estes 4 jogos sempre presentes na sua portátil. Fora isso contamos com uma oportunidade desperdiçada: não foram incluídos jogos já presentes noutras colecções ou serviços digitais noutras consolas, seja de Mega Drive ou até Game Gear, ou algumas brincadeiras possíveis como a inclusão de Tails e Knuckles no primeiro jogo. Não existe nada de novo, só existe a nostalgia em jogar, novamente, numa boa resolução, os clássicos de há duas décadas atrás. Aconselhável apenas encontrando o jogo a baixo preço.

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4 de novembro de 2011

Suikoden Tierkreis


A DS tem uma biblioteca de RPGs bastante vasta, com grandes séries que apostaram no formato mais pequeno da consola, face às grandes consolas caseiras. Muito pouco conhecida, mas ainda com uma fanbase existente, Suikoden estreou-se num único jogo para a consola. Este jogo surge como um spin-off da série principal, onde até o mundo não tem uma ligação física com os restantes jogos, mas na sua essência trata-se de um jogo idêntico aos restates da série principal.


Contamos com um tradicional RPG por turnos, com 4 personagens controláveis na equipa (ao contrário das 6 presentes na série, com a excepção do 4º capítulo), com um arsenal de armas, magia e diferentes raças para explorar. Ao invés das tradicionais Runes das série, contamos com o poder das Chronicles, estas que desbloqueiam novas habilidades para todas as personagens no decorrer do jogo. São mais de 108 personagens para descobrir no total, as Star os Destiny, mantendo-se a imagem de marca do jogo, tal como a presença de um castelo que serve como base.

A história é sobre é existência de inúmeros universos paralelos, elemento este também presente no gameplay, sendo possível alugar personagens (excluindo a personagem principal) de outros jogadores através da internet, que ao regressarem mantêm a experiência que obtiveram durante a sua aventura. Todas as personagens têm voice acting em diversas alturas do jogo, que embora bastante bom encontra-se numa velocidade acelerada.


Os visuais do jogo são deslumbrantes. Modelos 3d das personagens inserem-se em cenários pré-renderizados, dos melhores que a DS teve o prazer de suportar, sempre envolvidos num mundo fantástico onde a idade média e tecnologias anciãs funcionam em perfeita harmonia. O jogo está sempre acompanhado por uma banda sonora que melhora bastante a experiência geral. Existem também desenhos das personagens durante os diálogos e até sequências em animação japonesa.


Não fosse a quantidade de RPGs excelentes que a DS teve durante a sua vida, Suikoden Tierkreis destacava-se na consola. No entanto, uma publicidade inexistente de um jogo de nicho e a má localização na Europa fez com que este jogo tenha sido esquecido. O que é uma pena, pois é uma aventura que merece ser jogada.

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2 de novembro de 2011

Sonic Colours


Após Sonic Rush Adventure, ficou o desejo de ter um terceiro jogo da série de Sonic na DS. Para a surpresa de muitos, Sonic Colours foi anunciado sem grande alarido em dois formatos: uma versão para Wii e outra para DS. Embora a atenção fosse principalmente para a versão Wii, esta demarcou-se pela originalidade, não sendo uma cópia ou versão inferior, sabendo juntar o gameplay dos Sonic Rush com a novidade dos Wisps.


Estes pequenos extra-terrestres são o foco da história, desta vez no espaço num parque de diversões de Dr. Eggman. Em termos de jogabilidade, eles oferecem breves momentos de gameplay diferentes que permitem explorar novos caminhos nos níveis: por exemplo, o Red Wisp transforma Sonic numa bola de fogo que explode e destrói barreiras e inimigos, o Yellow Wisp permite escavar e nadar como um torpedo, entre outros. Todas as habilidades são distintas e permitem-nos explorar níveis antigos de um novo modo depois de as desbloquear-mos.


Embora o conceito do jogo sejam as cores dos Wisps, sente-se um pouco a falta dela nos níveis. Embora que as plataformas e os inimigos sejam ricos em cor e animação, os cenários de fundo quase que desaparecem, e tornam-se rapidamente desinteressantes. A estrutura de níveis é bastante linear, muito à imagem dos Rush anteriores: um prático hub world com 6 áreas, cada uma delas com Actos, Missões e Bosses. Temos ainda níveis especiais, um modo para 2 jogadores (local ou online), time-trial e anéis vermelhos para descobrir em todos os níveis.


É um jogo com uma longevidade curta, mas os níveis são bastante divertidos para repetir apenas pelo gosto de jogar. Desnecessárias são as sequências de diálogo que despejam tudo que é personagens secundárias da série. O sistema de missões também é um pouco curto e desinteressante em comparação com o mesmo sistema no Rush Adventure. É uma viagem repleta de adrenalina, com bastantes surpresas, com uma jogabilidade divertida e bem construída.

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